Petrónio Máximo
| Petrónio Máximo | |
|---|---|
| Imperador romano | |
| Governo | |
| Vida | |
| Nome completo | Flávio Anício Petrónio Máximo Flavius Anicius Petronius Maximus |
| Nascimento | c. 396 d.C. |
| Morte | 31 de maio de 455 (59 anos) |
| Roma | |
Petrónio Máximo (em latim Flavius Anicius Petronius Maximus) foi imperador do Ocidente que governou nos meses de março e abril de 455, ano da sua morte. Antigo magistrado, chegou a imperador, já no período da capitulação de Roma, através de intrigas e esquemas palacianos, de que acabou por ser vítima também.
Depois de ter abraçado muitas magistraturas importantes na Itália, Petrónio Máximo coroou a sua carreira com a proclamação de imperador, embora o seu reinado tenha durado apenas onze semanas. Nomeado duas vezes perfeito urbano (420-421 e ainda antes de 433), duas vezes também prefeito do pretório em Itália (435 e 439-441) e duas vezes cônsul (a primeira vez a par de Teodósio II), Petrónio Máximo participou provavelmente no assassínio do imperador Valentiniano III em 455.
A sua pretensão ao trono como sucessor deste tinha como fundamento as várias magistraturas que detivera na sua carreira, bem como a sua riqueza e o seu casamento com Eudósia, viúva do imperador. Esta, que suspeitava de Petrónio Máximo como mandante da morte de seu marido, Valentiniano III, pediu a ajuda a Genserico, o vândalo, então rei de Cartago.
Perante a notícia da aproximação dos exércitos de Genserico, Petrónio Máximo tratou de fugir de Roma, mas logo foi feito prisioneiro e acabou linchado pelo povo de Roma.
| Precedido por Valentiniano III |
Imperador romano do Ocidente 455 |
Sucedido por Avito |