Câmera escondida

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Sérgio Mallandro usa pegadinhas em seus programas.

Pegadinha, câmera escondida, câmera oculta ou apanhados é uma situação forjada ou verdadeira (que pode ser chamada de brincadeira) pela produção de algum programa onde se cria um constrangimento, uma situação absurda e inesperada com alguém que supostamente ignora a armação da qual será vítima.

O extinto programa Topa Tudo por Dinheiro tinha um quadro de Câmeras Escondidas que teve um enorme sucesso em todos os anos em que o programa foi exibido

Hoje em dia, vários programas de TV se utilizam ou se utilizaram de pegadinhas, dentre eles os de João Kléber, Sérgio Mallandro, Silvio Santos, Gugu Liberato, Fausto Silva, Luciana Gimenez, etc. Nos Estados Unidos, o programa precursor dessa modalidade na televisão é o Candid Camera, que faz sucesso desde a década de 1950 até os dias de hoje.

Muitos telespectadores duvidam da veracidade dessas brincadeiras, que de fato, muitas vezes são forjadas a suposta vítima mas na maioria das vezes as vitimas são atraidas por ofertas tentadoras e pela oportunidade de levar uma grande vantagem, seja ao se aproximar de uma mulher jovem e bonita, ou adquirir algo por um preço irrisório .

[editar] Origem

Mundialmente falando, o precursor das pegadinhas, foram experimentos radiofônicos de Orson Welles nos Estados Unidos da América o qual desencadeou num destruidor efeito cascata na sociedade nova-iorquina mas pelo que se sabe aqui no Brasil, tudo indica que foram os freqüentadores de um posto de combustível localizado no bairro do Engenho Novo no Rio de Janeiro em comum acordo com um radialista que interagia radiofonicamente no próprio rádio da vítima e "em tempo real" chamando a atenção de suas baboseiras. Isso só era possível porque os frentistas ou freqüentadores do posto conversavam com os taxistas (a maioria) sobre seu dia a dia e de posse desses elementos, telefonavam ao estúdio instruindo o radialista onde e quem deveria atacar. Muitas das pessoas que ouviam o programa do Wilson Mussauer (assim se chamava) não entendiam como o locutor conhecia tantos detalhes da vida dessas pessoas e em tempo real sem sair da emissora.

Mais tarde com a banalização das filmadoras ficou mais simples, atualmente um ator (ou mais de um, em sendo o caso) são solicitados para encenar uma situação com um terceiro, geralmente um transeunte ou um cliente - escolhido para ser a vítima da brincadeira - até que este se irrite e parta para agressão ou outras reações contra seu algoz, que ao final, muitas vezes quando já não se filma mais, pedirá desculpas à sua vítima ou dirá que é brincadeira.

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