Pat Boone

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Pat Boone
Pat Boone em fevereiro de 2011
Informação geral
Nome completo Charles Eugene Boone
Nascimento 1 de Junho de 1934 (79 anos) Jacksonville, Florida
Origem Nashville, Tennessee
País  Estados Unidos
Gênero(s) Pop, Baladas e Gospel
Instrumento(s) Voz
Período em atividade 1954 - atualmente
Gravadora(s) Dot Records, Republic Records, Hip-O Records, The Gold Label, Oak Records, Eclipse Music Group, MCA Records
Página oficial http://www.patboone.com

Pat Boone, nome artístico de Charles Eugene Patrick Boone, nascido em 1º de junho de 1934. Dono de um estilo suave que fez dele um dos mais populares intérpretes dos anos 1950. Suas versões de sucessos de rythm and blues Afro-Americanos tiveram um impacto visível no desenvolvimento da ampla popularidade do Rock´n Roll. É também um ator, um palestrante motivational, uma personalidade da televisão, e um comentarista político conservador. Boone é cristão pentecostal.[1]

Biografia e Carreira[editar | editar código-fonte]

Nascido em Jacksonville, Florida, Pat Boone costuma dizer que é um descendente direto do pioneiro americano Daniel Boone. Em Nashville, Tennessee, freqüentou a David Lipscomb College e começou a gravar em 1954 pela gravadora Republic Records. Sua versão de "Ain't That a Shame" de Fats Domino, em 1955, foi um grande sucesso. Esta foi a marca do início de sua carreira, focada na regravação de canções de Rythm'n'Blues (originalmente interpretadas por artistas negros) para o público branco. Boone também participou do filme gospel "A Cruz e o Punhal", onde interpretou o pregador David Wilkerson.

Seis dos sucessos de Boone eram versões de Rhythm'n'Blues: "Ain't That a Shame" de Fats Domino, "Tutti Frutti" e "Long Tall Sally" de Little Richard, e "At My Front Door (Crazy Little Mama)" do grupo El Dorados. As outras duas versões de R&B era "baladas blues": "I Almost Lost My Mind" de Ivory Joe Hunter e "Chains of Love", um sucesso de Big Joe Turner e, depois, de B.B. King que foram compostas por Ahmet Ertegün. A partir de 1957, Boone concentrou-se "música de meio de estrada". Apesar disso, continuaria a gravar canções de R&B (como "Two Little Kisses," uma versão "não-alcoólica de "One Mint Julep") e (suas versões de The Capris' song e "There's a Moon Out Tonight".

Em 2003, Pat Boone foi recebido no GMA Gospel Music Hall of Fame[2]

Em 2009, Boone, um "Birther", afirmou sua crença de que o presidente Barack Obama é inelegível para servir como o presidente dos Estados Unidos [3] [4] (ver: Teorias conspiratórias sobre a cidadania de Barack Obama). Também alegou que Obama é fluente em árabe e lê o Alcorão em árabe como um menino.[3] Ele também afirmou que Obama "não celebrou quaisquer feriados cristãos na Casa Branca".[3]

Referências

  1. (em inglês) Adherents - The religion of Pat Boone. Página acessada em 15 de Julho de 2013.
  2. Gospel Music Hall of Fame.
  3. a b c (em inglês) SF Gate - 50′s heartthrob Pat Boone revives golden oldie: Obama born in Kenya, a "photoshopping fraud." Página acessada em 15 de Julho de 2013.
  4. (em inglês) Salon - Pat Boone goes Birther. Página acessada em 15 de Julho de 2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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