Pantanal (telenovela)

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Pantanal
Informação geral
Formato Telenovela
Classificação etária Inadequado para menores de 14 anos i DJCTQ (Brasil)
Duração 60 minutos (pela exibição do SBT)
Criador Benedito Ruy Barbosa
País de origem Brasil
Idioma original (em português)
Produção
Diretor(es) Jayme Monjardim
Elenco Cláudio Marzo
Cristiana Oliveira
Marcos Winter
Jussara Freire
Marcos Palmeira
Paulo Gorgulho
Nathália Timberg
Luciene Adami
Rômulo Arantes
Cássia Kiss
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Tema de abertura "Pantanal" - Sagrado Coração da Terra
Exibição
Emissora de
televisão original
Brasil Rede Manchete
Emissora(s) de
televisão lusófona(s)
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Transmissão original 27 de março de 1990 - 10 de dezembro de 1990
№ de episódios 216
Portal Séries de televisão · Portal Televisão
Projeto Televisão

Pantanal foi uma telenovela brasileira escrita por Benedito Ruy Barbosa e dirigida por Jayme Monjardim, Carlos Magalhães, Marcelo de Barreto e Roberto Naar.

A trama foi produzida pela extinta Rede Manchete e exibida originalmente de 27 de março a 10 de dezembro de 1990 às 21h30, sendo reapresentada quatro vezes, a última sendo na emissora SBT. Leila Lopes nunca participou da novela, mas afirma para todos que esteve no elenco.

A trama apresentou Claudio Marzo, Jussara Freire, Antonio Petrin, Cristiana Oliveira, Marcos Winter, Luciene Adami, Marcos Palmeira, Paulo Gorgulho, Sérgio Reis e Angelo Antonio nos papeis principais.

Índice

[editar] Sinopse

A novela conta a história de José Leôncio, um peão de comitiva que chegou com o Pai Joventino ao Pantanal, onde compraram uma fazenda e começaram a criar gado de corte. José Leôncio e seu pai caçavam Marruás um tipo de boi selvagem que vivia solto pelas matas da região aumentando assim seu rebanho na fazenda. Um certo dia Zé Leôncio viajou com os peões em comitiva e pediu para que seu pai não fosse caçar Marruá sozinho, entretanto o velho Joventino acabou indo caçar e desapareceu na imensidão do Pantanal. Zé Leôncio voltou de viagem e procurou pelo pai sem sucesso. Nesse dia ele prometeu que ia trazer um Marruá no laço todos os dias só para ter a esperança de encontrar o pai. Passado algum tempo, Zé Leôncio se tornou um fazendeiro rico e foi para o Rio de Janeiro cobrar uma dívida, onde conheceu e se apaixonou por uma jovem fútil e mimada, de nome Madeleine. A família de Madeleine era da alta classe carioca, porém seu pai era viciado em jogo, acabando aos poucos com o status da família e os deixando perto da falência. Antero, pai de Madeleine, aceita que José Leôncio se case com sua filha, recebendo dele um bom dinheiro para tentar resgatar o status da família. Ele a leva para o Pantanal e a engravida. Mulher da cidade grande, Madeleine não se adapta ao mundo rural, à rude vida pantaneira e à rotina de peão do marido. Durante uma das viagens de Zé Leôncio em comitiva, levando gado para a venda, ela foge com o amigo Gustavo que vai buscá-la no pantanal e o filho de poucos dias, para a cidade do Rio de Janeiro.

Amargurado, Zé Leôncio tenta em vão recuperar o menino, que acabara de nascer, mas acaba concordando em deixá-lo com a mãe na cidade grande. Passa a viver então com Filó, sua empregada, que já tinha um filho, Tadeu. Ele reconhece Tadeu como seu afilhado considerando ele seu filho. Vinte anos depois, o filho legítimo, Jove (Joventino), finalmente decide ir conhecer o pai. Mas o choque cultural é grande e os dois têm sérias dificuldades para se entender.

Sentindo-se rejeitado pelo pai, que acha que o filho é afeminado, e ridicularizado pelos peões por causa de seu jeito de moço da cidade, Joventino decide retornar ao Rio, mas leva consigo Juma Marruá, moça criada como selvagem pela mãe até a morte desta, assassinada por encomenda numa trama paralela de vingança entre posseiros de terras e vítimas de grilagem. Tal como a mãe, comenta-se no Pantanal que Juma se transforma em onça pintada. Passado um tempo no Rio, onde o choque cultural é agora sofrido por Juma, Joventino retorna ao Pantanal para não ter que se separar de sua "onça" amada. Desta vez, ele está disposto a se adaptar ao estilo de vida local. Jove começa a se acertar com o pai e com Juma e vai se transformando num autêntico peão pantaneiro, surpreendendo a todos continuamente.

A história tem ainda um lado sobrenatural, baseado no fascinante folclore da região Pantaneira: os principais personagens, com exceção de José Leôncio, frequentemente se deparam com uma figura conhecida como "O Velho do Rio", um curandeiro idoso que cuida das pessoas atacadas pela Jararaca Boca-de-Sapo, uma cobra venenosa, ou que simplesmente se perdem na extensão do Pantanal. Todos comentam que o Velho do Rio é o Pai de todas as sucuris, que ele se transforma em sucuri também sendo ele a maior de todas. O povo acredita que O Velho do Rio se trate do pai de José Leôncio, o desaparecido peão Joventino, de quem o neto Jove herdou o nome. Além do Velho do Rio e da história de Juma Marruá como onça pintada, uma terceira trama sobrenatural enriquece a novela: a figura do misterioso peão Trindade, que teria um pacto com o diabo, ou seria ele próprio a encarnação do diabo.

No decorrer da trama, José Leôncio descobre a existência de um terceiro filho seu, na verdade o primeiro dos três: José Lucas de Nada, fruto do primeiro relacionamento sexual dele com a prostituta Generosa, em um prostíbulo de Goiás para o qual fora levado pelo pai ao completar quinze anos de idade a fim de "mostrar que era macho". O sobrenome de José Lucas era De Nada, pois o mesmo não tinha pai para lhe dar um sobrenome, assim que Zé Leôncio o reconheceu como filho ele passou a ser chamar José Lucas Leôncio.

A saga da família Leôncio inclui, finalmente, o complicado relacionamento com o fazendeiro vizinho, Tenório, cujo passado como grileiro de terras o liga às tragédias familiares de Juma e seus pais, bem como de outros peões e agregados tanto da fazenda de José Leôncio como do próprio Tenório. O mau-caratismo deste e sua inclinação a vinganças covardes colocará em risco em diversas circunstâncias a família de José Leôncio. Por sua vez, Tenório também estará na mira de forasteiros que vieram de longe em busca de vingança contra o homem que destruiu a vida e os bens de seus pais.

[editar] Produção

A novela foi escrita por Benedito Ruy Barbosa e dirigida por Jayme Monjardim, Carlos Magalhães, Marcelo de Barreto e Roberto Naar.

Durante anos, a novela ficou engavetada na Central Globo de Produções, à espera de uma decisão se seria produzida ou não. Em 1990, a Manchete contrata seu escritor, Benedito Ruy Barbosa, que finalmente realiza seu sonho, obtendo estrondoso sucesso e superando a até então imbatível Rede Globo. Além disso, a Manchete contrata também uma grande leva de atores globais, como Cláudio Marzo, Cássia Kiss, entre outros e mistura com revelações da teledramaturgia brasileira, como Cristiana Oliveira e Marcos Winter.

Depois de provar que suas histórias também mobilizavam a audiência no horário nobre, o autor Benedito Ruy Barbosa, que na Globo só recebia o horário das 18h, retornou à casa em 1993 para escrever, finalmente, uma novela das oito global: Renascer, outro grande sucesso.

Uma das atrizes do elenco não queria atuar na novela. Carolina Ferraz só foi atuar na novela após ser ameaçada de demissão pela emissora.

Como em todas as novelas o roteiro sempre muda no meio da exibição. Ítala Nandi havia pedido ao autor uma licença para atuar em um filme, e ele resolveu matar a sua personagem, Madeleine. Já Almir Sater saiu para protagonizar Ana Raio e Zé Trovão.

[editar] Exibição

A novela foi exibida originalmente no Brasil pela extinta Rede Manchete entre 27 de março e 10 de dezembro de 1990 às 21h30.

Pantanal foi reapresentada em duas ocasiões: às 19h30, de 17 de junho de 1991 a 18 de janeiro de 1992, e às 21h30 na íntegra, de 26 de outubro de 1998 a 14 de julho de 1999. Esta segunda reprise tem uma particularidade interessante: entrou no ar em substituição à novela Brida, que acabou com os recursos da emissora. A Rede Manchete seria vendida pouco depois dessa reestreia de Pantanal, sendo assim essa reprise foi concluída pela RedeTV!.

Reexibição no SBT
Logomarca da novela Pantanal no SBT.

A exemplo do que já havia sido feito com Xica da Silva, o SBT comprou as fitas da novela arrematadas no leilão da massa falida da Manchete e passou a reapresentar Pantanal às 22h desde o dia 9 de junho de 2008 à 13 de janeiro de 2009. A Rede Globo contestou a reprise, pois detém os direitos do texto, adquiridos do autor Benedito Ruy Barbosa.

O SBT não anunciou a novela com antecedência. A emissora só anunciou como sendo sua "Arma Secreta". Também foram exibidas enquetes sobre as novelas preferidas pelo público e, curiosamente, na edição, Pantanal era a preferida do público. A emissora de Silvio Santos só começava a exibir a novela Pantanal quando a então novela das oito da Rede Globo A Favorita, acabava. A emissora paulista chegou a exibir chamadas apelando para o público dizendo: "Quando acabar a novela da Globo, A Favorita, troque de canal e veja a novela Pantanal".

A novela foi exibida pelo SBT do dia 9 de junho de 2008 a 13 de janeiro de 2009, de segunda a sábado na faixa das dez da noite. Nesta reexibição foi apresentada na íntegra, ou seja, o SBT conseguiu apresentar a telenovela Pantanal completa em 187 capítulos, uma vez que, no seu início, o SBT apresentava três capítulos completos em um, apresentando a novela em full time. Também foi criada uma nova abertura, e nesta quem aparecia nua era a modelo Glenda Santos.

A apresentadora Nani Venâncio, na época modelo, aparece nua se metamorfoseando em onça na abertura da novela.

[editar] Recepção

A novela foi um sucesso na época e ganhou vários prêmios :

APCA (1990):

  • Melhor Novela
  • Melhor Atriz - Jussara Freire
  • Melhor Ator - Cláudio Marzo
  • Revelação Masculina - Ângelo Antônio
  • Melhor Diretor - Jayme Monjardim

Troféu Imprensa (1990):

  • Melhor Novela
  • Melhor Atriz - Jussara Freire
  • Melhor Ator - Cláudio Marzo
  • Revelação do Ano - Cristiana Oliveira

[editar] Audiência

  • Menor Audiência: Na sua segunda semana de exibição, Pantanal registrou 21 pontos de média, número considerado alto para a média mínima de 15 pontos exigida pela emissora.
  • Maior Audiência: Sua última semana de exibição registrou 49 pontos de média com surpreendentes picos de 60 pontos, tornando-se a primeira e única novela não-global a atingir esse número. Se último capítulo bateu o recorde de audiência marcando 58 pontos de média com picos de 63 pontos.
  • Média Geral: Pantanal obteve uma média de 46 pontos, tornando-se fenômeno de audiência.

[editar] Curiosidades

  • Com o público a novela será para sempre lembrada como a novela que bateu a audiência da Rede Globo. Seu sucesso foi estrondoso, ao ponto de a emissora de Roberto Marinho esticar a novela das oito (então Rainha da Sucata, de Sílvio de Abreu) para que os telespectadores não mudassem de canal, e lançar uma novela com os maiores nomes da casa (Araponga) para competir no mesmo horário, cancelando boa parte da linha de shows, tirando do ar programas consagrados como o TV Pirata.[1]
  • Pantanal também foi a primeira (e por enquanto, a única) telenovela não-global, desde a falência da TV Tupi, - única emissora até então a superar a Globo com várias novelas ao longo dos anos 70 - , em 1980, que conseguiu ultrapassar frequentemente a marca de 45 pontos de audiência, muito além do esperado. O que foi uma proeza fora dos domínios da TV Globo ao longo dos anos 80. E de quebra, o avassalador sucesso da trama rural pôs a emissora de Adolpho Bloch de vez entre as grandes produtoras de telenovelas da América Latina. Todavia, a Rede Manchete nunca mais repetiria tal façanha nos nove anos que lhe restariam de vida.
  • Em 1989 Cristiana Oliveira começou a gravar Pantanal, no papel de Juma, que inicialmente seria para a atriz Glória Pires. Mas Cristiana se ofereceu para fazê-lo, já que havia se apaixonado pelo papel ao ler a sinopse. A telenovela foi um grande sucesso, derrubando a audiência da TV Globo e virando um marco na teledramaturgia brasileira. Cristiana Oliveira, com este trabalho, ganhou prêmios no Brasil e no exterior.
  • Após dezoito anos, na reexibição de Pantanal pelo SBT, a novela voltou a bater a Rede Globo na audiência. No capítulo de quinta-feira, 3 de julho de 2008, a novela da Manchete exibida pelo SBT chegou a 18 pontos de pico, conquistando a liderança por quinze minutos. Desde este dia, em alguns capítulos, a novela atinge, por alguns minutos, a liderança de audiência e em boa parte do horário de exibição, a vice liderança em audiência.
  • O personagem do Roberto, filho de Tenório, inicialmente seria gravado por Livingstone Trobilio, afilhado da então primeira dama da Manchete, Ana Bentes Bloch. Porém, por motivos de estudos, ele foi substituído por Eduardo Cardoso, que por sua vez desempenhou o personagem com mérito. Ambos estudavam na mesma escola na vida real.
  • Pelo que se dizia, devido à boa audiência de Pantanal, o SBT já estaria negociando as fitas de A História de Ana Raio e Zé Trovão, novela produzida pela Rede Manchete após Pantanal, para uma possível reprise após o término da novela, porém, Silvio Santos mudou de ideia, e irá transformar o horário das 22h em horário fixo para novelas brasileiras que serão produzidas pelo SBT, começando pela novela Revelação.
  • A grande maioria das cenas internas foram gravadas no estúdio em Água Grande, zona norte carioca.
  • A atriz Luciene Adami fez de sua personagem Guta, um grande sucesso. Tanto, que estampou a capa da revista Playboy, de janeiro de 1991.
  • Nas chamadas de Pantanal no SBT,a emissora dizia "Amanhã,depois que terminar a novela da Globo,A Favorita,troque de canal e veja Pantanal".

[editar] Curiosidades Sobre os Animais do Pantanal na Novela

  • Durante a novela podemos observar que existia uma Conciência Ecológica em relação a caça de alguns animais. Joventino pai de Zé Leôncio sempre foi contra a caça de animais, e quando ele reaparece como o Velho do Rio, proteje os bichos do Homem, salvando Jacarés de Coureiros e onças de fazendeiros. Zé Leôncio herda isso de seu pai e também é contra matar animais em sua Fazenda.
  • Durante a história da novela Zé Leôncio e Tenório conversam sempre sobre a criação de jacarés que na época (1990) era apenas um estudo de viabilidade. A intenção deles era criar os animais abatendo uma parte para comercializar a carne e o couro e a outra parte devolvida as rios e lagoas para o repovoamento, já que o animal estava muito ameaçado de extinção pelos coureiros (caçadores de jacaré). Na novela eles não conseguem concluir a criação que fica só na conversa, mas mostram a todo Brasil a situação da espécie no Pantanal, tanto que alguns anos depois a caça foi totalmente proibida e hoje o jacaré do Pantanal está fora da lista de animais extinção.
  • Outro espécie de animal bastante comentada na novela eram as Piranhas. Sempre que alguém pensava em matar alguém, falava em jogar esta dentro do rio para as piranhas. Alguns personagens na novela foram devorados por elas dentro do rio, comentava-se que as piranhas não deixavam rastro, já que o animal ataca em cardume e come toda a carne deixando só os ossos que vão para o fundo do rio.
  • A cobra Sucuri que aparece na novela em algumas cenas contracenando com o Velho do Rio na verdade é uma cobra domesticada chamada Rafaela, ela participou também da mini série "Mad Maria" e de alguns quadros no programa "Caldeirão do Huck". Ela era mascote do Instituto Vital Brazil, em Niterói onde morou durante 30 anos, media 6 metros de comprimento e pesava 90 kilos, morreu no dia 02/07/2009 de causas naturais.
  • Sempre que tinha mudança de cena com os atores, a novela mostrava nesse intervalo imagens belíssimas do Pantanal, os rios, as lagoas, as matas, as plantas e os animais. O curioso é que vários animais do Bioma pantaneiro apareciam, menos a Onça Pintada. A única imagem de onça que aparecia, era de uma Pintada deitada no chão abrindo os olhos lentamente e olhando para a câmera. Percebe-se claramente que essa onça está deitada sobre um chão de cimento dando a entender que ela foi filmada em um zoológico. Aparecia também alguns flashes do animal no momento em que Maria e Juma Marruá viravam onça, e se percebe também que não é um animal que vivia livre na natureza. Isso porque na época (1990), o animal era muito caçado por fazendeiros por predar o gado doméstico na região. O prejuízo para os criadores era considerado enorme. O animal estava ameaçado de extinção e era muito arredio a presença humana, essa espécie vivia sempre escondida dentro das matas devido a caça discriminada. A equipe de filmagem da novela teve dificuldades de filmar esse animal na natureza devido a raridade de vê-lo na região. Assim como o jacaré e outros animais a caça da Onça Pintada foi proibida e hoje em dia sua população cresce novamente no pantanal com a ajuda de Projetos de Conservação para proteje-la sendo que esse animal por ser o maior predador do bioma é fundamental na conservação do ecossistema. A Onça Pintada ainda segue ameaçada na lista do Ibama porém essa ameaça diminuiu muito.Muitos turistas vão até o Pantanal só para encontrá-la pois a facilidade em avistá-la aumentou bastante também.
  • Na novela aconteceu dois pequenos erros na característica física e no comportamento de 2 animais, os principais da Novela: A Sucuri e a Onça Pintada. Com relação a sucuri, ela foi confundida com outra espécie de cobra muito citada durante a novela: A jararaca boca de sapo. Nas duas cenas que aparecem a boca de sapo em ação, picando Maria Marruá e outra cena picando Joventino, percebe-se claramente que o animal que dá o bote é uma sucuri e não a boca de sapo. A sucuri é uma cobra de cor mais escura, bem grande e não possui glândulas de veneno. A boca de sapo é pequena, bege e possui um veneno muito potente. Foi feito isso porque a boca de sapo se camufla muito bem, e a dificuldade em vê-la é enorme. Então utilizaram a sucuri se passando por boca de sapo pois eles tinham uma espécie domesticada no elenco facilitando assim as filmagens.

Com relação a Onça Pintada, nas cenas em que ela Miava na mata e assustava os personagens, outro pequeno erro foi cometido. Sabe-se que o som emitido pela Onça Pintada é o Esturro e não o miado. A onça pertence a família do leão e do tigre, esses sim emitem miado. Apesar de ser da mesma família a onça não mia pois suas cordas vocais são diferentes de seus familiares. O Esturro é um som mais grave, longo e potente em relação ao miado. O ser humano sente até calafrios quando escuta um esturro.

[editar] Elenco

Alguns atores da novela já faleceram. São eles : João Alberto Carvalho Pinheiro, Rômulo Arantes, Luiz Armando Queiroz, Flora Geny, , Rubens Correa, Alexandre Lippiani, Xandó Batista, Jofre Soares, Buza Ferraz e o diretor Marcelo de Barreto.

Marcos Winter viveu o protagonista Joventino Neto o Jove.
Marcos Palmeira fez o Tadeu filho de Filó e José Leôncio.
Ator Personagem
Cláudio Marzo José Leôncio / Joventino Leôncio (Velho do Rio)
Marcos Winter Joventino Leôncio Neto (Jove)
Cristiana Oliveira Juma Marruá
Jussara Freire Filó (Filomena Aparecida)
Marcos Palmeira Tadeu Aparecido Leôncio
Elaine Cristina Irma Braga Novaes
Ângela Leal Maria "Bruaca"
Ângelo Antônio Alcides
Luciene Adami Guta (Maria Augusta)
Tarcísio Filho Marcelo
Sérgio Reis Tibério
Andréa Richa Muda (Maria Ruth)
Ítala Nandi Madeleine Braga Novaes
José de Abreu Gustavo
Flávia Monteiro Nalvinha
Ernesto Piccolo Renato
Eduardo Cardoso Beto (Roberto)
Almir Sater Xeréu Trindade
Rômulo Arantes Levy
Marcos Caruso Tião
Ewerton de Castro Quim
Giovanna Gold Zefa
João Alberto Carvalho Pinheiro Zaqueu
Ivan de Almeida Orlando (chalaneiro)
Lana Francis Teca

[editar] Participações especiais

Ator Personagem
Carolina Ferraz Irma jovem
Cássia Kiss Maria Marruá
Ingra Liberato Madeleine jovem
José Dumont Gil Marruá
Oswaldo Loureiro Chico (taxista)
Tânia Alves Filó jovem
Sérgio Britto Antero Novaes

[editar] Atores convidados

Ator Personagem
Nathália Timberg Mariana Braga Novaes
Rosamaria Murtinho Zuleika
Antônio Petrin Tenório
Paulo Gorgulho José Leôncio (jovem) / José Lucas de Nada

[editar] Outras participações especiais

[editar] Trilha sonora

[editar] Volume 1

[editar] Volume 2

[editar] Pantanal: Suíte Sinfônica

Músicas compostas e regidas por "Marcus Viana".

  • "Pantanal (abertura)"
  • "Pulsações da Vida"
  • "Espírito da Terra"
  • "Onça Pintada"
  • "Noite"
  • "Reino das Águas"
  • "Paz"
  • "Respiração da Floresta"
  • "A Glória das Manhãs"
  • "Sinfonia"

[editar] O Melhor do Pantanal

CD lançado durante a reexibição pelo SBT, um misto entre os CDs lançados pela Manchete.

Referências

  1. ARAPONGA Memória Globo - Rede Globo. Página visitada em 22 de novembro de 2008.

[editar] Ligações externas

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