Paulo Markun

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Text document with red question mark.svg
Este artigo ou secção contém uma ou mais fontes no fim do texto, mas nenhuma é citada no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (desde setembro de 2013)
Por favor, melhore este artigo introduzindo notas de rodapé citando as fontes, inserindo-as no corpo do texto quando necessário.
Paulo Markun em 2011

Paulo Sérgio Markun (São Paulo, 7 de setembro de 1952) é um jornalista brasileiro. [1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Formado em 1971, também foi repórter, editor, comentarista, chefe de reportagem e diretor de redação em emissoras de televisão, jornais e revistas.

Paulo Markun passou praticamente por todas as emissoras de televisão paulistanas, da TV Cultura à Rede Bandeirantes[carece de fontes?]. Também trabalhou na Rede Manchete, na Rede Globo e na Rede Record.

Atualmente, é editor do Jornal de Debates (recriou na internet a versão do jornal de 1946) e preside o Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de Santa Catarina. Presidiu a Fundação Padre Anchieta, entidade mantenedora da TV Cultura, desde junho de 2007 até junho de 2010.

Apresentava o programa Roda Viva, da TV Cultura (segundas-feiras, dez e quarenta da noite) desde 1998, mas foi substituído pelos jornalistas Carlos Eduardo Lins da Silva e Lillian Witte Fibe (ex-Jornal Nacional) a partir de 2008.

Em junho de 2010 foi contratado pela TV Gazeta e participará da cobertura das eleições 2010.

É autor de oito documentários e doze livros.

Foi casado com a jornalista Dilea Frate, com quem teve uma filha,a atriz Ana Markun. Posteriormente, Markun se casou com a bailarina, cantora e compositora Tatiana Cobbett. O casal tem dois filhos - Pedro e João.

Em 2011 lançou o site Brado Retumbante, parte do projeto de mesmo nome retomado no ano anterior, cuja proposta é ampliar o conhecimento do grande público sobre os fatos e acontecimentos, sobretudo a Campanha das Diretas, que levaram ao fim da ditadura militar no Brasil. Com apoio do Instituto de Cultura Democrática e da Uninove, além do site o trabalho agora envolverá outras mídias, incluindo um documentário, um CD e um livro a ser publicado em 2012.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Documentários[editar | editar código-fonte]

Livros[editar | editar código-fonte]

  • 1978 - D. Paulo Evaristo Arns, o cardeal do povo
  • 1981 - A máfia manda flores - Mariel, o fim de um mito
  • 1985 - Vlado - retrato de um homem e de uma época
  • 1987 - Como perder as eleições
  • 1999 - Anita Garibaldi, uma heroína brasileira
  • 2001 - 1961 - que as armas não falem
  • 2001 - Muito além de um sonho - a história da Unisul
  • 2004 - O Sapo e o Príncipe
  • 2005 - Meu Querido Vlado
  • 2006 - O Melhor do Roda Viva - Cultura
  • 2006 - O Melhor do Roda Viva - Internacional
  • 2006 - O Melhor do Roda Viva - Poder

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]