Organizações Rômulo Maiorana

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Organizações Rômulo Maiorana
Logotipo da empresa
Slogan A força da comunicação na Amazônia
Tipo Privada
Indústria Comunicação
Fundação 1966 (48 anos)
Fundador(es) Rômulo Maiorana
Sede Bandeira belem.jpg Belém, PA
Locais Pará
Proprietário(s) Lucidéa Maiorana
Presidente Rômulo Maiorana Júnior
Pessoas-chave Lucidéa Maiorana
Rômulo Maiorana Júnior
Produtos Emissoras de TV aberta
Emissoras de rádio
Mídia impressa
Aviação
Significado
da sigla
Organizações
Rômulo
Maiorana
Página oficial Portal ORM

As Organizações Rômulo Maiorana (conhecida também por sua sigla, ORM) são um conglomerado de mídia brasileiro sediado em Belém, PA, que foi fundado em 1966 pelo já falecido jornalista e empresário paraense Rômulo Maiorana, a partir da aquisição do jornal O Liberal das mãos de Magalhães Barata. Desde a fundação até o ano de 1986, o conglomerado tinha como denominação Grupo Liberal; porém, com a morte de Maiorana, o grupo passou a ter o nome atual em homenagem ao Fundador. Atualmente, presididas pela víuva de Rômulo Maiorana, Lucidéa Maiorana (ou "Déa", como é mais conhecida) e seu filho Rômulo Maiorana Júnior[1] , as Organizações Rômulo Maiorana são o maior grupo de comunicação do estado do Pará, o 9º maior grupo de comunicação do Brasil, e o 4º maior grupo de comunicação afilado a Rede Globo, através da Rede Liberal.

Além de controlar as várias empresas de comunicação espalhadas por todo o estado, as Organizações Rômulo Maiorana também controlam uma empresa do ramo de alimentícios, uma empresa de táxi aéreo, além de ter participações acionárias em várias outras empresas ligadas ou não a comunicação em todo o país. As Organizações Rômulo Maiorana são rivais diretas do Grupo RBA de Comunicação, pertencente ao político Jader Barbalho, e ambos os grupos já se envolveram em várias disputas de influência, fraudes e escândalos políticos.

Empresas[editar | editar código-fonte]

As Organizações Rômulo Maiorana tem em sua maior área de atuação o ramo das comunicações, sendo que a primeira empresa do grupo foi deste setor, o jornal O Liberal. Atualmente, a ORM também mantém atuação em outras empresas.

Televisão[editar | editar código-fonte]

Rádio[editar | editar código-fonte]

Jornais[editar | editar código-fonte]

Internet[editar | editar código-fonte]

TV por assinatura[editar | editar código-fonte]

Outros[editar | editar código-fonte]

  • Fundação Rômulo Maiorana
  • ORM Air Táxi aéreo
  • Radisson Hotel Maiorana

Antigas empresas[editar | editar código-fonte]

Eventos[editar | editar código-fonte]

Eventos organizados pela ORM ou por sua empresas.

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

As Organizações Rômulo Maiorana já se envolveram em vários escândalos e fraudes relacionadas ou não ao grupo, especialmente fraudes de responsabilidade de Rômulo Maiorana Júnior. Segundo denúncia feita pelo Diário do Pará, a ORM Air Táxi Aéreo Ltda. foi flagrada pela Receita Federal em crimes de sonegação fiscal e evasão de divisas na compra de um jatinho, cujos valores ultrapassaram mais de R$ 2 milhões na licitação vencida pela empresa para prestar serviços públicos ao Governo do Estado do Pará. Além disso existem também acusações com relação ao tempo de uso da aeronave, bem como irregluridades no contrato da licitação.[2]

Referências

  1. Lúcio Flávio Pinto (11-06-2013). Romulo Maiorana ainda é poderoso. Mas não tanto Adital. Página visitada em 10-12-2013.
  2. ORM Air fatura alto com fraudes Diário do Pará (19-06-2013). Página visitada em 10-12-2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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