Pavilhão 9 (banda)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Pavilhão 9 (grupo))
Ir para: navegação, pesquisa
Pavilhão 9
Informação geral
Origem São Paulo, São Paulo
País  Brasil
Gênero(s) Rap metal
Rap rock
Metal alternativo
Funk rock
Funk metal
Hardcore punk
Punk rock
Hip hop
Período em atividade 1990 - 2008
2012 (reunião)
Gravadora(s) Paradoxx, WEA, Independente
Afiliação(ões) Max Cavalera, Igor Cavalera, Nação Zumbi, Sepultura, Charlie Brown Jr, Chorão, Racionais, RZO, Marcelo D2, Planet Hemp, Raimundos, O Rappa, Rodolfo Abrantes
Página oficial www.pavilhao9.com.br
Integrantes Rho$$i
Doze
Ortega
Marinho
Marcelo Munari
Fernando Schaefer
DJ EB
Ex-integrantes Piveti
DJ Branco
Blindado
Thunder
Jerfim Cabulozin

Pavilhão 9 é uma banda brasileira de rap metal, formada em São Paulo[1] , em 1990. Letras políticas e de protesto e uma sonoridade que foge um pouco do padrão quando o assunto é rap. Melodias que mesclam o rap com o heavy metal, punk rock, hardcore, funk, e uma pitada de reggae. Esse é o grande tônico do grupo paulista.

Biografia[editar | editar código-fonte]

História[editar | editar código-fonte]

A banda foi formada no bairro do Grajaú, em 1990. O nome foi retirado de um dos pavilhões do presídio do Carandiru. Dois anos depois, o grupo lançou seu primeiro álbum, Primeiro Ato. Uma das músicas do disco, intitulada Otários Fardados, gerou polêmica, por fazer críticas pesadas à Polícia Civil de São Paulo. Por questões de segurança, o vocalista Rho$$i e os outros integrantes passaram a se apresentar escondendo o rosto por trás de gorros, máscaras de jogador de hóquei e pinturas[2] .

Em 1994 o Pavilhão 9 lançou seu segundo disco, Procurados Vivos ou Mortos, pela Paradoxx Music. Três anos mais tarde, pela mesma gravadora, o grupo gravou Cadeia Nacional, gravado, mixado e produzido por Beto Machado (Bob Mac). Com letras que falam sobre problemas sociais enfrentados na periferia das grandes cidades e críticas à violência policial, o grupo voltou a gerar polêmica com o álbum de 1999, Se Deus Vier, Que Venha Armado, o qual tinha a imagem de Jesus Cristo na capa. Além da reação da Igreja Católica e dos políticos conservadores, o CD gerou também o fim do contrato com a gravadora Paradoxx. Em 2000, assinaram contrato com a Warner Music e foram chamados para tocar no Rock in Rio de 2001[3] .

Em 2008 o grupo suspendeu suas atividades, mas Rho$$i seguiu em carreira solo, lançando o álbum #AHoraÉAgora[4] [5] . O grupo voltou a se reunir em 2012 para shows no festival Lollapalooza[6] .

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Formação atual
Ex-integrantes
  • Piveti - vocal (1990-1994)
  • Blindado - guitarra (1996-1999)
  • Thunder - bateria (1996-1999)
  • Camburão - vocal (1990-1994)
  • Branco - DJ, compositor (1990-1999)

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Pavilhão 9 (banda)
Flag of Brazil.svgGuitarra masc.png Este artigo sobre uma banda ou grupo musical do Brasil, é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.