The Hitchhiker's Guide to the Galaxy

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The Hitchhiker's Guide to the Galaxy
Capa da edição brasileira, pela Editora Arqueiro.
Criador Douglas Adams
Trabalho original  Reino Unido
Publicações impressas
Livros The Hitchhiker's Guide to the Galaxy: The Original Radio Scripts (1985)
Starship Titanic (1997)
Romances The Hitchhiker's Guide to the Galaxy (1979)
The Restaurant at the End of the Universe (1980)
Life, the Universe and Everything (1982)
So Long, and Thanks for All the Fish (1984)
Mostly Harmless (1992)
And Another Thing... (2009)
Filmes e televisão
Filmes The Hitchhiker's Guide to the Galaxy (2005)
Programas televisivos The Hitchhiker's Guide to the Galaxy (1981)
Lazer
Jogos eletrônicos The Hitchhiker's Guide to the Galaxy (1984)
Áudio
Programas de rádio The Hitchhiker's Guide to the Galaxy Primary and Secondary Phases (1978–80)
The Hitchhiker's Guide to the Galaxy Tertiary to Quintessential Phases (2004–5)

The Hitchhiker's Guide to the Galaxy (no Brasil O Guia do Mochileiro das Galáxias, em Portugal À Boleia Pela Galáxia)[1] é uma série de ficção científica cómica criada por Douglas Adams[2] . Originalmente era transmitida na BBC Radio 4 em 1978[2] , foi mais tarde adaptada para outros formatos, e após vários anos se tornou um fenômeno internacional. As adaptações incluíram espetáculos de palco, uma "trilogia" de cinco livros publicados entre 1979 e 1992[1] , um sexto romance escrito pelo Eoin Colfer, em 2009[3] , uma série de TV de 1981,[4] um jogo de computador de 1984,[5] e três séries de três partes de adaptações de romance para quadrinhos publicados pela DC Comics entre 1993 e 1996. Houve também duas toalhas, produzidas por Beer-Davies, que são considerados por alguns fãs como uma "versão oficial" do Guia do Mochileiro das Galáxias, uma vez que incluem o texto do primeiro romance. [6] [7] Uma versão cinematográfica de Hollywood financiada, produzida e filmada no Reino Unido, foi lançada em abril de 2005, e adaptações de rádio dos terceiro, quarto e quinto romance foram transmitidos entre 2004 e 2005. Muitas dessas adaptações, incluindo os romances, as séries de TV, o jogo de computador, e os primeiros rascunhos do roteiro do filme de Hollywood, foram feitos pelo próprio Adams, e alguns da adaptação de palco mostra novo material escrito por Adams.

O título é o nome fictício de um excêntrico dicionário, que possui definições e opiniões sobre todo o universo, O Guia do Mochileiro das Galáxias, que tem um lugar de destaque na série. O guia define a terra como: praticamente inofensiva.

O Guia do Mochileiro das Galáxias é muitas vezes abreviado "HHGTTG​​" (como o usado em sites de fãs) ou "H2G2" (utilizado pela primeira vez por Neil Gaiman como um título de capítulo em Don't Panic: The Official Hitchhiker's Guide to the Galaxy Companion, posteriormente, pelo guia online fundado por Adams e operado pela BBC, h2g2). A série também é muitas vezes referida como "O Guia do Mochileiro", "Mochileiro", ou simplesmente "[O] Guia". Este título pode se referir a qualquer uma das várias encarnações da história de que os livros são os mais amplamente distribuídos, tendo sido traduzido em mais de 30 línguas até 2005.[8]

Enredo[editar | editar código-fonte]

42, a resposta para a pergunta fundamental sobre a vida, o universo e tudo mais.

As várias versões seguem praticamente o mesmo enredo básico; contudo, uma vez que Adams reescreveu a história substancialmente para cada nova adaptação, os personagens muitas vezes estão em lugares mutuamente contraditórios. Ao longo de todas as versões, a série segue as aventuras de vários personagens, como Arthur Dent, um inglês azarado, Ford Perfect, um alienígena de um planeta pequeno em algum lugar nos arredores de Betelgeuse e um investigador para o guia de mesmo nome, Zaphod Beeblebrox, o semi-primo Ford e o Presidente Galáctico, o deprimido robô Marvin, o Andróide Paranóide, e Trillian, anteriormente conhecida como Tricia McMillan, uma mulher que Arthur conhecera em uma festa em Islington.

Elementos[editar | editar código-fonte]

Coração de Ouro[editar | editar código-fonte]

Foi a primeira nave a empregar com sucesso o revolucionário Gerador de Improbabilidade Infinita. Sua estrutura de 150 metros de comprimento, afunilada e totalmente branca foi construída secretamente no planeta Damogran. Foi roubada durante a cerimônia de seu lançamento pelo então-presidente da Galáxia Zaphod Beeblebrox.

Os robôs e computadores da nave são equipados com uma das mais recentes inovações tecnológicas da Companhia Cibernética Sírius: a PHG (Personalidade Humana Genuína), que confere-lhes a habilidade de simular as mais diversas facetas do comportamento humano. Um exemplo são as portas, que quando abrem dão uma risadinha de satisfação. Eddie, o computador de bordo, por exemplo, possui uma PHG tão simpática e amigável que chega a irritar os ocupantes da nave; enquanto Marvin, o andróide de bordo, carrega consigo uma personalidade semelhante à de um maníaco-depressivo com tendências suicidas.

Vogons[editar | editar código-fonte]

Os Vogons [9] são o povo conhecido pela sua inteligência, brutalidade, feiura e inaptidão de escrever poesias. Conforme o Guia: não chegam a ser malévolos, mas são mal-humorados, burocráticos, intrometidos e insensíveis. Seriam incapazes de levantar um dedo para salvar suas próprias avós da terrível Besta Voraz de Traal sem ordens através de um formulário em 3 vias para enviar, devolver, questionar, perder, encontrar, abrir um inquérito, perder novamente e, finalmente, deixar 3 meses sob um monte de turfa, para, depois, reciclar como papel para acender fogo.

Uma de suas equipes de construção foi responsável pela destruição do planeta Terra sob o pretexto de ser construída uma nova via hiperespacial.

Os Vogons são criaturas quase que totalmente adaptadas para uma vida subaquática, dadas as características de seu corpo, que não evoluiu desde que abandonaram o ambiente marítimo de seu planeta.

É comentado que é como se a evolução tivesse dados as costas para eles assim que saíram para a superfície da Vogosfera, como que arrependida de tal abominação. Sua pele é grossa e borrachuda, com um tom verde-acizentado, e poderiam sobreviver em uma profundidade de cerca de trezentos metros debaixo d'água.

Possuem uma aparência enrugada e rostos disformes, com as narinas acima da linha dos olhos, corpos largos e membros finos em relação ao tronco.

A poesia vogon começou como uma tentativa de se adequarem a uma via civilizada entre as outras raças do Universo, mas eles nunca foram bons nisso e atualmente não têm pretensão de mudar a fama de sua poesia ser a terceira pior do Universo.

Vogons são criaturas altamente burocráticas; requisitam formulários para praticamente tudo, o que torna muito lenta qualquer tentativa de conseguir algo deles.

Publicações impressas[editar | editar código-fonte]

Romances[editar | editar código-fonte]

De acordo com o próprio autor, o Guia era uma trilogia de 4 partes, formada pelos seguintes livros:

Existe ainda um último volume Mostly Harmless (no Brasil Praticamente inofensiva) que, apesar de certa controvérsia, é considerado por muitos, parte da "Trilogia de 5 livros" de Douglas Adams.

Os 4 primeiros foram lançados originalmente no Brasil pela Editora Brasiliense. Posteriormente, foram traduzidos novamente e relançados em 2004 pela Editora Sextante depois da estreia do filme.

A continuidade da obra de Douglas Adams, And Another Thing... foi escrita por Eoin Colfer, autor da série Artemis Fowl, e foi publicada com autorização dos herdeiros de Douglas Adams, pois o mesmo faleceu em 2001.

Filme[editar | editar código-fonte]

Em 2005, foi lançado pela Touchstone Pictures e pela Spyglass o longa metragem baseado no primeiro livro da série. Ainda assim existem várias diferenças entre a história do livro e o filme, todas acrescentadas pelo próprio autor Douglas Adams.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Adams, Douglas; Nile Bowie. O guia dos mochileiro das galáxias (em ). Primeira. ed. Estados Unidos: [s.n.], 2009. 118 pp. 1 vols. vol. 1. 666. Visitado em 2 de julho de 2013.

Referências