Persistência de dados

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A persistência de dados, na computação, refere-se ao armazenamento não-volátil de dados, por exemplo, o armazenamento em um dispositivo físico como um disco rígido. Quando se grava um arquivo no disco, por exemplo, o dado está sendo "eternizado", ou seja, deixa de ficar volátil na memória RAM e passa a ser escrito num dispositivo que armazena a informação de modo que ela não desapareça facilmente.

Pode-se dizer que de maneira geral, o termo persistência é associado a uma ação que consiste em manter em meio físico recuperável, como banco de dados ou arquivo, de modo a garantir a permanência das informações de um determinado estado de um objeto lógico.

Na orientação a objetos, chama-se de "objetos persistentes" aqueles que permanecem existindo mesmo após o término da execução do programa. Associados à persistência estão o gerenciamento dinâmico da memória e o armazenamento de objetos em bases de dados. Somente é possível "eternizar" um objeto quando este não possui "dados dinâmicos" (runtime), ou seja, dados que só fazem sentido no contexto do tempo em que estão executando, como sockets, por exemplo. Os objetos que possuem dados de tempo de execução, se congelados, após sua recuperação os dados que não fazem mais sentido no contexto do novo tempo são ignorados ou perdidos.

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