Partido dos Trabalhadores

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Partido dos Trabalhadores
PT (Brazil) logo.svg
Número no TSE 13
Presidente Rui Falcão
Fundação 10 de Fevereiro de 1980 (34 anos)
Sede São Paulo e Brasília
Ideologia Majoritária:
Lulismo
Social-Democracia
Socialismo petista
Reformismo
Minoritária:
Marxismo (Socialismo, Leninismo e Trotskismo)
[1] [2] [3] [4]
Espectro político Majoritário:
Centro
Centro-esquerda
Esquerda
Minoritário:
Extrema-esquerda
Afiliação internacional Foro de São Paulo
Governadores (2010)[5]
5 / 27
Prefeitos (2012)[6]
640 / 5 568
Senadores (2010)[7]
15 / 81
Deputados federais (2010)[8]
88 / 513
Deputados estaduais (2010)[9]
149 / 1 024
Vereadores 2012[10]
5 181 / 56 810
Cores       Vermelho

      Branco
Site
PT Nacional (Oficial)
Política do Brasil
Partidos políticos
Eleições

O Partido dos Trabalhadores (PT) é um partido político brasileiro. Fundado em 1980, é um dos maiores e mais importantes movimentos de esquerda da América do Sul. Com 1 549 180 filiados, o PT é o segundo maior partido político do Brasil, atrás apenas do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB).[11]

Maior partido na Câmara dos Deputados,[12] o PT foi o partido preferido de cerca de um quarto do eleitorado brasileiro desde dezembro de 2009 conforme revista publicada em 2010[13] . O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff são amplamente reconhecidos como seus membros mais notórios.[14] Seus símbolos são a bandeira vermelha com uma estrela branca ao centro, a estrela vermelha de cinco pontas, com a sigla PT inscrita ao centro e o hino [15] do Partido dos Trabalhadores. Seu código eleitoral é o 13.[16]

O PT possui, como os demais partidos políticos no Brasil, uma fundação de apoio. Denominada Fundação Perseu Abramo, foi instituída pelo Diretório Nacional em 1996 e tem por missão realizar debates, editar publicações, promover cursos de formação política e preservar o patrimônio histórico do partido - tarefa pela qual é responsável o Centro Sérgio Buarque de Holanda. A FPA substituiu uma fundação de apoio partidário anteriormente existente no PT, a Fundação Wilson Pinheiro, criada em 1981 e extinta em 1990.

História

Fundação

Cartaz da campanha eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva ao governo do estado de São Paulo em 1982.

Composto por dirigentes sindicais, intelectuais de esquerda e católicos ligados à Teologia da Libertação, no dia 10 de fevereiro de 1980 no Colégio Sion em São Paulo.[17] O partido é fruto da aproximação dos movimentos sindicais, a exemplo da Conferência das Classes Trabalhadoras (CONCLAT) que veio a ser o embrião da Central Única dos Trabalhadores (CUT),[18] grupo ao qual pertenceu o ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, com antigos setores da esquerda brasileira.

O PT foi fundado com um viés socialista.[19] Com o golpe de 1964, a espinha dorsal do sindicalismo brasileiro, que era o CGT (Comando Geral dos Trabalhadores), reunia lideranças sindicais tuteladas pelo Ministério do Trabalho- um ministério geralmente ocupado por lideranças do Partido Trabalhista Brasileiro varguista - foi dissolvida, enquanto os sindicatos oficiais sofriam intervenção governamental. A ressurgência de um movimento trabalhista organizado, expressa nas greves do ABC paulista da década de 1970, colocava a possibilidade de uma reorganização do movimento trabalhista de forma livre da tutela do Estado, projeto este expresso na criação da CONCLAT, que viria a ser o embrião da CUT, fundada três anos após o surgimento do PT. Originalmente, este novo movimento trabalhista buscava fazer política exclusivamente na esfera sindical[carece de fontes?]. No entanto, a sobrevivência de um sindicalismo tutelado - expressa na reconstrução, na mesma época do antigo CGT, agora com o nome de Confederação Geral dos Trabalhadores, congregando lideranças sindicais mais conservadoras, como as de Joaquinzão e de Luís Antônio de Medeiros - mais a influência ainda exercida sobre o movimento sindical por lideranças de partidos de Esquerda tradicionais, como o Partido Comunista Brasileiro, forçaram o movimento sindical do ABC, estimulado por lideranças antistalinistas da Esquerda, como a de diversos grupamentos trotskistas, a adquirir identidade própria pela constituição em partido político - uma estratégia similar à realizada pelo movimento sindical Solidarność na Polônia comunista de então.

O PT surgiu, assim, rejeitando tanto as tradicionais lideranças do sindicalismo oficial, como também procurando colocar em prática uma nova forma de socialismo democrático,[19] tentando recusar modelos já então em decadência, como o soviético ou o chinês. Significou a confluência do sindicalismo basista da época com a intelectualidade de Esquerda antistalinista.[20]

Foi oficialmente reconhecido como partido político pelo Tribunal Superior de Justiça Eleitoral no dia 11 de fevereiro de 1982. A ficha de filiação número um foi assinada por Apolonio de Carvalho, seguido pelo crítico de arte Mário Pedrosa, pelo crítico literário Antonio Candido e pelo historiador e jornalista Sérgio Buarque de Hollanda.[21]

Ideologia partidária oficial

O então deputado federal e posterior presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva durante um discurso no plenário da Câmara dos Deputados.

O PT surgiu da organização sindical espontânea de operários paulistas no final da década de 1970, dentro do vácuo político criado pela repressão do regime militar aos partidos comunistas tradicionais e aos grupos armados de Esquerda então existentes. Desde a sua fundação, apresenta-se como um partido de Esquerda que defende o socialismo como forma de organização social. Contudo, diz ter objeções ao socialismo real implementado em alguns países, não reconhecendo tais sistemas como o verdadeiro socialismo.[19] A ideologia espontânea das bases sindicais do partido - e a ação pessoal de lideranças sindicais como as de Lula, Jair Meneguelli e outros, sempre se caracterizou por uma certa rejeição das ideologias em favor da ação sindical como fim em si mesma, e é bem conhecido o episódio em que Lula, questionado por seu adversário Fernando Collor quanto à filiação ideológica do PT, em debate televisionado ao vivo em 1989, respondeu textualmente que o PT "jamais declarou ser um partido marxista".

Mesmo assim, o partido manteve durante toda a década de 1980 relações amistosas com os partidos comunistas que então governavam países do "socialismo real" como a União Soviética, República Democrática Alemã, República Popular da China, e Cuba. Estas relações, no entanto, jamais se traduziram em qualquer espécie de organização interpartidária ou de unidade de ação e não sobreviveram à derrocada do mesmo socialismo real a partir de 1989, não obstante a manutenção de certa afinidade sentimental de algumas lideranças do PT com o governo de Fidel Castro - como no caso emblemático do ex-deputado José Dirceu, que na década de 1960 foi exilado em Cuba e lá recebeu treinamento para a luta de guerrilha (da qual jamais participou concretamente). A liderança do PT mantém também boas relações com o governo de Hugo Chávez na Venezuela.

O PT nasceu com uma postura crítica ao reformismo dos partidos políticos social-democratas. Nas palavras do seu programa original: "As correntes social-democratas não apresentam, hoje, nenhuma perspectiva real de superação histórica do capitalismo imperialista".[22] O PT organizou-se, no papel, a partir das formulações de intelectuais marxistas, mas também continha em seu bojo, desde o nascimento, ideologias espontâneas dos sindicalistas que constituíram o seu "núcleo duro" organizacional, ideologias estas que apontavam para uma aceitação da ordem burguesa, e cuja importância tornou-se cada vez maior na medida em que o partido adquiria bases materiais como máquina burocrático-eleitoral[carece de fontes?].

O partido se articula com diversos outros partidos e grupos de esquerda latino-americanos, como a Frente Ampla uruguaia, partidos comunistas de Cuba, Brasil e outros países, e movimentos sociais brasileiros, como o MST no chamado Foro de São Paulo, reunião de movimentos e partidos políticos de esquerda latino-americanos. Lula, afirmou no último desses encontros: "Precisei chegar à presidência da República para descobrir o quão importante foi criar o Foro de São Paulo".[23]

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) é a principal organização sindical ligada ao Partido dos Trabalhadores (PT). Vinculado à antiga CONCLAT e posteriormente à CUT, o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, atual Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, é considerado como o embrião nacional do partido na região do ABC Paulista.

Alguns[quem?][24] afirmam que tais relações não se traduzem em qualquer espécie de unidade organizacional, ficando no nível da solidariedade política mútua em torno de certos objetivos comuns, como a luta pela unidade latino-americana e a oposição à penetração política estadunidense na América Latina. Esses últimos dizem[quem?] que o que caracteriza o PT é uma certa adesão retórica ao socialismo, adesão esta que não se traduz em pressupostos ideológicos claros e consensualmente admitidos pela generalidade do partido. O ex-presidente do PT, José Genoíno, costumava afirmar que o socialismo e o marxismo tornaram-se, para o partido, mais "um sistema de valores" do que um conjunto de medidas para a transformação da sociedade.[25]

Outros, membros do partidos de direita e da grande mídia,[26] [27] [28] discordando, caracterizam o Foro de São Paulo como um traçado de políticas conjunto e de fato, que foi o que permitiu a ascensão de Lula, de Hugo Chávez, de Evo Morales e da Frente Ampla, argumentando que essas políticas conjuntas estão traçadas nas atas desses foros, e são prontamente executadas pelos participantes presentes em governo. As ideologias políticas dos partidos e movimentos participantes do Foro de São Paulo diferem elas mesmas consideravelmente.

Poder-se-ia dizer, ainda, que, no PT, o trabalho ideológico-teórico sempre foi levado à reboque das origens concretas do partido. A favor dessa afirmação está o fato de que seu núcleo duro é composto por sindicalistas com uma preocupação, acima de tudo, com os interesses corporativos dos trabalhadores assalariados organizados, o que explicaria a facilidade com que o partido, uma vez no poder, adaptou-se à lógica da economia capitalista como um todo e a uma política econômica bastante ortodoxa. E não se trata, aqui, apenas da Presidência da República: já na década de 1990, prefeitos petistas como o futuro Ministro da Fazenda Antônio Palocci adotavam políticas de governo de tipo neoliberal (privatizações, cortes drásticos de gastos públicos) que em pouco distinguiam-se das propostas por seus análogos do PSDB ou dos Democratas (antigo PFL).[29] Em julho de 2006, o próprio presidente Lula se declarou distante da esquerda, admitindo que em um eventual segundo mandato prosseguiria com políticas conservadoras.[30]

Ainda assim, é possível contra-argumentar que uma regência capitalista da economia também foi praticada por Lênin, na chamada Nova Política Econômica, logo depois da revolução soviética. José Genoíno, em entrevista à Folha de São Paulo em Fevereiro de 2005, afirmou categoricamente que o governo Lula seguia a Nova Política Econômica leninista.

Deve-se lembrar, ainda, que a burocracia do PT, por conta das suas ligações com cúpulas sindicais como as da CUT, teve a oportunidade concreta[31] de desenvolver estratégias de acumulação de capital através da administração de fundos de pensão privados (cujo desenvolvimento o governo Lula tentaria estimular na recente Reforma da Previdência), estratégias estas que acabariam por desenvolver uma certa identidade de interesses entre a burocracia do partido e setores da burguesia brasileira.

Raízes ideológicas

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) é um dos principais movimentos sociais ligados ao Partido dos Trabalhadores (PT).

Pode-se verificar as raízes ideológicas do PT em dois grandes nomes do marxismo: Lênin e Gramsci[32] [33] [34] . A Nova Política Econômica (NEP) — doutrina econômica leninista que aderia a mecanismos da economia de mercado sem abrir mão do socialismo — serve de base e inspiração para a política econômica do governo Lula, segundo declaração de José Genoíno, ex-presidente do PT, ao jornal Folha de S. Paulo em fevereiro de 2005. Para esses, o reformismo gramscista é a base da ação política e eleitoral do PT, baseada no paradigma do moderno príncipe (uma releitura feita por Gramsci do príncipe de Maquiavel). Esse pensamento é rejeitado por muitos petistas, que negam qualquer relação com os comunistas soviéticos, e até os confrontam, como se vê nas origens do partido.

O PT se originou no movimento sindical brasileiro e nas comunidades eclesiais de base da teologia da libertação, surgindo da desilusão com o "socialismo realmente existente", do modelo stalinista soviético e maoista chinês, e pretendia-se, na origem, fundamentalmente como aquilo que seu nome indicava: um partido de trabalhadores para trabalhadores, inclusive como uma alternativa deliberada ao Partido Comunista Brasileiro. Um fato emblemático para caracterizar esta posição diferenciada, como já dito, foi seu apoio ao sindicato independente Solidarność em sua luta por abertura política na Polônia comunista de então.

O PT, em sua própria definição, sempre se pautou pela liberdade de opinião e pela disciplina partidária - que alguns dizem remontar ao Partido Comunista Soviético, dirigido por Lênin. Contudo, afasta-se do pensamento desse ideólogo por ser contra a ideia de ser um partido revolucionário centralizado dirigido por intelectuais. A partir de sua base tradicional na classe operária urbana, o PT organizou-se mais como um aglomerado heterogêneo de núcleos temáticos, de forma antagônica a uma organização de base em células de tipo comunista, que tendiam a privilegiar a posição de classe dos filiados sobre seus interesses espontâneos ou afiliações não-classistas (por exemplo, o pertencimento a movimentos homossexuais, ecológicos, de base étnica e/ou identitária). Casos emblemáticos disto foram a ligação do PT, desde muito cedo, com o movimento agrário-ecológico dos seringueiros do Acre pela instalação de reservas extrativistas na Amazônia, então dirigido pelo ativista Chico Mendes e o forte apoio dado por esse partido ao MST.

O PT, desde sua fundação, acabou por servir de desaguadouro[carece de fontes?] a intelectuais marxistas (por exemplo o cientista político comunista Carlos Nelson Coutinho) e incorporou[carece de fontes?] certas ideias políticas do comunista italiano Antonio Gramsci, basicamente a interpretação da luta política como luta pela hegemonia ideológica, ideia esta reinterpretada num sentido reformista, em que os enfrentamentos no campo cultural passavam a substituir completamente a preparação para um enfrentamento revolucionário clássico de tipo violento, permitindo a aceitação da legalidade e do calendário eleitoral da Democracia parlamentar.

Sede do PT em Belo Horizonte, Minas Gerais. (Imagem: Andrevruas)

A maior parte dos estudiosos de Gramsci no Brasil é filiada[carece de fontes?] e/ou simpática ao Partido dos Trabalhadores, colocando-se como intelectuais orgânicos de ideologia proletária) e muitos deles foram, inclusive, nomes importantes na criação do partido. Há, contudo, uma maior diversidade ideológica entre os intelectuais petistas.

Pode conceder-se até[carece de fontes?], num sentido restrito, que o gramscismo seja considerado a ideologia do campo majoritário, a ala do PT que hoje o preside. A adesão do PT ao trabalho de superação do senso comum, à economia de mercado e ao abandono da luta revolucionária aberta é comprovada pelas periódicas purgas dos grupos nele incrustados que se reclamavam do marxismo mais ortodoxo. Em outras palavras, tal "gramscismo" não passaria de uma ideologia de renuncia à ação revolucionária em favor de um "socialismo" de meras atitudes pouco onerosas supostamente a favor dos oprimidos.

No início da década de 1990 ocorreram os primeiros rachas e expulsões do partido. Estas primeiras expulsões tinham como causa a propositura, por parte algumas correntes trotskistas, do engajamento do partido em ações de cunho revolucionário contra o governo de Fernando Collor, seja através de uma ação direta contra o mesmo (proposta pela corrente Causa Operária), seja levantando a plataforma de agitação de eleições gerais como sequência ao impeachment de Collor (proposta pela corrente Convergência Socialista). Em 2003, membros do partido inconformados com as políticas econômicas próximas à economia neoclássica (ou mais exatamente à releitura de economia neoclássica conhecida como Consenso de Washington) do Governo Lula, foram expulsos após não seguirem as diretrizes partidárias na votação da Reforma da Previdência. Aproveitando-se do momento de crise em que o PT passava, esses membros, liderados por Heloísa Helena, pensavam ser o momento certo para a construção de um novo partido de esquerda a ser referencia para os trabalhadores brasileiros. Assim nascia o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Mais tarde, o PSOL se tornaria apenas mais uma legenda dissidente do PT sem grande expressão eleitoral ou na base dos movimentos sociais. Posteriormente, ao serem derrotados no PED (Processo de Eleições Diretas), que decidiam as direções partidárias, com a candidatura de Plínio de Arruda Sampaio, outra tendencia também migra para o PSOL, a Ação Popular Socialista (APS) de Ivan Valente .

Apesar destas pequenas rupturas o PT ainda consegue ser referência para os trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade. Quadros importantes continuam no partido, como Raul Pont, Emir Sader e Valter Pomar, que preferiram disputar o comando do partido a romper com ele. O PT contém ainda uma fração que mantém uma afiliação doutrinária e de organização com o trotskismo internacional, a Democracia Socialista (DS), já foi ligada à chamada Quarta Internacional (Pós-reunificação) - corrente esta que teve como seu mais importante dirigente histórico o economista belga Ernest Mandel. Pertence à DS o ex-ministro da Reforma Agrária do primeiro governo de Lula, Miguel Rosseto.

Tendências partidárias

Militante do PT em frente à Residência Oficial da Granja do Torto em Brasília.
Atuais
Antigas

Articulação de Esquerda

A Articulação de Esquerda é uma tendência ou corrente interna do Partido dos Trabalhadores (PT), fundada nos dias 18 e 19 de setembro de 1993[35] . Essa corrente é caracterizada por seguir uma linha política á esquerda do campo majoritário do partido e tem como objetivo a construção de um "Partido dos Trabalhadores de massa, democrático, socialista e revolucionário"[36] .

Principais cargos conquistados

Cerimônia de posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2003.

O partido obteve em 1985 a sua primeira prefeitura de uma capital, Fortaleza. Maria Luíza Fontenele foi a primeira mulher a ser prefeita de uma capital.

Em 1988, a prefeitura da maior cidade do Brasil (São Paulo) foi ganha por Luiza Erundina, primeira mulher a governar a metrópole. Vencendo também na cidade vizinha de São Bernardo do Campo, o Maurício Soares e na cidade de Campinas por Jacó Bittar. Vence também na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul com Olívio Dutra que, seguido de Tarso Genro, Raul Pont e Tarso Genro de novo, totalizaria dezesseis anos de administração petista na cidade, assim como na cidade de Vitória, Espírito Santo com Vítor Buaiz. Consegue ótimas colocações, na cidade de Belo Horizonte onde Virgílio Guimarães ficou em segundo lugar por 2% dos votos e em Goiânia onde Darci Accorsi ficou em segundo lugar, mas fez mais de 40% dos votos.

Em 1990 Jorge Viana vai ao segundo turno da eleição para governador do Acre, mas perde por três mil votos de diferença. Nesse mesmo ano, é feito em São Paulo o primeiro senador do partido: Eduardo Suplicy (que está atualmente no terceiro mandato, o que totalizará 24 anos de Senado).

Em 1992 elege Jorge Viana para prefeito de Rio Branco capital do Acre, onde o mesmo obteve uma grande aceitação pública no fim do seu mandato.

Em 1994 elege os governadores nos estados como Espírito Santo e Distrito Federal e quatro senadores: Marina Silva no Acre, José Eduardo Dutra em Sergipe, Lauro Campos no Distrito Federal e Benedita da Silva no Rio de Janeiro.

Em 1998 elege os governadores do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra, do Mato Grosso do Sul, José Orcírio Miranda dos Santos (o Zeca do PT) e Jorge Viana no Acre, além de Heloísa Helena e Tião Viana para o senado.

Em 2000 elege pela segunda vez uma mulher para governar São Paulo, Marta Suplicy. Elege Tarso Genro para o quarto mandato consecutivo em Porto Alegre, Pedro Wilson Guimarães em Goiânia, João Henrique Pimentel em Macapá, João Paulo Lima e Silva em Recife, Célio de Castro (eleito pelo PSB mas que entra no PT em 2001) em Belo Horizonte, Marcelo Déda em Aracaju, Edmílson Rodrigues em Belém, entre outras capitais e cidades importantes como Guarulhos, Ribeirão Preto, Campinas, Caxias do Sul, Londrina, Maringá, Imperatriz e Corumbá.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (esq.) ao lado dos prefeitos petistas de São Paulo, Fernando Haddad (centro) e Marta Suplicy (dir.).

Em 2002 elege Aloizio Mercadante, senador da República com 10.497.348 votos, a maior votação já registrada no país até então.[37]

Em 2002 chega à Presidência da República pela primeira vez. Lula da Silva foi eleito Presidente da República na ocasião, juntamente com a maior bancada de deputados federais, de 91 deputados, eleita para o Congresso Nacional. João Paulo Cunha é eleito presidente da câmara dos deputados em 2003, sendo o primeiro petista e o primeiro sindicalista a obter o cargo. Nas eleições de 2002 o PT elege Wellington Dias para o governo do Piauí, reelege Jorge Viana no Acre e Zeca do PT no Mato Grosso do Sul. Além de eleger 10 senadores: Paulo Paim (RS), Ideli Salvatti (SC), Flávio Arns(PR), Ana Julia Carepa (PA), Marina Silva (AC), Aloizio Mercadante (SP), Delcídio Amaral (MS), Serys Slhessarenko (MT), Fátima Cleide (RO) e Cristovam Buarque (desfiliou-se em 2005).

Em 2004, nas eleições municipais, o partido perdeu em importantes centros urbanos (como as prefeituras de São Paulo, Campinas, Santos, Goiânia, Ribeirão Preto e Porto Alegre, onde o partido se mantinha no poder há dezesseis anos), Entretanto, o número total de prefeitos eleitos pelo PT no país subiu de 187 para 411. Na terceira mais importante cidade do país, Belo Horizonte, o PT conseguiu reeleger o prefeito Fernando Pimentel e em Recife, quarta maior cidade do país, reelege João Paulo.

Em São Paulo, o partido perdeu a prefeitura para José Serra, do PSDB, contra quem Lula concorrera à Presidência em 2002.

O atual presidente do PT desde 11 de outubro de 2005 é Ricardo Berzoini. Deputado federal, Berzoini era secretário-geral do partido e foi escolhido candidato do Campo Majoritário depois que o então presidente, Tarso Genro, desistiu da disputa.

O Partido dos Trabalhadores é o único partido no Brasil com eleições diretas para todos os cargos da direção partidária, em todos os níveis - municipal, estadual e federal - através do processo de eleições diretas (PED), que ocorre a cada três anos.[38] É necessário lembrar, no entanto, que em função da sua concentração cada vez maior em uma ação política pautada pelo calendário eleitoral, que o PT acabou por girar, cada vez mais, em torno da figura individual de Lula e do grupo ideologicamente mais afinado com ele, o Campo Majoritário (sucessor da tendência Articulação) que acabaria por se impor ao partido como facção dominante, a partir dos expurgos das correntes de extrema-esquerda no interior do partido no início da década de 1990, que fundaram o PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado), o PCO (Partido da Causa Operária), e também o PSOL no começo da década de 2000.

Bancada dos vereadores do PT na Câmara Municipal de São Paulo.

Em 2008, nas eleições municipais, venceu em importantes cidades do Estado de São Paulo. Luiz Marinho ganha no segundo turno a prefeitura de São Bernardo do Campo. Emídio de Souza foi reeleito prefeito de Osasco, no primeiro turno. Márcia Rosa vence a eleição em Cubatão e o PT volta a ter uma prefeitura na Baixada Santista, fato que não ocorria desde a eleição de 1992. Quando David Capistrano foi eleito em Santos, com apoio da então prefeita Telma de Souza.

Em 1 de abril de 2010, o partido reconquistou a prefeitura de Goiânia, após a renúncia do então prefeito Iris Rezende, do PMDB. No seu lugar assumiu o petista Paulo Garcia.

Em 31 de outubro de 2010, Dilma Vana Roussef é eleita Presidente do Brasil tornando-se a primeira mulher a assumir o cargo na história da república.

O PT jamais elegeu um governador no Estado de São Paulo, o mais importante e influente da Federação, ainda que sempre esteve presente nas disputas, desde a redemocratização.

Governo Lula

Com a ascensão para a Presidência do Luís Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores em 2002 vencendo o 2º turno das eleições gerais de 2002 e com a posse em Janeiro de 2003, aglutinou-se vários partidos políticos, dentre eles o Partido Popular Socialista, Partido Socialista Brasileiro, Partido Democrático Trabalhista, e outros como base de sustentação.

Com a continuidade das políticas econômicas do Governo do Fernando Henrique Cardoso e com as denúncias de corrupção, adveio uma crise política que ocasionou a cisão do Partido dos Trabalhadores em Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) em 2004.

Havendo após este período as críticas da esquerda ao Governo do Presidente Lula e o reconhecimento público do Partido dos Trabalhadores como um partido reformista de centro-esquerda. Em 2006 com as eleições gerais, foi reafirmado o projeto petista de Brasil, havendo o desenvolvimento do Plano de Aceleração do Crescimento, o PAC.

Neste governo também ocorreu o maior escandâlo da República, conhecido como o mensalão, através de artificios com empresários o governo federal levantou fundos junto a orgãos federais(banco do Brasil) para comprar apoio de deputados/senadores com dinheiro público, com o julgamento do STF em 2012, várias figuras do petismo foram condenadas.

Controvérsias

Ranking da corrupção

Com base em dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral divulgou um balanço, em 4 de outubro de 2007, com os partidos com maior número de parlamentares cassados por corrupção desde o ano 2000. O PT aparece em nono lugar na lista, com 10 cassações, atrás do DEM, PMDB e PSDB, PP, PTB, PDT, PR e PPS.[39]

Escândalos de corrupção

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No ano de 2005, o penúltimo ano da gestão do PT, membros do partido viram-se envolvidos em várias acusações de corrupção que passaram a ter grande repercussão após denúncias do então deputado federal e ex-presidente do PTB, Roberto Jefferson (envolvido em um escândalo de corrupção nos Correios), sobre um suposto esquema de pagamento de propina a parlamentares, que denominou "mensalão". As acusações do deputado no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados culminaram no afastamento do então Ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, na instalação da CPI dos Correios e em várias acusações em sequência, que provocaram a saída do presidente do PT José Genoíno e o pedido de licença de vários membros da cúpula do partido. Dentre estes, os principais nomes são os de Silvio Pereira que era secretário-geral nacional do PT,e saiu por ter ganho um veículo de uma empresa privada que havia vencido uma licitação, e Delúbio Soares, ex-tesoureiro do partido, que foi expulso do partido por ter sido indiciado como o tesoureiro do mensalão e demitido do quadro de professores do Governo de Goiás por não exercer o cargo.[carece de fontes?]

Após o escândalo do mensalão, o deputado federal José Dirceu teve seu mandato cassado pelo plenário da Câmara.

O relator da CPI concluiu que houve distribuição de recursos ilegais a parlamentares com periodicidade.

"Houve recebimento de vantagens indevidas por parlamentares e dirigentes partidários com periodicidade variável, mas constante em 2002 e em 2003. Chame-se a isso mensalão quem quiser; chame-se a isso quinzenão quem quiser; chame-se a isso semanão quem quiser".[40] citando o relatório final de Ibrahim Abi-Ackel (PP-MG).

O PT defende a tese de que o crime cometido foi o de Caixa Dois e não o da compra de deputados. A respeito disso, o Presidente Lula declarou, em entrevista na França, no mês de julho de 2005, que "O que o PT fez do ponto de vista eleitoral é o que é feito no Brasil sistematicamente. Eu acho que as pessoas não pensaram direito no que estavam fazendo, porque o PT tem na ética uma das suas marcas mais extraordinárias. E não é por causa do erro de um dirigente ou de outro que você pode dizer que o PT está envolvido em corrupção."[41]

Em Setembro de 2006 surge um novo escândalo, chamado de "Crise do dossiê" envolvendo pessoas próximas ao presidente Lula e ao senador Aloizio Mercadante, respectivamente candidatos à Presidência da República e ao governo de São Paulo, que pretendiam comprar, com 1,7 milhão de reais em dinheiro vivo, de origem duvidosa, um dossiê que supostamente vincularia o candidato José Serra com o escândalo das sanguessugas.[carece de fontes?]

O principal marco dos escândalos de corrupção no PT é o grande número de envolvidos na liderança do partido, o que não se tinha notícia até a crise do Mensalão.

Em 1 de fevereiro de 2008, a Ministra da Igualdade Racial Matilde Ribeiro, também filiada ao partido pediu demissão do cargo, por conta dos gastos irregulares com o cartão de crédito corporativo de seu gabinete.[carece de fontes?].

O mais recente escândalo envolve o ex-ministro Antonio Palocci, que aumentou seu patrimônio em 20 vezes em apenas quatro anos, sendo que uma grande parcela do seu enriquecimento se deu nos dois meses subsequentes às eleições presidenciais de 2010. Acusado de tráfico de influência, se viu muito próximo de sofrer a investigação de uma CPI no Senado, o que possivelmente causaria um grande abalo no governo de sua presidenta Dilma Rousseff. Paloci pediu afastamento em 07 de Junho de 2011.[42]

Durante o governo do PT, houve uma concentração da grande mídia, privilegiando os empresários já estabelecidos, principalmente no ramo de radiodifusão.[43]

Receitas e fundo partidário

Os partidos políticos brasileiros recebem do governo federal uma verba anual para assistência financeira, que é disponibilizada em doze parcelas mensais. Além disso, os partidos podem receber doações de empresas e indivíduos, e também contribuições financeiras de pessoas ligadas ao partido. Nos últimos anos a receita do PT teve os seguintes valores:

Ano Receitas (R$ milhões)
Fundo partidário Contribuições Doações
pessoas jurídicas
Doações
pessoas físicas
2013[44]
58,313
32,639
79,778
0,003

Bancada na Câmara dos Deputados

Composição atual

Deputados AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO
87 2 0 1 1 10 4 3 1 2 1 8 2 0 4 1 3 3 5 5 1 1 0 8 3 2 16 0

Fonte: Portal da Câmara dos Deputados - Conheça os Deputados

Bancada eleita para a legislatura

Legislatura Eleitos  % AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO Diferença
54ª (2011-2015)
88 17,15 2 0 1 2 10 4 3 1 1 1 8 2 1 4 1 4 2 5 5 1 1 0 8 4 2 15 0 +5
53ª (2007-2011)
83 16,18 3 0 1 1 8 4 1 1 2 1 9 2 1 3 1 5 2 4 6 1 2 0 7 3 1 14 0 -8
52ª (2003-2007)
91 17,34 3 0 0 2 7 2 2 1 2 1 11 3 1 3 1 3 1 6 7 1 2 0 8 5 1 18 0 +32
51ª (1999-2003)
59 11,50 2 0 0 0 5 1 2 1 1 0 7 2 0 3 1 1 1 3 4 0 0 0 8 2 1 14 0

Fonte: Portal da Câmara dos Deputados - Bancada na Eleição.

Participação do partido nas eleições presidenciais

Ano Candidato(a) a Presidente Candidato a Vice-Presidente Coligação Votos  % Colocação
2014 Dilma Rousseff (PT) Michel Temer (PMDB) PT, PMDB, PSD, PP, PR, PDT, PRB, PROS, PCdoB 54 495 459 51,64
2010 Dilma Rousseff (PT) Michel Temer (PMDB) PT, PMDB, PR, PSB, PDT, PC do B, PSC, PRB, PTC e PTN 55.752.529 56,05
2006 Luiz Inácio Lula da Silva (PT) José Alencar (PRB) PT, PRB e PC do B 58.295.042 60.83
2002 Luiz Inácio Lula da Silva (PT) José Alencar (PL) PT, PL, PC do B, PMN e PCB 52.793.364 61,27
1998 Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Leonel Brizola (PDT) PT, PDT, PSB, PC do B e PCB 21.475.218 31,71
1994 Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Aloizio Mercadante (PT) PT, PSB, PC do B, PPS, PV e PSTU 17.122.127 27,04
1989 Luiz Inácio Lula da Silva (PT) José Paulo Bisol (PSB) PT, PSB e PC do B 31.076.364 44,23

Histórico de presidentes do partido

Ricardo Berzoini, em primeiro plano, ao lado de Henrique Fontana (centro) e Raul Pont (esquerda).(Imagem: Wilson Dias/ABr)

Membros famosos

Ex-membros famosos

Ver também

Bibliografia

  • ALMEIDA, Jorge, CANCELLI, Vitória e VIEIRA, Maria Alice (Org.). Resoluções de Encontros e Congressos do Partido dos Trabalhadores. Ed. Fundação Perseu Abramo, 1998. 1a Reimpressão, 2000.
  • AMARAL, Oswaldo E. do. A estrela não é mais vermelha: as mudanças do programa petista nos anos 1990. São Paulo, Garçoni, 2003.
  • ANDERSON, Perry O Brasil de Lula. Revista Novos Estudos. Novembro 2011.
  • ANGELO, Vitor Amorim de; VILLA, Marco Antonio. O Partido dos Trabalhadores e a política brasileira (1980-2006): uma história revisitada. São Carlos: EdUFSCar/FAPESP, 2009.
  • AZEVEDO, Clovis Buenoi de. Leninismo e social-democracia: uma investigação sobre o projeto político do Partido dos Trabalhadores. São Paulo, USP/FFLCH, 1981. 253 f. (Dissertação de mestrado)
  • AZEVEDO, Reinaldo; O País dos Petralhas. Record, 2008.
  • BENJAMIN, César - "Pisavam nos astros, distraídos…", Folha de S. Paulo, 30 de novembro de 2005.
  • BERBEL, M.R. Partido dos Trabalhadores: tradição e ruptura na esquerda brasileira (1978-1980). São Paulo, 1991. Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo.
  • FURTADO, Olavo Henrique Pudenci. Trajetos e perspectiva social-democratas: do modelo europeu para o PSDB e o PT no Brasil. Campinas, Unicamp/IFCH, 1996. 158 f. (Dissertação de mestrado)
  • GADOTTI, M.; PEREIRA, O. Pra que PT: Origem, Projeto e Consolidação do Partido dos Trabalhadores. São Paulo, Cortez, 1989.
  • KECK, Margareth E. - PT: a lógica da diferença: o Partido dos Trabalhadores na construção da democracia brasileira. São Paulo, Ática, 1991.
  • GUIMARÃES, Juarez Rocha. Claro enigma: o PT e a tradição socialista. Campinas, 1990. Dissertação (mestrado). Universidade de Campinas.
  • LEAL, Paulo Roberto Figueira. "O PT e o Dilema da Representação Política - Os deputados federais são representantes de quem?". Rio de Janeiro, Editora FGV,2005, ISBN 85-225-0502-0 .
  • MENEGUELLO, Rachel. PT: a formação de um partido, 1979-1982. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1989.
  • OLIVEIRA, Francisco de. "O Ornitorrinco", posfácio a Crítica à Razão Dualista, Boitempo Editorial, São Paulo, 2003
  • POMAR, Valter, org., Socialismo ou Barbárie: Documentos da Articulação de Esquerda. S.Paulo, Editora Viramundo,2000.
  • SINGER, André. “Raizes sociais e ideológicas do lulismo”. Revista Novos Estudos CEBRAP nº 85, novembro 2009.
  • SOUZA, Marco Antônio de. Da esquerda revolucionária pré-64 ao PT: continuidades e rupturas. São Paulo, 1995. Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo
  • VOIGT, Leo. A formação do PT: esboço de reconstrução histórica. Porto Alegre, 1990. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Bibliografia comentada

Referências

  1. AMARAL, Oswaldo E. do. A estrela não é mais vermelha: as mudanças do programa petista nos anos 1990. São Paulo, Garçoni, 2003.
  2. Gadotti, M.; Pereira, O. Pra que PT: Origem, Projeto e Consolidação do Partido dos Trabalhadores. São Paulo, Cortez, 1989.
  3. KECK, Margareth E. PT: a lógica da diferença: o Partido dos Trabalhadores na construção da democracia brasileira. São Paulo, Ática, 1991.
  4. SINGER, André. Raizes sociais e ideológicas do lulismo. Revista Novos Estudos CEBRAP, n. 85, nov. 2009.
  5. Governadores 2010 UOL.
  6. Resultados da eleição municipal de 2012 Google Política e Eleições.
  7. Senadores 2010 UOL.
  8. Deputados federais 2010 UOL.
  9. Deputados estaduais 2010 UOL.
  10. Vereadores 2012 UOL.
  11. PMDB tem maior número de filiados e PT vem em 2º (7 de maio de 2012). Visitado em 14 de outubro de 2012.
  12. "Partido dos Trabalhadores elege maior bancada na Câmara dos Deputados", G1, Gazeta Online, 4 de outubro de 2010
  13. Machado, Uirá and Puls, Maurício. "Aprovação mais alta do PT projeta bancada recorde". Folha de S. Paulo. August 2, 2010.
  14. (em inglês) Rabello, Maria Luiza. "Lula's Chosen Heir Surges in Brazil Presidential Poll". Business Week. February 1, 2010.
  15. Douglas do ForumZN (2009). Hino do Partido dos Trabalhadores: para os petistas de alma e coração. Visitado em 6 de mar. de 2013.
  16. Tribunal Superior Eleitoral: Informações sobre o PT
  17. Reportagem de Perseu Abramo sobre a reunião de fundação do PT, realizada no Colégio Sion, em São Paulo (originalmente publicada no jornal Movimento, 18 a 24 de fevereiro de 1980).
  18. Resoluções da Conclat e dos Congressos e Plenárias da CUT - 1983 - 2003
  19. a b c Manifesto aprovado na reunião do Sion, Fundação Perseu Abramo, 24 de Abril de 2006
  20. André Singer, O PT- Folha Explica, São Paulo, Publifolha, 2001, apud Paulo Roberto Figueira Leal, O PT e o dilema da representação política, Rio de Janeiro, FGV, 2005, pg44
  21. "Onde estão os intelectuais brasileiros", Juliana Sayuri Ogassawara, Revista Fórum, São Paulo, Editora Publisher, maio de 2009, Página 20.
  22. PT, SPPERT.com.br
  23. A Importância do Discurso - 1. Introdução
  24. OGASSAWARA, Juliana Sayuri. Revista Fórum: Onde estão os intelectuais brasileiros. São Paulo: Editora Publisher, maio de 2009. Página 20.
  25. Entrevista de José Genoíno ao jornal O Estado de São Paulo, publicada em 19.10.2003.
  26. SINGER, André. O PT - Folha Explica, São Paulo, Publifolha, 2001, apud LEAL, Paulo Roberto Figueira. O PT e o dilema da representação política, Rio de Janeiro, FGV, 2005, pg44.
  27. As Farc, o PT e os objetivos de longo prazo do Foro de São Paulo por Caio Rossi em 21 de agosto de 2010 publicada pela MÍDIA@MAIS em "Opinião - América Latina"
  28. O Brasil e o lixo comunista: Uma terrível realidade rumo à Nova Ordem Mundial por Olavo de Carvalho (2010)
  29. Cf. Valter Pomar, org., Socialismo ou Barbárie: Documentos da Articulação de Esquerda. S.Paulo, Editora Viramundo, 2000, ISBN 85-85934-49-2
  30. Lula se diz longe da esquerda e quer manter política econômica, Notícias.terra.com.br, 14 de Julho de 2006
  31. Francisco de Oliveira, "O Ornitorrinco", posfácio a Crítica à Razão Dualista, Boitempo Editorial, São Paulo, 2003, ISBN 85-7559-036-7
  32. A Revolução Gramscista no Ocidente pelo general Sergio Augusto de Avellar Coutinho (2002)
  33. O PT Como "partido orgânico" da modernização capitalista brasileira - breves notas Antonio Carlos Mazzeo publicado no dia 20 de setembro de 2010 na Revista Socialismo e Liberdade da Fundação Lauro Campos
  34. A Nova Era e a Revolução Cultural: Fritjof Capra e Antonio Gramsci por Olavo de Carvalho [1]
  35. Página 13. Quem somos. http://www.pagina13.org.br/apresentacao/quem-somos/
  36. Resolução da I Plenária Nacional da Frente de Massas da Articulação de Esquerda, dezembro de 2006.
  37. [2]
  38. 26 mil filiados irão decidir o futuro do PT no Maranhão, Manoel Santos, blog do Manoel Santos, Jornal Pequeno, 27 de setembro de 2009
  39. Desde 2000, 623 políticos foram cassados. DEM lidera ranking O Globo Online (04 de Outubro de 207). Visitado em 11 de julho de 2010.
  40. Folha Online, 18 de novembro de 2005: Por 23 assinaturas, CPI do Mensalão chega ao fim
  41. Folha Online, 7 de novembro de 2005: Lula diz que caixa dois é "intolerável" e critica Delúbio
  42. Ministro Antonio Palocci pede afastamento do cargo, G1, 07 de Junho de 2011]
  43. Luis Kawaguti. Dez anos de solidão (em português) Observatório da Imprensa. Visitado em 9 de abril de 2013.
  44. Demonstrativo de receitas e despesas - PT - 2013 TSE. Visitado em 16 de maio de 2014.
  45. [3]
  46. [4]
  47. http://www1.folha.uol.com.br/poder/848698-dilma-confirma-indicacao-de-sete-novos-ministros.shtml%7Ctítulo=Dilma confirma indicação de sete novos ministros|publicado=Folha de S. Paulo|autor=Falcão, Márcio; Nery, Natuza; Flor, Ana|data=20 de dezembro de 2010
  48. PT- RJ - Tarso Genro diz que Molon vai acabar com o isolamento do Rio
  49. Folha Online - Apuração - Rio de Janeiro - Deputado Estadual (2006)
  50. Sítio da Presidência da República. Biografia do Ministro Altemir Gregolin (em português). Visitado em 22 de julho de 2009.
  51. Uma pororoca de escândalos.
  52. Presa, estuprada e torturada.
  53. Veja Online - 24 de março de 2006
  54. Ator por acaso, comunista por opção, Leneide Duarte, Revista IstoÉ Gente, nº 18, de 06 de dezembro de 1999 (acessada em novembro de 2008)
  55. http://www.terra.com.br/istoegente/170/reportagens/lula_companheira_marisa.htm

Ligações externas

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