Percepção auditiva

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Percepção auditiva se refere ao processo de construção da representação mental provocada por um estímulo sonoro, desde meros ruídos à música e à complexidade da fala.

O termo audição se refere ao sentido, isto é, a capacidade fisiológica de receber como entrada o som proveniente do ambiente ao nosso sistema neurológico. Sensação são os primeiros processamentos dos estímulos sonoros. Por estímulo sonoro, se entende o sinal acústico, isto é, a vibração mecânica do ambiente, situado em uma faixa de frequência e de amplitude mínima capaz de estimular o órgão sensorial da audição.

A percepção auditiva, por sua vez, envolve a recepção e a interpretação desses estímulos. Nesta percepção identificam-se algumas habilidades como a detecção do som, sensação sonora, discriminação, localização, reconhecimento, compreensão, atenção e a memória, sendo assim parte do processamento auditivo que envolve a investigação do sinal acústico integrando a informação em modelos.

Sinal acústico[editar | editar código-fonte]

Som, estímulo sonoro e ruído[editar | editar código-fonte]

O som é o fenômeno de propagação de vibração ondulatória de moléculas em torno da sua posição de equilíbrio (ou estado de repouso). A onda sonora se origina da perturbação do meio material elástico, que pode ser sólido, líquido ou gasoso. Como qualquer movimento ondulatório, há apenas fluxo energético, não havendo deslocamento das moléculas perturbadas, que voltam à sua posição inicial.

Esta vibração, o som, pode ser chamado de estímulo sonoro ao ser captada pelo ouvido, pondo a vibrar o tímpano, o que constitui o ponto de partida da estimulação do ouvido e da percepção da informação sonora. [1] Embora o senso comum, chame de som apenas os estímulos percebidos como música, voz humana e vocalizações animais, distinguindo-se os ruídos [2] e as ondas inaudíveis, essa classificação não é correta.

Se é o caso da inaudibilidade ser consequência da inaptidão do suposto ouvinte, por exemplo, se o som estiver a frequência superior a que o sistema auditivo de um ser humano puder captar, nem por isso ele deixa de ser som. O que deixa de existir é estimulação auditiva para o ser humano. Assim, é correto ainda dizer que os morcegos se localizam pelo som, embora em frequências incapazes de estimulas o ouvido humano. Desta forma, é correto dizer que o silêncio absoluto só existe no vácuo. [3] .

Quanto a relação de som e ruído, estes dois termos são usados de modo indistinto [4] . Porém, ruídos não passam de sons complexos, cujas vibrações acústicas são de amplitude e fase distribuídas ao acaso. Neste caso, ruídos são associados àquilo que não é música, nem voz humana, nem vocalizações animais. Por isso, o ruído associado ao som desagradável pode ser muito subjetiva. Por exemplo, a chuva pode ser um som melodia agradável para alguns e desagradável para outros. Outro conceito associado ao ruído é a natureza prejudicial dos sons demasiado intensos. Quando o som, mesmo musical, é demasiado intenso são considerados ruído, ou também chamados de barulho [5] .

Características do som[editar | editar código-fonte]

Um som é caracterizado pela altura (frequência da emissão sonora), intensidade (força do som, também chamado de volume) e timbre (a forma da onda sonora). A altura de um som é a variação de frequência que apresenta. A frequência das ondas sonoras pode variar enormemente, desde poucas unidades hertz, como no caso dos abalos sísmicos, até valores extremamente elevados, comparáveis às frequências da luz visível. Os seres humanos ouvem ondas sonoras cujas frequências estejam compreendidas entre 20 Hz e 20.000 Hz, mas essa característica varia de indivíduo para indivíduo e de acordo com a idade. O morcego, o cachorro e o gato são exemplos de animais possuem ouvidos sensíveis à frequências superior a 20.000 Hz, chamado de ultrassom. Os elefantes, por sua vez, são sensíveis a frequências inferiores a 20 Hz, chamados infrassom [6]

A intensidade sonora é a força de um som, conhecida também equivocadamente por volume. Não deve ser confundida com altura. Intensidade é definida pela física como o fluxo de energia por unidade de área. Essa energia varia proporcionalmente a pressão e a velocidade das partículas em um meio. Em termos acústicos a intensidade é o valor médio do fluxo de energia por unidade de área perpendicular à direção de propagação, medida em watt por metro quadrado (W/m2). O Nível de Intensidade Sonora é expresso em decibel (dB) tomando-se como referência I0=I0-12 W/m2. [7]

Timbre é a característica que permite diferenciar dois sons de mesma altura e mesma intensidade, mas que são emitidos por instrumentos diferentes. A fundamentação física do timbre é dada pela forma da onda.

A estimulação sonora produz a sensação auditiva. E, nesse caso, os conceitos que caracterizam o som são traduzidos em termos de qualidades sensíveis da experiência: sonoridade, tonalidade e timbre. A sonoridade é o correlato sensorial da intensidade, que permite ao ouvinte afirmar se o som é mais forte ou mais fraco. A tonalidade é a sensação ligada à frequência, isto é, perceber um som como mais agudo ou mais grave. O timbre, por fim, é a característica que nos permite diferenciar um som de mesma intensidade e tonalidade de diferentes instrumentos. A voz de cada pessoa tem um timbre próprio, isso nos permite identificar a voz de diferentes indivíduos. O mesmo acontece com os instrumentos musicais. Perceba o diferente timbre de um violão e de uma flauta.

Anatomia da audição[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal orelha Orelha (ou ouvido) é estrutura anatômica responsável por captar, filtrar e amplificar o som nos seres humanos é chamada de ouvido (ou orelha), que se divide em três partes: externo, médio e interno[8] .

Ouvido externo[editar | editar código-fonte]

O ouvido externo é formado pela orelha e pelo canal ou conduto auditivo externo. A orelha ou pavilhão auditivo é formada por cartilagem, o que confere flexibilidade a este órgão. Nos seres humanos e outros mamíferos o pavilhão tem forma de C, que como um funil ajuda a captar o som e direcioná-lo ao canal auditivo[9] . A orelha não possui músculos, mas pode ser movimentada pelo músculo do couro cabeludo. O canal auditivo externo, que mede cerca de 2,5 cm, amplifica o som de modo similar ao que acontece quando se usa a buzina de um carro no interior de um túnel.

Ouvido médio[editar | editar código-fonte]

O ouvido médio começa no tímpano e termina antes da cóclea. É constituído pela membrana timpânica e por três ossículos: martelo, bigorna e estribo. A membrana do tímpano consiste em uma fina camada de tecido fibroso que forma uma barreira entre o ouvido externo e médio, que se liga ao martelo, puxando e empurrando quando movimentado pela vibração do ar. Os ossículos, por sua vez, são mantidos em suas posições pelo ligamento suspensório e trabalham como alavancas entre si[10] . Por último, da mesma maneira que o martelo se encontra ligado à membrana timpânica, o estribo se encontra ligado à membrana da janela vestibular, puxando e empurrando-a, para assim transmitir o som ao ouvido interno.

Ouvido interno[editar | editar código-fonte]

O ouvido interno é formado pela cóclea e pelos canais semicirculares. Enquanto os canais semicirculares não participam diretamente da percepção auditiva, sendo órgãos sensoriais envolvidos no equilíbrio, a cóclea é o órgão fundamental na recepção do estímulo sonoro. A palavra cóclea vem do grego “cochlos” e significa caracol. A cóclea humana consiste em um espiral, similar a um caracol, que faz quase três giros e cujo diâmetro progressivamente diminui em direção ao seu ponto central. Seu tamanho é próximo de um grão-de-bico e tem aproximadamente 9 mm de comprimento[11] . Diferentemente de um caracol, o interior da cóclea possui três dutos preenchidas pelo líquido coclear. Examinada em corte transversal, o compartimento superior da cóclea denomina-se scala vestibuli, ou canal vestibular; o compartimento inferior denomina-se o scala tympani, ou canal timpânico; no meio, por toda extensão da cóclea, entre os dois compartimentos anteriores, se encontra uma seção transversal triangular denominada de scala media, ou duto coclear. O duto coclear é separado do canal vestibular por uma fina membrana elástica: a membrana de Reissner. Separando o duto coclear do canal timpânico se encontra a membrana basilar. Sobre esta se encontra uma estrutura complexa responsável pela transdução auditiva: o órgão de Corti.

O órgão de Corti é composto de uma série de estruturas epiteliais localizada sobre a membrana basilar (que separa o canal timpânico do duto coclear). As estruturas mais próximas do centro se encontras duas fileiras de células em forma de bastão, chamadas de pilares de Corti. Os dois pilares estão apoiados sobre a membrana basilar, mas depois de se curvarem, se afastando uma das outras, novamente elas se tocam formando uma espécie de túnel, o túnel de Corti. Encostada no pilar mais interno (mais próximo ao sulco espiral interno, onde se unem as membranas basilares e de Reissner), porém do lado externo do túnel de Corti, se encontra uma coluna de células ciliadas, chamadas de células ciliadas internas. Junto ao pilar externo, também externamente ao túnel de Corti, há três colunas de células ciliadas emparelhas: as células ciliadas externas[12] . Das células ciliadas que se estendem finíssimos pelos, os estereocílios, que se movimental de acordo com as vibrações. São também as células ciliadas que fazem a transdução das vibrações mecânicas em sinais eletroquímico e conduzem ao nervo auditivo. Em toda sua extensão, o órgão de Corti possui cerca de vinte mil cílios externos e aproximadamente 3.500 cílios internos. Ao redor de ambas as fileiras de células ciliadas se encontram células de sustentação. São as células de Hansen para a fileira externa e a lâmina reticular para a fileira interna. Cobrindo o sulco espiral interno e o órgão de Corti, se encontra uma estrutura delicada e flexível, de origem ectodermal. É chamada de membrana tectorial. Consiste de fibras finas e incolores, incorporada em uma matriz transparente de colágeno semissólido e macio. Pelas suas características estruturais, a membrana tectorial é mais flexível na direção transversal que longitudinal, e desempenha papel fundamental na captação das estimulações vibratórias[13] .

Fisiologia da audição[editar | editar código-fonte]

A recepção do estímulo sonoro[editar | editar código-fonte]

O design do aparelho auditivo é muito adequado para a captação do som. Na forma de um funil, o ouvido externo possui curvas que auxiliam no direcionamento das ondas sonoras até o canal auditivo. O canal auditivo permite que as ondas reverberem, amplificando-as até sua chegada no tímpano, de modo similar ao efeito produzido por um túnel quando um carro buzina dentro dele[14] .

A membrana timpânica, formada por um tecido fibroso e elástico, vibra à medida que as ondas sonoras entram pelo canal auditivo. O martelo, ossículo ligado ao tímpano, vibra junto com este, que o puxa e empurra, e, por princípios de alavanca, transmite as vibrações pela bigorna e, finalmente, para o estribo. Este pela janela vestibular, na entrada da cóclea, transmite o som ao ouvido interno[15] .

As vibrações na janela vestibular fazem com que se produzam diferenças de pressão no líquido no interior da cóclea. Essas diferenças de pressão se propagam como ondas no interior da cóclea pelo canal vestibular até a parte central da cóclea. As vibrações residuais retornam pelo canal timpânico até a janela da cóclea[16] . Essas vibrações movem a membrana basilar fazendo os estereocílios se flexionarem[17] .

A localização da célula ciliada determina a frequência de som a que ela responde, pois a diferente espessura do canal restringe como a membrana basilar se moverá em resposta as diferentes frequências das vibrações[18] . Assim, diferentes frequências (e consequentemente comprimentos de onda) são captados por diferentes regiões da cóclea. Os sons de baixa frequência (os sons graves) são captados na região mais próxima ao centro da espiral, enquanto a alta frequência (os sons agudos) é captada na base da cóclea, próximos à janela vestibular[19] . Essa distribuição espacial dos receptores de som é chamada tonotopia[20] .

A transdução sonora no órgão de Corti[editar | editar código-fonte]

As células ciliadas agem como mecanorreceptores (receptores sensíveis a estímulos mecânicos). Quando os estereocílios são flexionados eles provocam mecanicamente a aberturas dos canais iônicos nas células ciliadas, permitindo que íons positivamente carregados de potássio e cálcio entrem na célula. Se a despolarização for suficiente, um transmissor será liberado na sinapse que se encontra entre a base da célula ciliada e o neurônio da fibra aferente[21] .

Caminhos neurais da audição[editar | editar código-fonte]

Processamento no tronco encefálico[editar | editar código-fonte]

A transdução acontece pela deflexão dos estereocílios que permitem a abertura mecânica dos canais de cálcio e potássio. É necessário que o estímulo seja suficiente para haver a entrada suficiente dos íons até o ponto em que a despolarização induza a liberação de um transmissor na sinapse entre a célula ciliada e o neurônio do nervo auditivo na fibra aferente[22] .

A partir do ouvido, uma série de sinapses ocorre até que o sinal do estímulo auditivo chegue ao córtex. O nervo auditivo (também chamado coclear) segue até a medula, no núcleo coclear. Os axônios deste núcleo sobem até a ponte e se dividem para enervar os núcleos olivares, que serve então como o primeiro ponto que reúne as informações dos ouvidos direito e esquerdo. Uma vez que o som leva 1/2500 s de diferença para alcançar cada lado da cabeça, existe uma diferença temporal de disparo dos nervos auditivos[23] , sendo assim cada ouvido recebe um estímulo diferente proveniente da mesma fonte. Como as informações são diferentes, é possível a audição binaural. De modo semelhante à visão, a diferença na informação auditiva captada por cada ouvido é necessária para dar "tridimencionalidade" ao som (estereofonia). Assim, quando ambos são novamente reunidos, a diferença permite que seja possível ao sistema auditivo dar conta da direção de onde o som provém.

Essa discriminação tem papel fundamental na ação. Parte dos axônios do núcleo coclear e dos núcleos olivares seguem diretamente para o colículo inferior no mesencéfalo, e essa conexão permite o primeiro acesso às áreas motoras, é possível, então, que a cabeça do ouvinte se vire na direção do som para melhor percebê-lo.

Modulação da Percepção Auditiva[editar | editar código-fonte]

A percepção de estímulos auditivos é um mecanismo complexo que depende não apenas da organização da via aferente. Assim como outros sistemas perceptivos, a percepção se dá de forma interativa, com organização hierárquica e modelos internos[24] . A modulação é a influência na percepção de conceitos pré-formados ou aprendidos. Quando operam em conjunto, os atributos físicos são traduzidos em conceitos e dão significado do estímulo percebido.

Desta maneira, a modulação auditiva permite que os processos cognitivos "superiores" atuem sobre o processamento da informação em áreas sensitivas "inferiores", demonstrando a adaptabilidade dos sistemas sensórios. Um destes efeitos é a facilitação: indivíduos normais apresentam melhor desempenho na detecção de estímulos auditivos simples próximos ao limiar de percepção quando mantém a representação mental dos sons alvo.

Percepção auditiva musical[editar | editar código-fonte]

Por música se entende a combinação de sons de modo agradável ao ouvido[25] . A sensação agradável é resultado da maneira harmônica e expressiva. A harmonia e outros atributos musicais, porém, dada a música ser interpretativa depende dos nossos hábitos, da nossa educação, das circunstâncias, etc. [26] A unidade básica da composição musical é a nota. Em uma partitura, a nota é o símbolo que representa a altura e duração dum som. Desta maneira, da mesma maneira que o som, nota varia de acordo com a altura e duração, mas também se diferenciam em uma música de acordo com seu timbre e sua intensidade dentro de um arranjo.

O arranjo musical se dá pela a sucessão das notas (melodia), a simultaneidade de sons (harmonia) e a duração e pausa entre cada uma delas. A melodia é chamada de dimensão horizontal do som, por tratar-se da sucessão de notas. A harmonia, sendo a produção de diferentes sons ao mesmo tempo, é chamada de dimensão vertical. A base da harmonia é o acorde, formado por três ou mais notas ao mesmo tempo[27] .

O ritmo é chamado de dimensão temporal da música. Pela duração das notas e das pausas no tempo. Utilizando diferentes ritmos a mesma sequência melódica e harmônica resultará em diferentes músicas.

Alterações auditivas[editar | editar código-fonte]

Alucinações auditivas[editar | editar código-fonte]

Geralmente são referidas vozes, dirigidas ou não ao sujeito que vivencia a experiência, com maior ou menor hostilidade – audição dos próprios pensamentos ou sons do mundo cotidiano. As referências mais conhecidas nas mitologias são o canto das sereias das lendas gregas e o chamado do próprio nome pelo Mapinguari da floresta amazônica. As alucinações auditivas devem ser distinguidas do resultante das afecções dos processos auditivos ocasionadas, segundo Luria, por lesão nos diferentes elos da cadeia auditiva, a exemplo das alterações do limiar de percepção, surdez (perda auditiva em diferentes graus), dor associada à intensidades sonoras (recruitment), zumbidos, chiados e ruídos (acúfenos) resultantes de processos patológicos distintos. Ainda segundo esse autor as alucinações auditivas (músicas, falas, etc.) podem ser provocadas por irritação das áreas primárias do córtex auditivo como o demonstraram as experiências de Forfoerster e Penfield[28] .

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. http://www.cochlea.org/po/som
  2. http://www.cochlea.org/po/som
  3. http://www.cochlea.org/po/som/percepcao. Acesso em 23 de abril de 2015
  4. http://www.cochlea.org/po/som. Acesso em 23 de abril de 2015
  5. Dicionário Aurélio Século XXI, versão digital, verbete: barulho
  6. http://www.brasilescola.com/fisica/ondas-sonoras.htm
  7. http://www2.eca.usp.br/prof/iazzetta/tutor/acustica/intensidade/intensidade.htm
  8. Carter, Rita et alli. O Livro do Cérebro. Tradução de Frances Jones. Rio de Janeiro: Agir, 2012. ISBN 978-85-220-1361-6
  9. Carter, Rita et alli. O Livro do Cérebro. Tradução de Frances Jones. Rio de Janeiro: Agir, 2012. ISBN 978-85-220-1361-6
  10. Carter, Rita et alli. O Livro do Cérebro. Tradução de Frances Jones. Rio de Janeiro: Agir, 2012. ISBN 978-85-220-1361-6
  11. Kandel, Eric et al. (eds.) Principles of Neural Science, McGraw-Hill, 2000
  12. Kandel, Eric et al. (eds.) Principles of Neural Science, McGraw-Hill, 2000
  13. Kandel, Eric et al. (eds.) Principles of Neural Science, McGraw-Hill, 2000
  14. Gazzaniga, Ivry, Mangun (eds.). Cognitive Neuroscience: The Biology of the Mind (4a. ed). W. W. Norton & Company, 2013
  15. Carter, Rita et alli. O Livro do Cérebro. Tradução de Frances Jones. Rio de Janeiro: Agir, 2012. ISBN 978-85-220-1361-6
  16. Carter, Rita et alli. O Livro do Cérebro. Tradução de Frances Jones. Rio de Janeiro: Agir, 2012. ISBN 978-85-220-1361-6
  17. Gazzaniga, Ivry, Mangun (eds.). Cognitive Neuroscience: The Biology of the Mind (4a. ed). W. W. Norton & Company, 2013
  18. Gazzaniga, Ivry, Mangun (eds.). Cognitive Neuroscience: The Biology of the Mind (4a. ed). W. W. Norton & Company, 2013
  19. Carter, Rita et alli. O Livro do Cérebro. Tradução de Frances Jones. Rio de Janeiro: Agir, 2012. ISBN 978-85-220-1361-6
  20. Gazzaniga, Ivry, Mangun (eds.). Cognitive Neuroscience: The Biology of the Mind (4a. ed). W. W. Norton & Company, 2013
  21. Gazzaniga, Ivry, Mangun (eds.). Cognitive Neuroscience: The Biology of the Mind (4a. ed). W. W. Norton & Company, 2013
  22. Gazzaniga, Ivry, Mangun (eds.). Cognitive Neuroscience: The Biology of the Mind (4a. ed). W. W. Norton & Company, 2013
  23. Gazzaniga, Ivry, Mangun (eds.). Cognitive Neuroscience: The Biology of the Mind (4a. ed). W. W. Norton & Company, 2013
  24. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-39842007000400017
  25. Dicionário Aurélio Século XXI, versão digital, verbete música
  26. http://www.cochlea.org/po/som/percepcao-musica
  27. http://www.cochlea.org/po/som/percepcao-musica
  28. Sacks, Oliver. Alucinações musicais: relatos sobre a musica e o cérebro. SP, Companhia das Letras, 2007 Ver: Google Livros Jun. 2011

Ver também[editar | editar código-fonte]

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