Padres da Igreja

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Martírio de Inácio de Antioquia, um dos primeiros Pais da Igreja.

Padres da Igreja, Santos Padres ou Pais da Igreja foram influentes teólogos, professores e mestres cristãos e importantes bispos. Seus trabalhos acadêmicos foram utilizados como precedentes doutrinários para séculos vindouros. Os padres da Igreja são classificados entre o século II e VII.[1] [2] O estudo dos escritos dos Padres da Igreja é denominado Patrística.[3]

As Igrejas Romana, Ortodoxa, Luterana, Presbiteriana e Anglicana acreditam que os padres da Igreja proporcionam a interpretação correta da Sagrada Escritura, registraram a Sagrada Tradição e distinguiram entre as autênticas doutrinas das heresias.[4]


Grandes Padres[editar | editar código-fonte]

No Cristianismo, tanto no Ocidente quanto no Oriente, quatro padres são chamados de "Grandes Pais da Igreja", como segue: Igreja do Ocidente: Ambrósio de Milão (340-397), Jerônimo de Estridão (347-420), Santo Agostinho de Hipona (354-430) e São Gregório Magno (540-604). Igreja Oriental: Basílio de Cesareia (c.329-379), Santo Atanásio de Alexandria (c.296-373), Gregório de Nazianzo (329-c.389) e João Crisóstomo (347-407). Estes são também chamados os "Oito Doutores da Igreja".

Padres Apostólicos[editar | editar código-fonte]

Os primeiros Padres Apostólicos também chamados de Pais da Igreja (dentro de duas gerações após os Apóstolos de Cristo), são normalmente chamados de Padres ou Pais Apostólicos. Padres Apostólicos importantes incluem Clemente de Roma,[5] Inácio de Antioquia e Policarpo de Esmirna. Além disso, os textos Didaquê e Pastor de Hermas são normalmente colocados entre os escritos dos Padres Apostólicos, embora os seus autores sejam desconhecidos.

Clemente de Roma[editar | editar código-fonte]

Sua primeira epístola (c 96),[5] foi copiada e amplamente lida na Igreja dos primeiros séculos. Clemente convida os cristãos de Corinto a manter a harmonia e a ordem.[5] Ela é a primeira epístola cristã fora do Novo Testamento. Clemente foi o quarto Papa e Bispo de Roma e sua epístola afirma o primado papal.[6]

Inácio de Antioquia[editar | editar código-fonte]

Santo Inácio de Antioquia (também conhecido como Teóforo) (c . 35-110)[7] foi o terceiro Bispo ou Patriarca de Antioquia e um aluno do Apóstolo João e provavelmente foi ordenado pelo próprio Pedro,[8] . Inácio foi martirizado em Roma. Ele escreveu uma série de cartas que foram preservadas como um exemplo da teologia dos primeiros cristãos. Tópicos importantes abordados nessas cartas incluem os sacramentos, a mariologia, o papel dos bispos, a guarda do domingo,[9] a unidade e infalibilidade da Igreja, a catolicidade, e o primado papal.[6] [10] Ele é o segundo depois de Clemente a mencionar as epístolas de Paulo.[5]

Policarpo de Esmirna[editar | editar código-fonte]

Policarpo de Esmirna (c. 69 - c. 155) foi bispo de Esmirna (atualmente İzmir na Turquia). Sua vida é narrada nas Epístolas de Santo Inácio, em sua própria epístola aos Filipenses e em algumas passagens de Ireneu de Lyon. Há registros de que ele foi discípulo de São João Evangelista, autor do Quarto Evangelho, ou João, o Presbítero.[11] Em 155, Policarpo tentou persuadir o Papa Aniceto, para que o Ocidente celebrasse a Páscoa, em 14 de Nisan, como no Oriente. O Papa rejeitou a sugestão de que o Oriente usasse a data ocidental[11] , assim Policarpo sugere o primado papal. Em c. 155, os esmirnenses exigiram a execução de Policarpo por ser cristão, e ele foi queimado vivo, como um mártir, os seus restos foram recuperados como relíquias e venerados.[12] .

Padres gregos[editar | editar código-fonte]

Aqueles que escreveram em grego são chamados de Padres ou Pais gregos. Padres gregos famosos incluem: Irineu de Lyon, Clemente de Alexandria, Atanásio de Alexandria, João Crisóstomo, Cirilo de Alexandria e os Padres ou Pais da Capadócia (Basílio de Cesareia, Gregório Nazianzeno, Pedro de Sebaste e Gregório de Nissa), e Máximo, o Confessor.

Irineu de Lyon[editar | editar código-fonte]

Santo Irineu, (século II - c. 202), foi Bispo de Lugduno na Gália (atualmente Lyon, França). Seus escritos foram importantes no desenvolvimento da teologia cristã, ele foi um notável apologista cristão. Ele também foi um discípulo de Policarpo, que foi um discípulo de João Evangelista.

Seu escrito mais conhecido, Contra as heresias (c. 180) enumerou as heresias e as atacaram, especialmente o Gnosticismo.[6] Ele enfatizou os elementos tradicionais da Igreja, especialmente o episcopado, a Escritura e a Tradição [6] . Irineu escreveu que a única maneira para os cristãos manterem a unidade era aceitar a autoridade dos concílios e o primado papal.[6] Irineu também defendeu a canonicidade dos quatro evangelhos [13] .

Clemente de Alexandria[editar | editar código-fonte]

Clemente de Alexandria (nascido Tito Flávio Clemente, em latim Titus Flavius Clemens; c. 150 - c. 215), foi um membro notável da Igreja de Alexandria e um de seus mestres mais ilustres. Ele foi professor de Orígenes.[14] Seus ensinamentos mais característicos são a insistência sobre a similaridade entre a fé cristã comum e a ciência, assim como sua interpretação alegórica do Antigo e Novo Testamento e sua defesa da Tradição.[14]

Orígenes de Alexandria[editar | editar código-fonte]

Pintura de Orígenes.

Orígenes, Adamâncio (Adamantius, c. 185 – c. 254) foi um egípcio[15] que ensinou em Alexandria, onde Clemente havia ensinado. O patriarca de Alexandria, o apoiou inicialmente, mas posteriormente ele seria expulso por ter sido ordenado sem a permissão do patriarca. Ele mudou-se para Cesareia Marítima e morreu ali[16] depois de ter sido torturado durante uma perseguição.

Usando seu conhecimento de hebraico, ele corrigiu a Septuaginta.[5] Ele escreveu comentários sobre todos os livros da Bíblia.[5] Ele também articulou a primeira exposição filosófica da doutrina cristã,[5] interpretou a Escritura de maneira alegórica,[5] e professou explicitamente o primado papal.[17]

Alguns de seus escritos são polêmicos e alguns estudiosos sugerem que Orígenes acreditaria na reencarnação da alma sucessivas vezes[18] , outros estudiosos porém afirmam que não há nenhuma prova que Orígenes acreditava na reencarnação[19] . Muitos de seus pontos de vista sobre a Trindade e a matéria foram declaradas anátema no século VI.[20] [21]

Atanásio de Alexandria[editar | editar código-fonte]

Iconografia de Atanásio de Alexandria.

Atanásio de Alexandria (c. 2932 de maio de 373) foi um teólogo egípcio, Patriarca de Alexandria e um notável líder do século IV. Ele é lembrado por seu papel no conflito contra o Arianismo[22] no Primeiro Concílio de Niceia (325). Atanásio defendeu os cânones do Novo Testamento, incluindo todos os livros aceitos[22] (as listas anteriores omitiam alguns livros) e sua relação com o Papa Júlio I é um exemplo do primado papal.[22]

Cirilo de Alexandria[editar | editar código-fonte]

Cirilo de Alexandria (c. 378-444) foi um teólogo e Patriarca de Alexandria. Cirilo escreveu extensivamente e foi um protagonista principal nas controvérsias cristológicas do século IV tardio e do início do século V. Ele foi uma figura central no Primeiro Concílio de Éfeso em 431. Cirilo é considerado tanto um dos Padres da Igreja quanto um Doutor da Igreja. Cirilo defendeu a união perfeita entre as duas naturezas de Cristo, desenvolveu a mariologia, e sua relação com o Papa Celestino I é um exemplo do primado papal.[23] Sua reputação no mundo cristão, tem resultado em seus títulos "Pilar da Fé" e "Selo de todos os Padres".[24]

João Crisóstomo[editar | editar código-fonte]

João Crisóstomo (c. 347 - c. 407), Patriarca de Constantinopla, é conhecido como um pregador, teólogo e liturgista. João é conhecido por ser contra o abuso da riqueza, pela defesa do auxílio aos pobres,[25] pela veneração [26] e sua relação com o Papa Inocêncio I é um exemplo do primado papal.[27] Depois de sua morte (ou, segundo algumas fontes, durante a sua vida), foi lhe concedido o sobrenome grego Chrysostomos (transliterado como Crisóstomo), que significa "boca de ouro".[26]

Padres da Capadócia[editar | editar código-fonte]

Os Pais ou Padres da Capadócia promoveram a teologia cristã, e são muito respeitados nas igrejas ocidentais e orientais como santos. Eles viveram no século IV – de forma monástica, liderados pela Abadessa e Santa Macrina, a Jovem, que forneceu um local central para seus irmãos estudarem e meditarem, e também para proporcionar um refúgio de paz para a sua mãe. Macrina promoveu a educação e o desenvolvimento de três homens que se tornaram bispos e são coletivamente designados os Padres da Capadócia; Basílio de Cesareia, Gregório de Nissa, e Pedro de Sebaste.

Esses estudiosos, juntamente com um amigo próximo, Gregório Nazianzeno, fizeram contribuições importantes para a definição dogmática da Trindade finalizado no Primeiro Concílio de Constantinopla em 381.[28]

Basílio de Cesareia[editar | editar código-fonte]

Basílio, o Grande (c. 3291 de Janeiro de 379)[29] , teólogo e bispo de Cesareia, foi um importante liturgista, ele também defendeu a veneração[30] e o primado papal[29] . Através de seus exemplos e ensinamentos Basílio efetuou uma notável moderação nas práticas austeras que anteriormente eram característicos da vida monástica.[31]

Gregório de Nissa[editar | editar código-fonte]

Gregório de Nissa (? - após 385 ou 386) foi um teólogo e bispo de Nissa, ele defendeu o asceticismo e a castidade.[32] A maioria de seus escritos tratam da Sagradas Escrituras, ao qual Gregório interpretava alegoricamente inspirando-se em Orígenes.[32]

Pedro de Sebaste[editar | editar código-fonte]

Pedro de Sebaste (c. 340 – 391) foi um teólogo e bispo de Sebaste, assim como seus irmãos ele defendeu o asceticismo e a castidade.[33]

Gregório Nazianzeno[editar | editar código-fonte]

Gregório Nazianzeno (330[34] – 25 de Janeiro de 389 ou 390), também conhecido como Gregório de Nazianzo ou Gregório, o Teólogo, foi Patriarca de Constantinopla e é considerado um dos mais notáveis padres da Igreja[35] . Inicialmente ele pertencia a um seita herética e foi convertido ao catolicismo por sua esposa.[29]

Ele abordou sobre as responsabilidades dos funcionários da Igreja[35] , a natureza do Espírito Santo,[36] e antes de assumir seu episcopado, aceitou o primado papal[29] . Ele também é um Doutor da Igreja.

Padres latinos[editar | editar código-fonte]

Aqueles pais que escreveram em latim são chamados de Padres ou Pais latinos. Os Padres latinos mais famosos incluem Tertuliano (que posteriormente se converteu para o Montanismo), Cipriano de Cartago, Leão, o Grande, Gregório, o Grande, Agostinho de Hipona, Ambrósio de Milão e Jerônimo de Estridão.

Tertuliano[editar | editar código-fonte]

Pintura de Tertuliano.

Quinto Setímio Florente Tertuliano (em latim: Quintus Septimius Florens Tertullianus; c. 160 - c. 225), se converteu ao cristianismo antes de 197, foi um escritor prolífico de apologética, obras teológicas e ascéticas.[37] Ele era filho de um centurião romano. Tertuliano era um advogado em Roma.[38]

Ele denunciou doutrinas cristãs que considerava heréticas. Tertuliano defendeu a Santíssima Trindade, desenvolveu a mariologia, e é homenageado como o “Pai da Igreja Latina”.[39] Após 206 ele se juntou aos montanistas, uma seita herética que aceitava o seu rigorismo.[37] Algum tempo depois ele se separou dos montanistas e fundou uma seita de sua autoria. Os tertulianistas restantes foram reconciliados com a Igreja Católica por Santo Agostinho.[38] Ele demonstrou-se contra o primado papal defendido pelo Papa Calixto I.[40]

Cipriano de Cartago[editar | editar código-fonte]

Cipriano de Cartago (nascido Táscio Cecílio Cipriano; ? - 14 de setembro de 258) foi bispo de Cartago e um importante escritor da Igreja no século III. Ele provavelmente nasceu no Norte da África, talvez em Cartago, onde recebeu uma excelente e clássica educação pagã. Após sua conversão ao cristianismo, tornou-se bispo (249) e, eventualmente, morreu como mártir em Cartago. Cipriano teve um papel importante no cisma provocado pelo Antipapa Novaciano, demonstrando-se fiel ao Papa Cornélio e sugerindo o primado papal.[41] Cipriano acreditava que os pecadores que mostrassem contrição e arrependimento verdadeiro podiam ter seus pecados perdoados. Ele convocou e dirigiu diversos sínodos em Cartago para tratar do assunto do rebatismo dos heréticos (lapsi)[42] .

Ambrósio de Milão[editar | editar código-fonte]

Santo Ambrósio (c. 338- 4 de abril de 397), foi um teólogo e bispo de Milão que se tornou uma das figuras eclesiásticas mais influentes do século IV. Ele escreveu sobre os sacramentos, especialmente a confissão[43] , a Trindade, a salvação pela fé e boas obras,[43] e se dedicou ao estudo da mariologia.[44]

Jerónimo de Estridão[editar | editar código-fonte]

Jerónimo de Estridão (c. 347 - 30 de setembro de 420) é mais conhecido como o tradutor da Bíblia do Grego e Hebraico para o Latim, a Vulgata, sob proteção do Papa Dâmaso I, que permanece como um texto importante da liturgia e culto da Igreja Católica e é considerado como um Doutor da Igreja. Jerónimo também foi um Apologista cristão. Seus escritos são extensos[45] e trataram sobre a exegese e a mariologia.[46]

Agostinho de Hipona[editar | editar código-fonte]

Pintura de Santo Agostinho, Universidade do Texas, em Austin.

Agostinho de Hipona (13 de novembro de 354 - 28 de agosto, 430), bispo de Hipona, foi um filósofo e teólogo. Agostinho é uma das figuras mais importantes do cristianismo. Ele moldou o conceito de pecado original e desenvolveu a crença da Igreja como a cidade espiritual de Deus (em um livro de mesmo nome), distinta da cidade material do homem.[47] Santo Agostinho também desenvolveu a teoria da Predestinação que foi retomada, no século XVI, por Lutero e Calvino, figuras importantíssimas na Reforma Protestante. Agostinho também defendia o primado e infalibilidade papais.[48] Seu pensamento influenciou profundamente a visão do homem medieval.

Agostinho nasceu na Argélia, sua mãe era cristã, Santa Mônica. Ele foi educado no Norte da África e resistiu às expectativas de sua mãe para se tornar cristão. Ele tomou uma concubina, e tornou-se um Maniqueísta. Posteriormente ele se converteu ao catolicismo, tornou-se um bispo, e lutou contra as heresias, como o Pelagianismo. Suas obras ainda são lidas em todo o mundo.

Leão, o Grande[editar | editar código-fonte]

Leão I, o Grande (c. 400 - 10 de novembro de 461) foi papa de 440 a 461. Ele nasceu na Toscana. Leão defendeu categoricamente a união perfeita entre as duas naturezas de Cristo, e o primado papal.[49] Ele também é um Doutor da Igreja.

Gregório, o Grande[editar | editar código-fonte]

Gregório I, o Grande (c. 540 - 12 de março de 604) foi papa de 590 até sua morte. Seus escritos e métodos teológicos seriam marcantes na Idade Média. Seu estilo de canto é denominado de “canto gregoriano”. Ele defendeu o primado papal.[50] Gregório é o santo padroeiro dos músicos, cantores, estudantes e professores.[51] Ele também é um Doutor da Igreja.

Padres do Deserto[editar | editar código-fonte]

O Padres do Deserto foram clérigos monásticos que viveram no deserto egípcio, apesar de não terem escrito tanto, a sua influência também é grande. Padres do Deserto são Antônio, o Grande e São Pacômio.

Antônio, o Grande[editar | editar código-fonte]

Antônio, o Grande (c. 251-356) foi um teólogo e monge, um dos primeiros a viver no deserto, uma mudança geográfica que parece ter contribuído para a sua notoriedade.[52] É considerado o “Pai de Todos os Monges”. Ele defendeu um estilo de vida baseado no asceticismo, jejum, oração, castidade e ajuda aos pobres.[53]

Abba Pacômio[editar | editar código-fonte]

Abba Pacômio (c. 292-348), também conhecido como Pacômio ou Pakhom, cujo nome significa "o falcão”, foi o fundador do monasticismo cenobita. Ele nasceu em Tebas, e, quando recrutado pelo exército romano, recusou-se a servir e foi preso, sendo cuidado por cristãos. Quando libertado, foi convertido e batizado, passando a seguir uma vida asceta e a defender o asceticismo.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Fathers of the Church, New Advent, Catholic Encyclopedia.
  2. Church Father (Christianity) - Encyclopedia Britannica online
  3. Patrística - Os Escritos dos Santos Padres da Igreja Veritatis Splendor. Visitado em 22-1-2010.
  4. Pomazansky, Protopresbítero Michael. Orthodox Dogmatic Theology (em russo). Platina, CA: Saint Herman of Alaska Brotherhood, 1973 (trad. para o inglês publ. 1984). 37 pp.
  5. a b c d e f g h Durant, Will. Caesar and Christ. New York: Simon and Schuster. 1972
  6. a b c d e Cross, F. L., ed. The Oxford Dictionary of the Christian Church. New York: Oxford University Press. 2005
  7. Ver "Ignatius" in The Westminster Dictionary of Church History, ed. Jerald Brauer (Philadelphia: Westminster, 1971) e David Hugh Farmer, "Ignatius of Antioch" in The Oxford Dictionary of the Saints (Nova York: Oxford University Press, 1987).
  8. RAY, Stephen. Upon this Rock. San Francisco, CA: Ignatius Press, 1999. p.119.
  9. EPISTLE OF IGNATIUS TO THE MAGNESIANS, chapter IX
  10. St. Ignatius of Antioch Catholic Encyclopedia; New Advent. Visitado em 22-1-2010.
  11. a b St. Polycarp Catholic Encyclopedia; New Advent. Visitado em 22-1-2010.
  12. Cave, Primitive Christianity: or the Religion of the Ancient Christians in the First Ages of the Gospel. 1840, ed. revisada de H. Cary. Oxford, Londres, pp. 84-85).
  13. Brown, Raymond E. An Introduction to the New Testament, p. 14. Anchor Bible; 1ª ed. (13 de outubro de 1997). ISBN 978-0385247672.
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  15. George Sarton (1936). "The Unity and Diversity of the Mediterranean World", Osiris 2, p. 406-463 [430].
  16. About Caesarea
  17. Bercot, David W. Dictionary of Early Christian Beliefs, p. 516. Hendrickson Publishers. 1998. ISBN 1565638700
  18. MacGregor, Geddes. Reincarnation in Christianity (1978)
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  20. The Anathemas Against Origen, Quinto Concílio Ecumênico (Schaff, Philip, "The Seven Ecumenical Councils", Nicene and Post-Nicene Fathers, série 2, vol. 14. Edimburgo: T&T Clark)
  21. The Anathematisms of the Emperor Justinian Against Origen (Schaff, op. cit.)
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  23. St. Cyril of Alexandria Catholic Encyclopedia; New Advent. Visitado em 22-1-2010.
  24. Edward Gibbon. History of Decline and Fall of the Roman Empire (em <Língua não reconhecida>). [S.l.: s.n.]. vol. 4. capítulo 47, parte 2
  25. See Cajetan Baluffi, The Charity of the Church, trans. Denis Gargan (Dublin: M H Gill and Son, 1885), p. 39 and Alvin J. Schmidt, Under the Influence: How Christianity Transformed Civilization (Grand Rapids, Mich.: Zondervan, 2001), p. 152
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  28. Meredith, Anthony. The Cappadocians (p. 22.). Crestwood, NY: St. Vladimir's Seminar Press, 1995. ISBN 0-8818141-112-4.
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  30. J. D. Mansi, Sacrorum Conciliorum nova et amplissima colectio.
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]