Persistência do canal arterial

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Persistência do canal arterial ou canal arterial persistente é uma doença congênita caracterizada pelo não fechamento do duto arterioso (canal arterial) após o nascimento.[1] [2]

Esquema representando o duto arterioso

O duto arterioso é um desvio (shunt) da artéria pulmonar para a aorta, e é importante para a circulação fetal pois o feto não usa os pulmões para oxigenar o sangue, portanto não há necessidade de que tanto sangue circule pelos alvéolos pulmonares[3] [2]

Ao nascimento, a partir do momento que o recém-nascido começa a respirar, várias modificações ocorrem na circulação. O fechamento do duto arterioso ocorre de doze horas a dois dias após o nascimento.[4] [2]

As consequências do não-fechamento do duto arterioso são:

E, com a evolução da doença:

A correção é, normalmente, cirúrgica.[1] [2]

Referências

  1. a b c d e f Hospital Santa Lúcia (Brasília), Persistência do Canal Arterial [em linha]
  2. a b c d e f g h Manual Merck, Biblioteca Médica Online, Edição de Saúde para a Família, Canal arterial persistente [em linha]
  3. Laudelino Marques Lopes, Circulação fetal, site do Centro Pré-Natal de Diagnóstico e Tratamento [em linha]
  4. Ecokid, O perigo dos anti-inflamatórios na gestação, 10-05-2004 [em linha]