Paul Krugman

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Krugman em palestra em Frankfurt, 2006.

Paul Robin Krugman (Nova Iorque, 28 de fevereiro de 1953) é um economista judeu norte-americano. Autor de diversos livros, também é desde 2000 colunista do The New York Times.

Atualmente é professor de Economia e Assuntos Internacionais na Universidade Princeton. Em 2008, recebeu o Nobel de Economia por um trabalho anterior à atuação como colunista do The Times, que tratava da dinâmica da escala - quantidade de produção - na troca de bens entre os países.

Foi um crítico da Nova Economia, termo cunhado no final da década de 1990 para descrever a passagem de uma economia de base principalmente industrial para uma economia baseada no conhecimento e nos serviços, resultante do progresso tecnológico e da globalização econômica.

Krugman tem sido também um notório crítico da administração George W. Bush e sua política interna e externa - críticas que ele apresenta em sua coluna do The New York Times. É geralmente considerado um keynesiano.

Ao contrário de muitos "gurus" da economia, Krugman também é considerado por seus pares como um importante colaborador em estudos. Krugman escreveu mais de 200 artigos[1]e vinte livros — alguns deles acadêmicos e alguns escritos para o público leigo. Seu livro International Economics: Theory and Policy é um livro-texto básico para o estudo da economia internacional.

Em 1991 ele recebeu a prestigiosa medalha John Bates Clark, dada pela American Economic Association.

[editar] Biografia

Krugman nasceu e foi criado no seio de uma família judaica. Estudou economia na Universidade Yale, apesar de seu primeiro interesse ser a história. Ph.D. em 1977, pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), Krugman lecionou em Yale, no próprio MIT e na Universidade Stanford antes de ingressar em Princeton, em 2000.

É casado com Robin Wells, sua segunda mulher, que também é professora em Princeton. Não têm filhos.[2][3]

Paul Krugman diz que o seu interesse na Economia começou com as novelas Foundation (Fundação) de Isaac Asimov, nas quais os cientistas sociais do futuro usam "a psico-história" para tentarem salvar a civilização. Uma vez que a psico-história não existe actualmente, Krugman virou-se para a Economia, que ele considerava a melhor alternativa.[4]

Entre 1982 e 1983, durante a administração Ronald Reagan, trabalhou na Casa Branca, como membro do Conselho de Economistas. Também é membro de um corpo econômico internacional, o grupo dos trinta.

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Referências

  1. http://www.nytimes.com/ref/opinion/KRUGMAN-BIO.html
  2. Paul Krugman, "Your questions answered", blog, January 10, 2003, retrieved December 19, 2007
  3. Paul Krugman, "About my son", New York Times blog, December 19, 2007
  4. Entrevista, Economista americano Krugman ganha o Prémio Nobel da Economia "PBS, Jim Lehrer News Hour", 13 de Outubro de 2008, trascrição em 14 de Outubro de 2008 (em inglês)

[editar] Ligações externas


Precedido por
Leonid Hurwicz, Eric Maskin e Roger Myerson
Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel
2008
Sucedido por



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