Paulo Duque
| Paulo Duque | |
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| Durante entrevista para a Rede Globo onde comenta o adiamento da reunião que instalaria a CPI da Petrobras. Foto:Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr | |
| Senador suplente do |
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| Mandato | 3 de janeiro de 2007 até 13 de julho de 2010 (titular: Regis Fichtner Velasco) |
| Deputado estadual do |
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| Mandato | 1975 até 1999 (6 mandatos consecutivos)[1] |
| Deputado estadual da |
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| Mandato | 1963 até 1967 1971 até 1975 |
| Vida | |
| Nascimento | 2 de outubro de 1927 (84 anos) Rio de Janeiro-RJ |
| Esposa | Consuelo Duque[2] |
| Partido | PMDB |
Paulo Hermínio Duque Costa (Rio de Janeiro, 2 de outubro de 1927) é um político brasileiro.
Foi deputado estadual durante oito mandatos, dois pelo Estado da Guanabara e seis pelo novo estado do Rio, surgido com a fusão, em 1975, sendo um dos representantes do chaguismo, corrente política dentro do antigo MDB comandada pelo ex-governador Chagas Freitas. Integrou a CPI que investigou a denúncia de afogamento de mendigos no Rio da Guarda durante o governo Carlos Lacerda.[3] Chegou a ser candidato a vice-governador na chapa de Amaral Netto nas eleições de 1965, obtendo o 3.º lugar.[4]
Nas eleições de 2002 foi escolhido para ser segundo suplente do candidato Sérgio Cabral Filho ao Senado, que seria eleito. Em 2007, com a renúncia de Sérgio Cabral, que fora eleito governador do Rio de Janeiro, e a licença do primeiro suplente e novo titular Regis Fichtner Velasco para assumir uma das pastas do secretariado do Governo Cabral, Paulo Duque assumiu o mandato em 3 de janeiro de 2007. Desde então ocupa o mandato com breves interrupções entre 1 a 5 de fevereiro de 2007 e de 4 de junho a 9 de junho de 2008.[5]
Em 2009, em meio a denúncias contra o presidente do Senado, José Sarney, foi designado presidente do Conselho de Ética da casa. De forma controversa, rejeitou todas as representações contra Sarney[6] e também contra o senador Arthur Virgílio Neto.[7] Deixa o Senado com o retorno de Regis Fichtner Velasco em 14 de julho de 2010.