Os Quatro Evangelhos ou Revelação da Revelação

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Frontispício da primeira edição de Les Quatre Évangiles (Paris, 1866).

Os Quatro Evangelhos – Espiritismo Cristão ou Revelação da Revelação é uma obra psicografada pela médium belga Émilie Collignon que, conforme os originais franceses, é de autoria dos espíritos dos quatro evangelistas, assistidos pelos apóstolos e por Moisés, tendo sido coordenada pelo jurisconsulto francês Jean-Baptiste Roustaing[1]

Foi publicada originalmente em Paris, em 1866, em três volumes, sob o título Les Quatre Évangiles – Spiritisme Chrétien ou Révélation de la Révélation, pela editora Imprimerie Lavertujon. O Tomo Primeiro possuía 494 páginas, o Tomo Segundo tinha 703 páginas e o Tomo Terceiro, 654 páginas.

Os Quatro Evangelhos aborda aspectos sobre a utilização e o envolvimento do magnetismo humano e espiritual em diversos episódios em que Jesus e os apóstolos os empregaram no tratamento de diferentes enfermidades. A obra explica, segundo os autores espirituais que assinaram os originais franceses, os Dez Mandamentos, de Moisés, e todos os eventos e parábolas oriundos da pregação de Jesus Cristo. Também, segundo os autores espirituais que assinaram os originais franceses, explica a origem e a evolução do espírito, bem como a necessidade da encarnação em planetas primitivos ou de expiação como consequência da chamada "queda espiritual". Aborda, ainda, a origem e as leis naturais que regem a formação de um corpo perispiritual no caso específico de Jesus, e todos os atributos desse corpo chamado "fluídico" no planeta Terra.

No Brasil[editar | editar código-fonte]

Uma coleção do original de Os Quatro Evangelhos chegou ao Brasil em 1870, pelas mãos de Luís Olímpio Teles de Menezes, fundador do primeiro centro espírita do país - o Grupo Familiar de Espiritismo (Salvador, 1865)[2] . As obras de Kardec eram então ainda estudadas no francês. Outro pioneiro do espiritismo no país, que promoveu a difusão da obra organizada por Roustaing, foi o professor Casimir Lieutaud, fundador do Colégio Francês, no Rio de Janeiro[3] . Nesta última cidade, foi constituída a Sociedade de Estudos Espiríticos - Grupo Confúcio (1873), que teve papel expressivo na difusão da doutrina espírita à época. Nela, além do estudo das obras de Allan Kardec, também era feito o estudo de Os Quatro Evangelhos, embora não de forma sistemática[carece de fontes?]. Posteriormente, Antônio Luís Sayão fundou o Grupo dos Humildes (1880), depois Grupo Ismael, que também adotaria o estudo da obra de Roustaing[carece de fontes?]. Em 1883, Augusto Elias da Silva fundou o Reformador, periódico quinzenal cujo conteúdo assentava no binômio Kardec-Roustaing[carece de fontes?]. Em 1884, com a fundação da Federação Espírita Brasileira (FEB), onde, desde os primórdios, foi estudada e divulgada a obra de Roustaing[carece de fontes?], o Reformador passou a ser o órgão oficial de divulgação da FEB.

Bezerra de Menezes, em 1889, então presidente da FEB, transferiu o Grupo Ismael para as suas dependências, o qual se constituiu na célula espiritual da Casa Máter do Espiritismo, como é conhecida nos dias atuais. Quando Bezerra de Menezes assumiu pela segunda vez a presidência da FEB (1895), formalizou estatutária e legalmente a obrigatoriedade do estudo e da divulgação da revelação coordenada por Roustaing e contida em Os Quatro Evangelhos[4] .

A primeira edição de "Os Quatro Evangelhos" em língua portuguesa veio a público em 1909, no Rio de Janeiro, editada em três volumes pela FEB. Francisco Raimundo Ewerton Quadros, o seu primeiro presidente, foi quem verteu a obra para o vernáculo, publicando-a inicialmente em série, nas páginas do Reformador (ver pp. 391-393 do Reformador de dezembro de 1907). A partir de 1920, com tradução de Guillon Ribeiro, a obra passou a ter quatro volumes, com apostilas à margem de cada página, acrescentadas pelo tradutor a fim de facilitar a localização dos assuntos[5] .

Polêmica sobre a obra[editar | editar código-fonte]

A polêmica filosófica em torno dos conteúdos da obra, originando adeptos e opositores, iniciou-se logo após a publicação dos comentários de Allan Kardec em seu registro bibliográfico na Revue Spirite de junho de 1866:

"Esta obra compreende a explicação e a interpretação dos Evangelhos, artigo por artigo, com a ajuda de comunicações ditadas pelos Espíritos. É um trabalho considerável e que tem, para os Espíritas, o mérito de não estar, em nenhum ponto, em contradição com a doutrina ensinada pelo O Livro dos Espíritos e o dos Médiuns. As partes correspondentes às que tratamos no Evangelho segundo o Espiritismo o são em sentido análogo. Aliás, como nos limitamos às máximas morais que, com raras exceções, são claras, estas não poderiam ser interpretadas de diversas maneiras; assim, jamais foram assunto para controvérsias religiosas. Por esta razão é que por aí começamos, a fim de ser aceito sem contestação, esperando, quanto ao resto, que a opinião geral estivesse mais familiarizada com a ideia espírita.
O autor desta nova obra julgou dever seguir um outro caminho. Em vez de proceder por gradação, quis atingir o fim de um salto. Assim, tratou certas questões que não tínhamos julgado oportuno abordar ainda e das quais, por consequência, lhe deixamos a responsabilidade, como aos Espíritos que as comentaram. Consequente com o nosso princípio, que consiste em regular a nossa marcha pelo desenvolvimento da opinião, até nova ordem não daremos às suas teorias nem aprovação nem desaprovação, deixando ao tempo o trabalho de as sancionar ou as contraditar. Convém, pois, considerar essas explicações como opiniões pessoais dos Espíritos que as formularam, opiniões que podem ser justas ou falsas e que, em todo o caso, necessitam da sanção do controle universal, e, até mais ampla confirmação, não poderiam ser consideradas partes integrantes da doutrina espírita.
Quando tratarmos destas questões, fá-lo-emos decididamente. Mas é que então teremos recolhido documentos bastante numerosos nos ensinos dados de todos os lados pelos Espíritos, a fim de poder falar afirmativamente e ter a certeza de estar de acordo com a maioria. É assim que temos feito, todas as vezes que se trata de formular um princípio capital. Dissemo-lo cem vezes, para nós a opinião de um Espírito, seja qual for o nome que traga, tem apenas o valor de uma opinião individual. Nosso critério está na concordância universal, corroborada por uma rigorosa lógica, para as coisas que não podemos controlar com os próprios olhos. De que nos serviria dar prematuramente uma doutrina como uma verdade absoluta se, mais tarde, devesse ser combatida pela generalidade dos Espíritas?
Dissemos que o livro do Sr. Roustaing não se afasta dos princípios do Livro dos Espíritos e do dos Médiuns. Nossas observações são feitas sobre a aplicação desses mesmos princípios à interpretação de certos fatos. É assim, por exemplo, que dá ao Cristo, em vez de um corpo carnal, um corpo fluídico concretizado, com todas as aparências da materialidade e de fato um agênere. Aos olhos dos homens que não tivessem então podido compreender sua natureza espiritual, deve ter passado em aparência, expressão incessantemente repetida no curso de toda a obra, para todas as vicissitudes da humanidade. Assim seria explicado o mistério de seu nascimento: Maria teria tido apenas as aparências da gravidez. Posto como premissa e pedra angular, este ponto é a base em que se apoia para a explicação de todos os fatos extraordinários ou miraculosos da vida de Jesus.
Nisso nada há de materialmente impossível para quem quer que conheça as propriedades do envoltório perispiritual. Sem nos pronunciarmos pró ou contra essa teoria, diremos que ela é, pelo menos, hipotética, e que se um dia fosse reconhecida errada, em falta de base todo o edifício desabaria. Esperamos, pois, os numerosos comentários que ela não deixará de provocar da parte dos Espíritos, e que contribuirão para elucidar a questão. Sem a prejulgar, diremos que já foram feitas objeções sérias a essa teoria e que, em nossa opinião, os fatos podem perfeitamente ser explicados sem sair das condições da humanidade corporal.
Estas observações, subordinadas à sanção do futuro, em nada diminuem a importância da obra que, ao lado de coisas duvidosas, em nosso ponto de vista, encerra outras incontestavelmente boas e verdadeiras, e será consultada com fruto pelos Espíritas sérios.
Se o fundo de um livro é o principal, a forma não é para desdenhar e contribui com algo para o sucesso. Achamos que certas partes são desenvolvidas muito extensamente, sem proveito para a clareza. A nosso ver, se, limitando-se ao estritamente necessário a obra poderia ter sido reduzida a dois, ou mesmo a um só volume e teria ganho em popularidade." (Revue Spirite, Junho de 1866, pp. 188 a 190)

Essa polêmica, nomeadamente no Brasil (ver História do espiritismo no Brasil), colocou em campos opostos dois grupos de seguidores da doutrina codificada por Allan Kardec. Baseados na opinião pessoal de Kardec, exposta em A Gênese (1868), os que não aceitam a obra de Roustaing alegam:

  1. A questão nº 133 de O Livro dos Espíritos afirma que a encarnação é uma necessidade e todos os espíritos têm que ser submetidos a ela, desde a sua origem, a fim de aprender e evoluir.
  2. Jesus encarnou na Terra como qualquer outro espírito, e seu corpo, por conseguinte, era igual ao de todos os humanos, gerado pela lei da gestação normal.
  3. Se Jesus não tivesse um corpo igual ao de todos, seus sofrimentos seriam uma farsa.
  4. "Os Quatro Evangelhos", de Roustaing, explicam que os espíritos que faliram pelo ateísmo, pelo orgulho e pelo egoísmo encarnaram em mundos primitivos como criptógamos carnudos, o que representa a doutrina da metempsicose.

Os espíritas adeptos de Kardec e Roustaing, ou seja, que também aceitam como revelação as explicações contidas em Os Quatro Evangelhos, em contrapartida alegam:

  1. A questão nº 133, de O Livro dos Espíritos, é uma verdade, porém, referente aos espíritos que faliram e que, por isso, têm necessariamente de encarnar. A encarnação é uma reparação dos delitos praticados e uma necessidade de evolução. O Livro dos Espíritos não explica, em nenhuma questão, a origem do espírito e os motivos da primeira encarnação[carece de fontes?].
  2. Jesus, sendo espírito puro, não poderia estar submetido à encarnação humana, dada a impossibilidade dessa condição evolutiva com as conhecidas (até agora) leis de gestação normal no planeta Terra. Ele era um "agênere", vocábulo criado pelo próprio Kardec para designar espíritos como por exemplo Rafael, que, materializado durante quase um ano inteiro, acompanhou Tobias na Terra, comendo, bebendo e falando como uma pessoa comum encarnada. O Livro dos Espíritos, que é também base da crença dos que defendem Roustaing, não cogita, em nenhuma questão, da formação corpórea de Jesus na Terra[carece de fontes?]; ela é abordada por Kardec apenas em A Gênese, que deu a respeito sua opinião pessoal, sem consultar os espíritos superiores[carece de fontes?].
  3. Jesus sofreu muito mais do que qualquer outro ser humano, sendo as suas maiores dores as de natureza moral e espiritual; além disso, o seu corpo apresentou todos os sinais das agressões físicas que lhe impuseram[carece de fontes?]. Se no sofrimento valesse apenas a dor material, Maria nada teria sofrido. A dor material pode ser superada por qualquer espírito, como exemplifica O Livro dos Espíritos, na questão nº 483.
  4. Os Quatro Evangelhos não pregam a metempsicose (vol. 1, questão 58), negada em suas páginas, onde apenas está feita apenas uma comparação, mesmo recurso de linguagem usado por André Luiz na obra Evolução em Dois Mundos (tópico "Parasitas Ovóides", do cap. XV, p. 117 da edição da FEB de 1959), quando fala de espíritos encarnados que podem ser comparados à Sacculina carcini, um organismo parasita[6] . O termo "criptógamo carnudo", aplicado pelos espíritos em Os Quatro Evangelhos, foi adaptado e retirado de nomenclatura da época de Kardec e de Roustaing, oriunda da Biologia incipiente, à falta de qualquer outro que melhor explicasse o corpo humano rudimentar de espíritos encarnados em mundos primitivos. Assim, os espíritos criaram um híbrido - "criptógamo carnudo" - para que não houvesse dúvida de que não se tratava de metempsicose, com espíritos encarnando em animais ou plantas.[7]

Até Allan Kardec (espírito), supostamente, teria voltado a tratar da polêmica questão do status evolutivo de Jesus e seu corpo fluídico. Em agosto de 1913, através da médium Zilda Gama, ele teria transmitido a seguinte mensagem mediúnica (trecho de uma comunicação publicada integralmente no livro "Diário dos Invisíveis", Ed. Pensamento, 1929):

"Afirmo, agora, baseado nas verdades transcendentes, que Jesus, o Emissário divino, foi o Ente mais evoluído, da mais alta estirpe sideral que já baixou à Terra, em cumprimento de uma incumbência direta do Pai Celestial, e, portanto, o que houve de anormalidade em sua existência não foi uma seleção parcial feita por Deus, mas uma justa homenagem que lhe era devida ao próprio mérito.
Nós, distanciados como estamos de sua perfectibilidade, não gozamos das mesmas regalias ou prerrogativas que lhe foram outorgadas, mas podemos adquiri-las, em séculos e milênios de dedicação, labor, esforço próprio, prática de todas as virtudes. Era, pois, Jesus, já naquela época - a do início do Cristianismo - uma personalidade superior, que, para bem desempenhar sua missão planetária, teve de tecer suas vestes tangíveis, com as quais ofuscou o brilho de sua alma radiosa, constituída de eflúvios cósmicos, que se solidificaram, que se aderiram ao mediador plástico, dando-lhe a aparência de materialidade, mas que podiam ser dissolvidos ao influxo de sua vontade."

No Brasil, uma série de obras foram escritas favoravelmente à revelação recebida pela médium Émilie Collignon:

  1. A Divina Epopéia de João Evangelista (Tipographia Nacional, 1882) - Francisco Leite de Bittencourt Sampaio[carece de fontes?]
  2. Jesus perante a Cristandade (FEB, 1898) - Francisco Leite de Bittencourt Sampaio (Espírito)[carece de fontes?]
  3. De Jesus para as Crianças (FEB, 1901) - Francisco Leite de Bittencourt Sampaio (Espírito)[carece de fontes?]
  4. Elucidações Evangélicas (FEB, 1902) - Antônio Luís Sayão[carece de fontes?]
  5. Do Calvário ao Apocalipse (FEB, 1907) - Francisco Leite de Bittencourt Sampaio (Espírito)[carece de fontes?]
  6. Espiritismo, Kardecismo e Rustainguismo (s/ed, 1926) - Sousa do Prado[carece de fontes?]
  7. O Cristo de Deus (s/ed, 1930; FEB, 1955) – Manuel Quintão[carece de fontes?]
  8. Os Funerais da Santa Sé (FEB, 1932) - Guerra Junqueiro (Espírito)[carece de fontes?]
  9. Kardec ou Roustaing? (Ed. Espírita Ltda., 1935) - Luiz Autuori[carece de fontes?]
  10. Vida de Jesus Baseada no Espiritismo (Fund. Bezerra de Menezes, 1936; FEB, 1951) – Antônio Lima[carece de fontes?]
  11. Corporeidade Carneforme de Jesus (s/ed, 1937) - Henrique Orsini
  12. Jesus nem Deus nem Homem (FEB, 1941) – Guillon Ribeiro[carece de fontes?]
  13. A Personalidade de Jesus (FEB, 1943) – Leopoldo Cirne[carece de fontes?]
  14. O Livro de Tobias (FEB, 1944) – Ismael Gomes Braga[carece de fontes?]
  15. Irmãos de Jesus (FEB, 1945) – Kruger Mattos[carece de fontes?]
  16. Síntese de O Novo Testamento (FEB, 1946) - Mínimus[carece de fontes?]
  17. Elos Doutrinários (FEB, 1949) – Ismael Gomes Braga (organizador)[carece de fontes?]
  18. Ide e Pregai (FEB, 1971) - Newton Boechat[carece de fontes?]
  19. O Cristianismo do Cristo (s/ed, 1981) - Suikire Carneiro[carece de fontes?]
  20. Ponte Evangélica – De Bordéus a Pedro Leopoldo (s/ed, 1984) – Jorge Damas Martins[carece de fontes?]
  21. A História de Roustaing (s/ed, 1987) – Jorge Damas Martins[carece de fontes?]
  22. Chama Eterna (Liv. Ed. Recanto, 1988) - Luiz Sérgio (Espírito)[carece de fontes?]
  23. Lírios Colhidos (Liv. Ed. Recanto, 1990) - Luiz Sérgio (Espírito)[carece de fontes?]
  24. Os Adeptos de Roustaing (AEEV, 1993) – Luciano dos Anjos[carece de fontes?]
  25. Jean-Baptiste Roustaing - O Missionário da Fé (G8/AEEV, 2002) – Luciano dos Anjos[carece de fontes?]
  26. Jean-Baptiste Roustaing – O Apóstolo do Espiritismo (CRBBM, 2005) – Jorge Damas Martins e Stênio Monteiro de Barros[carece de fontes?]
  27. Para Entender Roustaing (Ed. Lachâtre, 2005) – Luciano dos Anjos[carece de fontes?]
  28. Em Verdade vos Digo (CRBBM, 2008) – Júlio Couto Damasceno (organizador)[carece de fontes?]

Em contraposição às ideias propagadas por Roustaing, surgiram obras tais como:

  1. Um punhado de verdades (A. Gomes Ferreira & Cia., 1923) - Américo Werneck[carece de fontes?]
  2. Pontos de vista á luz dos Evangelhos e da Sciencia Espirita (Instituto Kardecista da Bahia, 1926) - Ricardo Machado[carece de fontes?]
  3. Jesus de Nazareth (s/ed, 1929) - Honório Rivereto[carece de fontes?]
  4. Mascaras Abaixo! (Instituto Kardecista da Bahia, 1930) - Ricardo Machado[carece de fontes?]
  5. Simulador, o Cristo?... (s/ed, 1942) - Mariano Rango d'Aragona[carece de fontes?]
  6. Kardec e não Roustaing (Liv. Mundo Espírita, 1943) – Luciano Costa[carece de fontes?]
  7. A Bem da Verdade (s/ed, 1946) – Henrique Andrade[carece de fontes?]
  8. Erros Doutrinários (Édipo, 1950) – Júlio Abreu Filho[carece de fontes?]
  9. O Verbo e a Carne (Edições Cairbar, 1973) – Herculano Pires e Júlio Abreu Filho
  10. O Corpo Fluídico (Edições Correio Fraterno, 1981) – Wilson Garcia[carece de fontes?]
  11. Kardec x Roustaing (Ed. Eco, 1984) – Erasto de Carvalho Prestes[carece de fontes?]
  12. Allan Kardec: Bom Senso ou Contra-Senso?! (Ed. Eco, 1986) – Erasto de Carvalho Prestes[carece de fontes?]
  13. Brasil: Pátria do Anticristo (Ed. Eco, 1986) – Erasto de Carvalho Prestes[carece de fontes?]
  14. Conscientização Espírita (Ed. EME, 1995) – Gélio Lacerda da Silva[carece de fontes?]
  15. Retalhos de um Atalho (resposta a um roustainguismo febeano) (Ed. EME, 1998) – Nazareno Tourinho[carece de fontes?]
  16. As Tolices e Pieguices de Roustaing (Edições Correio Fraterno, 1999) – Nazareno Tourinho[carece de fontes?]
  17. Roustaing: Um Estudo Desapaixonado (s/ed, 2000) – Krishnamurti de Carvalho Dias[carece de fontes?]
  18. Será a Obra de Roustaing Espírita? (Ed. EME, 2003) – Carlos Alberto Ferreira[carece de fontes?]

O conceito do "corpo fluídico" de Jesus foi uma das raízes das divergências históricas entre os que preconizavam um espiritismo "científico" e os que sustentavam um espiritismo "místico". A quase totalidade dos "místicos" defendiam a obra de Roustaing, enquanto que a maioria dos "científicos" repudiavam-na, tanto quanto repudiavam O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec.[8] [9]

Notas

  1. Os Quatro Evangelhos Tradutor: Guillon Ribeiro Editora: Federação Espírita Brasileira
  2. Mateus Ibanhi Pires (12/2008). O Reformador espírita e o ciberespaço, GP Religiões Afro-Brasileiras e Kardecismo. Visitado em 11/2014.
  3. Flamarion Laba da Costa (2005). O Espiritismo em Guarapuava: um levantamento de fontes ANPUH-Brasil -- Associação Nacional de História. Visitado em 2014.
  4. Mauro Quintella (05/2010). Kardec e o Espiritismo no Brasil -- 2a. Parte Associação Jauense de Estudos Espíritas. Visitado em 11/2014.
  5. As duas tiragens da Revelação da Revelação.
  6. https://en.wikipedia.org/wiki/Sacculina
  7. ANJOS, Luciano dos. Para Entender Roustaing. São Paulo: Ed. Lachâtre, 2005. pp. 30 a 83.
  8. QUINTELLA, Mauro. História do Espiritismo no Brasil.
  9. ANJOS, Luciano. O Atalho.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • ROUSTAING, Jean-Baptiste. Les Quatre Évangiles – Spiritisme Chrétien ou Révélation de la Révélation. 1ª ed., 3 vols.,Imprimerie Lavertujon, Bordeaux, France,1866.
  • AMORIM, Pedro Paulo. O Roustanguismo em Santa Catarina (1945-2004). in: Anais da 6ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis: 16 a 19 de Maio de 2007.
  • ANJOS, Luciano dos. Para Entender Roustaing. São Paulo: Ed. Lachâtre, 2005.
  • GUILLET, J.E., La Chute Originelle selon le Spiritisme. Paris: Librairie des Sciences Psychologiques, 1884.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]