Oued Ed-Dahab-Lagouira
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— Região —
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| Localização de Oued Ed-Dahab-Lagouira em Marrocos | ||||
| Capital | Dakhla | |||
| Área | ||||
| - Total | 50 880 km² | |||
| População (2004) | ||||
| - Total | 99 367 | |||
| - Densidade | 1,95/km2 | |||
| Fuso horário | UTC (UTC) | |||
| - Horário de verão | EST (UTC+1) | |||
Oued Ed-Dahab-Lagouira é uma região de Marrocos. Sua capital é a cidade de Dakhla (antiga Vila Cisneros). Esta região encontra-se no disputado território de Saara Ocidental, a maioria dos países não reconhecem a soberania de Marrocos, nem da República Árabe Saaraui Democrática.
Índice |
Geografia [editar]
Com uma área de 142.865 km2 (20% da área do território nacional), e uma população excedendo os 100.000 habitantes.
Divisão administrativa [editar]
A região é composta de duas províncias com 13 municípios, incluindo 2 urbanos.
A província de Oued Ed-Dahab] (núcleo urbano: Dakhla) e a província de Aousserd (núcleo urbano: Birgandouz).
Clima [editar]
A precipitação média anual é de 13 a 30 mm, e com uma temperatura média anual de 22 ° C, com a umidade média anual variando entre os 56% e 82%.
História atual [editar]
A Frente Polisário pede um referendo de autodeterminação para que a população local, assim como os refugiados atualmente exilados no sudoeste da Algéria, na província de Tindouf, possam decidir a respeito do futuro da região como parte do Marrocos ou como estado independente, junto com o resto dos territórios que fazem parte da RASD.
Em 1987, uma missão da ONU visitou a região para averiguar a possibilidade da realização de um referendo sobre o futuro do território. Uma iniciativa difícil, dado que grande parte da população é nómada. Marrocos e a Frente Polisário selam um cessar-fogo desde 1988. Um plebiscito foi marcado para 1992, mas não aconteceu devido não haver um acordo sobre quem tem direito a votar:
- Marrocos quer que seja toda a população residente no Saara Ocidental, mas
- a Frente Polisário só aceita que sejam os habitantes contados no censo de 1974. Isso impediria o voto dos marroquinos emigrados para a região em disputa depois de 1974.
Até 2012 foi impossível realizar o referendo.
