Pecado Capital (1998)

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Pecado Capital
Logotipo da telenovela
Informação geral
Formato Telenovela
Duração 45 minutos
Criador(es) Janete Clair
(obra original)
Glória Perez
(adaptação)
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Wolf Maya
(direção de núcleo)
Maurício Farias
(direção geral)
Fabrício Mamberti
Vicente Barcellos
Elenco Francisco Cuoco
Cássia Kiss
Carolina Ferraz
Eduardo Moscovis
Paloma Duarte
Alexandre Borges
ver mais
Tema de abertura "Pecado Capital", Só Pra Contrariar
Tema de
encerramento
"Pecado Capital", Só Pra Contrariar
Exibição
Emissora de
televisão original
Brasil Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 5 de outubro de 1998 - 7 de maio de 1999
N.º de episódios 185
Cronologia
Último
Último
Era uma vez...
Força de um Desejo
Próximo
Próximo
Programas relacionados Pecado Capital (1975)

Pecado Capital foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo no horário das 18 horas, entre 5 de outubro de 1998 e 7 de maio de 1999, em 185 capítulos,[1] substituindo Era uma Vez... e sendo substituída por Força de um Desejo.[2]

Este é um remake da telenovela homônima de 1975 escrita originalmente por Janete Clair e reescrita por Glória Perez, sendo dirigida por Wolf Maya, Maurício Farias, Fabrício Mamberti e Vicente Barcellos.[1]

Contou com Eduardo Moscovis, Carolina Ferraz, Francisco Cuoco e Cássia Kiss nos papéis principais da trama.

Em 2013, Pecado Capital foi cogitada e chegou a ser anunciada para reprise no Canal Viva. Mas, mediante várias reclamações de assinantes do canal, a sua reprise foi substituída pelo remake de Anjo Mau.[2] Será reprisada pelo Canal Viva a partir de 10 de novembro de 2014, substituindo História de Amor.[3]

Trama[editar | editar código-fonte]

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Pecado Capital conta a história de José Carlos Moreno, mais conhecido como Carlão, um taxista morador do subúrbio carioca de Marechal Hermes. Logo no primeiro capítulo, acontece um grande e audacioso assalto a banco, e os ladrões, em fuga, embarcam no carro de Carlão. Só que a mala cheia de dinheiro é esquecida no veículo. O taxista então, vê ali a possibilidade de ascender socialmente, podendo enfim casar-se com a noiva Maria Lucia, operária numa fábrica de roupas. Graças à beleza de Maria Lucia, as brigas entre os dois, por causa de ciúme do taxista, são frequentes. Lucinha conhece na fábrica o publicitário Nélio Porto Rico, que a convida a ser modelo. Pensando na possibilidade de crescer na vida, ela aceita. Enquanto isso, Carlão faz segredo quanto a estar com o fruto do assalto ao banco. A opção de Lucinha pela carreira de modelo leva-a a romper com a mãe, pela intolerância dela.

Enquanto isso Eunice, uma dona de casa de classe média, infeliz no casamento, sofre com o repúdio do marido Ricardo e com a consciência pesada. Ela esteve no assalto, do qual participou convencida pelo amante Miguel, e foi quem esqueceu o dinheiro com Carlão. Miguel é assassinado após uma discussão com Eunice por causa do dinheiro e ela é tida como a principal suspeita, embora seja inocente. Ela então vai pedir ajuda ao marido para sair da enrascada, e ele a obriga a ir passar uns tempos nos Estados Unidos, longe do filho Paulo Roberto. E a suburbana Lucinha é escolhida como principal modelo das Confecções Centauro, onde antes trabalhava. Desperta o interesse do adormecido coração de Salviano Lisboa, um milionário viúvo que, apesar de ter seis filhos - Vitória, Vilma, Vicente, Virgílio, Vinícius e Valter - e viver cercado por uma cambada de bajuladores, sente muita solidão. O início do namoro entre Salviano e Lucinha desperta em Carlão um grande ódio, e ele lança mão do dinheiro, que planejava devolver, para ascender socialmente - para ele, Lucinha deseja isto:fortuna e posição.

Eunice volta ao Brasil e cumprindo suas ameaças cheias de rancor, Ricardo a denuncia e ela é presa. Ao ficar sabendo da situação da mulher, Carlão sente a consciência pesar e começa a ajudá-la. Penalizado, sabendo que se tivesse entregue o dinheiro, a situação de Eunice seria outra, Carlão se casa com ela, mesmo apaixonado por Lucinha, que passa a enfrentar, a cada dia que passa, maior oposição dos filhos de Salviano. Carlão e Eunice vivem um casamento infeliz. Ela, verdadeiramente apaixonada, sofre com o amor do marido por outra, que não o quer;ele, por estar casado por piedade e medo de que ela, já o tendo reconhecido como o taxista do caso, o denuncie.

Ao longo da trama, Carlão vai se afundando mais e mais, graças à ambição e ao desejo de reconquistar Maria Lucia. No final, quando resolve deixar o dinheiro (dois milhões de reais) numa estação do metrô e fazer uma denúncia anônima às autoridades, Carlão termina assassinado no local pelo bicheiro Quidoca, um mau-caráter com quem havia se envolvido em negócios escusos.

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Produção[editar | editar código-fonte]

Roteiro[editar | editar código-fonte]

Escrita por Glória Perez, conhecida como pupila de Janete Clair,[2] autora original da telenovela homônima de 1975, este remake acrescentou novos personagens em tramas inéditas e fazia algumas homenagens à trama original de Janete Clair. Começando pela participação de Francisco Cuoco, que havia sido o Carlão da versão de 1975 e nesta versão fazia o papel vivido antes por Lima Duarte. Francisco emagreceu 18 quilos para viver o empresário Salviano Lisboa.[1] Em 1975, Janete Clair batizou a irmã de Lucinha de Emilene, papel de Elizângela, numa homenagem dos pais da personagem às cantoras Emilinha Borba e Marlene, estrelas do rádio. Na nova versão, Glória Perez batizou a irmã de Lucinha de Clarelis, papel de Leandra Leal neste remake, nome em homenagem as cantoras Clara Nunes e Elis Regina.[1] Outras homenagens foram ao papel da desajustada Vilminha, que havia sido da atriz Débora Duarte, foi entregue à sua filha, Paloma Duarte, no remake. A personagem Bá de Zilka Sallaberry, a governanta da mansão de Salviano Lisboa, guardava uma foto da mãe emoldurada na cabeceira da cama. A foto era de Elza Gomes, que havia interpretado a personagem na versão original.[1] Mário Lago, que atuou nas duas novelas, fez o mesmo papel, Dr. Amato, o advogado que defendia Eunice, Rosamaria Murtinho no original e Cássia Kiss no remake, no inquérito sobre o assalto ao banco. Betty Faria, que vivera a Lucinha na primeira versão, fez uma participação afetiva como uma trocadora de ônibus que tem um breve diálogo com Carolina Ferraz, a Lucinha do remake. E também numa participação afetiva, Lima Duarte, o Salviano da primeira versão, apareceu no capítulo final como o bandido que mata Carlão, de Eduardo Moscovis. Na primeira versão, Carlão encontrou oitocentos mil cruzeiros na maleta esquecida em seu táxi. Nessa versão o valor foi atualizado para dois milhões de reais.[2] Carolina Ferraz e Francisco Cuoco, que viviam o par romântico Lucinha e Salviano, se desentenderam durante a trama. Glória Perez, então, criou um novo interesse amoroso para Salviano, Laura, papel de Vera Fischer, uma personagem que não existia na novela original.[2] Por causa destas desavenças, Glória Perez teve que modificar o final. Na versão original, enquanto Lucinha casava-se com Salviano, Carlão era baleado nas obras do metrô, no Largo da Carioca, no centro do Rio. Glória mudou para que Salviano ficasse com Laura, enquanto Carlão morreu assassinado no metrô da Praça Cardeal Arcoverde, em Copacabana, e Lucinha chorou a sua morte.[2] A novela também abordou questões sociais, próximo à praia onde Tenorinho, de Eri Johnson, jogava futevôlei havia um posto fictício onde pessoas reais davam depoimentos. A mãe do estudante Frederico Guimarães, morto em novembro de 1998 por uma gangue em Ipanema, e Raimundo Pereira, do grupo Atobá, que luta pelos Direitos LGBT no Brasil. As vítimas da tragédia do edifício Palace II, que desabou em 22 de fevereiro de 1999, também deram depoimentos.[4] No Recreio dos Bandeirantes, participaram a dupla Zezé di Camargo e Luciano para divulgar a campanha "Violência Não! Eu Defendo Esta Bandeira".[5] Por meio do drama vivido pela personagem Rafa, amiga de Vilminha e vivida por Clara Garcia, que descobre que tem câncer. A atriz teve que raspar a cabeça em função do papel, visitou alguns hospitais especializados em câncer e acabou conquistando a simpatia das crianças internadas, na novela, a personagem também visitava hospitais, sem cabelos, mas com tatuagens na cabeça, era uma forma que Glória Perez de fazer com que as crianças lidassem melhor com a perda dos cabelos provocada pelo tratamento da doença.[4]

Figurino e caracterização[editar | editar código-fonte]

Criado no Rio de Janeiro, Eduardo Moscovis acrescentou ao repertório do seu Carlão expressões que ouvia nas ruas, como “riléx”, pronúncia para relax, gíria que o taxista dizia o tempo todo e que se tornou uma das favoritas dos câmera men do estúdio.[6] O visual do Carlão de Francisco Cuoco, com camisas estampadas, abertas no peito, um bigodinho e uma corrente no pescoço inspiraram o novo Carlão feito por Eduardo Moscovis que era devoto de São Jorge, vestia camisas lisas, usava uma barba cerrada e um cordão com um crucifixo, uma medalhinha de ágnus-dei e uma figa.[6] Os figurinos foram assinados por Helena Brício e Marina Alcântara, seguiram as diretrizes traçadas pelo diretor de núcleo Wolf Maya na concepção estética, usando como referência uma retratação poética do subúrbio, inspirada na Madri dos filmes do cineasta espanhol Pedro Almodóvar e no Rio de Janeiro descrito pelas histórias do escritor Nelson Rodrigues. As figurinistas distinguiram, para a criação dos figurinos, o subúrbio do bairro Marechal Hermes, zona oeste do Rio onde moravam os personagens Carlão e Lucinha, de Copacabana, bairro da zona sul da cidade, também retratado na novela.[6] Também na versão original, o núcleo pobre da novela morava no bairro carioca do Méier, na zona norte, realizadas em uma cidade cenográfica. Na segunda versão, este núcleo foi transferido para Marechal Hermes. As gravações da novela mudaram a rotina dos moradores do bairro, que alugaram as fachadas de suas casas para a produção, outros atuando como figurantes. A equipe de cenografia de Claudia Alencar, Alexandre Gomes e Fábio Verlen criaram 16 complexos cenográficos para a novela, incluindo um trecho comercial de Marechal Hermes e a mansão de Salviano Lisboa, construídos em uma cidade cenográfica no Projac.[7]

Elenco[editar | editar código-fonte]

Carolina Ferraz interpretou a protagonista Lucinha.
Cássia Kiss interpretou a antagonista principal Eunice.
Francisco Cuoco interpretou o empresário Salviano Lisboa.
Camila Pitanga interpretou a doce Ritinha.
Lima Duarte interpretou o agiota Tonho Alicate.
Ator Personagem
Eduardo Moscovis José Carlos Moreno (Carlão)
Carolina Ferraz Lucinha (Maria Lúcia Batista/Lucy Jordan)
Francisco Cuoco Salviano Lisboa
Cássia Kiss Eunice Freitas
Vera Fischer Laura Medeiros Lisboa
Paloma Duarte Vilma Lisboa (Vilminha)
Alexandre Borges Nélio Porto Rico
Thaís de Campos Vitória Lisboa Cabral
Lima Duarte Antônio (Tonho Alicate)
Floriano Peixoto Ernani Cabral
Marco Ricca Miguel Ferreira
Leandra Leal Clarelis Batista
Marcelo Serrado Vinícius Lisboa
Thiago Lacerda Vicente Lisboa
Marcos Winter Virgílio Lisboa
Luís Melo Ricardo
Tato Gabus Mendes Valdir
Camila Pitanga Ritinha
Juliana Silveira Dagmar
Betty Lago Mila
Roberto Bonfim Raimundo
Pedro Paulo Rangel Clóvis Tenório
Cláudia Liz Gigi
Jackson Antunes Marciano
Eri Johnson Tenorinho
Henri Castelli Lobato
Íris Bruzzi Otília
Mara Manzan Alzira
André Valli Orestes
Suely Franco Djanira
Zilka Salaberry
Ilka Soares Hortência
Denise Milfont Elizeth
Antônio Pompeo Percival
Darlene Glória Aurora
Oswaldo Loureiro Boca
Guilherme Karan Jurandir
Jiddu Pinheiro Valter Lisboa
Walther Verve Roger
Renato Rabello Escorel
Ana Furtado Deinha
Malu Valle Verinha
Aracy Cardoso Cibele
Duda Ribeiro Tatú
Clara Garcia Rafa
Ana Ariel Creusa
Vanessa Dantas Micaela
Matheus Petinatti Jominho
Ricardo Martins Bruno
Íris Nascimento Fafá
Luã Ubacker Rubinho
Luíz Cláudio Jr. Nandinho
Diego Codazzi Pastel

Participações especiais[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem[8]
Ana Paula Guimarães Elba
Othon Bastos Sandoval
Jonas Bloch Altino
Xuxa Meneghel Ela mesma
Mário Lago Dr. Amaro
Emiliano Queiroz Quidoca
Chico Diaz Delegado Arruda
Caco Ciocler Rodrigo
Lizandra Souto Ela mesma
Marcelo Alberto Carteiro
Elke Maravilha Ela mesma
Romário Ele mesmo
Betty Faria Ela mesma[9]
Zezé Di Camargo & Luciano Eles mesmos
Suzana Gonçalves Juíza

Audiência[editar | editar código-fonte]

A estreia de Pecado Capital, segundo o Ibope, registrou 38 pontos de média e 44 pontos de pico, cada ponto equivale a cerca de 80 mil telespectadores na Grande São Paulo.[10] Sua antecessora, Era uma vez..., alcançou 33 pontos de média e pico de 39 na estreia.[10] O segundo capítulo rendeu 32 pontos de média no Ibope.[11] Na quinta, 8 de outubro, registrou 29 de média e 28 na sexta, 9 de outubro, caindo 10 pontos em apenas uma semana.[10] Para evitar a baixa audiência, a Globo multiplicou as chamadas da novela, mas não obteve resultado, Pecado Capital, estacionando em 25 pontos de média na segunda, 19 de outubro.[12] A partir de fevereiro de 1999, os números do Ibope variaram entre 25, registrados na última quarta, 3 de outubro, e 34 pontos. O pior resultado põe a novela bem perto de Quatro por Quatro, que teve média de 23 pontos no período.[13] Pecado Capital chegou a ter menos audiência que a reprise de O Rei do Gado no Vale a Pena Ver de Novo na mesma época, com os mesmos 25 pontos.[14]

Pecado Capital registrou médias entre 27 e 28 pontos, bem abaixo do estabelecido pela Globo. Para ficar dentro da faixa desejada pela emissora, na época, uma novela das seis deve ter média de audiência entre 35 e 45 pontos.[15]

Classificação Indicativa[editar | editar código-fonte]

Inicialmente, Pecado Capital havia sido classificada como programa não recomendado para menores de 12 anos, inadequado para antes das 20h, publicado pelo Diário Oficial da União em 10 de agosto de 1998, meses antes da estreia. A Rede Globo se comprometeu a adequar a novela para o horário livre. Segundo a coordenadora do Departamento de Classificação Indicativa, Mirna Fraga, em Pecado Capital, foram considerados inapropriados os "conflitos psicológicos" da história. Entre eles os de Vilma, com seus problemas emocionais e dificuldades de relacionamento com a família e por isso é submetida a tratamento psiquiátrico e a da protagonista, Lucinha, que tem brigas frequentes com o namorado, Carlão, e vai se apaixonar por um homem muito mais velho que ela, Salviano Lisboa, "Acredito que houve um equívoco. O Ministério da Justiça teve acesso, como é de praxe, apenas à sinopse, pela qual não dá para saber de que forma foram abordados os assuntos. Não precisei fazer alterações nos capítulos. Quando fiz a adaptação, já havia adequado a história, que já era leve, para o horário das 18h. A novela será acima de tudo lúdica", disse Glória Perez.[16] Mirna Fraga comentou "Não dá para saber o que se passa na cabeça da Glória Perez. Realmente só lemos a sinopse, até porque não estamos mais no regime militar, quando os capítulos eram avaliados pela censura, antes da exibição".[16] Segundo Mirna Fraga, a função do Ministério "terminou com a publicação do compromisso que a Globo assumiu com a União", mas que, caso o Departamento de Classificação Indicativa considere que esteja ocorrendo "excessos" na novela, poderá intervir junto ao Ministério Público. Ela acrescentou que "as pessoas que se sentirem ofendidas e prejudicadas com o conteúdo da trama poderão recorrer à Promotoria da Infância e da Juventude e pedir providências".[16] O departamento de divulgação da Globo informou que foi produzida uma segunda sinopse, "praticamente" igual à primeira versão enviada ao Ministério da Justiça.[16]

Exibição internacional[editar | editar código-fonte]

O remake de Pecado Capital foi exibido, entre outros países, como Argentina, Chile, Rússia, Nicarágua, Portugal, entre outros.[1]

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Nacional[editar | editar código-fonte]

Pecado Capital - Nacional
Trilha sonora de Vários artistas
Gênero(s) Vários
Idioma(s) Português
Formato(s) CD
Gravadora(s) Som Livre

Capa: Eduardo Moscovis

Internacional[editar | editar código-fonte]

Pecado Capital - Internacional
Trilha sonora de Vários artistas
Gênero(s) Vários
Idioma(s) Vários
Formato(s) CD
Gravadora(s) Som Livre

Capa: Carolina Ferraz

Referências

  1. a b c d e f Pecado Capital - 2ª versão - Curiosidades. Memória Globo. Globo.com. Página visitada em 5 de julho de 2014.
  2. a b c d e f Nilson Xavier. Pecado Capital - Bastidores. Teledramaturgia. Página visitada em 5 de julho de 2014.
  3. Remake de 'Pecado Capital' substituirá 'História de Amor' no VIVA. Canal Viva. Globo.com (30 de junho de 2014). Página visitada em 3 de julho de 2014.
  4. a b Pecado Capital - 2ª versão - Ações Socioeducativas. Memória Globo. Globo.com. Página visitada em 5 de julho de 2014.
  5. Patricia Decia (20 de abril de 1999). Pagodeiros "apanham" de novo de Raul Gil. Folha de São Paulo. UOL. Página visitada em 5 de julho de 2014.
  6. a b c Pecado Capital - 2ª versão - Figurino e caracterização. Memória Globo. Globo.com. Página visitada em 5 de julho de 2014.
  7. Pecado Capital - 2ª versão - Cenografia e arte. Memória Globo. Globo.com. Página visitada em 5 de julho de 2014.
  8. http://globotv.globo.com/rede-globo/video-show/v/remake-show-relembre-as-duas-versoes-de-pecado-capital/1669101/
  9. http://globotv.globo.com/rede-globo/video-show/v/remake-show-relembre-as-duas-versoes-de-pecado-capital/1669101/
  10. a b c Francisco Martins da Costa (7 de outubro de 1998). Nova "Pecado Capital' é superprodução pobre. Folha de São Paulo. UOL. Página visitada em 5 de julho de 2014.
  11. Cristina Padiglione (8 de outubro de 1998). Diretor veta imagens do 'Pecado Capital' de 76. Folha de São Paulo. UOL. Página visitada em 7 de outubro de 1998.
  12. Cristina Padiglione (21 de outubro de 1998). Marcelo Tas substitui Poli no "Vitrine". Folha de São Paulo. UOL. Página visitada em 5 de julho de 2014.
  13. Patricia Decia (8 de fevereiro de 1999). Fischer tenta levantar audiência de 'Pecado'. Folha de São Paulo. UOL. Página visitada em 5 de julho de 2014.
  14. Globo evita riscos para recuperar a audiência com "Terra Nostra". Folha de São Paulo. UOL (15 de setembro de 1999). Página visitada em 5 de julho de 2014.
  15. Francisco Martins da Costa (12 de maio de 1999). "Força de um Desejo" agrada, mas não levanta a audiência. Folha de São Paulo. UOL. Página visitada em 5 de julho de 2014.
  16. a b c d Anna Lee. "Pecado Capital" é liberada para as 18h. Folha de São Paulo. UOL. Página visitada em 22 de agosto de 1998.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]