O Nome da Rosa

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Il nome della rosa
O Nome da Rosa
Capa da 1a edição
Autor (es) Umberto Eco
Idioma italiano
País  Itália
Género romance
Editora Fabbri - Bompiani
Lançamento setembro de 1980
Páginas 514
ISBN 8845207056
Edição portuguesa
Tradução Maria Celeste Pinto
Editora Difel
Lançamento 1983
Páginas 493
Edição brasileira
Editora Editora Record
Lançamento 2009
ISBN 9788501081407
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O Nome da Rosa (em italiano: Il nome della rosa) é um romance do escritor italiano Umberto Eco, lançado em 1980 que o tornou conhecido mundialmente.

Titulo[editar | editar código-fonte]

Muita atenção tem sido dada para o mistério sobre a que o título do romance se refere. Na verdade, Eco afirmou que sua intenção era encontrar um "título que dá liberdade de interpretação ao leitor".[1] Em uma outra versão da história, quando ele tinha acabado de escrever o romance, Eco apressadamente sugeriu dez nomes e pediu a alguns de seus amigos para escolher um, eles então escolheram O nome da Rosa.[2] Sugeriu-se que Eco tenha se inspirado nas referências de Borges, que disse: '"...quem viu o Zahir pronto verá uma rosa: o Zahir é a sombra da rosa e o rasgo do Velo".[3]


Sinopse[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Eco retratou um episódio, passado durante a Idade Média, no qual o riso era considerado, pela Igreja, um pecado.[4] O enredo d'O Nome da Rosa gira em torno das investigações de uma série de crimes misteriosos, cometidos dentro de uma abadia medieval. Com ares de Sherlock Holmes, o investigador, o frade franciscano Guilherme de Baskerville, assessorado pelo noviço Adso de Melk, vai a fundo em suas investigações, apesar da resistência de alguns dos religiosos do local, até que desvenda que as causas do crime estavam ligadas a manutenção de uma biblioteca que mantém em segredo obras apócrifas, obras que não seriam aceitas em consenso pela igreja cristã da Idade Média, como é a obra risona criada por Eco e atribuída romantescamente à Aristóteles. A aventura de William de Baskerville é desta forma uma aventura quase quixotesca.

Referências

  1. Umberto Eco. Confissões de um jovem romancista. Editora Cosac Naify; ISBN 978-85-405-0539-1. p. 42.
  2. Umberto Eco. On Literature. Secker & Warburg, 2005, p. 129-130. ISBN 0-436-21017-7.
  3. Estela Canto. Borges a Contraluz. Editora Iluminuras Ltda; ISBN 978-85-85219-42-0. p. 148.
  4. Dimas Antônio Künsch. Maus pensamentos: os mistérios do mundo e a reportagem jornalística. Annablume; 2000. ISBN 978-85-7419-127-0. p. 19.


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