Oxalá na Umbanda

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Oxalá, na Umbanda representa o Orixá associado à criação do mundo e da espécie humana e é sincretizado com Jesus Cristo.

Descrição[editar | editar código-fonte]

Mestre Jesus, O Cristo, Governador do Planeta Terra. Constitui o mais elevado estágio vibratório, o mais sublime Avatar já encarnado neste Plano. Simboliza Paz, Amor, Abrigo, Resignação, Dignidade, Consciência Cósmica, Harmonia Universal, o Exemplo Maior de Evolução. Deve ser invocado quando se busca abrigo no desamparo, consolação nas dores, iluminação nas incertezas, amor na solidão, paz nas aflições, asilo nos desesperos, apoio nas dificuldades, enfim, nas horas em que tudo parece perdido à nossa volta.

Dia do ano: 25 de Dezembro (Natal)  Cor: Branco  Saudação: Babá!! (Pai!)  Vela: Branca (Pureza e paz)  Comida para ofertar: Canjica Branca Bebida para saudar: Vinho “Lácrima Christi” ou vinho branco doce.  Dia da semana: Sexta feira  Flor: Copo de Leite ou Lírio  Elemento: Ar  Símbolo: A cruz (ou um cajado)  Domínio: O Planeta Terra, a criação.

Sincretismo[editar | editar código-fonte]

Na Linha Branca de Umbanda e Demanda, Oxalá é sincretizado com Jesus Cristo. Esse sincretismo é uma herança do aculturamento sofridos pelos negros ao longo do período colonial. Uma associação ora forçada pelos Jesuítas na imposição da fé Cristã, ora um símbolo de resistência onde da imagem do Santo Católico, se cultuava os Orixás africanos (por isso as datas dos festejos dos Orixás, coincidem com as dos Santos Católicos).

A imposição e a própria resistência acabaram virando práticas populares. As imagens dos Santos Católicos se confundiram com as dos Orixás, não se sabendo onde começa um, e onde termina o outro. Com isso, dentro dos terreiros, pode até ter a imagem dos Santos, mas seu regimento são os Orixás.

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