Os Mirins

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde Janeiro de 2013).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoYahoo!Bing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Wikitext.svg
Este artigo ou seção precisa ser wikificado (desde Fevereiro de 2008).
Por favor ajude a formatar este artigo de acordo com as diretrizes estabelecidas no livro de estilo.
Os Mirins
Informação geral
Origem São Francisco de Paula
País Brasil Brasil
Gênero(s) música regionalista gaúcha
Período em atividade 1957 - atualmente

Os Mirins, é um grupo de musica tradicional do estado brasileiro do Rio Grande do Sul, criado no ano de 1958 por Albino Manique e Francisco Castilhos. Chico Castilhos (14 anos) e Albino Manique (12 anos) se apresentavam num concurso musical de uma igreja em São Francisco de Paula, no Rio Grande do Sul. Como a dupla não tinha nome ainda, o animador Jair Teixeira disse que iria apresentá-los como Dupla Mirim. Mais tarde[quando?], Oscar Soares, mais conhecido como Oscarzinho, integra-se ao grupo.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Mirim" é um termo de origem tupi que significa "pequeno"[1] .

História[editar | editar código-fonte]

Seus primeiros LP foram "Barbaridade" e "Outra Barbaridade".

Em 1962 Chico se afasta da dupla e entra para o Grupo Os Araganos.

Em 63 entra para fazer parte da dupla o grande Antoninho Duarte. Gravam os LPs: Festa na Querência, Rodeio de Emoções, Máguas de Trovador e Dupla Mirim.

Em 71 Chico retorna dando o nome de Os Mirins e gravam os álbuns Os Mirins e Suas Canções Vol: 1, 2 e 3

Em 77 sai Antoninho e entra Oscar Soares.

Nos anos 1980 a música Baile de candieiro, uma das mais conhecidas do grupo, torna-se música tema de abertura do programa Galpão Crioulo. Nessa década também, são contratados pela gravadora acit.

No início da década de 1990, Oscarzinho deixa os Mirins para integrar o Grupo Som Campeiro juntamente com Beto Caetano.

Membros da banda[editar | editar código-fonte]

Integrantes atuais
  • Albino Manique (Acordeão)
  • Carlos Adenir (Bateria)
  • Tonho Júnior (Acordeão)
  • Pedro Santos (Voz Solo e vocal)
  • Adilson Rocha (Baixo)
  • Edson Mendes (Guitarra)
Ex-Integrantes
  • Alan Moreira (Acordeon,voz solo e vocal)
  • Antoninho Duarte (Violão e voz solo)
  • Francisco Castilhos (Baixo, voz solo e vocal)
  • Carlos Adenir (Bateria)
  • Pedro Neves (Voz Solo e vocal)
  • João Kerbe (Voz Solo e vocal)
  • Oscar Soares (Guitarra, voz solo e vocal)
  • Érico Darci (Acordeão)
  • Lincon Ramos (Acordeão, voz solo e vocal)
  • Rodrigo Pires (Gaita Ponto)
  • Rodrigo Lucena (Acordeão, voz solo e vocal)
  • Orlando Rocha (Gaita ponto)
  • Humberto Machado (Zulú)/(Acordeon)
  • Leandro Ramos (Baixo, voz solo e vocal)
  • Luis karllos (guitarra e voz)
  • Clai Soares (acordeão)
  • Juliano Santos (bateria).

Discografia[editar | editar código-fonte]

Esses ainda quando eram chamados de Dupla Mirim
  • 1961: Barbaridade!
  • 1962: Outra Barbaridade
  • 1963: Dupla Mirim
  • 1964: Festa na Querência
  • 1965: Rodeio de Emoções
  • 1969: Máguas de Trovador
  • 1970: Dupla Mirim

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]

  • 1972: Os Mirins e suas Canções
  • ????: Os Mirins e suas Canções Vol 2
  • 1975: Os Mirins e suas Canções Vol 3
  • 1977: Pra Mais de Metro
  • 1979: Imagens do Sul
  • 1981: Recanto da Natureza
  • 1982: Roda de Chimarrão
  • 1983: Posta Sul
  • 1985: Bom de Dança
  • 1986: 25 Anos
  • 1987: Som Campeiro
  • 1988: Fandango dos Mirins
  • 1989: Dançando com Os Mirins
  • 1991: Tchê de Bombacha
  • 1993: Mate da Esperança
  • 1994: O Canto do Povo
  • 1996: Festa Campeira
  • 1997: 40 Anos - 15 Grandes Sucessos Regravados
  • 1997: Meu Nome é Tchê!
  • 2000: O Rio Grande Me Conhece
  • 2002: De Todos os Tempos
  • 2003: Procurando Horizontes
  • 2012: Campo Aberto

Referências

  1. NAVARRO, E. A. Método moderno de tupi antigo: a língua do Brasil dos primeiros séculos. 3ª edição. São Paulo. Global. 2005. 463 p.