Oficina G3

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Oficina G3
Show do Oficina em 2007.
Informação geral
Origem São Paulo, SP
País  Brasil
Gênero(s) Rock cristão, metal cristão, metal progressivo, rock progressivo, metal alternativo, hard rock, nu metal, rock alternativo, pop rock
Período em atividade 1987-atualmente
Gravadora(s) Gospel Records (1987-2000)
MK Music (2000-atualmente)
Página oficial www.oficinag3.com.br
Integrantes Juninho Afram (vocal, guitarra)
Duca Tambasco (baixo, vocal de apoio)
Jean Carllos (teclado, vocal gutural)
Mauro Henrique (vocal, violão)
Ex-integrantes Alexandre Aposan (bateria)
PG (vocal)
Walter Lopes (bateria)
Luciano Manga (vocal)
Wagner Maradona (baixo)
Marcio de Carvalho (teclado)
Túlio Régis (vocal)

Oficina G3 é uma banda de rock cristão e metal formada em São Paulo, Brasil. Foi fundada por Juninho Afram, Wagner García e Walter Lopes, no fim dos anos 1980. Em atividade desde 1987, passou por vários estilos musicais, como o hard rock, pop rock, e mais recentemente o metal progressivo. Além de Juninho, Duca Tambasco e Jean Carllos são os membros mais antigos do conjunto. A banda já foi indicada para o Troféu Talento em várias categorias, para o Troféu Promessas em 2011 e 2014 e para o Grammy Latino nos anos de 2005, 2007 e 2009, nesse último vencendo com o álbum Depois da Guerra.

Na época em que o conjunto começou, o rock tinha forte resistência em igrejas cristãs brasileiras, e o grupo foi um dos primeiros a mesclar vertentes mais pesadas do rock com a música cristã no Brasil, assim como as bandas Resgate, Katsbarnea e Fruto Sagrado. Logo, o Oficina G3 se tornou ícone do incipiente gênero do rock cristão brasileiro, tornando-se conhecido entre os admiradores desse estilo no país. Apesar de, em parte, seus integrantes terem sido rejeitados por muitos pastores e lideranças religiosas, o visual da banda, com integrantes tatuados e de cabelos compridos, em geral sempre atraiu o público jovem adepto à religião.[1]

A banda mudou os seus rumos ao fim da década de 1990 quando o cantor PG entrou no lugar de Luciano Manga. Grande parte do apelo de "banda de rock pesado" foi deixado de lado e o grupo passou a ter um estilo mais guiado pelo pop rock. Foi a fase de maior popularidade da banda, ganhando novos fãs, principalmente após a assinatura com a gravadora MK Music. Por outro lado, deixou muitos fãs antigos e críticos decepcionados ao modificar o rock definido nos discos anteriores. Após a saída do cantor em 2003, o Oficina G3 voltou a ter como estilo predominante outras variações do rock, mais especificamente o metal progressivo. Os vocais foram assumidos por Juninho Afram, e a banda prosseguiu sua carreira efetivamente. Nesta nova fase o conjunto recebeu duas indicações ao Grammy Latino e sete ao Troféu Talento, também logrando relativo sucesso com boa parte dos fãs, vendendo vinte e mil cópias do álbum Além do que os Olhos Podem Ver em três dias,[2] alcançando disco de ouro posteriormente.[3] Em 2008 o grupo lançou o CD Depois da Guerra, sendo o primeiro de Mauro Henrique como novo vocalista. O álbum foi um sucesso de público e crítica alcançando o disco de ouro e vencendo, depois de três indicações consecutivas, o Grammy Latino em 2009. Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança), de 2013, é o trabalho mais recente de sua discografia.

É atualmente composta por quatro integrantes oficias: Juninho Afram (vocal e guitarra), o qual é o líder e único integrante da formação original, Duca Tambasco (baixo e vocal de apoio), Jean Carllos (Teclado e vocal gutural) e Mauro Henrique (vocal e violão). Os músicos são reconhecidos por suas proficiências em seus instrumentos,[2] estando frequentemente presentes em matérias de revistas especializadas em música.[4]

História[editar | editar código-fonte]

1987-1989: O início[editar | editar código-fonte]

A banda teve início na década de 1980, uma época marcada pelo surgimento de várias bandas de rock cristão no Brasil, intensificado pelo Movimento gospel, que difundiu o gênero pelo país. Nessa época surgiram na música cristã brasileira inúmeras bandas de rock cristão, sendo que os grupos Resgate, Contato Vital, Fruto Sagrado, Katsbarnea, Livre Arbítrio, Metal Nobre, Catedral, Stauros e o Oficina G3 foram as únicas que alcançaram notoriedade nacional durante a época.[5] Em 1987, na Igreja Cristo Salva, em São Paulo, Juninho Afram, Walter Lopes e Wagner García, frequentadores do local, juntaram-se e formaram um grupo musical, a fim de suprir a necessidade de mais músicos naquela congregação. Eles formaram assim o grupo 3 daquela igreja. Somaram-se a eles subsequentemente Luciano Manga e Túlio Régis, ambos vocalistas, além de James Conway e Marcos Pereira, ambos nas guitarras, e Márcio Woody de Carvalho no teclado.[6] [7]

Como o grupo não tinha nome ainda na época, decidiram chamá-lo pela sigla G3, abreviatura de Grupo 3 (pelo fato de que eram o terceiro grupo de louvor da Igreja Cristo Salva). Mais tarde, resolveram mudar de nome e escolheram Oficina. Por essa época, a banda se inscreveu num concurso de talentos cristãos sob o nome Oficina G3, nome provisoriamente adotado. Esse nome, segundo Luciano Manga, foi adotado no final dos anos 1980, por uma sugestão de um amigo dos integrantes da banda. Na ocasião, o grupo participaria em um evento chamado Terça Gospel, no Dama Shock, e este amigo era dono de uma agência de publicidade, e achava que este nome seria chamativo.[6]

Posteriormente os membros da banda passaram a frequentar a Igreja Metodista de Santo Amaro e tocar na Renascer em Cristo onde foram contratados pela Gospel Records. Por esse tempo o grupo ganhou alguma notoriedade pelo seu estilo hard rock, que era algo raro no meio da música cristã brasileira. Nessa época a banda já se apresentava no Dama Shock, em São Paulo, junto a outras bandas, onde ganharam uma certa relevância.[8] [9]

1990-1997: Fase Hard Rock (Manga como vocalista principal)[editar | editar código-fonte]

Duca Tambasco ingressou no Oficina G3 em 1994, após a saída de Maradona.

Em 1990 o grupo lançou o LP ao vivo, gravado em uma apresentação na casa de eventos Dama Shock. Por essa época já havia sido adotado o nome oficial do conjunto.[10] [11] Passado algum tempo, alguns integrantes da banda a deixaram, nomeadamente o baixista Wagner García e o vocalista Túlio Régis, entrando Duca Tambasco e ficando com apenas um vocalista.[6] Segundo Túlio, sua saída foi provocada por problemas pessoais, e com o grupo.[12]

Em 1993, a banda gravou Nada É Tão Novo, Nada É Tão Velho. Lentamente começam a se tornar conhecidos no Brasil, atraindo um considerável número de fãs e admiradores pelo país. Como não era muito comum haver bandas cristãs de rock no início da década de 1990, algumas vezes a banda era discriminada por lideranças religiosas, algumas alegando que sua música era satânica. O visual da banda, marcado por tatuagens, piercings e cabelos compridos contribuía para esse efeito, mas o mesmo visual representava um atrativo para a sua audiência, tanto cristã quanto secular.[6] A terceira gravação, intitulada Indiferença, somente aconteceu em 1996, ano que também marcou a entrada Jean Carllos no grupo. O trabalho mostrava o virtuosismo da banda, com duas faixas dedicadas a solos de guitarra e uma outra a um solo de baixo. Um dos solos de guitarra era um prelúdio instrumental à canção Glória (versão rock em português do hino The Battle Hymn of the Republic), que por muito tempo foi uma das músicas mais tocadas em suas apresentações.[6]

Indiferença foi muito bem recebido, consolidando e tornando a banda ainda mais popular e bem avaliada. O disco é considerado por muitos o melhor álbum da banda até hoje e representou o auge do Oficina G3 na fase inicial do grupo, e também o fim dela, já que, após esse álbum, Luciano Manga necessitou deixar o grupo porque era pastor. Por conta do fato, Manga e os membros do Oficina G3 escolheram PG, que era membro da igreja ao qual faziam parte para assumir a posição de vocalista do conjunto. Assim que PG ingressou, Luciano Manga se retirou da banda. A partir daí o conjunto mudou de estilo e de público-alvo, passando a ter uma sonoridade baseada no pop rock, que desagradou a muitos dos seus fãs antigos.[6] [13]

1998-2003: Fase Pop Rock (PG assume os vocais)[editar | editar código-fonte]

PG foi o cantor que substituiu Luciano Manga na banda durante 5 anos.

Com a entrada do novo vocalista, a banda grava em 1998 o álbum Acústico, com duas canções inéditas e regravações. Um ano depois lançou o Acústico ao Vivo, este alcançando a marca de mais de cem mil cópias vendidas.

Gravado no Acústico - Ao Vivo, na voz de Juninho Afram.

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Segundo Túlio Regis, a posterior entrada do Oficina G3 no cast da gravadora MK Music coincidiu com a saída da banda de pop rock Catedral da mesma. Ao mesmo tempo, tal saída do grupo da Gospel Records causou insatisfação com esta, isto porque o Oficina G3 era quem mais vendia ali. E, por um contrato artístico repressivo, o grupo permanecia, até que Túlio ajudou na contratação com a MK.[12]

Jean Carllos, tecladista do Oficina G3 desde 1996.

O grupo então assinou contrato com a gravadora, saindo da Gospel Records, e no ano de 2000 lançou o álbum O Tempo.[14] O disco tornou-se um grande sucesso comercial, e esse sucesso chegou a chamar a atenção até mesmo das mídias seculares, com vídeos musicais da banda sendo apresentados no canal Multishow e na MTV Brasil.[15] [16] O Tempo contou com a produção musical de Geraldo Penna, que já trabalhava com o Oficina G3 anteriormente. O álbum superou a marca das 170 mil cópias vendidas.[14] [17]

Trecho da canção "O Tempo" cantada por PG e Juninho Afram.

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Em 2001, o grupo foi o único de música cristã a participar do Rock in Rio 3, e neste evento lançou o DVD O Tempo.[18] No ínterim entre O Tempo e a obra posterior, o baterista Walter Lopes deixou a banda por motivos pessoais,[19] entrando em seu lugar o músico Johnny Mazza, como freelancer que permaneceu até o final de março de 2003. Após a saída de Johnny Mazza, Lufe, assume a bateria da banda, mas também não como integrante oficial.[7]

No mesmo ano o quarteto lançou Humanos, álbum que seguiu a tendência pop rock, no qual porém nota-se uma sensível diferença no estilo. O uso de riffs e solos de guitarras mais marcantes, e a presença muito maior de distorções do que no álbum passado, contudo sem representar uma volta ao estilo hard rock, aproximando-se muito mais ao nu metal - que era uma das tendências daquele momento - de bandas como Linkin Park e P.O.D..[14] O álbum recebeu várias avaliações negativas da crítica especializada. Numa análise do Whiplash.net, por exemplo, Humanos recebeu nota 4 de 10, onde o resenhista declarou: "O cd desemboca num rockzinho básico, adocicado, leve e melodioso. O que se segue é uma sucessão de baladas que os diabéticos não irão aguentar. Trancar um deathbanger numa sala e colocar Humanos para rodar me parece uma definição perfeita de tortura."[20]

Em setembro de 2003 PG também decidiu sair da banda para se dedicar à carreira pastoral, entretanto a notícia só foi divulgada dois meses depois.[21] Segundo PG, a saída da banda foi pacífica,[22] entretanto não foi o mesmo dito pelos integrantes do Oficina G3. Duca Tambasco, por exemplo, declarou: "A gente ficou sabendo através de um comunicado."[23] Por conta de tais mudanças na estrutura interna da banda, Juninho Afram assumiu a posição de vocalista enquanto o conjunto procurava um novo membro.[24]

Cquote1.svg A gente realmente ficou muito decepcionado, a gente não esperava que as coisas acontecessem dessa forma. É imposssível ficar indiferente diante de coisas do tipo: “olha, amanhã eu vou ser presidente da GM do Brasil e não posso mais tocar no Oficina G3.” Vou estar mentindo se falar que a gente é amigo hoje. Não dá pra dizer que continuamos amigos. Mas isso não é bom pra gente, pra mim, pro Juninho, pro Duca, pro PG! E pra ninguém. Cquote2.svg
Jean Carllos, durante uma entrevista em 2004.[23]

2004-2007: Metal/Progressivo (Juninho Afram no vocal)[editar | editar código-fonte]

Introdução progressiva de "Além do que os Olhos Podem Ver".

Foi o primeiro single de Além do que os olhos podem ver

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Com três integrantes fixos, a banda então lança o trabalho Além do que os Olhos Podem Ver,[25] com participação do guitarrista Déio Tambasco apoiando Afram, e este ficando dividido entre a guitarra e os vocais.[26] A sonoridade novamente sofre uma transformação nesse ponto, transitando para um estilo de metal progressivo com outras influências, como ainda o nu metal. Comparado aos álbuns anteriores, o Além também apresentou como característica uma cessão maior de tempo para destacar os instrumentistas, possuindo solos de guitarra ou de baixo em quase todas as faixas. Surpreendendo, a obra então traz de volta o Oficina G3 precisamente mais "rock n' roll" do passado, agradando boa parte do público, principalmente os fãs mais antigos da banda. O trabalho foi muito bem recebido pela crítica e público, chegando a vender vinte mil cópias em apenas três dias e a ganhar um disco de ouro no período de um mês,[2] além de ter sido indicado ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa.[27]

Celso Machado substitui Déio Tambasco como guitarrista base.

Em 2007, a banda lança o álbum seguinte, denominado Elektracustika.[28] Antes do início das gravações, os músicos temporários, Déio Tambasco e Lufe, saíram e foram substituídos por Alexandre Aposan na bateria e Celso Machado na guitarra base. O novo disco trouxe em seu repertório regravações repaginadas de músicas mais antigas ao lado de algumas canções inéditas, com o intuito de comemorar os 20 anos da banda até então. A proposta do trabalho era de criar uma sonoridade rica e criativa, explorando o formato acústico com suas trivialidades e limitações.[29] As canções mostraram uma oscilação entre o vigor dos instrumentos elétricos e o clima intimista do formato acústico, sendo mais abrangente em relação ao público se comparado com a obra anterior, já que não limitou os ouvintes àqueles que gostam de rock pesado. Apesar de não ter sido um proposta musical inédita no meio secular, representou uma novidade no estilo da banda, com arranjos muito bem trabalhados se comparado à maioria dos trabalhos acústicos. O trabalho foi bem recebido pela crítica, e chegou a concorrer ao Grammy Latino no ano de 2007. Possui alguns pontos marcantes, como o uso de flauta irlandesa em algumas das canções[30] e uma presença maior do vocal de apoio de Jean Carllos e Duca Tambasco. A banda fez uma pequena turnê nos Estados Unidos, e anunciou, por ocasião do aniversário de vinte anos de carreira, o lançamento de um DVD comemorativo, porém poucos detalhes foram dados a respeito.[31]

2008-atualmente: Entrada de Mauro Henrique como vocalista principal[editar | editar código-fonte]

Mauro Henrique, o atual vocalista do Oficina G3.
Usina onde foi gravado o D.D.G. Experience, um dia antes da gravação do DVD.

Posteriormente, a banda anunciou oficialmente a entrada de um novo vocalista chamado Mauro Henrique. Este já estava há um tempo convivendo com a banda, inclusive fazendo participações especiais em shows. A banda já estava trabalhando em seu novo álbum, Depois da Guerra, lançado em dezembro de 2008. O mesmo estava sendo produzido totalmente para as linhas vocais de Juninho Afram; nesse meio tempo a entrada de Mauro Henrique foi anunciada, e o CD sofreu algumas mudanças para ser adaptado à sua voz, além de novas faixas e mudança na ordem das músicas.[32] Com uma sonoridade bem mais agressiva se comparada a qualquer trabalho anterior, continua aqui, entre outras vertentes, o metal progressivo.[33] A obra foi considerada como a melhor do gênero no ano e um dos melhores discos de Rock da década no Brasil. Recebendo críticas positivas da crítica especializada em geral, Depois da Guerra foi o disco responsável por tornar a banda ainda mais conhecida nos mais diversos tipos de público do rock, seja ele gospel ou secular. Através do trabalho, o Oficina conquistou o prêmio de Melhor álbum cristão em Língua portuguesa no Grammy Latino 2009 e um disco de ouro da ABPD.[3]

Cquote1.svg Nosso primeiro sentimento é de felicidade. Não pelo título especificamente, mas pela abertura. Sempre nos esforçamos para fazer um trabalho de qualidade à altura da mensagem que levamos: Jesus Cristo. Somos idealistas e gostaríamos muito que todo mundo deixasse o preconceito de lado e experimentasse o que experimentamos, que é viver com Deus. Isso é o que nos motiva. Ficamos muito felizes que essa galera passou por cima dos rótulos e se dispôs a ouvir nosso trabalho. E mais ainda: Que gostaram! É rock'n roll sem fronteiras! Cquote2.svg
Declaração de Juninho Afram sobre a repercussão de Depois da Guerra no meio secular.[29]

Nos dias 25 e 26 de julho de 2009, o Oficina G3 realizou, na cidade de Santa Bárbara d'Oeste a gravação do DVD D.D.G. Experience, com base na temática e no disco Depois da Guerra lançado anteriormente. Gravado numa usina abandonada, foi dirigido por Hugo Pessoa,[34] que cuidara anteriormente de gravações premiadas, como o Ao Vivo no Maracanãzinho, da banda Trazendo a Arca.[35] A produção também contou com o efeito bullet-time.[21] A obra marca um importante momento da banda, consolidando ainda mais a "época Depois da Guerra", trazendo um ótimo trabalho no geral.

É a primeira canção do Depois da Guerra

Gravação de "Depois da Guerra" no D.D.G. Experience.

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Em 2011 a banda encerra sua turnê DDG e anuncia a turnê YourTourG3. O repertório, dessa vez, foi escolhido pelo público através da internet e consequentemente trouxe vários sucessos da banda, tantos os antigos como os atuais. Tal escolha foi elogiada mas também criticada por muitos.[36] Em agosto, o grupo foi indicado em algumas categorias do Troféu Promessas: Melhor DVD, onde foi finalista[37] [38] e Melhor Banda, também finalista com Cassiane & Jairinho, Ao Cubo, Livres para Adorar e Trazendo a Arca. O conjunto perdeu para o Trazendo a Arca.[37]

Em 16 de agosto de 2011 o Oficina G3 anunciou, oficialmente a entrada de Alexandre Aposan como baterista do conjunto, que já estava há um certo tempo trabalhando com a banda.[39] A banda continuou se apresentando e divulgando a YourTourG3. Em 2012, a banda participou do Festival Promessas em Recife ao lado de vários músicos cristãos.[40]

Em agosto de 2012, a banda foi para Londres onde iniciou as gravações de mais um trabalho, sendo auxiliado por Leonardo Gonçalves e tendo a produção do próprio Oficina G3.[41]

No dia 01 de março de 2013, a banda divulga o título definitivo de seu novo álbum, Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança). O anúncio aconteceu durante uma reunião da banda com a presidente da gravadora MK Music, Yvelise de Oliveira. Nesse encontro, a banda apresentou ainda as músicas que fariam parte do CD, e o encarte desenvolvido para o novo projeto.[42] No mesmo dia, uma versão não masterizada do single "Confiar", que fora divulgado na Rádio 93 FM[43] , vazou na internet e teve imediata repercussão entre os admiradores da banda.[44] [45]

O trabalho foi lançado no dia 30 de abril de 2013 no iTunes, e em poucas horas esteve dentre os mais vendidos da loja virtual, indicando a relevância do trabalho em seu estilo.[46] Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança) tende a seguir a linha progressiva do trabalho anterior, porém, trouxe um som mais leve e orgânico, com influências alternativas e experimentais. O disco então sofreu algumas críticas negativas, sendo considerado menos energético e impactante se comparado ao Depois da Guerra ou Além do que os Olhos Podem Ver. Outros, por outro lado, consideram um ótimo trabalho, a ponto de considerarem o melhor da banda até então. Com uma proposta mais poética, o encarte do disco contém fotos bem contextualizadas juntamente com suas reflexões, demonstrando um agradável trabalho gráfico.

Com relação aos músicos, a participação de Leonardo Gonçalves em "Lágrimas" e de Roberto Diamanso no poema em "Encontro" foram algumas das novidades da obra.[47]

Em julho de 2014, o baterista Alexandre Aposan anunciou sua saída do grupo, alegando que contratos da banda impediam que o músico seguisse como integrante oficial e ao mesmo tempo pudesse gravar discos com outros artistas.[48] A banda lançou um comunicado agradecendo o músico e, desde então, o Oficina G3 não definiu oficialmente nenhum baterista em seu lugar.[49]

No dia 3 de Setembro de 2014, a banda lança o clip da música "Confiar" como trabalho inédito deste ano. Com produção bem concebida e tendo elementos diferenciados com relação a antigos clipes da banda, dá continuidade ao trabalho de divulgação do disco Histórias e Bicicletas, do ano anterior.

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Juninho Afram, líder e único integrante da formação original do Oficina G3
Atuais membros
  • Juninho Afram: É o guitarrista do grupo desde a sua formação e vocalista esporádico (tendo assumido os vocais temporariamente no ínterim da saída de PG e da entrada de Mauro Henrique). Nasceu na cidade de São Paulo, e desde adolescente envolveu-se com a música, tendo entrado num conservatório de violão clássico aos treze anos. Posteriormente, estudou guitarra com Mozart Mello no IG&T (Instituto de Guitarra e Tecnologia), além de também ter estudado canto lírico na Universidade Livre de Música por dois anos e meio. Fundou o Oficina G3 em 1987, junto com amigos da igreja. É o único membro que permanece desde o início da banda, estando nela há mais de vinte anos. É considerado um dos maiores guitarristas do Brasil, tanto por ouvintes de música secular quanto de cristã.[50] Juninho Afram integra o Tagima Dream Team, que reúne alguns dos melhores músicos do Brasil, onde é o principal endorser, com dois modelos de guitarra vendidos com sua assinatura.
  • Jean Carllos: Natural de Brasília, Jean integrou-se ao conjunto em 1995, e além de tecladista em 2002 se tornou vocal de apoio no disco Humanos, de 2002. Jean Carllos começou sua carreira musical aos 8 anos. Tocou violão durante alguns anos em uma banda mirim na igreja presbiteriana do guará II. Teve seu primeiro contato com o teclado aos 13 anos. Teve como escola a musica executada na igreja. Formou o “Vértice”, banda de hard rock gospel brasiliense que já no seu primeiro ano participou da tradicional Festa dos Estados, um dos maiores evento na agenda cultural do DF.
  • Duca Tambasco: Apesar de não ser membro da formação original da banda, entrou quando a banda estava no seu segundo álbum, em 1994. Nasceu numa família cristã, e junto com os seus irmãos Rodrigo e Déio Tambasco, foi incentivado desde criança a tocar música na igreja a qual frequentava. Começou a tocar contrabaixo aos oito anos de idade. Na adolescência participou de várias bandas, entre elas Anno Domini, onde tocava com o seu irmão Déio Tambasco e com o baterista Lufe.[51]
  • Mauro Henrique: É cantor, compositor e produtor musical. Tornou-se membro do grupo em meados de 2008, ingressando durante a gravação do disco Depois da Guerra. Antes disso foi vocalista das bandas FullRange e Vértice.[52] É o atual vocalista do conjunto,[32] sendo o quarto a ocupar esse título. Reconhecido pelo drive em sua voz, é considerado um dos vocalistas do gênero que mais se popularizaram nos últimos anos.
Banda de Apoio
Ex-membros

Linha do tempo[editar | editar código-fonte]

Esta tabela não corresponde ao tempo real de cada músico na banda, mas sim a suas participações ativas nos discos.

Discografia[editar | editar código-fonte]

A discografia do Oficina G3 compreende nove álbuns de estúdio, três ao vivo e cinco coletâneas. Somando todas as vendas, o conjunto vendeu mais de um milhão de cópias em discos, um recorde para bandas de rock cristão da América Latina.[53]

Álbuns de estúdio

Videografia[editar | editar código-fonte]


Estilo e influências[editar | editar código-fonte]

A banda possui influências diversas, as quais podem ser notadas com maior ou menor intensidade em seus álbuns, que refletem cada um dos diferentes gêneros musicais pelos quais passou. Nota-se, por exemplo, a influência das bandas de rock norte-americanas Bride, Stryper (influências especialmente notórias nos primeiros álbuns, em especial pelo estilo glam rock das canções, e da aparência dos integrantes), Petra, Newsboys, DC Talk (cujo integrante Kevin Max já cantou com o Oficina G3, na ocasião de um concerto em junho de 2003, em São Paulo[54] ), P.O.D.[14]

Além das bandas de música cristã, pode-se incluir entre as influências a banda Deep Purple, e os músicos Yngwie Malmsteen, Oscar Peterson, Charlie Parker, Bach, Chopin, Tom Jobim e ainda Laurens Hammond.[55]

A banda já passou principalmente por três fases: hard rock (primeiros três álbuns, com o vocalista Manga), pop rock (próximos 4 álbuns, com o vocalista PG), e metal progressivo (últimos três álbuns de inéditas, um de Juninho Afram como vocalista, e os dois últimos com Mauro Henrique).[13] Apesar de terem esses três estilos bem definidos em suas respectivas fases, também exploraram outros gêneros musicais durante sua história. Entre os estilos que os influenciaram estão o power metal, heavy metal, new metal, metalcore, thrash metal, glam rock, metal neoclássico, música instrumental, música erudita, música experimental, e a MPB.[56] . Reconhecida por sua versatilidade, a banda tem sempre demonstrado algo novo e diferente a cada trabalho, dificilmente se prendendo a uma sonoridade de forma definitiva. Esse fato agrada boa parte do público mas, em contrapartida, outra parte demonstra certa resistência a essa característica.

A banda também influenciou outros músicos e personalidades. Mara Maravilha, antes de tornar-se evangélica, regravou a canção "Naves Imperiais" - composta por Túlio Régis e presente no álbum Ao Vivo - em seu disco, Curumim, de 1991.[57] No DVD Vem, esta é a hora - Ao Vivo do grupo Vineyard Music Brasil gravado em 2008, Juninho Afram participa da canção "Quebrantado" ao lado de Luciano Manga.[58] Várias outros músicos gospel declaram que costumam ouvir o Oficina G3: Luiz Arcanjo, vocalista do Trazendo a Arca;[59] Marco Antônio, ex-vocalista do Fruto Sagrado;[60] Dudu Borges, produtor e tecladista do Resgate;[61] entre outros.

Reconhecimento[editar | editar código-fonte]

Oficina G3 em concerto no Jesus Vida Verão, em 2007.

Ao longo de sua carreira, o Oficina G3 alcançou marcas notáveis para uma banda de música cristã: já tocou para oitocentas mil pessoas na Marcha para Jesus, em São Paulo;[62] já se apresentou nos estádios Maracanã, Pacaembu e Canindé, tendo nos três concertos um público superior a cem mil pessoas; foi a única banda de música cristã a tocar no Rock in Rio III;[14] e além de outras marcas consideráveis. A banda também já realizou algumas turnês pelos Estados Unidos, Europa e América Latina.[63]

O grupo já foi aclamado em várias ocasiões por seu trabalho na música cristã, chegando a ser indicado para o Grammy Latino nos anos de 2006, 2008 e em 2009, na categoria Melhor Álbum de música cristã em Língua Portuguesa, tendo ganhado a premiação no último ano. Também, entre os anos de 2003 a 2009, a banda foi indicada para o Troféu Talento catorze vezes, vencendo em cinco. 2009 foi o ano de maiores vitórias do conjunto no prêmio, tendo sido indicado em duas categorias e tendo vencido em ambas.[64] [65] [66] [67] [68] [69] [70] Em 2010, o grupo venceu na categoria Melhor Banda no Troféu Melhores do Ano.[71]

Os músicos do grupo frequentemente são reconhecidos pela proficiência em seus instrumentos. Jean Carllos e Duca Tambasco estão frequentemente presentes em revistas especializadas em seus instrumentos. Juninho Afram é muitas vezes considerado um dos maiores guitarristas em atividade no Brasil, sendo comparado à Kiko Loureiro, Edu Ardanuy e outros grandes músicos. [72] [73]

Referências

  1. Elnet. Juninho Afram, da banda Oficina G3, fala sobre a vida de roqueiro em sintonia com o evangelho Crentes.net. Visitado em 25 de abril de 2012.
  2. a b c Heck, Márcio (11 de março de 2005). CD Além do que os Olhos Podem Ver(Oficina G3) - Análise Super Gospel. Visitado em 17 de abril de 2012.
  3. a b G3 ABPD. Visitado em 17 de abril de 2012.
  4. Dias, Juliana (12 de novembro de 2004). Revista Guitarx traz entrevista com Juninho Afram, do G3 Whiplash.net. Visitado em 22 de novembro de 2007.
  5. Sousa, Salvador de (12 de agosto de 2007). Breve histórico do rock evangélico Arquivo Gospel. Visitado em 17 de abril de 2012. "O rock evangélico começa a todo vapor no início dos anos 1990, em função especialmente do Movimento Gospel que teve início oficialmente em 1989."
  6. a b c d e f Manga, Luciano. Meus dias no Oficina G3 (em português). [S.l.]: MK Editora, 2009. ISBN 9788589516945. Visitado em 24 de abril de 2012.
  7. a b Oficina G3 Metal Gospel. Visitado em 24 de abril de 2012.
  8. Fonseca, Celso (8 de junho de 1990). Caindo no rock e nas graças divinas. Jornal da Tarde.
  9. Reportagens James Conway. Visitado em 17 de abril de 2012.
  10. Oficina G3 - Ao Vivo 1990 Dama Xoc Ivox. Visitado em 24 de abril de 2012.
  11. Vídeo Naves Imperiais (1990) Gospel+. Visitado em 24 de abril de 2012.
  12. a b Entrevista com Túlio Regis, ex-Oficina G3 Ruben Mukama. Visitado em 9 de maio de 2013.
  13. a b Oficina G3 - rock cristão respeitado e longevo Whiplash (2 de outubro de 2005). Visitado em 24 de abril de 2012. "Ouvimos de tudo, inclusive heavy metal, e alguma coisa sempre acaba te influenciando. Honestamente nunca parei para analisar como que estão soando as nossas músicas! Agora eu já sei que se alguém me perguntar sobre o CD, eu posso dizer que tem um toque de "metal progressivo" (sobre álbum Além do que os Olhos Podem Ver)'"
  14. a b c d e Oficina G3 lança seu disco mais pesado Universo Musical. Visitado em 23 de abril de 2012. ""Tenho ouvido muito uma banda chamada P.O.D., que tem um som parecido com o Linkin Park (um dos principais nomes do new metal). Procuramos ficar antenados, conhecer outras vertentes do rock", conta Juninho."
  15. Transmissão de clipe do Oficina G3 gera repercussão no Orkut Guia-me (22 de julho de 2009). Visitado em 24 de abril de 2012.
  16. Jesus Cristo superstar IstoÉ. Visitado em 24 de abril de 2012.
  17. Humanos Universo Musical. Visitado em 25 de abril de 2012.
  18. Rock In Rio - Por Um Mundo Melhor Ivox (12 de janeiro de 2001). Visitado em 22 de novembro de 2007. "Tenda Brasil: Oficina G3, Habagaceira (Escalada do Rock), Relespública, Patrícia Coelho, Sandra de Sá, Luiz Melodia, Jair Rodrigues, e Arnaldo Antunes"
  19. Entrevista: Walter Lopes Super Gospel. Visitado em 23 de abril de 2012.
  20. Angelo, Maurício (25 de maio de 2003). Humanos - Oficina G3 - Resenhas de CDs (em português) Whiplash.net. Visitado em 7 de julho de 2012.
  21. a b Lima, Felipe Rodrigues (21 de março de 2011). DVD DDG Experience (Oficina G3) - Análise Super Gospel. Visitado em 23 de abril de 2012.
  22. Entrevista: PG Super Gospel. Visitado em 23 de abril de 2012.
  23. a b G3 ManiA (17 de abril de 2004). Oficina G3 fala sobre o novo CD da banda e o Juninho como vocalista (em português) Som da Vida. Visitado em 9 de junho de 2012.
  24. G3ManiA. Oficina G3 fala sobre o novo CD da banda e o Juninho como vocalista Super Gospel. Visitado em 23 de abril de 2012.
  25. Além do que os olhos podem ver Universo Musical. Visitado em 23 de abril de 2012.
  26. Déio Tambasco Super Gospel (25 de janeiro de 2004). Visitado em 23 de abril de 2012.
  27. Oficina G3: Grammy Latino para "Depois da Guerra" Whiplash. Visitado em 25 de abril de 2012.
  28. Oficina G3 anuncia mudança do nome do novo álbum da banda Super Gospel (19 de março de 2007). Visitado em 23 de abril de 2012.
  29. a b Azevedo, Roberto. CD Depois da Guerra (Oficina G3) - Análise Super Gospel. Visitado em 23 de abril de 2012.
  30. Azevedo, Roberto (20 de maio de 2007). CD Elektracústica (Oficina G3) - Análise Super Gospel. Visitado em 24 de abril de 2012.
  31. Oficina G3 lança novo álbum e pensa em DVD comemorativo Rock Online (5 de Julho de 2007). Visitado em 23 de abril de 2012.
  32. a b É oficial: Oficina G3 com novo integrante (e é no vocal) Super Gospel (19 de agosto de2008). Visitado em 23 de abril de 2012.
  33. Juninho Afram fala em entrevista sobre o novo estilo do Oficina G3 e o próximo CD Gospel+. Visitado em 23 de abril de 2012.
  34. Oficina G3: O Gospel+ esteve na gravação do novo DVD da banda, confira a análise exclusiva Gospel+. Visitado em 23 de abril de 2012.
  35. Amorim, Adriana. DVD Trazendo a Arca ao vivo no Maracanãzinho, reconhecimento do público e da crítica Guia-me. Visitado em 24 de abril de 2012.
  36. Turnê do Oficina G3 contará com músicas antigas da banda Gospel+. Visitado em 23 de abril de 2012.
  37. a b Troféu Promessas premia destaques da música gospel nacional G1 (30 de novembro de 2011). Visitado em 08 de dezembro de 2011.
  38. Troféu Promessas. Troféu Promessas divulga lista dos indicados ao prêmio, confira e vote Diário Gospel. Visitado em 17 de outubro de 2011.
  39. Bem Vindo Alexandre Aposan! Oficina G3. Visitado em 25 de abril de 2012.
  40. Festival Promessas 2012 terá Diante do Trono e Oficina G3 Gospel+. Visitado em 23 de abril de 2012.
  41. Em Londres, Oficina G3 inicia gravação de novo CD. Confira Gospel+. Visitado em 3 de setembro de 2012.
  42. Oficina G3 anuncia título de seu novo CD: “Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança)”. Gospel+. Visitado em 8 de março de 2013.
  43. Histórias e Bicicletas é o nome do novo CD de Oficina G3 Gospel Prime. Visitado em 8 de março de 2013.
  44. Tiago Chagas. Oficina G3 apresenta capa de “Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança)”; CD já foi enviado para a fábrica Gospel Mais. Visitado em 9 de abril de 2013.
  45. Oficina G3 anuncia título do novo álbum e divulga single O Propagador. Visitado em 2 de março de 2013.
  46. Novo álbum do Oficina G3 estreia entre os mais vendidos do iTunes Gospel Prime. Visitado em 6 de julho de 2013.
  47. Resenha - Histórias e Bicicletas - Oficina G3 Whiplash.net. Visitado em 6 de julho de 2013.
  48. TOP 10 - polêmicas gospel de 2014 O Propagador. Visitado em 9 de dezembro de 2014.
  49. Alexandre Aposan deixa a Oficina G3 O Propagador. Visitado em 9 de dezembro de 2014.
  50. Maurício Gomes Ângelo (2 de outubro de 2005). Oficina G3 - rock cristão respeitado e longevo Whiplash. Visitado em 18 de abril de 2012. "(Juninho Afram) sempre foi considerado um dos melhores guitarristas do Brasil, por toda mídia especializada"
  51. Duca Tambasco Rogertaker. Visitado em 25 de abril de 2012.
  52. Conheça um pouco de Mauro Henrique, o novo vocalista do Oficina G3 Gospel+ (16 de agosto de 2008). Visitado em 25 de abril de 2012.
  53. Oficina G3 Jornal Diário do Aço. Visitado em 26 de abril de 2012.
  54. Éber Freitas Dias (29 de junho de 2003). Show com Tino, Baruk, Jamily, Oficina G3 e Kevin Max Dotgospel. Visitado em 23 de abril de 2012.
  55. Lizandra Pronin (10 de novembro de 2006). Oficina G3: Falando de Jesus através do Rock ‘n’ Roll Rock Online.
  56. Oficina G3 Long Play. Visitado em 25 de abril de 2012.
  57. Curumim - Mara Maravilha Last.fm. Visitado em 24 de abril de 2012.
  58. Azevedo, Roberto. DVD Vem, esta é a hora - Ao Vivo (Vineyard Music) - Análise Super Gospel. Visitado em 24 de abril de 2012.
  59. Azevedo, Roberto (19 de maio de 2011). Conversamos com Luiz Arcanjo que falou sobre seu CD solo e sobre o Trazendo a Arca Super Gospel. Visitado em 20 de abril de 2012.
  60. Entrevista com o Fruto Sagrado Super Gospel. Visitado em 20 de abril de 2012.
  61. Entrevista: Dudu Borges Super Gospel. Visitado em 20 de abril de 2012.
  62. Marcha para Jesus 2011 Marcha para Jesus. Visitado em 25 de abril de 2012.
  63. Conexão G3 Conexão G3. Visitado em 25 de abril de 2012.
  64. Troféu Talento. Conheça os indicados e os vencedores ao Troféu Talento 2003 Universo Musical. Visitado em 26 de abril de 2012.
  65. Super Gospel. Conheça os indicados ao Troféu Talento 2006. Visitado em 29 de outubro de 2011.
  66. Super Gospel. Confira a lista completa dos vencedores do Troféu Talento 2006. Visitado em 29 de outubro de 2011.
  67. Super Gospel. Confira a lista de ganhadores do Troféu Talento 2008. Visitado em 29 de outubro de 2011.
  68. Gospel+. Conheça os indicados ao Troféu Talento 2008. Visitado em 29 de outubro de 2011.
  69. Gospel+. Indicados ao Troféu Talento 2009. Visitado em 29 de outubro de 2011.
  70. Notícias Gospel. Conheça os vencedores do Troféu Talento 2009. Visitado em 29 de outubro de 2011.
  71. Exibir Gospel. Troféu Melhores do Ano acontece com a ausência da maioria dos indicados. Visitado em 2 de março de 2012.
  72. Oficina G3 Whiplash. Visitado em 25 de abril de 2012.
  73. Cristina Judar (setembro de 2003). Reunião de Peso Revista Cover Guitarra. Visitado em 22 de novembro de 2007.

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