Parable of the broken window

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Em Economia, a Parábola da Janela Quebrada ou Falácia da Janela Quebrada (do inglês Broken Window Fallacy) é a teoria que diz que a longo prazo, um ato de destruição pode ser benéfico para a economia de determinada região. Esse ato de destruição pode ser um desastre natural (terremotos, furacões etc.) ou pode ser, por exemplo, uma janela de um restaurante quebrada por um menino. Segundo essa teoria, ao ter sua janela quebrada, o dono do restaurante, precisará, evidentemente, repor o material danificado, contratando, pra isso, os serviços de um vidraceiro. Ao fazer isso, o vidraceiro encomenda o vidro junto ao produtor, que será pago pelo vidraceiro e também pagará pelas matérias-primas obtidas no fabrico do material. E assim por diante, beneficiando a economia como um todo. Frédéric Bastiat, célebre economista francês do século XIX, em sua obra O Que Se Vê e o Que Não Se Vê, rebate esta idéia, argumentando que um ato de destruição jamais pode ser considerado como uma boa coisa. Voltando ao exemplo do restaurante, se a janela não tivesse sido quebrada, o mesmo dinheiro poderia ser gasto em, por exemplo, um terno. Ao contratar os serviços de um alfaiate, o mesmo efeito seria gerado ao se contratar os serviços do vidraceiro citado. Ou, melhor ainda: não tivesse sido o dinheiro gasto, talvez o dono do estabelecimento, vendo seus negócios crescerem e a possibilidade de maior lucratividade, este poderia se motivar a abrir uma filial de seu estabelecimento gerando novos postos de trabalho, novas fontes de renda para seus empregados etc. Em conclusão, podemos dizer que a destruição não ajuda à Economia e que também não tem um "lado positivo".

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