Pedro Augusto de Saxe-Coburgo e Bragança

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Pedro Augusto
Príncipe do Brasil
Príncipe de Saxe-Coburgo-Gota
Chefe do Ramo de Saxe-Coburgo e Bragança
Período 7 de fevereiro de 18717 de julho de 1934
Predecessor Leopoldina de Bragança
Sucessor Teresa Cristina de Saxe-Coburgo e Bragança
Nome completo
Pedro Augusto Luís Maria Miguel Rafael Gonzaga de Saxe-Coburgo e Bragança
Casa Bragança
Saxe-Coburgo-Gota
Pai Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota
Mãe Leopoldina de Bragança
Nascimento 19 de março de 1866
Palácio Leopoldina, Rio de Janeiro, Flag of Empire of Brazil (1870-1889).svg Império do Brasil
Morte 7 de julho de 1934 (68 anos)
Tulln an der Donau,  Áustria
Enterro St. Augustinkirche, Coburgo
Assinatura

Dom Pedro Augusto Luís Maria Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Saxe-Coburgo e Bragança (Rio de Janeiro, 19 de março de 1866Tulln an der Donau, 7 de julho de 1934), príncipe do Brasil e de Saxe-Coburgo-Gota, era o filho mais velho de dona Leopoldina de Bragança e do príncipe Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota.

Neto mais velho do imperador dom Pedro II do Brasil, alcunhado de "O Preferido" e "O Predileto", dom Pedro Augusto foi, durante seus nove primeiros anos de vida, considerado o segundo na linha de sucessão ao trono brasileiro.

Dom Pedro Augusto foi o primeiro príncipe no mundo a graduar-se em Engenharia Civil, escrevendo diversos trabalhos sobre mineralogia. Tendo herdado o gosto do avô pelos estudos, foi membro do Institut de France, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e chegou a proferir uma conferência sobre minerais na conceituada Académie des Sciences, na França.

Apesar de ser preterido pelos filhos da princesa dona Isabel, o príncipe acalentou a ideia de suceder ao avô até a queda do Império, em 1889. Teve participação ativa nas tentativas de se subverter a constituição do Império em seu favor, reunindo em torno de si diversos partidários contrários a um terceiro reinado encabeçado pela tia - atitudes que lhe valeram, no parlamento, o apelido de Príncipe Conspirador. O fracasso de seus planos foi uma das principais causas dos transtornos mentais que o acometeriam desde a proclamação da república brasileira até sua morte.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Família e primeiros anos[editar | editar código-fonte]

Filho mais velho do príncipe Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota, duque de Saxe, e de dona Leopoldina de Bragança, princesa do Brasil, dom Pedro Augusto também foi o primeiro neto de dom Pedro II e da imperatriz dona Teresa Cristina. Seus avós paternos foram o príncipe Augusto de Saxe-Coburgo-Gota e a princesa Clementina de Orléans (filha do rei Luís Filipe I de França).[1]

Devido à falta de herdeiros por parte da Princesa Imperial e a um aborto espontâneo sofrido por dona Leopoldina em sua primeira gestação, havia uma grande expectativa em torno do nascimento de dom Pedro Augusto.[2] Às vésperas do parto, o conselho de ministros, assim como representantes do legislativo, os Grandes do Império e todo o corpo diplomático foram avisados do grande acontecimento: "Havendo Sua Majestade o Imperador por bem que, quando S. A. a Sra. D. Leopoldina se achar próximo a dar à luz, seja de dia ou de noite, o Senhor príncipe ou princesa, cujo feliz nascimento se espera, os ministros de Estado, os conselheiros de Estado e os grandes do Império concorram ao palácio da residência de Sua Alteza, para o que lhes servirá de sinal uma girândola de foguetes soltada da Imperial Quinta da Boa Vista e correspondida por outra no morro do Castelo."[3]

De fato, às 16:10 de 19 de março de 1866, no Palácio Leopoldina, "O Preferido" veio ao mundo. O nascimento foi anunciado com três foguetes lançados a partir do Palácio Imperial de São Cristóvão, seguidos por salvas de canhões das fortalezas e dos navios ancorados na barra.[4] [5] [nota 1] O batizado realizou-se em 4 de abril na Capela Imperial,[6] tendo o príncipe como padrinhos o imperador dom Pedro II e a rainha dos franceses, Maria Amélia de Bourbon-Nápoles (representada pela avó, dona Teresa Cristina), cuja morte tinha ocorrido dezesseis dias antes e que não fora notificada, por causa da lentidão nas comunicações.[7] Na Fala do Trono de 3 de maio daquele ano, o imperador discursava:

"Cheio de prazer vos annuncio o nascimento do príncipe D. Pedro, fructo do feliz consórcio de minha muito cara filha a princeza D. Leopoldina com o meu muito prezado genro o duque de Saxe."[8]

Por força do disposto na convenção matrimonial entre a princesa Leopoldina e o duque de Saxe, o casal comprometia-se a residir parte do ano no Brasil enquanto o imperador não considerasse assegurada a sucessão da princesa Isabel.[9] Assim, dom Pedro Augusto passou parte de sua primeira infância entre o Brasil e a Europa.[10]

Dom Pedro Augusto com seus irmãos dom José (ao centro) e dom Augusto Leopoldo (à direita), em 1871.

Poucas semanas após o nascimento de seu quarto e último filho, o príncipe Luís Gastão, dona Leopoldina contraiu febre tifóide, morrendo em Viena em 7 de fevereiro de 1871, aos vinte e três anos de idade.[11] Neste mesmo ano, o casal imperial faz sua primeira visita à Europa, onde um conselho de família decide que dom Pedro Augusto e seu irmão, dom Augusto Leopoldo, devem retornar para o Brasil, para serem educados pelos avós maternos.[12] [13] [14]

O Predileto entre seus avós maternos (1887).

A pedido do imperador o médico Manuel Pacheco da Silva, futuro barão de Pacheco, deixou suas funções como reitor do Externato Dom Pedro II para tornar-se preceptor dos netos, que "(...) estão atrasados e falam pessimamente o português, apenas conhecem a língua alemã".[15]

Aos oito anos, o jovem príncipe foi matriculado no Imperial Colégio de Pedro II, tornando-se bacharel em Ciências e Letras em 1881. Em 1 de abril de 1887, graduou-se em Engenharia Civil pela Escola Polytechnica, tendo já proferido uma conferência na Académie des Sciences.[16] [17] Estudioso como o avô, Pedro Augusto foi membro do Institut de France e autor de várias obras sobre mineralogia, tidas hoje como preciosidades.[17]

A sucessão imperial[editar | editar código-fonte]

A Família Imperial em 1889. A partir da esquerda: dona Teresa Cristina, dom Antônio, dona Isabel, dom Pedro II, dom Pedro Augusto, dom Luís, o conde d'Eu e dom Pedro de Alcântara.

A aparente infertilidade da princesa dona Isabel elevou Pedro Augusto ao status de herdeiro presuntivo desde o dia de seu nascimento. Tido como neto predileto do imperador, a quem se ligou por laços de afeto e interesses comuns, o príncipe viu-se preterido na linha de sucessão ao trono aos nove anos de idade, com o nascimento do primo dom Pedro de Alcântara, a quem coube o título de Príncipe do Grão-Pará.[12] [18]

A mudança de contexto afetaria consideravelmente o comportamento de Pedro Augusto.[19] Após o nascimento do primo e durante toda sua adolescência, o príncipe passou a sofrer de insônia, de intensas dores de cabeça, palpitações e tremores nas mãos. O recorrente medo da morte - temia estar infectado com a mesma doença que matara sua mãe - tornou-se uma preocupação para o pai e os avós.[20]

A preferência do imperador pelo neto mais velho causava ciúmes à Princesa Imperial e alimentava as especulações sobre uma reviravolta na linha sucessória. A correspondência diplomática[nota 2] e a imprensa deixavam transparecer a divisão familiar e a rejeição da elite política ao alegado fanatismo religioso de dona Isabel e às pretensões de governo do conde d'Eu, acabaram criando um partidarismo favorável a um III Reinado encabeçado por dom Pedro Augusto.[21]

Instalado no Palácio Leopoldina, o príncipe tornava-se bastante popular, promovendo recepções e banquetes e chegando mesmo a formar uma corte informal em torno de si a quem presenteava com grande generosidade. As somas de dinheiro que pedia ao pai aumentavam consideravelmente, levando Luís Augusto a pedir explicações ao imperador:[22]

"É incrível como gosta de gastar dinheiro e uma de suas cartas é cheia de pedidos de dinheiro e mais dinheiro. É triste porque, na sua idade, nem deve se preocupar deste assunto. Minhas ordens são para dar somente 200 réis por mês [...] Venho ainda pedir um esclarecimento a Majestade para não falar disto ao Pedro. Ele me pediu para dar-lhe 500 mil para despesas da viagem. Viagem planejada ou somente de imaginação de Pedro? Ele deseja também fazer um presente de um conto de réis a seu repetidor, ano passado não fez presente deste valor."[22]

O Príncipe Conspirador, como era chamado no Parlamento, teve, segundo seus contemporâneos, ativa participação na campanha que pretendia promovê-lo ao trono em detrimento da tia e do primo. Seu maior mentor nesta época e um de seus maiores entusiastas foi o conselheiro Sousa Dias, presidente do conselho de ministros entre 1884 e 1885.[23] Na Europa, onde esteve com os avós entre 1887 e 1888, Eduardo Prado e o barão de Estrela encarregavam-se de orientá-lo e de fazer propagar suas virtudes em contraste com os "defeitos" de dona Isabel.[24]

Com efeito, em sua tournée européia, dom Pedro Augusto foi recebido com as pompas de sucessor de dom Pedro II em todos os países e casas reais por onde passou e sua popularidade crescia a olhos vistos. Na França, foi agraciado por Sadi Carnot com a grã-cruz da Legião de Honra; em Portugal, o rei dom Luís I concedeu-lhe a grã-cruz da Ordem da Torre e Espada.[25] O retorno ao Brasil aprofundou a crise silenciosa no seio da Família Imperial. O apoio ao príncipe crescia em número e em peso político: o barão de Maia Monteiro, o conde de Figueiredo, o marquês de Paranaguá - entre outros políticos de renome - e até mesmo a própria imperatriz tornaram-se seus partidários.[26] Ao entusiasmo do príncipe fazia contraponto as palavras proféticas de seu irmão, dom Augusto: "Deixa disso, que a sucessão não é da carola [dona Isabel], nem do maneta [o Príncipe do Grão-Pará], nem do surdo [o conde d'Eu], nem tua também."[27] [28]

Dom Pedro Augusto (à direita) e dom Augusto Leopoldo no exílio em Cannes, em 1890.

República e exílio[editar | editar código-fonte]

Dom Pedro Augusto tomou conhecimento do golpe militar que resultou na Proclamação da República horas depois do ocorrido, quando retornava de um passeio a cavalo. Alegando ter ido pedir orientação aos seus partidários, demorou a unir-se com o restante da família, só chegando ao Paço Imperial - que já se encontrava cercado por homens do exército - no final da tarde do dia 15 de novembro.[29]

Dom Pedro Augusto em Paris (1890).

Obrigados pelo governo provisório a seguir para o exílio na madrugada do dia 17 de novembro, todos os membros da Família Imperial - com exceção de dom Augusto, que encontrava-se em viagem de circunavegação com a Armada Imperial no Oriente - foram embarcados no vapor Alagoas e escoltados pelo Couraçado Riachuelo até o limite das águas territoriais brasileiras.[30] Foi a bordo do Alagoas que o príncipe apresentou o seu primeiro surto psicótico, tentando esganar o comandante do navio, a quem acusava de ter recebido dinheiro para eliminar a todos.[31] Contido e preso em seu camarote, foi acometido de delírios persecutórios, chegando a envolver seu corpo numa bóia salva-vidas, temendo que o navio fosse bombardeado.[32] Alternando momentos de excitação e de letargia, Pedro Augusto jogava garrafas ao mar com pedidos de socorro. Há registros de ao menos uma dessas mensagens, encontrada numa garrafa na praia de Maragogi, no litoral de Alagoas:

"Bordo do Alagoas, 23 de novembro de 1889, às 11 horas da manhã.
A família imperial fiada nos compromissos do Governo Provisório e coagida a partir, a pretexto de segurança, no dia 17, às 3 horas no cruzador Parnaíba, onde escrevemos várias cartas e que a conduziu à enseada do Abraâo onde logo embarcou a bordo deste vapor, dirigido pelo Riachuelo, dizendo-se que iam para Lisboa, acha-se bem como sua comitiva, em posição crítica e decerto, segundo penso, está condenada toda e todos a uma morte violenta. O perigo é grande. Nas águas de Pernambuco vagando ao acaso. Meu Deus!
D. Pedro Augusto de Coburgo e Bragança."[33]
Túmulo do príncipe, em Coburgo.

Já no exílio, Pedro Augusto é levado para tratamento psiquiátrico em Graz. Poucas semanas depois recebe alta e vai ao encontro dos avós quando, então, recebe a notícia da morte de dona Teresa Cristina, a única aliada familiar em suas pretensões ao trono.[34] [35] Com a transferência da família para Cannes, passa a contactar antigos partidários e a planejar a restauração monárquica no Brasil. Entretanto, sua situação psicológica voltou a se deteriorar e os poucos conspiradores monarquistas ainda ativos logo se afastaram do príncipe.[36]

Loucura e morte[editar | editar código-fonte]

Com o abandono dos chamados "pedristas", os sintomas psiquiátricos de Pedro Augusto se agravaram progressivamente. Passava as noites em claro, não se alimentava, balbuciava palavras incompreensíveis ou vociferava contra inimigos imaginários. Com frequência os criados do Palácio Coburgo o encontravam em seus aposentos acocorado a um canto com o olhar vidrado e espumando pela boca.[37]

Os poucos amigos que lhe restaram tentavam, em vão, ajudá-lo. A pedido do médico Jean Charcot, o jovem foi examinado pelo famoso Sigmund Freud, conforme registrou dom Augusto Leopoldo em carta enviada ao barão de Santa Vitória:

"Quero agradecer a visita do jovem Doutor Sigmund Freud enviado pelo bom Dr. Jean Charcot. Na sua opinião, não havia por parte de meu irmão nenhum sintoma monomaníaco, ou de excitação descontrolada, constituindo-se unicamente de profunda depressão e infelicidade. O que sentiu é que está esgotado, recomendando, por enquanto, muito repouso."[37]

Embora tenha recuperado a razão, o jovem não recuperou o apoio de seus antigos correligionários, que acabaram investindo em seu irmão como pretendente ao trono extinto.[38] Com a morte de dom Pedro II, em 5 de dezembro de 1891, a melancolia e as manias de perseguição voltaram à cena: acusava os tios - a princesa Isabel e o conde d'Eu - de espalharem rumores sobre sua sanidade mental, acusava os jornalistas de colocarem em dúvida sua masculinidade e seus aliados de traição.[39]

Em outubro de 1893, artigos publicados em jornais franceses e argentinos - dando conta ora da aclamação de seu primo dom Pedro de Alcântara como imperador do Brasil ora a aclamação de dom Augusto Leopoldo - levaram Pedro Augusto à beira de um colapso. Envergando as placas e bandas de todas as ordens com que fora agraciado, o príncipe saiu cavalgando pelas ruas de Viena no meio da madrugada, acometido dos antigos delírios persecutórios. Após ser contido e reconduzido ao Palácio Coburgo tentou o suicídio, atirando-se por uma das janelas de seu quarto.[40]

Internado pelo pai num sanatório em Tülln an der Donau, O Predileto passou o resto de sua vida acreditando que se tornaria imperador do Brasil. Em 25 de abril de 1900, todos os seus objetos pessoais foram leiloados em Viena.[41] Morreu em 7 de julho de 1934, aos 68 anos de idade e mais de 40 anos de internação.[42] [43] [44] Seu corpo foi sepultado na cripta da St. Augustinkirche, em Coburgo.[45] [nota 3]

Honrarias[editar | editar código-fonte]

BRA Order of the Southern Cross - Grand Cross BAR.png Grã-Cruz da Imperial Ordem do Cruzeiro[46]

Imperial Order of Pedro I.gif Grã-Cruz da Imperial Ordem de Pedro Primeiro[46]

Imperial Order of the Rose (Brazil) - ribbon bar.png Grã-Cruz da Imperial Ordem da Rosa[46]

PRT Military Order of the Tower and of the Sword - Grand Cross BAR.png Grã-Cruz da Ordem da Torre e Espada[25] [46]

Chevalier Ordre de Leopold.png Grã-Cruz da Ordem de Leopoldo da Bélgica[46]

D-SAX Sachsen-Ernestinischer Hausorden BAR.svg Grã-Cruz da Ernestina Casa Ducal de Saxe[46]

Legion Honneur Chevalier ribbon.svg Grã-Cruz da Legião de Honra da França[25]

Пластина на орден „Св. Александръ“.jpg Grã-Cruz da Ordem de Santo Alexandre da Bulgária[46]

Ancestrais[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Na sessão de 21 de março de 1866, o expediente da Câmara dos Deputados registrou o recebimento de um ofício do Ministério do Império: '"... communicando que a Divina Providência acaba de felicitar este Império com o nascimento de um príncipe, filho de Sua Alteza a Srª princeza D. Leopoldina, e de seu augusto esposo S.A. Real o Sr. duque de Saxe, e ao mesmo tempo enviando a cópia do auto que se lavrou para constar tão fausto acontecimento."
  2. Nas palavras do embaixador de Portugal: "Não tem ainda 25 anos, mas já tem o diploma de curso superior, não faltando assim argumentos para sustentar que lhe são aplicáveis as disposições que alteraram posteriormente as condições da maioridade... É inteligente, bastante instruído para a sua idade, muito simpático e popular. Há neste país um grande número de monarquistas que entendem que, na falta do atual imperador, a monarquia ficaria mais solidamente construída com Pedro do que com a princesa Isabel".
  3. Em seu túmulo constam as inscrições latinas: PETRUS AB ALCANTARA AUGUSTUS LUDOVICUS MARIA MICHAEL GABRIEL RAPHAEL GONZAGA SAXONIAE COBURGU ET GOTHAE PRINCEPS; SAXONIA DUX NAT, IN CIVITATE FLUMINENSI DIE XIX MARTII MDCCCLXVI JUVENIS PRAECLARIS PRAEDITUS DOTIBUS PRAESERTIM ACUMINE INGENII, PETRI BRASILIAE IMPERATORI NETOS PRAEDILECTUS. IN LAMENTABILI IMPERII OCCASU GRAVI CORREPTUS INFIRMITATE. OBIT PIE IN DOMINO VINDOBONAE DIE VI JULII A.D. MCMXXXIV R.I.P. - Bragança (2004), 207-208.

Referências

  1. Wehrs, 277
  2. Del Priore, 30
  3. Del Priore, 31-32
  4. Bragança, 286
  5. Del Priore, 17
  6. Bragança (2004), 93
  7. Bragança, 286
  8. Annaes do Parlamento Brazileiro, 3
  9. Bragança (1959), 75
  10. Defrance, 213, 216-217
  11. Wehrs, 280
  12. a b Lessa, 123
  13. Defrance, 209-210
  14. Bragança (1966), 205
  15. Del Priore, 13
  16. Defrance, 300
  17. a b Lessa, 124
  18. Mello Jr, 217
  19. Del Priore, 62
  20. Del Priore, 63
  21. Del Priore, 67-69
  22. a b Del Priore, 70
  23. Del Priore, 73
  24. Del Priore, 102
  25. a b c Del Priore, 124
  26. Del Priore, 132, 150
  27. Andrade, Rodrigo M.F. citado por Lyra, 173
  28. Del Priore, 153
  29. Del Priore, 208
  30. Del Priore, 218-219
  31. Del Priore, 219
  32. Del Priore, 220
  33. Del Priore, 219-220
  34. Bragança (2008), 163
  35. Del Priore, 225
  36. Del Priore, 240-243
  37. a b Del Priore, 245
  38. Del Priore, 246-247
  39. Del Priore, 252
  40. Del Priore, 257-258
  41. Bragança (2004), 205
  42. Del Priore, 259
  43. Affonso Celso, 429-430
  44. Bragança (2004), 207-208
  45. Coburg - St. Augustinkirche Royalty (travel) guide. Página visitada em 23 de agosto de 2011.
  46. a b c d e f g Bragança (2008), 166
  47. Wehrs, 278-279

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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  • Bragança, Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e. As Visitas de Dom Pedro II a Coburgo, in Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, vol. 272, 1966, p. 201-208 (ISSN 0101-4366)
  • Bragança, Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e. Dom Pedro Augusto e seus contactos com a avó Clementina, Duquesa de Saxe, in Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, vol. 440, 2008, p. 161-170 (ISSN 0101-4366)
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  • Bragança, Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e. As confidências do Visconde de Itaúna a Dom Pedro II, in Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, vol. 424, 2004, p. 89-161 (ISSN 0101-4366)
  • Defrance, Olivier. La Médicis des Cobourg, Clémentine d’Orléans, Bruxelles, Racine, 2007 (ISBN 2873864869)
  • Del Priore, Mary. O Príncipe Maldito, Rio de Janeiro, Objetiva, 2007 (ISBN 857302867X)
  • Figueiredo Junior, Afonso Celso de Assis. Palavras do Conde de Affonso Celso sobre o falecimento do sócio honorário Dom Pedro Augusto de Saxe-Coburgo, in Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, vol. 169, 1934, p. 429-430 (ISSN 0101-4366)
  • Lessa, Clado Ribeiro de. O Segundo Ramo da Casa Imperial e a nossa Marinha de Guerra, in Revista do Instituto Historico e Geografico Brasileiro, vol. 211, 1951, p. 118-133 (ISSN 0101-4366)
  • Lyra, Heitor. História de Dom Pedro II - Declínio (1880-1891), Belo Horizonte, Itatiaia; São Paulo, Ed. da Universidade de São Paulo, 1977, p. 37, 173 (ISBN 9788531903571)
  • Mello Jr, Donato. Centenário do Príncipe do Grão-Pará - O nascimento em Petrópolis e o batizado no Rio de Janeiro, in Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, vol. 322, 1979, p. 212-228 (ISSN 0101-4366)
  • Sessão em 21 de Março de 1866, in Annaes do Parlamento Brazileiro, Câmara dos Srs. Deputados, Quarto Ano da Duodécima Legislatura, Sessão de 1866, tomo 1, p. 42
  • Sessão Imperial do Encerramento da Terceira e da Abertura da Quarta Sessão da Decima-Segunda Legislatura, in Annaes do Parlamento Brazileiro, Sessão de 1866, tomo 1
  • Wehrs, Carlos. A Princesa Leopoldina de Bragança e Bourbon e a Casa Ducal de Saxe-Coburg, in Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, vol. 437, 2007, p. 275-289 (ISSN 0101-4366)

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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(Ramo de Saxe-Coburgo e Bragança)
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