Parque Sólon de Lucena

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Parque Sólon de Lucena
O parque à noite.
Localização João Pessoa, Brasil Brasil
Tipo Público
Inauguração 1922
Administração Prefeitura Municipal de João Pessoa
Parque Sólon de Lucena iluminado para o natal.

O Parque Sólon de Lucena, também conhecido simplesmente como Lagoa, é um espaço público da cidade de João Pessoa. É um dos principais símbolos da cidade.[1]

Localizado no centro da capital paraibana, o parque possui belos jardins e uma lagoa com um grande espelho d'água cercado por palmeiras imperiais, se tornando um verdadeiro cartão postal da cidade. O parque traz muito verde, árvores frondosas e barraquinhas de alimentação. Em volta do parque têm as lojas e supermercados mais importantes da cidade. No parque também têm pontos de ônibus, restaurantes, hotéis, bancas de revistas e vários prédios importantes. É uma das principais áreas verdes da urbe, junto com o parque Arruda Câmara, Jardim Botânico e outros.

Lagoa do parque.

O parque é um lugar ideal para realização movimentos sociais, eventos culturais, campanhas educativas e de saúde, etc. Possui várias espécies de árvores, principalmente o Ipê, Pau-Brasil e Bambu. Além disso é um ótimo local para se fazer esportes, como caminhada, ciclismo, corrida e skatismo.

No início do século XX, era conhecido como Lagoa dos Irerês (CPCH, 1999) em virtude do grande número de marrecos que havia nadando em suas águas (Cabral, 1998c). Nesta época, a lagoa era parte de um sítio pertencente aos jesuítas (Rodriguez, 1992). No mesmo local funcionou, posteriormente, o Engenho da Lagoa (Cabral, 1998c).

Na administração do governador Sólon de Lucena e do prefeito Walfredo Guedes Pereira, por volta de 1922 (Rodriguez, 1992), a velha lagoa foi, finalmente, transformada em parque público. Daí surgiu a denominação Parque Solon de Lucena, em homenagem ao governador da época (Cabral, 1998c).

Seus jardins são obras do paisagista Burle Marx. Destaca-se, entre outros, o colar de palmeiras plantado ao redor de toda a lagoa (Rodriguez, 1992), podendo-se ver ainda o bambuzal e exemplares de pau-d'arco e de outras árvores da reserva da Mata Atlântica (Nóbrega, 1982). Outro destaque é a fonte luminosa (CPCH, 1999), que apresenta características da arquitetura contemporânea brasileira (Rodriguez, 1992). Na lagoa, o que mais chama a atenção do público são os ipês amarelos, que podem ser vistos normalmente entre setembro e novembro.

Atualmente, o parque sofre com a intensa poluição da água de seus leitos, através dos dejetos eliminados advindos da área central da cidade.

Referências

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