O Homem que Queria Ser Rei

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The Man Who Would Be King
O Homem que queria ser rei (PT/BR)
 Estados Unidos,  Reino Unido
1975 • cor • 129 min 
Direção John Huston
Roteiro John Huston e Gladys Hill baseado na obra de Rudyard Kipling.
Elenco Sean Connery
Michael Caine
Christopher Plummer
Género drama
aventura
Idioma inglês
Página no IMDb (em inglês)

The Man Who Would Be King (br / pt: O homem que queria ser rei) é um filme co-produção anglo-americana de 1975 do gênero drama e aventura, baseado na obra homônima de Rudyard Kipling, dirigido por John Huston. Como muitos de seus livros, a história de Kipling é uma crítica ao imperialismo britânico.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Narrado em flashback por um velho aparentemente perturbado (Caine) a Rudyard Kipling (Plummer), na redação de seu jornal, o filme conta a história de dois rudes ex-soldados britânicos, expulsos do exército, que no século XIX se dirigem à Índia, então sob domínio da Grã-Bretanha, em busca de aventuras e riquezas e acabam se tornando reis do povo da longínqua e inexplorada região do Cafiristão, onde nenhum homem branco havia posto os pés desde Alexandre, o Grande.

Considerados seres divinos pelos habitantes locais, após Daniel Dravot (Connery) ser ferido em batalha por uma flecha no peito e nem sangrar nem morrer (a flecha na verdade entrou numa bandoleira de couro que ele usava embaixo da roupa) os dois usufruem a realeza lhes concedida pela população, até serem desmascarados pela noiva escolhida para Drevot, a linda nativa Roxana (papel feito pela esposa marroquina de Caine, Shakira) que morde Drevot na noite de núpcias se negando a ser possuída e mostra a todos que ele pode sangrar, não sendo então uma divindade.

O velho que conta a história a Kipling é Peachey Carnehan, o sobrevivente da aventura.

Trata-se de uma história fundamentada na filosofia maçônica e trás dentro de seu contexto vários ensinamentos da Ordem, sendo que vários participantes da obra são maçons, como o próprio Sean Connery. Um de seus principais ensinamentos alude à ambição dos Homens que em nome do poder e da vaidade acabam perdendo até mesmo o seu mais precioso bem, a vida.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Filmado em locações no Marrocos com bastante fidelidade ao livro, O Homem Que Queria Ser Rei foi consagrado pela crítica e considerado por Michael Caine o filme pelo qual ele gostaria de ser lembrado após sua morte.
  • John Huston tentava filmar o livro desde os anos 1950 e a medida que o tempo passava, já havia considerado para os papéis dos dois soldados atores de gerações tão diversas, quanto Clark Gable, Humphrey Bogart, Burt Lancaster, Kirk Douglas, Paul Newman e Robert Redford. Escolheu Connery e Caine por indicação de Newman.
  • A trilha sonora é do famoso maestro,compositor e arranjador Maurice Jarre.
  • É repleto de códigos e símbolos maçônicos que somente quem pertence à Ordem pode decifrar, como a passagem pelos desfiladeiros, os sons, as roupas do ator Sean Connery e os toques de mão no início do filme. No entanto, ao mostrar as assinaturas dos três principais personagens no contrato firmado por eles distorcem um costume tradicional maçônico.
  • The Man Who Would be King também é a 9ª faixa do álbum The Final Frontier da banda Iron Maiden.
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