Paulo Leminski

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Paulo Leminski
Nascimento 24 de agosto de 1944
Curitiba, Paraná,  Brasil
Morte 7 de junho de 1989 (44 anos)
Curitiba
Nacionalidade  Brasileiro
Ocupação Poeta

Paulo Leminski Filho (Curitiba, 24 de agosto de 1944 — Curitiba, 7 de junho de 1989) foi um escritor, poeta, crítico literário, tradutor e professor brasileiro. Era, também, faixa-preta de judô.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de Paulo Leminski II e Áurea Pereira Mendes. Mestiço de pai polonês com mãe negra, Paulo Leminski foi um filho que sempre chamou a atenção por sua intelectualidade, cultura e genialidade. Estava sempre à beira de uma explosão e assim produziu muito. É dono de uma extensa e relevante obra. Desde muito cedo, Leminski inventou um jeito próprio de escrever poesia, preferindo poemas breves, muitas vezes fazendo haicais, trocadilhos, ou brincando com ditados franceses[1] [2] .

Em 1958, aos catorze anos, foi para o Mosteiro de São Bento em São Paulo e lá ficou o ano inteiro[2] . Participou do I Congresso Brasileiro de Poesia de Vanguarda em Belo Horizonte onde conheceu Haroldo de Campos, amigo e parceiro em várias obras. Leminski casou-se, aos dezessete anos, com a desenhista e artista plástica Neiva Maria de Sousa (da qual se separou em 1968). Estreou em 1964 com cinco poemas na revista Invenção, dirigida por Décio Pignatari, em São Paulo, porta-voz da poesia concreta paulista. Em 1965 tornou-se professor de História e de Redação em cursos pré-vestibulares, e também era professor de judô. Classificado em 1966 em primeiro lugar no II Concurso Popular de Poesia Moderna[3] .

Casou-se em 1968 com a também poetisa Alice Ruiz, com quem viveu durante vinte anos. Algum tempo depois de começarem a namorar, Leminski e Alice foram morar com a primeira mulher do poeta e seu namorado, em uma espécie de comunidade hippie. Ficaram lá por mais de um ano, e só saíram com a chegada do primeiro de seus três filhos: Miguel Ângelo (que morreu com dez anos de idade, vítima de um linfoma). Eles também tiveram duas meninas, Áurea (homenagem a sua mãe) e Estrela Ruiz Leminski. De 1969 a 1970 decidiu morar no Rio de Janeiro, retornando a Curitiba para se tornar diretor de criação e redator publicitário.

Dentre suas atividades, criou habilidade de letrista e músico. Verdura, de 1981, foi gravada por Caetano Veloso no disco Outras Palavras. A própria bossa nova resulta, em partes iguais, da evolução normal da MPB e do feliz acidente de ter o modernismo criado uma linguagem poética, capaz de se associar com suas letras mais maleáveis e enganadoramente ingênuas às tendências de então da música popular internacional. A jovem guarda e o tropicalismo, à sua maneira, atualizariam esse processo ao operar com outras correntes musicais e poéticas[3] . Por sua formação intelectual, Leminski é visto por muitos como um poeta de vanguarda, todavia por ter aderido à contracultura e ter publicado em revistas alternativas, muitos o aproximam da geração de poetas marginais, embora ele jamais tenha sido próximo de poetas como Francisco Alvim, Ana Cristina César ou Cacaso. Por sua vez, em muitas ocasiões declarou sua admiração por Torquato Neto, poeta tropicalista e que antecipou muito da estética da década de 1970.

Na década de 1970, teve poemas e textos publicados em diversas revistas - como Corpo Estranho, Muda Código (editadas por Régis Bonvicino) e Raposa. Em 1975 - e lançou o seu ousado Catatau, que denominou "prosa experimental", em edição particular. Além de poeta e prosista, Leminski era também tradutor (traduziu para o castelhano e o inglês alguns trechos de sua obra Catatau, a qual foi traduzida na íntegra para o castelhano).

Na poesia de Paulo Leminski, por exemplo, a influência da MPB é tão clara que o poeta paranaense só poderia mesmo tê-la reconhecido escrevendo belas letras de música, como Verdura.

Músico e letrista, Leminski fez parcerias com Caetano Veloso, o grupo A Cor do Som e o a banda de punk rock Beijo AA Força[4] entre 1970 e 1989. Teve influência da poesia de Augusto de Campos, Décio Pignatari, Haroldo de Campos, convivência com Régis Bonvicino, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Moraes Moreira, Itamar Assumpção, José Miguel Wisnik, Arnaldo Antunes, Wally Salomão, Antônio Cícero, Antonio Risério, Julio Plaza, Reinaldo Jardim, Regina Silveira, Helena Kolody, Turiba, Ivo Rodrigues[2] .

A música estava ligada às obras de Paulo Leminski, uma de suas paixões, proporcionando uma discografia rica e variada.

Entre 1984 e 1986, em Curitiba, foi tradutor de Petrônio, Alfred Jarry, James Joyce, John Fante, John Lennon, Samuel Beckett e Yukio Mishima, pois falava 6 línguas estrangeiras (inglês, francês, latim, grego, japonês, espanhol). Publicou o livro infanto-juvenil ‘’Guerra dentro da gente’’, em 1986 em São Paulo.

Entre 1987 e 1989 foi colunista do Jornal de Vanguarda que era apresentado por Doris Giesse na Rede Bandeirantes;

Paulo Leminski foi um estudioso da língua e cultura japonesas e publicou em 1983 uma biografia de Bashô. Além de escritor, Leminski também era faixa-preta de judô. Sua obra literária tem exercido marcante influência em todos os movimentos poéticos dos últimos 20 anos.

Morreu em 7 de junho de 1989, em consequência do agravamento de uma cirrose hepática que o acompanhou por vários anos.

Obra poética[editar | editar código-fonte]

  • Quarenta clics em Curitiba. Poesia e fotografia, com o fotógrafo Jack Pires.
  • Curitiba, Etecetera, 1976. (2ª edição Secretaria de Estado Cultura, Curitiba, 1990.) n.p.
  • Polonaises. Curitiba, Ed. do Autor, 1980. n.p.
  • Não fosse isso e era menos/ não fosse tanto e era quase. Curitiba, Zap, 1980. n.p.
  • Tripas. Curitiba, Ed. do Autor, 1980.
  • Caprichos e relaxos. São Paulo, Brasiliense, 1983. 154p.
  • e Ruiz, Alice. Hai Tropikais. Ouro Preto, Fundo Cultural de Ouro Preto, 1985. n.p.
  • Um milhão de coisas. São Paulo, Brasiliense, 1985. 6p.
  • Caprichos e relaxos. São Paulo, Círculo do Livro, 1987. 154p.
  • Distraídos Venceremos. São Paulo, Brasiliense, 1987. 133p. (5ª edição 1995)
  • La vie en close. São Paulo, Brasiliense, 1991.
  • Winterverno (com desenhos de João Virmond). Fundação Cultural de Curitiba, Curitiba, 1994. (2ª edição publicada pela Iluminuras, 2001. 80p.)
  • Szórakozott Gyozelmunk (Nossa Senhora Distraída) - Distraídos venceremos, tradução de Zoltán Egressy, Coletânea organizada por Pál Ferenc. Hungria, ed. Kráter, 1994. n.p.
  • O ex-estranho. Iluminuras, São Paulo, 1996.
  • Melhores poemas de Paulo Leminski. (seleção Fréd Góes) Global, São Paulo, 1996.
  • Aviso aos náufragos. Coletânea organizada e traduzida por Rodolfo Mata. Coyoacán - México, Eldorado Ediciones, 1997. n.p.

Obra em prosa[editar | editar código-fonte]

  • Catatau (prosa experimental). Curitiba, Ed. do Autor, 1975. 213p.
  • Agora é que são elas (romance). São Paulo, Brasiliense, 1984.1 63p.
  • Catatau. 2ª ed. Porto Alegre, Sulina, 1989. 230p.
  • Metaformose, uma viagem pelo imaginário grego (prosa poética/ensaio). Iluminuras, São Paulo, 1994. (Prêmio Jabuti de poesia , 1995)
  • Descartes com lentes (conto). Col. Buquinista, Fundação Cultural de Curitiba, Curitiba, 1995.
  • Agora é que são elas (romance). 2ª ed. Brasiliense / Fundação Cultural de Curitiba, 1999.
  • Catatau. São Paulo, Iluminuras, 2010. 256p.

Biografias e ensaios[editar | editar código-fonte]

  • Cruz e Souza. São Paulo, Brasiliense. Coleção "Encanto Radical", n° 24, 1985. 78p.
  • Matsuó Bashô. São Paulo, Brasiliense, 1983. 78p.
  • Jesus. São Paulo, Brasiliense, 1984, 119p.
  • Trotski: a paixão segundo a revolução. São Paulo, Brasiliense, 1986.
  • Vida (biografias: Cruz e Souza, Bashô, Jesus e Trótski). Sulina, Porto Alegre, 1990. (2ª edição 1998)

Ensaios[editar | editar código-fonte]

  • POE, Edgar Allan. O corvo. São Paulo, Expressão, 1986. 80p. (apêndice)
  • Poesia: a paixão da linguagem. Conferência incluída em "Os Sentidos da paixão". São Paulo: Companhia das Letras, 1987. p. 283-306.
  • Nossa linguagem. In: Revista Leite Quente. Ensaio e direção. Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba, v.1, n.1, mar.1989.
  • Anseios crípticos (anseios teóricos): peripécias de um investigador dos sentido no torvelinho das formas e das idéias. Curitiba, Criar, 1986. 143p.
  • Metaformose, uma viagem pelo imaginário grego (prosa poética/ensaio). Iluminuras, São Paulo, 1994. (Prêmio Jabuti de poesia , 1995) •
  • Ensaios e anseios crípticos. Curitiba, Pólo Editorial, 1997. n.p.

Traduções[editar | editar código-fonte]

  • FANTE, John. Pergunte ao pó. São Paulo, Brasiliense, 1984.
  • FERLINGHETTI, Lawrence. Vida sem fim (com Nelson Ascher e outros tradutores). São Paulo, Brasiliense, 1984. n.p.
  • JARRY, Alfred. O supermacho; romance moderno. São Paulo, Brasiliense, 1985. 135 p. lndição editorial, posfácio e tradução do francês.
  • JOYCE, James. Giacomo Joyce. São Paulo, Brasiliense, 1985. 94 p. Edição bilingüe, tradução e posfácio.
  • LENNON, John. Um atrapalho no trabalho. São Paulo, Brasiliense, 1985.
  • MISHIMA, Yukio. Sol e aço. São Paulo, Brasiliense, 1985.
  • PETRONIO. Satyricon. São Paulo, Brasiliense, 1985. 191 p. Traducão do latim.
  • BECKETT, Samuel. Malone Morre. São Paulo, Brasiliense, 1986. 160 p. lndicação editorial, posfácio e traduções do francês e inglês.
  • Fogo e água na terra dos deuses. Poesia egípcia antiga. São Paulo, Expresão, 1987. n.p.

Produção musical[editar | editar código-fonte]

  • 1981- Verdura - Caetano Veloso no disco Outras palavras
  • 1981- Mudança de estação -A cor do Som no disco Mudança de estação
  • 1981- Valeu - Paulinho Boca de Cantor no disco Valeu
  • 1982- Se houver céu - Paulinho Boca de Cantor no disco Prazer de viver
  • 1982- Razão - A Cor do Som no disco Magia tropical
  • 1990- Verdura - Blindagem no disco Blindagem
  • 1990- Se houver céu - Blindagem no disco Blindagem
  • 1993- Mãos ao alto - Edvaldo Santana no disco Lobo solitário
  • 1994- Luzes - Susana Sales no disco Susana Sales
  • 1996- Mudança de estação - A cor do Som no disco Ao vivo no circo

Gravações em parceria (Letras de Paulo Leminski e música dos parceiros)[editar | editar código-fonte]

  • 1976- Festa Feira - com Celso Loch no disco MAPA - Movimento de Atuação Paiol
  • 1982- Promessas demais - com Moraes Moreira e Zeca Barreto, gravação por Ney Matogrosso
  • 1982- Baile no meu coração - com Moraes Moreira no disco COISA ACESA
  • 1982- Decote Pronunciado - com Moraes Moreira e Pepeu Gomes no disco COISA ACESA
  • 1982- Pernambuco Meu - com Moraes Moreira no disco COISA ACESA
  • 1983- Sempre Ângela - com Moraes Moreira e Fred Góes no disco SEMPRE ANGÊLA de Ângela Maria
  • 1983- Teu Cabelo - com Moraes Moreira no disco PINTANDO O 8
  • 1983- Oxalá - com Moraes Moreira no disco PINTANDO O 8
  • 1984- Mancha de Dendê não sai - com Moraes Moreira no disco MANCHA DE DENDÊ NÃO SAI
  • 1984- Milongueira da Serra Pelada, O Prazer do Poder, Circo Pirado, Xixi nas estrelas, Cadê Vocês?, Coração de Vidro, Frevo Palhaço, Viva a Vitamina com Guilherme Arantes no disco PIRLIMPIMPIM 2
  • 1985- Alma de Guitarra - com Moraes Moreira no disco TOCANDO A VIDA
  • 1985- Vamos Nessa - com Itamar Assumpção no disco SAMPA MIDNIGHT
  • 1986- Desejos Manifestos - com Moraes Moreira e Zeca Barreto no disco MESTIÇO É ISSO
  • 1986- Morena Absoluta - com Moraes Moreira no disco MESTIÇO É ISSO
  • 1988- UTI - com Arnaldo Antunes, gravado por Clínica no disco CLÍNICA
  • 1990- Oração de um Suicida -com Pedro Leminski, Blindagem no disco BLINDAGEM
  • 1990- Sou legal eu sei - com Ivo Rodrigues no disco BLINDAGEM
  • 1990- Não posso ver - com Ivo Rodrigues no disco BLINDAGEM
  • 1990- Palavras - com Ivo Rodrigues no disco BLINDAGEM
  • 1990- Hoje - com Ivo Rodrigues no disco BLINDAGEM
  • 1990- Marinheiro - com Ivo Rodrigues no disco BLINDAGEM
  • 1990- Quanto tempo mais - com Ivo Rodrigues no disco BLINDAGEM
  • 1990- Legião de anjos - com Ivo Rodrigues no disco BLINDAGEM
  • 1991- Lêda - com Moraes Moreira no disco CIDADÃO
  • 1991- Morena Absoluta - com Moraes Moreira no disco OPTIMUN IN HABBEAS COPPUS
  • 1992- Polonaise - com José Miguel Wisnik no disco JOSÉ MIGUEL WISNIK
  • 1992- Subir Mais - com José Miguel Wisnik no disco JOSÉ MIGUEL WISNIK
  • 1993- Alles Plastik - com Carlos Careqa no disco TODOS OS HOMENS SÃO IGUAIS
  • 1993- Freguês Distinto - com Edvaldo Santana no disco LOBO SOLITÁRIO
  • 1993- Custa nada sonhar - com Itamar Assumpção no disco BICHO DE 7 CABEÇAS
  • 1994- Polonaise - com José Miguel Wisnik na trilha sonora do filme ED MORT
  • 1995- O Deus - com Edvaldo Santana e Ademir Assunção no disco TÁ ASSUSTADO? de Edvaldo Santana
  • 1996- Filho de Santa Maria - com Itamar Assumpção, gravado por Zizi Possi no disco MAIS SIMPLES
  • 1997- Lua no Cinema - com Eliakin Rufino no disco SANSARA da Sansara
  • 1997- Lêda - com Moraes Moreira no disco 50 CARNAVAIS
  • 1997- Mancha de dendê não sai - com Moraes Moreira no disco 50 CARNAVAIS
  • 1997- Parece que foi ontem - com Bernardo Pelegrini no disco QUERO SEU ENDEREÇO da banda Bernardo ellegrini e o bando do cão sem dono.
  • 1997- Filho de Santa Maria - com Itamar Assunção no disco QUERO SEU ENDEREÇO da banda Bernardo Pellegrini e o bando do cão sem dono.
  • 1998- Legião de Anjos - com Ivo Rodrigues no disco DIAS INCERTOS
  • 1998- Rapidamente - com Ivo Rodrigues no disco DIAS INCERTOS
  • 1995- Filho de Santa Maria - com Itamar Assumpção,Banda Beco no disco BECO
  • 1995- V. de Viagem - com Banda Beco no disco BECO
  • 1995- Peso da Lua - com Banda Beco no disco BECO
  • 1998- Coisas - com Celso Loch no disco VERFREMDUNGSEFFEKT BLUES
  • 1998- Além Alma - com Arnaldo Antunes no disco UM SOM
  • 1998- Dor Elegante - com Itamar Assumpção no disco PRETOBRÁS
  • 1999- Perdendo Tempo - com Antonio Thadeu Wojciechowski / Roberto Prado / Walmor Douglas na trilha sonora do filme BAR BABEL da banda Maxixe Machine
  • 2001- Polonaise II - com Anna Toledo no CD Viva!
  • 2001- A palmeira estremece - com Guca Domenico no disco TE VEJO
  • 2004- Isto - com Carlos Careqa no CD Não sou filho de ninguém
  • 2007 - Além Alma - com Cassyano Correr, pela banda Escola de Robô no disco "um mais um mais"

Literatura infanto-juvenil[editar | editar código-fonte]

  • Guerra dentro da gente. São Paulo, Scipione, 1986. 64p.
  • A lua foi ao cinema. São Paulo, Pau Brasil, 1989. n.p.

Biografias sobre Leminski[editar | editar código-fonte]

  • Toninho Vaz. Paulo Leminski - O Bandido Que Sabia Latim. Record, 2001. 378p.

Documentários sobre Leminski[editar | editar código-fonte]

  • Werner Schumann. Paulo Leminski - Ervilha da Fantasia (1985) - Documentário de Werner Schumann, com Paulo Leminski, é o mais importante trabalho realizado sobre o poeta. No filme, Leminski fala sobre poesia, cinema, literatura, psicanálise e apresenta a sua obra. Quatro anos depois, ele viria falecer em Curitiba. O documentário está disponível na íntegra no YouTube (29 minutos).[5]
  • REDE MINAS. Programa Diverso. Especial sobre Paulo Leminski, exibido em 23-10-2012. Disponível no YouTube.

Estudos sobre a obra de Leminski[editar | editar código-fonte]

  • CARVALHO, Tida. O Catatau de Paulo Leminski: descordenadas cartesianas. Cone Sul, 2000.
  • LIMA NETO, Manoel Ricardo de. "Entre percurso e vanguarda - alguma poesia de Paulo Leminski". São Paulo: editora Annablume, 2002.
  • MARQUES, Fabrício. Aço em flor: a poesia de Paulo Leminski. Autêntica Editora, 2001. 135p.
  • MELO, Marcelo de. Leminski e a Cidade: Poesia, Urbanização e Identidade Cultural. Monografia apresentada ao Curso de História da Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 1996. 61p.
  • MENDONÇA, Maurício Arruda. O Romance-idéia Catatau de Paulo Leminski - uma Abordagem Literária e Filosófica - Londrina : Universidade Estadual de Londrina - Centro de Letras e Ciências Humanas, 2009. Dissertação de Mestrado.
  • MOREIRA, Paula Renata. Massa para o biscoito e biscoito para a massa: tensões entre expressão e construção na poética leminskiana. Fortaleza: UFC, 2006. Dissertação de mestrado.
  • NOVAIS, Carlos Augusto. O rigor da vida e o vigor do verso: o haikai na poética de Paulo Leminski. Belo Horizonte: UFMG, 1999. Dissertação de mestrado.
  • NOVAIS, Carlos Augusto. As trapaças de Occam: montagem, palavra-valise e alegoria no Catatau. Belo Horizonte: UFMG, 2008. Tese de doutorado.
  • OLIVEIRA, Fátima Maria de. Correspondência e vida de Paulo Leminski: f(r)icção de (tr)aços ou essa fúria que quer seja lá o que for. Rio de Janeiro: PUC-Rio, 2004. Tese de doutorado.
  • REBUZZI, Solange. Leminski, guerreiro da Linguagem. 7Letras
  • SALVINO, Romulo Valle. Catatau: Meditações da Incerteza. São Paulo : Educ Fapesp, 2000.
  • SANDMANN, Marcelo. (org.) A pau a pedra a fogo a pique: dez estudos sobre a obra de Paulo Leminski. Curitiba: Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, 2010.
  • SANTANA, Ivan Justen. Paulo Leminski, intersemiose e carnavalização na tradução. São Paulo: USP, 2002. Dissertação de mestrado.

Referências

  1. a b Oráculo Caderno G (Gazeta do Povo) - 13 de dezembro de 2010
  2. a b c Biografia de Paulo Leminski (em português) UOL - Pensador. Página visitada em 07 de junho de 2012.
  3. a b Paulo Leminsk Biografia (em português) Página visitada em 07 de junho de 2012
  4. Felipe Hirsch escreveu! Jornal Gazeta do Povo - acesso em 29 de janeiro de 2012
  5. Filme: Ervilha da Fantasia. Página visitada em 14 de março de 2011.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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