Orgulho e Preconceito

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Pride and Prejudice
Orgulho e Preconceito
Orgulho e Preconceito
PrideAndPrejudiceTitlePage.jpg
Página de título da 1ª edição
Autor (es) Jane Austen
Idioma inglês
País  Reino Unido
Género Romance
Linha de tempo da história Início do século XIX
Espaço onde decorre a história Inglaterra
Editora T. Egerton, Whitehall
Lançamento 28 de janeiro de 1813
Páginas 278
Edição portuguesa
Tradução Ersílio Cardoso
Álvaro Serpa[1]
Editora Editorial Inquérito
Lançamento 1943
Edição brasileira
Tradução Lúcio Cardoso
Editora Livraria José Olympio Editora
Lançamento 1940[2] [3]

Pride and Prejudice (br/pt: Orgulho e Preconceito) é um romance da escritora britânica Jane Austen. Publicado pela primeira vez em 1813, na verdade havia sido terminado em 1797,[4] antes de ela completar 21 anos, em Steventon, Hampshire, onde Jane morava com os pais. Originalmente denominado First Impressions, nunca foi publicado sob aquele título; ao fazer a revisão dos escritos, Jane intitulou a obra e a publicou como Pride and Prejudice.[5] Austen pode ter tido em mente o capítulo final do romance de Fanny Burney, Cecilia, chamado "Pride and Prejudice".[6]

A história mostra a maneira com que a personagem Elizabeth Bennet lida com os problemas relacionados à educação, cultura, moral e casamento na sociedade aristocrática do início do século XIX, na Inglaterra. Elizabeth é a segunda de 5 filhas de um proprietário rural na cidade fictícia de Meryton, em Hertfordshire, não muito longe de Londres.

Apesar de a história se ambientar no século XIX, tem exercido fascínio mesmo nos leitores modernos, continuando no topo da lista dos livros preferidos e sob a consideração da crítica literária. O interesse atual é resultado de um grande número de adaptações e até de pretensas imitações dos temas e personagens abordados por Austen.

Atualmente, acredita-se que o livro tenha cerca de 20 milhões de cópias ao redor do mundo.[7]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

No início do romance, Mr. Bingley, um jovem e saudável cavalheiro, aluga uma propriedade no campo chamada Netherfield, perto dos Bennet. Ele chega à cidade acompanhado de sua irmã, Caroline Bingley, e de um amigo, Mr. Darcy. Enquanto Bingley é bem recebido pela comunidade, Darcy mantém uma postura mais distante e desconfiada com relação às pessoas do campo. Bingley e Jane Bennet iniciam um relacionamento, a despeito das interferências inadequadas e embaraçosas de Mrs. Bennet e da oposição da irmã de Bingley, que considera Jane socialmente inferior. Enquanto isso, Elizabeth é “ferida” pela rejeição de Darcy durante uma dança local, e decide rebater a indiferença dele com sua perspicácia e espirituosidade.

Elizabeth começa, por sua vez, uma amizade com Mr. Wickham, um oficial que tem animosidades com Darcy. Wickham conta a ela que foi maltratado pelo mesmo, e Elizabeth imediatamente soma tais informações entre os motivos de seu ódio a Darcy. Ironicamente, mas sem o conhecimento dela, Darcy começa a se interessar, aos poucos, por Elizabeth.

Quando Bingley parece resolvido a propor casamento a Jane, ele deixa repentinamente Netherfield, deixando Jane confusa e desapontada. Elizabeth se convence de que as irmãs de Bingley e Darcy conspiraram para separar os dois apaixonados.

Após a partida de Bingley, Mr. Collins, o primo das Bennet que herdará Longbourn, chega e fica um tempo com os Bennets; ele é um clérigo apadrinhado de Lady Catherine de Bourgh, tia de Darcy, e além de ter vindo visitar sua patronesse, vem escolher, entre as irmãs Bennet, uma esposa. Mr. Bennet e Elizabeth não aprovam o seu comportamento egoísta e pedante; Collins se interessa por Jane, mas quando sabe de suas pretensões por Bingley, se volta para Elizabeth, a quem propõe casamento. Elizabeth o rejeita, para desgosto da inadequada Mrs. Bennet. Collins, então, propõe casamento para a amiga íntima de Elizabeth, Charlotte Lucas, que aceita.

Elizabeth conta a seu pai que Darcy foi responsável pela união de Lydia e Wickham. Esta é uma das duas ilustrações de Pride and Prejudice.[8] O estilo das roupas revela, porém, que a ilustração foi feita mais tarde, nos anos 1830, e não na época do romance.

Na primavera, Elizabeth acompanha Charlotte e seu primo à paróquia de Kent, que é vizinha de Rosings Park, a grande mansão da tia de Mr. Darcy, Lady Catherine de Bourgh. Ao visitar Lady Catherine, Mr. Darcy encontra Elizabeth, e ela acaba descobrindo que ele foi a causa da separação de Bingley e Jane. Depois, Darcy admite seu amor por Elizabeth e se declara, mas essa o recusa, sob a alegação de ele ter separado sua irmã de Bingley.

Mediante a veemência das acusações de Elizabeth, Darcy lhe escreve uma carta, justificando suas ações. A carta revela, também, que Wickham dissipara seus bens, os quais o pai de Darcy concedera, e depois o acusara. Para se vingar da família de Darcy, Wickham seduzira sua jovem irmã Georgiana—para ganhar sua mão e a fortuna, persuadindo-a a fugir com ele—e depois a abandonara. Sobre Bingley e Jane, Darcy justifica suas ações sob a alegação de que Jane não parecia demonstrar reciprocidade no relacionamento com Bingley.

Darcy admite antevir desvantagens na ligação com a família de Elizabeth, especialmente com sua embaraçosa mãe e suas jovens irmãs. Após ler a carta, Elizabeth admite não depositar muita credibilidade nas ações de Wickham, e que suas primeiras impressões sobre Darcy podem não estar certas, e retorna para casa.

Alguns meses mais tarde, durante um passeio por Derbyshire com seus tios, Elizabeth visita Pemberley, a casa de Darcy. A caseira de Darcy, uma velha senhora que o criou desde a infância, presenteia Elizabeth e seus parentes com uma impressão benevolente e correta do caráter de Darcy. Inesperadamente, ele chega e trata Elizabeth e seus parentes com cordialidade, apresentando sua irmã Georgiana.

As relações entre Elizabeth e Darcy são interrompidas quando Lydia, a jovem irmã de Elizabeth, foge com Wickham que, na verdade, não tem planos de casar com ela. Tal fato pode significar a ruína da família dos Bennet. Sob a intervenção do tio de Elizabeth, porém, Lydia e Wickham se casam, e após o casamento, visitam Longbourn. Enquanto conversa com Elizabeth, Lydia comenta a presença de Darcy em seu casamento e, surpresa, Elizabeth acaba descobrindo que o verdadeiro responsável pelo casamento e pela salvação da honra de sua família foi Darcy.

Algum tempo depois, Bingley e Darcy retornam, Bingley propõe casamento a Jane, e há rumores de que Darcy proporá casamento a Elizabeth. Lady Catherine vai até Longbourn e confronta Elizabeth, ameaçando-a para que não aceite a proposta de Darcy. Elizabeth recusa obedecê-la e, quando Darcy a visita e lhe propõe casamento, ela aceita.

No capítulo final, o livro estabelece Elizabeth e Darcy em Pemberley, e Jane e Bingley em Netherfield. Elizabeth e Jane ajudam e incentivam Kitty a adquirir graça social e ensinam Mary a aceitar a diferença entre ela e suas irmãs, que são mais belas, ocupando-se de outras atividades. Em Pemberley, Elizabeth e Georgiana se tornam amigas. Lady Catherine fica irritada com o casamento do sobrinho Darcy, mas acaba, finalmente, aceitando.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Personagens[editar | editar código-fonte]

  • Elizabeth Bennet é a personagem principal, e o leitor observa os acontecimentos, na verdade, sob o ponto de vista dela.[9] Segunda filha dos Bennet, aos 21 anos é inteligente, atraente, alegre e sincera, mas tem uma tendência a julgar as pessoas pelas primeiras impressões e, talvez, selecione algumas dessas impressões como base para seu julgamento. Quando a trama inicia, Elizabeth tem relações mais íntimas com seu pai, Jane, sua tia Mrs. Gardiner e a amiga Charlotte Lucas.
"Ela é tolerável, mas não bonita o suficiente para tentar-me!".
  • Fitzwilliam Darcy é o protagonista masculino. Com 28 anos, solteiro, Darcy é o proprietário da famosa Pemberley, em Derbyshire. Bonito, alto e inteligente, mas socialmente mais reservado, seu decoro e retidão morais são vistos por muitos como um excessivo orgulho devido ao seu status social. Causa uma impressão ruim em estranhos, mas é muito valorizado pelos que o conhecem na intimidade.
  • Mr Bennet tem uma esposa e 5 filhas. Um culto e inteligente cavalheiro que não aprova a frivolidade da esposa e das 3 filhas mais novas. Tem um bom relacionamento com as duas filhas mais velhas, Jane e Elizabeth, as quais parece preferir em comparação às outras filhas e à esposa.
  • Mrs Bennet é a esposa de Mr Bennet e mãe de Elizabeth e suas irmãs. Frívola, ansiosa, inadequada e pouco inteligente, é suscetível a ataques, tremores e palpitações. Suas maneiras em público causam embaraço em Jane e Elizabeth. Sua filha favorita é a mais jovem, Lydia, a quem tudo permite.
  • Jane Bennet é a mais velha das irmãs Bennet. Tem 23 anos quando a história começa, e é considerada a mais bela jovem do local. Seu caráter contrasta com Elizabeth, pois é doce, reservada, sensível, e, tímida, o que faz com que muitas vezes esconda seus reais sentimentos. Não possui muita malícia, prefere ver apenas o lado bom das pessoas.
  • Mary Bennet é a mais franca das irmãs Bennet e prefere, ao invés de costura, a leitura; esforça-se para se instruir, mas não tem nem genialidade, nem gosto. No baile em Netherfield, ela embaraça sua família ao cantar muito mal.
  • Catherine "Kitty" Bennet é a 4ª irmã Bennet, tem 17 anos, é teimosa e tão tola quanto sua irmã Lydia, e vive à sombra dela.
  • Lydia Bennet é a mais jovem das irmãs Bennet, tem 15 anos, e é descrita como frívola e teimosa. Socialmente, gosta de flertar com os militares que estão alojados em Meryton. Domina sua irmã Kitty e é defendida, sempre, pela mãe. Após sua fuga e casamento com Wickham, ela não demonstra remorso pelo embaraço que suas ações causaram para a família, mas age como se tivesse feito algo maravilhoso, e como se suas irmãs tivessem inveja de sua situação.
  • Charles Bingley é um jovem cavalheiro que aluga uma propriedade em Netherfield, perto de Longbourn, no início da história. Tem 22 anos, é bonito, generoso, forte e contrasta com seu amigo Darcy por ser mais alegre, brincalhão e charmoso, ficando muito popular em Meryton. Bingley é, porém, facilmente influenciável pela opinião das outras pessoas.
  • Caroline Bingley é a irmã esnobe de Charles Bingley. Com intenções de se relacionar com Darcy, ela observa Elizabeth Bennet com muita inveja, e frequentemente dirige sutis ofensas à Elizabeth e sua sociedade.
  • George Wickham é um antigo conhecido de Darcy, de infância, e um oficial que está alojado perto de Meryton. Superficialmente charmoso, faz amizade rapidamente com Elizabeth Bennet, e comenta vários fatos sobre Darcy, incentivando a impopularidade dele na sociedade local; posteriormente, os fatos verdadeiros são revelados, mostrando ser Darcy a ter razão nas questões entre os dois.
  • William Collins, tem 25 anos, é clérigo e primo de Mr. Bennet, que não tem filhos homens, portanto, tem Collins como seu herdeiro. Austen o descreve como insensível e interesseiro, que se humilha e submete sob as ordens de Lady Catherine de Bourgh, a quem serve e venera. Considerado pomposo por Mr Bennet, Jane e Elizabeth, há rejeição de seu pedido de casamento com Elizabeth, porém essa se entristece quando sabe que sua amiga íntima, Charlotte Lucas, aceitou casar com ele, por interesse no status social.
  • Lady Catherine de Bourgh é uma aristocrata dominadora, ponderosa e orgulhosa, que humilha e é servida pelos que a rodeiam, entre eles Mr. Collins, que faz todos os seus desejos. Elizabeth, porém, não é intimidada por ela, que a ofende na tentativa de que Elizabeth não case com Darcy.
  • Mr Gardiner é irmão de Mrs Bennet, é um homem de negócios sensível e cavalheiro, que tenta ajudar Lydia quando ela foge com Wickham. Sua esposa tem bom relacionamento e amizade com Elizabeth e Jane. Jane fica em casa deles quando vai a Londres, e Elizabeth viaja com eles para Derbyshire, quando reencontra Darcy.

Interrelações[editar | editar código-fonte]

Uma demonstração das interrelações entre as personagens de Pride and Prejudice.


Tema[editar | editar código-fonte]

Muitos críticos têm analisado o título como um dos pontos importantes na temática de Pride and Prejudice; contudo, Robert Fox considera fatores comerciais na escolha do título, pois, após o sucesso de Sense and Sensibility, nada mais natural do que oferecer outro romance do mesmo autor usando novamente a fórmula da antítese no título. E as qualidades indicadas no título não podem ser consideradas exclusivas de um ou outro protagonista: ambos, Elizabeth e Darcy apresentam “pride and prejudice".[10]

Um dos temas mais persistentes dos trabalhos de Austen é a importância do ambiente e do crescimento do caráter e moralidade no desenvolvimento dos jovens.[6] Situação social e riqueza não são necessariamente vantagens no mundo e, para Austen, os pais são ineficazes. Em Pride and Prejudice, a falha de Mr e Mrs Bennet (em especial a última) como pais acaba tendo como consequência a ausência de senso moral de Lydia; Darcy, por outro lado, apesar de ser honrado, é também vaidoso e arrogante.[6]

Histórico[editar | editar código-fonte]

Lady Catherine confronta Elizabeth sobre Darcy, na página-título da primeira edição ilustrada, de Richard Bentley, 1833. Essa é a outra das duas ilustrações do romance.

Originalmente denominado First Impressions por Jane Austen, foi escrito entre outubro de 1796 e agosto de 1797.[4] Em 1º de novembro de 1797, o pai de Austen mostrou o manuscrito para o editor Thomas Cadell, de Londres, mas foi rejeitado,[11] ficando nas mãos de Austen.

Austen revisou o roteiro entre 1811 e 1812[4] , e posteriormente mudou o título para Pride and Prejudice. A autora ode ter tido em mente o capítulo final do romance de Fanny Burney, Cecilia, chamado "Pride and Prejudice".[6] No período entre a complementação de First Impressions e sua revisão, dois outros trabalhos foram publicados com o mesmo nome: um romance de Margaret Holford e uma comédia de Horace Smith.[11]

Austen vendeu os direitos autorais do livro para Thomas Egerton, de Whitehall, por £110 (Austen tinha pedido £150).[12] Egerton publicou a 1ª edição de Pride and Prejudice em 3 volumes, em janeiro de 1813[4] , com uma 2ª edição em novembro daquele ano, e uma 3ª edição em 1817[12] .

Foi traduzido na França em 1813, depois na Alemanha, Dinamarca e Suécia.[13] Pride and Prejudice foi publicado pela 1ª vez nos Estados Unidos da América em agosto de 1832, sob o título Elizabeth Bennet or, Pride and Prejudice[12] . O romance também foi incluído na publicação da série de romances de Richard Bentley em 1833. Uma edição escolar de R. W. Chapman, do Pride and Prejudice, foi publicada em 1923[12] .

Recepção[editar | editar código-fonte]

O romance foi bem recebido na época, e Jan Fergus[14] o chama "her most popular novel, both with the public and with her family and friends" ("seu romance mais popular, tanto com o público, quanto com sua família e amigos"), e David Gilson, em A Bibliography of Jane Austen (Clarendon, 1982), revela que Pride and Prejudice foi referido como “o romance elegante” por Anne Isabella Milbanke, esposa de Lord Byron.

Popularidade moderna[editar | editar código-fonte]

  • Em 2003, a BBC conduziu uma votação para o "UK's Best-Loved Book", em que Pride and Prejudice ficou em 2º lugar, depois apenas de The Lord of the Rings.[15]
  • Em 2008, entre mais de 15.000 leitores australianos, Pride and Prejudice figurou como 1º em uma lista dos 101 melhores livros já escritos.[16]

Adaptações[editar | editar código-fonte]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Teatro[editar | editar código-fonte]

Literatura[editar | editar código-fonte]

O romance inspirou vários outros trabalhos, que não são, exatamente, adaptações diretas.

Entre os livros inspirados em Pride and Prejudice podem ser citados:

  • Mr. Darcy's Daughters e The Exploits and Adventures of Miss Alethea Darcy, de Elizabeth Aston
  • Pemberley: Or Pride and Prejudice Continued e An Unequal Marriage: Or Pride and Prejudice Twenty Years Later de Emma Tennant
  • The Book of Ruth (ASIN B00262ZRBM), de Helen Baker
  • Precipitation - A Continuation of Miss Jane Austen's Pride and Prejudice , de Helen Baker
  • Pemberley Remembered, de Mary Simonsen
  • Mr. Darcy Takes a Wife, de Linda Berdoll.
  • Pride and prejudice and zombies, de Seth Grahame-Smith.
  • Pride/Prejudice, Ann Herendeen.
  • The Other Side of Pride and Prejudice, de Leareth [1]

Traduções no Brasil e em Portugal[editar | editar código-fonte]

  • Orgulho e preconceito foi traduzido e lançado pela 1ª vez em língua portuguesa em 1940, por Lúcio Costa, para a Livraria José Olympio Editora, e saiu concomitantemente com o filme Orgulho e Preconceito, do mesmo ano, estrelado por Greer Garson e Laurence Olivier[24] [25] .
  • Em Portugal, a 1ª tradução foi feita por Ersílio Cardoso e Álvaro Serpa, em 1943, pela Editorial Inquérito.
  • Nos anos 50, em Lisboa, houve uma tradução feita por Leyguarda Ferreira, publicada pela Romano Torres em várias edições, pela Coleção Obras Escolhidas de Autores Escolhidos, nº 10.
  • Nos anos 50, houve uma tradução no Porto, em Portugal, feita por Jose da Natividade Gaspar, publicada pela Livraria Civilização, fazendo parte da Coleção Série Popular, nº 60.
  • No fim dos anos 60, a Editora Bruguera editou na sua Coleção “Livro Amigo”, volume 18, Orgulho e Preconceito sob a tradução de Lúcio Costa. Também são de Lúcio Costa a a edição da Coleção “Grandes Sucessos”, da Abril Cultural em 1982, a edição do Círculo do Livro, a edição da Ediouro na Coleção “Biblioteca Folha”, em 1998, a edição da Civilização Brasileira em 2006 , e novamente da Editora Abril, na Coleção “Clássicos Abril”, lançada em 2010, volume 13.
  • Há uma tradução portuguesa de Maria Francisca Ferreira de Lima[26] , das Publicações Europa-América, Ltda.
  • Paulo Mendes Campos fez a tradução e a adaptação do livro em 1970, para a Tecnoprint Gráfica, em 1970, na Coleção “Calouro”, que também foi usada pela Editora Singular, em 2009.
  • A Editora Abril lançou em 1982, na Coleção Grandes Sucessos, com a tradução de Lúcio Cardoso.
  • A Ediouro lançou edições em 1982, 1996, com a tradução de Lúcio Cardoso.
  • O Círculo do Livro lançou edição em 1987, com a tradução de Lúcio Cardoso.
  • A Livraria Francisco Alves lançou uma edição em 1997.
  • A Publifolha/ Ediouro lançou, em 1998, na Biblioteca Folha, Coleção Clássicos da Literatura Universal, volume 6, com a tradução de Lúcio Cardoso.
  • A Editora Martin Claret lançou edições em 2006, 2007, 2008, 2009, 2010 e 2012, sob tradução de Roberto Leal Ferreira. Em 2010, lançou uma edição que reunia Razão e Sensibilidade, Orgulho e Preconceito e Persuasão.
  • A Civilização Brasileira teve edições em 2006, 2009.
  • A primeira edição bilíngue foi feita pela Editora Landmark em 2008, com tradução de Marcella Furtado.
  • A Paulus lançou em 2009, com adaptação de João Pedro Roriz (1ª edição).
  • A Editora Abril lançou-o em 2010, com a Abril Coleções, volume 13, com tradução de Lúcio cardoso. ISBN 978-85-7971-014-8.
  • A L&PM, em sua coleção L&PM Pocket, lançou em janeiro de 2010 uma tradução de Celina Portocarrero. ISBN 9788525419644.
  • A Best Bolso lançou uma edição em 2010.
  • Companhia das Letras/ Penguin, 2011 (1ª edição). Tradução de Alexandre Barbosa de Souza. ISBN 9788563560155.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Orgulho e Preconceito

Notas

  1. Catálogo da Biblioteca Nacional de Portugal
  2. Hallewell, Laurence. O Livro no Brasil: Sua História. São Paulo: EdUSP, 2005
  3. Biblioteca Jane Austen
  4. a b c d Le Faye, Deidre. Jane Austen: The World of Her Novels. New York: Harry N. Abrams, 2002. ISBN 0-8109-3285-7
  5. The Works of Jane Austen.
  6. a b c d Pinion, F B. A Jane Austen. Companion. [S.l.]: Macmillan, 1973. ISBN 333-12489-8
  7. Monstersandcritics.com.
  8. Janet M. Todd (2005),. Books.Google.com. [S.l.]: , Jane Austen in Context, Cambridge University Press. 127 pp.
  9. Miles, Robert. Jane Austen. [S.l.]: Northcote House, 2003. ISBN 0-7463-0876-0
  10. Fox, Robert C.. (setembro 1962). "Elizabeth Bennet: Prejudice or Vanity?". Nineteenth-Century Fiction 17 (2): 185–187 pp.. University of California Press. DOI:10.1525/ncl.1962.17.2.99p0134x.
  11. a b Rogers, Pat (ed.). The Cambridge Edition of the Works of Jane Austen: Pride and Prejudice. [S.l.]: Cambridge University Press, 2006. ISBN 978-0-521-82514-6
  12. a b c d Stafford, Fiona. Pride and Prejudice. Oxford: Oxford University Press, 2004. ISBN 0-19-280238-0
  13. Valérie Cossy and Diego Saglia. "Translations". Jane Austen in Context. Ed. Janet Todd. Cambridge: Cambridge University Press, 2005. ISBN 0-521-82644-6.
  14. Fergus, Jan. In: E Copeland and J McMaster. The Cambridge Companion to Jane Austen. [S.l.]: Cambridge University Press, 1997. ISBN 0-521-49867-8
  15. BBC – The Big Read – Top 100 Books (maio 2003). Página visitada em 2008-05-12.
  16. Aussie readers vote Pride and Prejudice best book. thewest.com.au.
  17. Pride and Prejudice (1940).
  18. Pride and Prejudice (2003).
  19. See Jennifer M. Woolston's "'It's not a put-down, Miss Bennet; it's a category': Andrew Black's Chick Lit Pride and Prejudice," Persuasions Online 28.1 (Winter 2007).. Jasna.org.
  20. Pride and Prejudice (2005).
  21. First Impressions the Broadway Musical.
  22. Pride and Prejudice (1995).
  23. Pride and Prejudice: The New Musical.
  24. Hallewell, 1985, p. 374
  25. Biblioteca Jane Austen
  26. Catálogo da Biblioteca Nacional de Portugal

Referências bibliográficas[editar | editar código-fonte]

  • AUSTEN, Jane (s/d), Orgulho e Preconceito, Rio de Janeiro: Bruguera. ISBN Trad. Lúcio Cardoso
  • AUSTEN, Jane (2008), Orgulho e Preconceito (Pride and Prejudice) Edição Bilíngue, São Paulo: Editora Landmark. ISBN 978-85-88781-38-2 Tradução e notas Marcella Furtado
  • AUSTEN, Jane (2006), Orgulho e Preconceito, São Paulo: Martin Claret. ISBN 85-7232-630-8, Coleção "A Obra Prima de Cada Autor", n. 243, 316 p.
  • AUSTEN, Jane (s/d), Orgulho e Preconceito, Círculo do Livro. ISBN , 352 p.
  • HALLEWELL, Laurence (1985), O livro no Brasil: sua história, São Paulo: EdUSP. ISBN 85-85008-24-5, Coleção Coroa Vermelha, Estudos Brasileiros, v. 6
  • AUSTEN, Jane (2010), Orgulho e Preconceito, São Paulo: Abril. ISBN 978-85-7971-014-8, Tradução de Lúcio Cardoso

Ligações externas[editar | editar código-fonte]