Paulista (Pernambuco)

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Município de Paulista
"Cidade das Chaminés"
"Capital dos Eucaliptos"
"Namorada do Sol"
Bandeira de Paulista
Brasão desconhecido
Bandeira Brasão desconhecido
Hino
Aniversário 4 de setembro
Fundação 1935
Gentílico paulistense
Prefeito(a) Júnior Matuto (PSB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Paulista
Localização de Paulista em Pernambuco
Paulista está localizado em: Brasil
Paulista
Localização de Paulista no Brasil
07° 56' 27" S 34° 52' 22" O07° 56' 27" S 34° 52' 22" O
Unidade federativa  Pernambuco
Mesorregião Metropolitana do Recife IBGE/2008[1]
Microrregião Recife IBGE/2008[1]
Região metropolitana Recife
Municípios limítrofes Recife, Olinda, Abreu e Lima, Igarassu, Paudalho, Camaragibe
Distância até a capital 17 km
Características geográficas
Área 93,518 km² [2]
População 319 769 hab. estatísticas IBGE/2014[3]
Densidade 3 419,33 hab./km²
Altitude 10 m
Clima Tropical As'
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,732 alto PNUD/2010[4]
PIB R$ 2 805 476 mil (PE: 8°) (BR: 223) – IBGE/2012[5]
PIB per capita R$ 9 161 07 IBGE/2012[5]
Página oficial
Prefeitura www.paulista.pe.gov.br/

Paulista é um município brasileiro do estado de Pernambuco. Localiza-se no litoral norte pernambucano, sendo pertencente à Mesorregião Metropolitana do Recife e à Microrregião do Recife, distando 18 quilômetros da capital do estado.[6] Ocupa uma área de 102,3 km², tendo 16,9786 km² desse total no seu perímetro urbano e 85,4 km² formando a zona rural do município.[7] Em 2014, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estimou sua população em aproximadamente 319 769 habitantes, ocupando a sexta colocação entre os municípios de Pernambuco.[8]

A temperatura média anual do município é de 25,8 °C,[9] e suas vegetações nativas e predominante são a mata atlântica e a restinga.[10] Aproximadamente 100 % da sua população vive na zona urbana,[11] e dispõe de 70 estabelecimentos de saúde, segundo dados do ano de 2009.[12] Em 2010, seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) foi estipulado em 0,732, sendo considerado médio e acima do valor estadual, tendo o quarto maior índice entre os municípios do estado.[11]

O início da ocupação das terras do atual município se deu em 1535, na época em que Paulista era parte do município de Olinda. Neste ano, o donatário da Capitania de Pernambuco, Duarte Coelho, doou ao seu cunhado, Jerônimo de Albuquerque, as terras de Paratibe como reconhecimento aos trabalhos prestados por ele à então colônia. Por volta de 1550, Jerônimo doa as terras ao português Gonçalves Mendes Leitão, que casara com sua filha. Mais tarde, lá se estabeleceram um engenho d'água com o nome Paratibe, uma capela dedicada a Santo Antônio e um sobrado, tendo a partir daí o início do povoado. Cinco após essas transformações, é fundado a freguesia. O auge do seu crescimento ocorreu em 1902, após a instalação da indústria de tecidos feita pelos Ludgren, uma família de origem sueca que se estabeleceu na cidade.[13]

Nos dias atuais, o município de Paulista se destaca por ser um pólo diversificado de prestação de serviços e indústria têxtil e química, sendo a sede do grupo Indústrias Reunidas Raymundo da Fonte.[14] Na área da educação, o município possui duas importantes instituições de ensino superior: a Fundação Joaquim Nabuco e a Faculdade de Saúde de Paulista, além de instituições de ensino técnico, como o Escola Técnica Senai e o SENAC.[15] Com 14 km de faixa litorânea e uma das maiores reservas florestais do estado, as praias e o turismo ecológico são os principais movimentadores do setor de turismo na cidade. A cidade ainda abrange em seu território o Veneza Water Park, um dos maiores parques aquáticos do Brasil.[16]

História[editar | editar código-fonte]

O município de Paulista se situa na área da antiga propriedade Paratibe (nome também do rio que banha parte da cidade). As terras de Paratibe foram doadas pelo donatário da Capitania de Pernambuco, Duarte Coelho Pereira, a seu cunhado, Jerônimo de Albuquerque, como reconhecimento por serviços prestados à Capitania. Alguns anos após, pela década de 1550, Jerônimo de Albuquerque fez doação dessas terras, em dote, ao português Gonçalo Mendes Leitão, esposo de Dona Antônia de Albuquerque, sua filha com a índia tabajara Muíra-Ubi, que adotara o nome cristão Maria do Espírito Santo Arcoverde.[17]

Nessas terras, Gonçalo Mendes Leitão ergueu um engenho-d’água, uma capela dedicada a Santo Antônio e um grande sobrado como residência, também outras obras importantes para um estabelecimento agrícola. Erguida a capela, no ano de 1559, coincidiu de passar por Pernambuco, a caminho da Bahia, o bispo eleito do Brasil, D. Pedro Leitão, irmão de Gonçalo Mendes. Hospedado na casa de seu irmão, em Paratibe, o bispo celebrou o ato solene da bênção da capela, cerimônia à qual compareceu Jerônimo de Albuquerque.[18]

No final do século XVI, um dos filhos de Gonçalo Mendes Leitão fundou o Engenho Paratibe de Baixo que posteriormente passou a ser propriedade de João Fernandes Vieira, em seguida da sua viúva, Dona Maria César, que o vendeu ao mestre-de-campo Manuel Alves de Morais Navarro. Data dessa época (1689) a mudança do nome do engenho que passou a ser conhecido como “Engenho do Paulista”, tendo em vista o novo proprietário ser natural da Capitania de São Paulo, de onde partira no comando de tropas para a Campanha dos Palmares. O nome desse engenho deu origem ao topônimo municipal.[17]

Um fato marcante na história de Paulista ocorreu em 20 de maio de 1817, quando o padre João Ribeiro Pessoa de Melo Montenegro, integrante da Revolução Pernambucana, suicidou-se ao ver a causa perdida. Seu cadáver, sepultado na capela do Engenho Paulista, foi desenterrado e mutilado; a cabeça, separada do tronco, foi levada para a capital do estado e colocada no pelourinho por ordem do almirante Rodrigo Lobo, comandante da esquadra enviada da Bahia pelo conde dos Arcos, para reprimir o levante.[18]

A boom do crescimento populacional de Paulista só começou a surgir com o início das operações da fábrica de tecidos, adquirida em 1904 pela família Lundgren, de imigrantes suecos. O distrito de Paulista foi criado pela Lei Municipal n° 219, de 28 de dezembro de 1907, subordinado ao município de Olinda. A Lei Estadual n° 1.931, de 11 de setembro de 1928, criou o município de Paulista, constituído por territórios desmembrados de Olinda (distritos de Paulista, Canoas, Nobre e Conceição), Igarassu (parte do distrito de Maricota, além dos engenhos Improviso e Regalado e propriedade Pitanga do Inglez) e São Lourenço da Mata (Engenho Utinga). Mas o município foi extinto pelos decretos n° 268, de 25 de novembro de 1930, e n° 56, de 23 de janeiro de 1931, sendo seu território reanexado ao município de Olinda. Foi elevado novamente à categoria de município, com a denominação de Paulista, pela Lei Estadual n° 11, de 04 de setembro de 1935, desmembrado de Olinda, com sede no antigo distrito de Paulista. Foi instalado no dia 12 do mesmo mês e ano.[13]

Durante as primeiras sete décadas do século XX Paulista foi uma cidade típica industrial, até a decadência do parque têxtil tradicional. A partir dos anos 70, entretanto, um pólo industrial moderno, instalado no distrito industrial de Paratibe, deu outra feição ao município.[13]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Relevo[editar | editar código-fonte]

Relevo constituído por tabuleiros, cuja altitude varia de 40 a 50 metros, próximo à planície costeira e até mais de 160 metros, na porção oeste, estendendo-se para o leste.

Meio ambiente[editar | editar código-fonte]

as matas localizam-se no interior da área urbana ou nas proximidades desta, que são: Mata do Janga,Mata Jaguarana e Mata dos Caetés. Estas matas são reservas ecológicas criadas pela Lei n˚ 9.989, de 13 de janeiro de 1987. Dessas três reservas, apenas a de Caetés foi implantada, em 1991 e sofreu mudança de categoria, transformando-se em Estação Ecológica pela Lei Estadual n˚ 11.622/98, buscando, principalmente, contribuir para a proteção dos recursos hídricos, realizar atividades de Educação Ambiental e investigação científica, além de proporcionar lazer à população local.

A Mata de Jaguarana localiza-se às margens da PE-015, próximo ao núcleo urbano central do Paulista, possui uma área de 332,28 hectares, correspondendo a 3,41% da área do município e encontra-se distribuída em três propriedades privadas.

A Mata de Caetés localiza-se na margem esquerda do Rio Paratibe, possui 150 hectares, correspondendo a 1,54% da área do Município. Toda a sua extensão pertence à propriedade pública, segundo dados da FIDEM*. O Município possui ainda outras matas, situadas nos seguintes bairros: Parque do Janga, Jaguarana, Mirueira e Paratibe.

Na faixa litorânea, nos terrenos submetidos à influência constante das marés, desenvolve-se a vegetação de mangue. Esse ecossistema desempenha uma importante função como filtro biológico e químico das águas contaminadas por resíduos industriais e Domésticos, além de servir como viveiro natural. Ainda na Planície Costeira, a ocupação urbana tomou o lugar da vegetação de praia, ali representada por espécies herbáceas.

Economia[editar | editar código-fonte]

No município de Paulista predominam atividades ligadas ao setor de serviços, comércio e indústria. O turismo também é responsável por atrair empreendimentos para o município, com a implantação de hotéis, restaurantes, pontos comerciais e marinas.

Em Paulista está localizado também o parque industrial de Paratibe, que abriga empresas de diversos setores, dinamizando a economia da região e gerando emprego para a população.

O município faz parte da Região Metropolitana do Recife, que polariza fluxos econômicos, com predominância do setor de serviços e funciona como centro distribuidor de mercadorias. Além de concentrar maior número de indústrias de transformação do Estado, outro pilar da economia metropolitana é a agroindústria voltada para o álcool e o açúcar. Destaca-se também o cultivo de frutas e hortaliças, como banana, coco, inhame, mandioca, entre outros.

Subdivisão administrativa[editar | editar código-fonte]

  • Administração Regional 1 - Centro, Bairro do Nobre, Vila Torres Galvão, Cidade Tabajara e Jardim Velho;
  • Administração Regional 2 - Arthur Lundgren I, Arthur Lundgren II, Jardim Paulista, Mirueira e Paratibe;
  • Administração Regional 3 - Maranguape I, Maranguape II, Jardim Maranguape, Fragoso, Engenho Maranguape e Jaguarana;
  • Administração Regional 4 - Janga, Pau Amarelo, Nossa Senhora do Ó, Nossa Senhora da Conceição, Maria Farinha, Enseadinha, Parque do Janga e Poty;

Shoppings[editar | editar código-fonte]

Esporte[editar | editar código-fonte]

O grande nome da cidade é o Íbis Sport Club, que apesar da fama de "Pior Time do Mundo" por ter ficado quase quatro anos sem vencer uma única partida de futebol na década de 1970, já disputou partidas contra os grandes do Recife (Sport, Santa Cruz e Náutico), um dos seus maiores feitos foi a vitória contra o Náutico nos Aflitos no ano de 2002.

Alguns problemas financeiros e jurídicos quase levaram o clube a encerrar suas atividades profissionais em meados do ano 2000, mas o Pássaro Preto (como é conhecido) deu a volta por cima e através do Projeto Século XXI está passando por grandes mudanças, escolhendo novos escudo e uniforme e projetando estar na Série B no Campeonato Brasileiro até a Copa do Mundo do Brasil, em 2014.

Um fato curioso com o município é que ao mesmo tempo em que teve o Íbis Sport Club em 1999 com a fama de ser o "Pior Time do Mundo", no mesmo ano teve também o jogador Rivaldo eleito como o "Melhor Jogador de Futebol do Mundo pela FIFA" que é nascido em Paulista-PE no ano de 1972.

Outros clubes que representaram a cidade foi o Paulistano Futebol Clube e o Unibol Pernambuco Futebol Clube, que jogavam no Estádio Ademir Cunha.[19] [20]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Educação e Cultura[editar | editar código-fonte]

O Hino da Cidade do Paulista foi composto por Joel Andrade (melodia e letra), sendo a orquestração de autoria de Dimas Sedícias.

O compositor Joel Andrade foi também o produtor, autor, compositor e diretor musical do álbum: "Paulista, entre sustenidos e bemóis", que contém 22 (vinte e duas) músicas, todas elas tratando da história, da cultura, do folclore e das personalidades do Paulista. Joel Andrade (Joel Andrade da Silva) é natural da cidade do Paulista, onde nasceu no dia 13 de agosto de 1949, numa pequena casa da rua Vasco da Gama, 3505. É filho de Edvirges Andrade da Silva e Paulino Luiz da Silva.

Instituições privadas de ensino superior
  • FADE (Faculdade Decisão)
  • FJN (Faculdade Joaquim Nabuco)
  • FASUP (Faculdade de Saúde de Paulista)
Escolas Técnicas
  • Escola Técnica Senai de Paulista
  • SENAC de Paulista
  • Escola Técnica Estadual José Alencar Gomes da Silva

Transportes[editar | editar código-fonte]

O transporte público na cidade do Paulista é feito, em grande parte, por linhas de ônibus. Pelos bairros litorâneos é possível ir ao centro do Recife ou ao bairro do Derby, também na capital, pagando uma cara passagem no valor de R$ 3,25 e mais R$ 2,15 ou R$ 3,25 novamente, destes pontos para outros locais da região metropolitana. Pois apesar de muito populosa a área litorânea é considerada abandonada pelos próprios moradores. Através do Terminal Integrado Pelópidas Silveira, na Avenida Marechal Floriano Peixoto, após a Unidade Mista Torres Galvão, é possível ir a qualquer lugar pagando passagem no valor de R$ 3,25 sentido (Subúrbio/Cidade) e R$ 2,15 sentido (Cidade/Subúrbio). Na cidade também existe o transporte complementar que é feito através de microônibus sentido praia/centro e centro/praia cortando os principais bairro da cidade no valor de R$ 1,75. Além dos micro ônibus, em Paulista o meio de transporte de alguns bairros são as kombis e vans.

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Paulista possui uma faixa litorânea com 14 km de extensão, onde se encontra um mar de águas mornas e azuis, uma vasta área de coqueirais e casarios rústicos, colônias de pescadores, hotéis, bares e restaurantes, ao longo das praias de Enseadinha, Janga, Pau Amarelo, Praia do Ó, Conceição e Maria Farinha. É a principal praia do estado para o Turismo Náutico.

Na praia de Maria Farinha existe de um lado o mar e de outro o rio Timbó, que possui uma faixa, oferecendo aos visitantes vários tipos de lazer náutico, além de agregar o maior parque náutico do país e belezas geográficas naturais. Favorecer passeios de barco ou de catamarã de onde se apreciam as belezas dos mangues, o Porto Artur, os Pocinhos Naturais e a Coroa do Avião

Por ter uma freqüência eclética, Maria Farinha fica dividida em duas partes: a parte do rio, freqüentada por grandes lanchas que fazem passeios até as Prainhas de Arrecifes e a faixa da praia onde se instalam os domingueiros típicos que desembarcam na areia em busca de sol e badalação.

Paulista, que já foi conhecida como "Cidade das Chaminés" e "Capital dos Eucaliptos", hoje, devido ao potencial turístico das suas praias e águas sempre mornas e de seu sol típico dos trópicos, é conhecida como "NAMORADA DO SOL".

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 dez. 2010.
  3. Estimativa Populacional 2014 Censo Populacional 2014 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (agosto de 2014). Visitado em 29 de agosto de 2014.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Visitado em 04 de setembro de 2013.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2012 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 dez. 2014.
  6. Distância entre Cidades. Distância de Paulista e Recife. Visitado em 26 de abril de 2015. Cópia arquivada em 26 de abril de 2015.
  7. CNPM. Urbanização. Visitado em 9 de fevereiro de 2014. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2014.
  8. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. População estimada » Comparação entre os municípios: Pernambuco. Visitado em 26 de abril de 2015. Cópia arquivada em 26 de abril de 2015.
  9. Climate. Clima: Paulista. Visitado em 26 de abril de 2015. Cópia arquivada em 26 de abril de 2015.
  10. Companhia Pernambucana de Recursos Hídricos. Vegetação e Fauna. Visitado em 26 de abril de 2015. Cópia arquivada em 26 de abril de 2015.
  11. a b Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Perfil do município de Paulista. Visitado em 26 de abril de 2015. Cópia arquivada em 26 de abril de 2015.
  12. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Serviços de Saúde - 2009. Visitado em 26 de abril de 2015. Cópia arquivada em 26 de abril de 2015.
  13. a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Histórico do município de Paulista. Visitado em 26 de abril de 2015. Cópia arquivada em 26 de abril de 2015.
  14. Grupo Raymundo da Fonte. Empresas. Visitado em 26 de abril de 2015. Cópia arquivada em 26 de abril de 2015.
  15. Prefeitura do Paulista. Infraestrutura. Visitado em 26 de abril de 2015. Cópia arquivada em 26 de abril de 2015.
  16. Veneza Water Park. O Parque. Visitado em 26 de abril de 2015. Cópia arquivada em 26 de abril de 2015.
  17. a b Agência CONDEPE/FIDEM, Calendário Oficial de Datas Históricas dos Municípios de Pernambuco. Recife: CEHM, 2006. v. 3
  18. a b GALVÃO, Sebastião de V. Dicionário Corográfico, Histórico e Estatístico de Pernambuco. Recife: CEPE, 2006. v.2 PERNAMBUCO. Tribunal de Justiça. História das Comarcas Pernambucanas. 2. ed. Recife, 2010.
  19. http://www.rsssfbrasil.com/tablesfq/pe1982.htm
  20. http://www.rsssfbrasil.com/tablesfq/pe1999.htm

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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