Segunda Batalha de Falluja

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Segunda Batalha de Falluja
Guerra do Iraque
Defense.gov News Photo 041109-A-1067B-004.jpg
Fuzileiros americanos em combate em Falluja, novembro de 2004.
Data 7 de novembro de 2004 – 23 de dezembro de 2004[1]
Local Falluja, Iraque
Resultado Vitória da Coalizão
Combatentes
 Estados Unidos
 Iraque
 Reino Unido
Iraque Insurgência iraquiana
Flag of al-Qaeda in Iraq.svg Al-Qaeda no Iraque
Comandantes
Estados Unidos Richard F. Natonski
Estados Unidos James Mattis
Flag of the Ba'ath Party.svg Abdullah al-Janabi
Flag of al-Qaeda in Iraq.svg Omar Hussein Hadid
Forças
10 000 - 15 000 soldados americanos
2 000 soldados iraquianos[2]
850 soldados britânicos[3]
3 000 insurgentes[2]
Baixas
EUA:
95 mortos, 560 feridos[4] [5] (51 mortos no ataque inicial)[6] [7]
Iraque:
11 mortos, 43 feridos
UK:
3 mortos, 8 feridos[8] [9]
1 350+ mortos
1 500+ capturados[10] [11] [12]
~800 civis mortos[13]
Militares americanos vasculhando casas em Fallujah, 2004.

A Segunda Batalha de Falluja — codinome Operation Al-Fajr (em português: "Operação Amanhecer") e Operation Phantom Fury (Operação Fúria Fantasma) — foi uma grande operação militar das tropas da Coalizão (Estados Unidos, Iraque e Reino Unido) que aconteceu entre novembro e dezembro de 2004 e é considerada a maior e mais sangrenta batalha da Guerra do Iraque. A batalha foi liderada pelos Fuzileiros Navais dos Estados Unidos e o principal objetivo era expulsar a insurgentes iraquianos da cidade de Falluja. Os militares americanos chamaram a batalha de "o maior combate urbano que os marines americanos enfrentaram desde a Batalha da cidade de Huế City, durante a Guerra do Vietnã em 1968."[14] [15]

Esta foi a segunda grande operação realizada em Falluja. Meses antes, em abril de 2004, foi travada a Primeira Batalha de Falluja, que teve por objetivo capturar ou matar os insurgentes responsáveis pela morte dos seguranças da empresa militar Blackwater. Enquanto as tropas da Coalizão (em grande parte formada por fuzileiros americanos) lutavam no centro da cidade, o governo iraquiano solicitou que os soldados norte-americanos fossem substituidos por forças de segurança locais iraquianas, que começavam a estocar armas e montar um perímetro defensivo na cidade desde meados de 2004.[16]

Considerada a maior batalha da Guerra do Iraque até então, os americanos viram-se lutando apenas contra insurgentes islâmicos e não contra apoiadores do regime de Saddam, o que não acontecia muito naquela época.

Fotos da batalha[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]