Partido Democrático (Timor-Leste)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Partido Democrático
(PD)
Presidente Lasama de Araújo
Fundação 10 de junho de 2001 (13 anos)
Sede Rua de Colmera, Dili, Timor-Leste
Ideologia Social-democracia,
Liberalismo social
Parlamento Nacional do Timor-Leste
8 / 65
Espectro político Centro-esquerda[1]
Cores Azul, vermelho e branco

O Partido Democrático (PD) é um partido de Timor Leste, fundado em 10 de junho de 2001. O seu presidente é Fernando 'Lasama' de Araújo. O PD é um dos três partidos da coalizão governista no Parlamento Nacional do Timor-Leste.

Histórico[editar | editar código-fonte]

Nas primeiras eleições gerais em 30 de agosto 2001, o partido ganhou 8,72% dos votos e sete dos 88 assentos no parlamento nacional. O PD foi o segundo partido mais votado, ficando atrás apenas da FRETILIN.

Nas eleições presidenciais de 2007, Lasama concorreu como candidato pela PD. Recebendo apoio de setores da Igreja Católica e do líder rebelde Alfredo Reinado, Lasama terminou o primeiro turno com 19,18% dos votos, ficando em terceiro lugar, atrás do primeiro-ministro José Ramos-Horta e do presidente do parlamento Francisco Guterres, não podendo portanto disputar o segundo turno. O resultado foi questionado sob a alegação de irregularidades na contagem dos votos, mas os vários recursos foram rejeitados.

Nos eleições legislativas de 30 de junho 2007 o PD recebeu 11,30% dos votos e oito dos 65 assentos no parlamento. A FRETILIN, que era o maior partido do parlamento com 21 cadeiras, reivindicou a formação de um futuro governo, seja como um governo de minoria ou uma coalizão, mas o PD, o Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT) e a coligação ASDT/PSD (formada pelos partidos Associação Social-Democrata Timorense e Partido Social Democrata) juntaram-se formando uma nova coalizão sob o nome de Aliança com Maioria Parlamentar (AMP).[2] A AMP possuía 37 assentos com uma pequena maioria no parlamento. Depois de negociações infrutíferas com a FRETILIN e os esforços de mediação feitos por Ramos-Horta, o presidente do CNRT, Xanana Gusmão pediu para formar o governo sob liderança da AMP, tendo o próprio como primeiro-ministro.

Nos eleições parlamentares de 2012 o PD conquistou 10,56%, mantendo-se como a terceira força política de Timor, somente superada pela CNRT e a FRETILIN.[3] Com o CNRT e a Frenti-Mudança, o PD constitui o governo de coalizão. Lasama de Araújo tornou-se vice-primeiro-ministro.[4]

Referências