Odyssey (plataforma de lançamento)

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Odyssey é a plataforma da Sea Launch que permite efetuar lançamentos de veículos espaciais e semi submersível e autopropulsado convertido a partir de uma plataforma de perfuração móvel. A plataforma é usada atualmente para realizar lançamento marítimo no Pacífico equatorial. Funciona em coordenação com o navio controle Sea Launch Commander. O seu porto está localizado em Long Beach, nos Estados Unidos.

História[editar | editar código-fonte]

A plataforma foi construída em 1982 pela empresa ODECO para a Sumitomo Heavy Industries. Como plataforma ela fez sua primeira exploração no sul de Yakutat para a ARCO Alaska, Inc.

Odyssey em sua configuração atual

A plataforma Odyssey passou alguns anos inutilizada nas docas em Dundee. Nesta situação, foi requerida pela empresa Boeing para fundar o consórcio Sea Launch, para o qual foi comprado pela empresa Kværner de Stavanger, na Noruega, e reconstruída a partir 1995 a 1997, estendendo-se o comprimento da plataforma, adicionando colunas de apoio e sistemas de propulsão adicionais e ajustes para localizar a plataforma de lançamento e o hangar do veículos de serviço.

Lançamento fracassado de 2007[editar | editar código-fonte]

Odyssey no porto, com o Sea Launch Commander atrás

Em 30 de janeiro de 2007, um foguete Zenit que transporta o satélites NSS-8 falhou durante o lançamento e explodiu a bordo do Odyssey.[1] Não houve feridos e os danos para a própria plataforma foi superficial. Após o incidente ele retornou ao serviço em janeiro de 2008, com o lançamento bem sucedido do satélite Thuraya 3.[2]

Lançamento fracassado de 2013[editar | editar código-fonte]

Em 01 de fevereiro de 2013, o foguete Zenit-3SL transportando o Intelsat 27 sofreu uma falha logo após o seu lançamento a partir da Odyssey, caindo a uma curta distância a partir da plataforma de lançamento. A primeira fase do motor pareceu ter encerrado cerca de 25 segundos após o lançamento e a telemetria do foguete se perdeu cerca de 15 segundos mais tarde. A telemetria indicou que um problema foi detectado 11 segundos após o lançamento. O sistema de orientação foi programado para desligar o motor, mas somente depois que o foguete esteja a uma distância segura da plataforma de lançamento. Acredita-se que uma falha de uma bomba hidráulica que fornece energia para o motor gimbaling RD-171, foi a causa do incidente.[3]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências