Pícara Sonhadora

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Pícara Sonhadora
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero
Duração 60 minutos
Criador(es) Abel Santa Cruz
(obra original)
Henrique Zambelli
Adriana Moretto
(adaptação)
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Henrique Martins
Antonino Seabra
Jacques Lagôa
Elenco Bianca Rinaldi
Petrônio Gontijo
Maria Estela
Serafim Gonzalez
Carmo Dalla Vecchia
Giselle Itié
Karina Bacchi
Norma Blum
Victor Wagner
Marcela Muniz
Giovanni Delgado
(ver mais)
Tema de abertura "Mais um na multidão", Erasmo Carlos e Marisa Monte
Tema de
encerramento
"Mais um na multidão", Erasmo Carlos e Marisa Monte
Exibição
Emissora de
televisão original
Brasil SBT
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 27 de agosto de 200118 de dezembro de 2001
N.º de episódios 95 (original)
80 (primeira reprise)
75 (segunda reprise)
Cronologia
Último
Último
La Pícara Soñadora
(1991)
Sueños y caramelos
(2005)
Próximo
Próximo
Programas relacionados La Pícara Soñadora
Sueños y caramelos

Pícara Sonhadora é uma telenovela brasileira produzida pelo Sistema Brasileiro de Televisão, cuja exibição ocorreu entre 27 de agosto e 18 de dezembro de 2001, totalizando 95 capítulos, cinco a mais que o originalmente previsto. Escrita por Henrique Zambelli, Adriana Moretto com supervisão de texto de Crayton Sarzy e dirigida por Henrique Martins, Antonino Seabra e Jacques Lagôa, é inspirada na telenovela mexicana La Pícara Soñadora escrita por Valentín Pimstein que, por sua vez, havia sido inspirada no filme argentino homônimo, criado por Abel Santa Cruz. A classificação indicativa da novela é de livre para todos os públicos.

Bianca Rinaldi interpreta a personagem principal Milla Lopes, numa trama que narra o cotidiano da loja Soles, que pertencente à tradicional família Rockfield. Na versão mexicana, a personagem principal foi vivida por Mariana Levy. Petrônio Gontijo vive Alfredo Rockfield, par romântico de Milla. Maria Estela, Serafim Gonzalez, Marcela Muniz, Victor Wagner e Giovanni Delgado interpretaram os demais papéis principais da história. É uma obra representativa na história da teledramaturgia da emissora, sendo esta a primeira das doze telenovelas produzidas em parceria com a rede mexicana Televisa — que prosseguiria, no mesmo ano, com a estreia de Amor e Ódio, sua substituta[1] — e o retorno do SBT em produção de telenovelas desde o final de Fascinação em 1998.[2]

Erasmo Carlos e Marisa Monte interpretam o tema de abertura "Mais um na multidão", disponível na única trilha sonora da novela que foi lançada logo após a estreia da trama. O título Pícara Sonhadora, que foi motivo de piada perante os críticos, pode se referir a uma garota esperta, sagaz.[3] Oscilou 16 pontos de média no Ibope e não foi recebida positivamente pela imprensa, em função do texto dramático e diálogos fracos, mas reconheceram que a trama tinha potencial de ultrapassar a líder Rede Globo.[4] [5]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Em 1991, Valentín Pimstein escreveu La Pícara Soñadora, refilmagem de um filme argentino original de Abel Santa Cruz. O drama mexicano protagonizado por Mariana Levy foi produzido pela Televisa e exibido pelo El Canal de las Estrellas entre 2 de setembro a 20 de dezembro de 1991 em 90 capítulos,[6] tendo mais de 30% dos televisores mexicanos ligados na trama.[7] Após o fim do folhetim Brasileiras e Brasileiros em 1991, o SBT só voltou a produzir novelas três anos depois com Éramos Seis, adaptação do texto original de Maria José Dupré.[8] Simultaneamente a esta, foram exibidas sete obras originais na emissora, com Chiquititas se tornando o primeiro remake de texto estrangeiro da emissora, em 1997.[9] Logo após, a argentina Pérola Negra foi refilmada pelo SBT.[10]

Produção[editar | editar código-fonte]

Bianca Rinaldi, após disputar com duas atrizes, conseguiu o papel da protagonista Milla Lopes.

O Sistema Brasileiro de Televisão assinou um contrato de cinco anos com a Televisa em abril de 2001 que faria o SBT desembolar cerca de US$ 200 milhões em compras de textos e dublagens de novelas mexicanas.[11] La Pícara Soñadora foi a primeira a ser escolhida pelo então vice-presidente da emissora José Roberto Maluf, declarando: "Estamos em fase de pré-produção, ainda não temos o título em português, mas o texto já está sendo traduzido".[12] De início, foi chamada pela crítica como "La Pícara", já que os preparativos para a trama estavam em andamento e não havia nenhum título. "Esperta Sonhadora" foi o primeiro nome provisório para o folhetim, que em seguida mudou para "Ardilosa Sonhadora" e se afirmou como o nome original mexicano, Pícara Sonhadora, o que chamaria a atenção do público e consequentemente aumentaria a audiência da novela.[13]

Desde o início da produção, Flávia Monteiro estava cotada para ser a protagonista,[7] mas o papel ficou para Bianca Rinaldi,[14] que fez um teste em junho de 2001 com Patrícia de Sabrit e foi chamada às pressas um mês depois para dar vida a Milla Lopes.[15] [13] A primeira fase de testes com atores de teatros foram realizadas em 18 de junho de 2001, onde cem foram selecionados.[16] O ator Petrônio Gontijo foi escolhido particularmente por Sílvio Santos, dono do SBT, para viver o protagonista Alfredo Rockfield, par romântico de Milla.[17] Na segunda semana de julho de 2001, o elenco todo formado se reuniu para dar início as gravações.[14] Foram construídos 33 cenários fixos que ocuparam 1,600 de dois estúdios do CDT da Anhanguera.[18] [16] Cada capítulo teve um orçamento de aproximadamente US$ 43 mil[18] e o fim das gravações ocorreu em 18 de outubro de 2001.[19]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Ludmila Lopes, a Mila, é uma moça encantadora e muito batalhadora de classe média baixa que veio para São Paulo para trabalhar e estudar.[20] Ao chegar à capital paulista, consegue um emprego na seção de brinquedos da loja Soles, pertencente à tradicional família Rockfield.[21] [22]

Mila e Alfredo se conhecem na loja Soles.

Mila mora com seu tio Camilo, vigia noturno da loja, num pequeno quarto no último andar do prédio.[21] [2] [20] Depois que a loja fecha, a moça aproveita para passear pela loja, utilizando alguns de seus produtos, como os livros de Direito da livraria, os produtos de beleza que ficam expostos, os lanches que come no setor de alimentos e até mesmo algumas roupas que pega emprestado. Ela acha que um dia vai poder pagar e, por isso, anota tudo o que consome num caderninho.[13] Seu sonho é terminar a faculdade de direito e ser uma advogada bem sucedida. Mas sua vida começa a se complicar quando Rosa, sua amiga que vive em Curitiba, resolve procurá-la em São Paulo. Ela, que era funcionária da filial da Soles, fugiu da cidade após roubar o dinheiro do caixa para tentar pagar um tratamento médico para sua filha doente.

Alfredo Rockfield, herdeiro do grupo Soles que nunca pisou em uma loja, conhece Mila por acaso e se apaixona.[21] [22] [20] Ele, então, inventa um plano para ficar perto dela. Sem que ninguém saiba sua verdadeira identidade, começa a trabalhar na Soles para se aproximar da moça e conquistá-la.[21] Só tinha um problema: ele é noivo de Giovanna Luchini, que está passando uma temporada em Paris, França.[21] [2] [20] Mônica, irmã de Alfredo, e Carlos o ajudarão no plano e, assim, Mila e Alfredo se apaixonarão e viverão uma linda história de amor.

Na mansão dos Rockfield vivem Dona Marcelina, matriarca da família, seus filhos e netos. Gregório é o filho mais velho e cuida dos negócios. É marido de Grace e pai de Alfredo e Mônica. Frederico é o mais novo e só pensa em corrida de cavalos e em suas amantes, uma delas é Erica, que faz de tudo para tentar conquistar o coração do bonitão e se casar com ele. Na casa também mora Julinho, filho de Aparecida, empregada muito doente. Após a morte da empregada, Dona Marcelina resolve brigar pela guarda do menino. Acontece que José, pai do menino que nunca se interessou por ele, vai tentar extorquir dinheiro de Dona Marcelina para permitir que o garoto continue morando na mansão dos Rockfield. Dona Marcelina e Camilo reviveram o amor da juventude após 40 anos depois.[23]

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Exibição[editar | editar código-fonte]

O primeiro capítulo de Pícara Sonhadora foi exibido no dia 27 de agosto de 2001 pelo SBT, dividindo o horário das 20h15min com a colombiana Café com Aroma de Mulher, que era transmitida logo em seguida. A produção era exibida de segunda a sábado.[3] [5] A telenovela recebeu a classificação indicativa de livre para todos os públicos,[24] e seu último capítulo foi exibido em 18 de dezembro de 2001, totalizando 95 capítulos.[25] A abertura era transmitida ao som de "Mais um na multidão" de Erasmo Carlos e Marisa Monte.[26]

Pícara Sonhadora em 2004 foi posta em uma enquete no site do SBT contra As Pupilas do Senhor Reitor, Chiquititas, Pérola Negra, Pequena Travessa e Marisol para ser escolhida como a próxima reprise. A telenovela ganhou e foi reexibida entre 19 de abril a 6 de agosto de 2004 na faixa das 13h em 80 capítulos.[27] Após o fim da reprise de Amigas & Rivais, a trama ganhou uma segunda reprise, ás 14h15min em 10 de janeiro a 24 de abril de 2012 em 75 capítulos.[28]

Elenco[editar | editar código-fonte]

Bianca Rinaldi interpreta a personagem principal Ludmila "Milla" Lopes, uma menina de 22 anos[15] de classe média baixa que se mudou para São Paulo para estudar Direito e trabalhar ao lado de seu tio Camilo (Serafim Gonzalez) na loja Soles,[20] que pertence a família Rockfield, a qual Marcelina (Maria Estela) é matriarca. Ela é avó de Alfredo (Petrônio Gontijo), por quem Milla se apaixona.[21] A vida de Milla muda quando sua amiga Rosa (Marcela Muniz), que roubou dinheiro para pagar um tratamento médico para sua filha doente, vira fugitiva da polícia.[2]

Na mansão dos Rockfield, junto com Alfredo, Marcelina, Gregório (Carlo Briani), Frederico (Rodolfo de Freitas), Mônica (Karina Bacchi) e Grace (Martha Mellinger), vive Julinho (Giovanni Delgado), filho da empregada Aparecida (Ítala Morahddei) que morre e é abrigado pela família. José (Victor Wagner), pai do menino, extorque dinheiro dos Rockfield para deixá-lo na mansão.[23] Giovanna (Vanessa Vholker), amiga da família, é filha dos ambiciosos Leonor (Norma Blum) e Salvatore (Josmar Martins), que farão de tudo para a filha continuar noiva de Alfredo.[2]

Nos arredores da loja Soles, Molina (Luiz Carlos de Moraes) chefia o departamento onde Milla trabalha e divide com Carla (Mariana Dubois) e Oswaldo (Rubens Caribé), que se mudaram para São Paulo por causa da "pícara", mas a primeira para fazer maldade e o segundo por amor.[2]

Música[editar | editar código-fonte]

Pícara Sonhadora
Trilha sonora de vários artistas
Lançamento 2001
Gênero(s) Romântico
Gravadora(s) Abril Music, SBT Music[29]
Produção Caion Gadia[30] [31]

Por ser um projeto novo, críticos achavam que os temas das telenovelas mexicanas seriam também traduzidos do espanhol para o português nas refilmagens brasileiras. Mas o diretor musical encarregado, Caion Gadia, afirmou: "Serão músicas nacionais, nenhuma versão de música estrangeira". Pelo curto prazo da trama, o disco seria disponibilizado logo no início da exibição da novela, tendo também apenas uma edição.[32] O álbum foi distribuído pela Abril Music em parceria com o SBT Music. A capa foi estampada pela protagonista Bianca Rinaldi, que viveu Milla Lopes na trama.

N.º Título Música Duração
1. "Mais um na multidão"   Erasmo Carlos e Marisa Monte[29]  
2. "Estou apaixonado[33] "   Daniel[29]  
3. "Muito estranho (Cuida bem de mim)"   KLB[29]  
4. "Musa"   Vavá  
5. "Maravilhosa"   Rick & Renner[29]  
6. "Contra o tempo"   Rita Ribeiro  
7. "Vida cigana"   José Augusto  
8. "Nunca mais vou esquecer"   Gian & Giovani[29]  
9. "Sou seu anjo[34] "   Karametade  
10. "Nunca mais"   Família Lima[29]  
11. "Brincando sozinho"   Ivan Lins  
12. "Parece truque"   Adryana e a Rapaziada  
13. "Legata a un granello di sabia"   Fred Rovella  
14. "Batendo na porta do céu"   Zé Ramalho  

Repercussão[editar | editar código-fonte]

Audiência[editar | editar código-fonte]

Pícara Sonhadora foi lançada com o objetivo de manter a audiência da novela colombiana Café com Aroma de Mulher, que na época era de 18 pontos.[3] Na Grande São Paulo, a estreia alcançou a meta.[35] No mês de setembro, marcava médias de 16-17 pontos, e no dia 5 de setembro de 2001, confrontando o jogo de futebol Brasil x Argentina que marcou 46 pontos na Rede Globo, a trama manteve os 17 pontos e mostrou fidelidade de público; a concorrente Porto dos Milagres, da Globo, que foi exibida logo em seguida do jogo, caiu oito pontos do normal, marcando 41 pontos naquela noite.[36] A média da telenovela em outubro de 2001 já era de 16 pontos.[4]

A primeira reprise de Pícara Sonhadora, em 2004, oscilava entre 12 a 13 pontos, ficando algumas vezes na frente da líder Globo na faixa das 13h.[37] A segunda reprise em 2012 estreou com 10% dos paulistanos assistindo a novela, somando assim 4 pontos na capital; 17% dos cariocas sintonizaram no primeiro capítulo e somaram 7 pontos com pico de 10.[38] Na segunda semana de reexibição, os índices conseguidores pela antecessora Amigas & Rivais não foi conseguido por Pícara Sonhadora, que chegava a somar apenas 3 pontos na Grande São Paulo, ficando atrás de pequenas emissoras, como a Cultura.[39]

Avaliação em retrospecto[editar | editar código-fonte]

Amélia Gonzalez do jornal O Globo analisou a telenovela após a exibição de seu primeiro capítulo, e criticou as primeiras cenas da trama, garantindo: "Falando sério: com este início fica difícil ter boa vontade com o resto da obra". Gonzalez criticou os diálogos, mas elogiou os protagonistas Bianca Rinaldi e Petrônio Gontijo, e alertou a direção da novela: "É preciso ter mais cuidado com a direção. Onde já se viu alguém tomar banho de banheira com sais roubados numa loja de departamentos e ainda fazer bolinha de sabão?".[35] Gabriea Goulart do Jornal do Brasil adjetivou-a de tradicional, "até porque, tudo que o SBT não quer é uma novela moderninha", em razão da emissora continuar na "zona de conforto" dos dramas mexicanos. Goulart criticou também os diálogos: "O principal problema da primeira novela méxico-brasileira do SBT se dá quando os atores [...] abrem a boca. O texto soa absurdo. Como uma novela mexicana traduzida".[40]

Cquote1.svg O drama de Mila é banal. Tem tudo [...] para dar certo se verificarmos as experiências do SBT com novelas mexicanas em horário nobre: Carrossel, em 1991, e Chiquititas, em 1997, também de autoria de Cruz, foram fenômenos de audiência e abalaram os alicerces da concorrente global. Pícara Sonhadora está longe das grandes produções frenéticas da Globo. Mas pode se transformar num exemplo real da história bíblica de David e Golias. Cquote2.svg
Neuza Sanches da revista IstoÉ, de forma geral, sobre a estreia de Pícara Sonhadora.[5]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Marina Monzillo. Amor e Ódio (em português) ISTOÉ Gente Online. Página visitada em 28 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2013.
  2. a b c d e f Fernandes, Andréia (24 de agosto de 2001). SBT reativa núcleo de novelas com Pícara Sonhadora (em português) Terra. Página visitada em 26 de dezembro de 2011. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2013.
  3. a b c Migliaccio, Marcelo (26 de agosto de 2001). SBT ataca "JN" e "Porto" com "Pícara" (em português) Folha de São Paulo. Página visitada em 22 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 22 de dezembro de 2013.
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  5. a b c Sanches, Neuza (30 de agosto de 2001). Pícara Sonhadora (em português) Isto É. Página visitada em 22 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2013.
  6. a b Castro, Daniel (5 de maio de 2001). SBT volta a produzir telenovelas em julho (em português) Folha de São Paulo. Página visitada em 16 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2013.
  7. a b Goulart, Gabriela (5 de maio de 2001). (SEM TÍTULO) (em português) Jornal do Brasil. Página visitada em 20 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2013.
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  9. SBT lança hoje sua nova programação (em português) Folha de S. Paulo. (28 de julho de 1997). Página visitada em 30 de julho de 2013. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2013.
  10. Pobre órfã descobre uma mina de ouro em 'Pérola negra', do SBT (em português) O Globo (4 de janeiro de 1998). Página visitada em 19 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2013.
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  34. Fabiana Fevorini. Karametade de cara nova (em português) ISTOÉ Gente Online. Página visitada em 26 de dezembro de 2011.
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  39. "Pícara Sonhadora" tem baixa audiência no SBT (em português) NaTelinha (17 de janeiro de 2012). Página visitada em 23 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 23 de dezembro de 2013.
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  41. Murió Mariana Levy (em espanhol) La Oreja. Esmas.com. Página visitada em 23 de dezembro de 2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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