Os Sete Gatinhos
| Os Sete Gatinhos | |
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1980 • cor • 109 min • |
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| Produção | |
| Direção | Neville d'Almeida |
| Roteiro | Neville d'Almeida |
| Elenco original | Lima Duarte Antônio Fagundes Telma Reston Ary Fontoura Regina Casé Cláudio Corrêa e Castro |
| Género | comédia |
| Idioma original | português |
IMDb: (inglês) (português) |
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Os Sete Gatinhos é um filme brasileiro de 1980, do gênero comédia, dirigido por Neville d'Almeida e com roteiro baseado na obra de Nélson Rodrigues.
Índice |
[editar] Sinopse
O filme e o livro contam a história da família Noronha e, em especial, de Silene. Ela é a caçula das cinco filhas de Aracy e Seu Noronha. Seu Noronha, um contínuo da Câmara de Deputados, mora no Grajaú com a mulher, D. Aracy, e suas filhas Aurora, Hilda, Débora, Arlete e Silene, de apenas 16 anos. Esta, a caçula, é a mais mimada de todas e, por ser a única "pura", tem o direito a uma boa educação em um colégio interno. Mas logo a vida deles toma um rumo diferente, quando a garota é acusada, no colégio, de matar a pauladas uma gata grávida. A família Noronha parece tão normal quanto qualquer outra, mas, por trás das aparências, esconde segredos inconfessáveis. As quatro filhas mais velhas se prostituem para garantir a castidade e a boa educação de Silene. A partir do incidente ocorrido na escola, descobre-se a jovem não é pura como todos pensam.
[editar] Elenco
- Lima Duarte.... Noronha
- Telma Reston.... Aracy (Gorda)
- Cristina Aché.... Silene
- Antônio Fagundes.... Bibelô
- Ana Maria Magalhães.... Aurora
- Regina Casé.... Arlete
- Sura Berditchevsky.... Hilda
- Sônia Dias.... Débora
- Ary Fontoura.... dr. Portela
- Cláudio Corrêa e Castro.... dr. Bordalo
- Sadi Cabral.... Saul
- Maurício do Valle.... deputado
- Guará Rodrigues.... dr. Barbosa Coutinho
- Luiz Fernando Guimarães.... Carlão
- Sandro Solviatti.... motorista de táxi
[editar] Curiosidades
O filme possui alguma das frases mais marcantes da história do cinema nacional. Uma delas é pronunciada quando o personagem "Noronha" vê o banheiro de sua casa pichado: "Eu quero saber quem foi que desenhou caralhinhos voadores na parede do banheiro?". Outra frase é dita durante a discussão entre os personagens de Ary Fontoura (Dr. Portela) e o de Lima Duarte (Noronha) sobre a acusação de Silene, filha de Noronha, ter matado uma gata grávida. Em certo momento da discussão Noronha diz:
- "- Quando eu fui matricular Silene na escola eu disse que era funcionário da Câmara, mas eu sou é contínuo! Diz ai, me chama de contínuo!
- - Por quê?
- - Porque eu quero! Me chama de contínuo!
- - …contínuo…
- - Contínuo… Eu sou contínuo e você é um filho da p***!"
A frase "Me chama de contínuo" ficou imortalizada desde então, e é citada até hoje.