Petrópolis

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Município de Petrópolis
"Cidade Imperial"
"Petrocity"
Palácio Quitandinha em Petrópolis

Palácio Quitandinha em Petrópolis

Bandeira de Petrópolis
Brasão de Petrópolis
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 16 de março
Fundação 16 de março de 1843 (171 anos)
Gentílico petropolitano
Lema Altiora Semper Petens
(traduzido do latim, significa: "Buscando sempre o mais elevado")
Prefeito(a) Rubens Bomtempo (PSB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Petrópolis
Localização de Petrópolis no Rio de Janeiro
Petrópolis está localizado em: Brasil
Petrópolis
Localização de Petrópolis no Brasil
22° 30' 18" S 43° 10' 44" O22° 30' 18" S 43° 10' 44" O
Unidade federativa  Rio de Janeiro
Mesorregião Metropolitana do Rio de Janeiro Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2008[1]
Microrregião Serrana Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2008[1]
Municípios limítrofes Areal, Duque de Caxias, Guapimirim, Magé, Miguel Pereira, Paraíba do Sul, Paty do Alferes, São José do Vale do Rio Preto e Teresópolis
Distância até a capital 68 km
Características geográficas
Área 795,798 km² [2]
População 295 917 hab. Censo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2010[3]
Densidade 371,85 hab./km²
Altitude 838 m
Clima Tropical de altitude Cwa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,745 (RJ: 11º) – alto PNUD/2010 [4]
PIB R$ 9 212 328 mil (BR: 69º) – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2010[5]
PIB per capita R$ 23 858,33 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2010[5]
Página oficial
Prefeitura www.petropolis.rj.gov.br/

Petrópolis é uma cidade do estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Ocupa uma área de 795,798 km², contando com uma população de 305 917 habitantes (2014), segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.[3] Além de ser a maior e mais populosa cidade da Região Serrana Fluminense, também detém o maior PIB e IDH da região. Petrópolis é a cidade mais segura do estado do Rio de Janeiro e a sexta cidade mais segura do Brasil, segundo ranking do IPEA para cidades de médio e grande portes. [6] [7]

O clima ameno, as construções históricas e a vegetação abundante são grandes atrativos turísticos. Além disso, a cidade possui um movimentado comércio e serviços, além de produção agropecuária (com destaque para a fruticultura) e indústria. Fundada por iniciativa do Imperador Dom Pedro II (seu nome vem da junção da palavra em latim Petrus (Pedro) com a em grego Pólis (cidade), ficando "Cidade de Pedro"). É frequentemente chamada de "Cidade Imperial" e ''Petrocity''. Petrópolis é a sede do Laboratório Nacional de Computação Científica,[8] uma unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Existem projetos para anexar Petrópolis novamente à Região Metropolitana do Rio de Janeiro, por estar unida à capital por laços políticos e econômicos, e conter um dos maiores IDH's do estado.[9]

É conhecida como Cidade Imperial, por ser a rota preferida de Dom Pedro para seus momentos de lazer e repouso. Cidade histórica e turística.

Período Imperial[editar | editar código-fonte]

A história da cidade começou a se configurar mais propriamente em 1822, quando Dom Pedro I, a caminho de Minas Gerais pelo Caminho do Ouro, mais precisamente pelo Caminho do Proença ou Variante do Caminho Novo da Estrada Real, hospedou-se na fazenda do padre Correia e ficou encantado com a região. Tentou comprar as terras, porém sem sucesso. Por fim, adquiriu uma fazenda vizinha, a Fazenda do Córrego Seco, que renomeou Imperial Fazenda da Concórdia, onde pretendia construir o Palácio da Concórdia. Hoje, a propriedade corresponde, com alguns acréscimos, à área do primeiro distrito de Petrópolis.

Os planos do primeiro imperador não foram concluídos, mas Dom Pedro II deu andamento a eles e, em 1843, assinou um decreto pelo qual determinava o assentamento de uma povoação e a construção do sonhado palácio de verão, que ficou pronto em 1847.[10] Petrópolis é um notável exemplo dos esforços de imigração europeia para o Brasil no Segundo Reinado. Concebida pelo major Júlio Frederico Koeler, é tida como a segunda cidade projetada do Brasil (depois de Recife, projetada na época dos holandeses), composta de um núcleo urbano - a cidade (hoje o centro), onde se concentravam o palácio imperial, prédios públicos, comércio e serviços. O centro seria rodeado por "quarteirões imperiais", que receberiam famílias de agricultores, principalmente alemãs, que hoje compõem bairros do primeiro distrito.[10]

Outros estrangeiros, como açorianos e, posteriormente, italianos, viriam somar-se ao contingente de imigrantes, sobretudo para trabalhar nas indústrias de tecidos e comércio.

O pitoresco do projeto de Koeler foi o fato de batizar os quarteirões com nomes de cidades e acidentes geográficos das regiões (Rheinland-Westphalen) de onde vinham os colonos alemães: Kastelaum (Castelânea), Mosel (Mosela), Bingen, Nassau, Ingelheim, Woerstadt, Darmstadt e Rheinland (Renânia). As terras foram arrendadas para Koeler e, através dele, aos imigrantes, resultando em um sistema de foro e laudêmio (enfiteuse) pago a alguns dos descendentes de Dom Pedro II até hoje.

A partir de então, durante o verão, a cidade tornava-se a capital do Império do Brasil, com a mudança de toda a corte. Pedro II governou por 49 anos e, em pelo menos quarenta verões, permaneceu em Petrópolis, eventualmente por até cinco meses. Em 29 de setembro de 1857, a localidade foi elevada à condição de cidade. Em 1861, foi inaugurada a primeira rodovia pavimentada do Brasil, a União e Indústria, ligando a cidade a Juiz de Fora.

Independentemente da época do ano, era em Petrópolis que moravam os representantes diplomáticos estrangeiros.

Período Republicano[editar | editar código-fonte]

Vista da cidade circa 1903

Entre 1894 e 1902, foi capital do estado do Rio de Janeiro, em substituição a Niterói, devido à Revolta da Armada. Também neste período, foi eleito Hermogênio Silva, o único vice-governador fluminense cuja base política era em Petrópolis. Em 1897, ocorreu a primeira sessão de cinema na cidade, com a exibição, através de cinematógrafo, dos primeiros filmes dos irmãos Lumière. Em 1903, foi assinado, na cidade, o Tratado de Petrópolis, que incorporou o Acre ao Brasil. O sanitarista Oswaldo Cruz foi nomeado seu primeiro prefeito em 1916.

Em 1923, o político Ruy Barbosa morreu na cidade. Em 1942, o escritor austríaco Stefan Zweig suicidou-se na cidade.

A Catedral de São Pedro de Alcântara, que foi inaugurada em 1925[11] , vista da Avenida Koeler

A importância política da cidade perdurou por décadas, mesmo depois do fim do Império Brasileiro, em 1889. Todos os presidentes da república, de Prudente de Morais a Costa e Silva, passaram pelo menos alguns dias na "cidade imperial" durante seus mandatos. O mais assíduo dentre eles foi Getúlio Vargas, cujas estadias, durante o Estado Novo, duravam até três meses. Nas dependências do Palácio Quitandinha, ocorreu a assinatura da declaração de guerra dos países americanos às Potências do Eixo, durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Realizou-se, também no Palácio Quitandinha, em 1957, a 16ª Conferência Mundial de Bandeirantes, que contou com representantes de 23 países associados à World Association of Girl Guides and Girl Scouts. O Palácio Quitandinha ainda é conhecido como o maior e mais legítimo palácio do Brasil e, ao lado do Colón, no Uruguai, como o maior da América Latina.

Como consequência da transferência da capital do Brasil para Brasília, em 1960, Petrópolis perdeu consideravelmente sua importância no contexto político do país.

Arquitetura[editar | editar código-fonte]

Museu Imperial

A cidade possui um conjunto arquitetônico sem igual, do qual o símbolo mais conhecido é o Palácio Imperial, hoje Museu Imperial. O palácio é a principal construção do chamado "centro histórico", onde se destaca a Avenida Koeler, ladeada por casarões e palacetes do século XIX. A via é perpendicular à fachada da Catedral de São Pedro de Alcântara e, no outro sentido, à Praça Ruy Barbosa e à fachada da Universidade Católica - constituindo-se em um dos mais belos cenários da cidade.

No chamado "centro histórico", encontram-se, também, construções como a "Encantada" (casa de verão de Santos Dumont); o Palácio de Cristal; o Palácio Amarelo (Câmara de Vereadores); o Palácio Rio Negro, fronteiriço à sede da prefeitura (Palácio Sérgio Fadel) e construções curiosas, como o "castelinho" do autodenominado "Duque de Belfort", na esquina da Koeler com a Praça Ruy Barbosa, ou ainda a antiga casa da família Rocha Miranda, na Avenida Ipiranga - mesmo endereço de outra residência da mesma família, em estilo sessentista. Linhas modernas também estão presentes na casa de Lúcio Costa, no bairro de Samambaia.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Serra de Petrópolis
Araucária, árvore comum na região.

Petrópolis localiza-se no topo da Serra da Estrela, pertencente ao conjunto montanhoso da Serra dos Órgãos, a 845 metros de altitude média, sendo que a sede municipal está a 810 metros de altitude. Situa-se a 68 km do Rio de Janeiro.

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima da cidade é o tropical de altitude, com verões úmidos e quentes e invernos secos e relativamente frios. O índice pluviométrico é de aproximadamente 2.266 milímetros anuais segundo a Somar Meteorologia e o índice mensal varia a cada mês.

A temperatura é amena. A média anual fica em torno dos 19 graus centígrados. No mês mais quente, a temperatura média é de 23 graus centígrados e a média do mês mais frio é de 15 graus centígrados. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a menor temperatura registrada foi -0,7 grau centígrado, no dia 2 de agosto de 1955, e a maior temperatura registrada foi 36,6 graus centígrados, no dia 6 de novembro de 2009. Há relatos de moradores sobre a ocorrência de neve em 1920, mas não há registros oficiais.

Gráfico climático para Petrópolis, Rio de Janeiro
J F M A M J J A S O N D
 
 
321
 
31
21
 
 
309
 
31
22
 
 
288
 
31
21
 
 
168
 
29
19
 
 
112
 
27
17
 
 
78
 
26
15
 
 
64
 
26
14
 
 
79
 
27
15
 
 
51
 
27
17
 
 
178
 
28
18
 
 
257
 
29
19
 
 
361
 
30
20
Temperaturas em °CPrecipitações em mm
Fonte: Somar Meteorologia















Mapa Climatológico do Município de Petrópolis[editar | editar código-fonte]

http://www.guiadeitaipava.com.br/mapas/climaG.jpg

Mapa de Áreas Protegidas Federais e Estaduais do Município de Petrópolis[editar | editar código-fonte]

http://www.guiadeitaipava.com.br/mapas/ambientalM.jpg

Demografia[editar | editar código-fonte]

Petrópolis é, com 305 917 habitantes, segundo dados de 2014 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística , o 9º município mais populoso do estado do Rio de Janeiro e o 83º mais populoso município brasileiro. A cidade viveu um forte crescimento populacional no final do século XIX, que se manteve de forma menos significativa durante todo o século XX, tendo sua população começado a estagnar e, a partir de então, retrair (mesmo que de forma amena) por volta do início dos anos 2000[12] .

Segundo dados de 2010, 52,3% (aproximadamente 155 mil pessoas) da população pertencem ao sexo feminino e 48,7% (cerca de 145 mil pessoas) ao sexo masculino.

Religião[editar | editar código-fonte]

Segundo o censo de 2012 do IBGE, Petrópolis é composta por: [13]

  • Católicos Apostólicos Romanos - 56,98%
  • Evangélicos - 26,72%
  • Espíritas - 4,25%
  • Sem Religião (Incluindo Ateus e Agnósticos) - 9,32%
  • Outros - 2,73%

Cidades-Irmãs[editar | editar código-fonte]

Brasil Blumenau, Santa Catarina (lei 3764/1990) [14]

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Petrópolis está dividida em cinco distritos, que se subdividem em bairros menores.

Estes distritos se subdividem em bairros e/ou localidades urbanas e rurais:

Petrópolis, distrito sede;
Cascatinha, 2º distrito;
Itaipava, 3º distrito;
Pedro do Rio, 4º distrito;
Posse, 5º distrito.

Economia[editar | editar código-fonte]

A economia de Petrópolis é baseada no turismo (histórico e cultural) e no setor de serviços. Também merece destaque o comércio de roupas, fabricação de chocolate e cerveja, sobretudo nos polos da Rua Teresa e Itaipava, que atraem compradores (atacadistas e varejistas) de todo o país. Petrópolis é a cidade sede de grandes cervejarias do Brasil, e é o segundo maior polo cervejeiro do país. É a sede do Grupo Petrópolis (dona de marcas como Itaipava, Lokal e Petra) e da Cervejaria Bohêmia. Também possui uma fábrica da Brasil Kirin. [15]

Atualmente desenvolve-se o projeto do Distrito Industrial da Posse, que visa ao incentivo às indústrias no 5º distrito da cidade. Petrópolis possui o 9º maior PIB do estado do Rio de Janeiro, na frente de cidades como Nova Friburgo, Teresópolis, Cabo Frio e Belford Roxo

Rua 16 de Março

Turismo[editar | editar código-fonte]

A alta temporada do turismo em Petrópolis se inicia em julho, com o início da Bauernfest, e o início do inverno, que atrai turistas para a cidade pelo clima frio. Em 2014, algumas atrações registraram alta de mais de 30%, em relação ao mesmo período de 2013, devido à Copa do Mundo FIFA Brasil 2014. [16]

Também é a cidade da região serrana fluminense que recebe mais turistas por ano.

Atrações[editar | editar código-fonte]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Educação[editar | editar código-fonte]

Recentemente foi inaugurado o primeiro campus de arquitetura da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) na cidade, numa parceria entre a reitoria da universidade e o governo do estado.[17] [18] Além dela, a cidade conta com a Universidade Católica de Petrópolis, a Faculdade de Medicina de Petrópolis, a Faculdade Arthur Sá Earp Neto e a Universidade Estácio de Sá, a FAETERJ - Faculdade de Educação Tecnológica do Estado do Rio de Janeiro (Faculdade Estadual do Rio de Janeiro), que oferece o curso de Tecnologia da Informação e Comunicação e instituições de ensino superior particulares que oferecem diversos cursos de graduação (bacharelado, licenciatura e tecnólogo) e também cursos de pós-graduação (lato sensu e stricto sensu), além da Unidade de Ensino Descentralizada do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca - CEFET/RJ, que oferece o curso de Graduação em Licenciatura e Física, Gestão em Turismo e Telecomunicações.

O município abriga um dos polos de ensino do Centro de Ensino à Distância do Estado do Rio de Janeiro, um consórcio formado pelas instituições públicas de ensino superior do estado do Rio de Janeiro. Este consórcio disponibiliza cursos de graduação gratuitos. O Laboratório Nacional de Computação Científica oferece cursos de mestrado e doutorado, gratuitos, nas áreas de computação, matemática, biologia, física e engenharias.

No campo da educação básica a rede municipal de ensino atingiu a meta do IDEB para 2011 e teve sua nota acima das médias do estado e do país. [19]

Segurança[editar | editar código-fonte]

Petrópolis é a cidade mais segura do estado do Rio de Janeiro e a sexta mais segura do Brasil, segundo o ranking do IPEA para as cidades de médio e grande porte. [20] [21]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Obelisco, no centro, local em que se concentra grande congestionamento em horários de pico.

Segundo o censo do IBGE, no ano de 2013 a frota total de Petrópolis contava com 135 407 veículos. Destes eram:

O transporte público na cidade é feito por várias empresas, sendo as principais PetroIta, Cidade Real e Cidade das Hortênsias.[23]

Cultura[editar | editar código-fonte]

O Carnaval da cidade também é conhecido pelos "desfiles de fantasmas".[24]

Em 2013, o carnaval da cidade foi cancelado, para a aplicação das verbas no valor aproximado de R$1 milhão, antes usadas nos desfiles, na área da saúde, tornando assim Petrópolis um refúgio de cariocas do Carnaval. A decisão foi tomada durante uma reunião entre o prefeito e a Fundação de Cultura e Turismo.[25] [26] [27]

Teatros[editar | editar código-fonte]

Petrópolis conta com 2 teatros, o Teatro D. Pedro, criado em estilo art déco inaugurado em 1933 pela empresa D'Ângelo & Cia, um dos maiores do estado. Criado com estilos diferentes, mitológico e futurista, com flores com as corolas viradas de cabeça para baixo, fazendo com que o teatro seja considerado de estilo eclético e uma referência cultural e artística para Petrópolis. A cidade também possui o Teatro Santa Cecília, construído em 1955, localizado na rua Aureliano Coutinho no Centro da cidade. [28] [29]

Museus[editar | editar código-fonte]

Petrópolis tem grande história como cidade imperial e, por isso, hoje possui um dos museus de história mais importantes do Brasil, o Museu Imperial. Construído entre 1845 e 1862, como Palácio de Dom Pedro II, possui acervo constituído por peças ligadas à monarquia brasileira, incluindo mobiliário, documentos, obras de arte e objetos pessoais de integrantes da família real. O Palácio virou museu em 1943 por decreto do então presidente Getúlio Vargas. Além dele a cidade possui o Museu de Cera de Petrópolis, Museu Casa Santos Dumont, Museu Casa do Colono, Casa da Princesa Isabel e Palácio Rio Negro, todos localizados no centro da cidade.

Festivais[editar | editar código-fonte]

Bauernfest 2012

A cultura de Petrópolis está diretamente ligada à imigração alemã.[30] Desde 1989, é realizada anualmente a Bauernfest, uma festa típica em homenagem aos imigrantes alemães. O festival em 2012 durou 11 dias, teve a participação de 368 mil visitantes e arrecadou R$ 55 milhões. O festival recebe turistas estrangeiros e do Brasil inteiro, em especial da cidade do Rio de Janeiro. É a festa mais influente da cidade e inclui competições de chope a metro, apresentações, culinária típica, exposição de chocolates, entre outras atrações. [31] [32]

Petrópolis também realiza o Festival de Inverno, promovido pelo SESC, com diversas atrações para esse período do ano, que geralmente acontece no Palácio Quitandinha. O festival já é tradicional nas cidades de Petrópolis, Nova Friburgo e Teresópolis. Em 2014 será realizada sua 13ª edição, contando com shows, apresentações teatrais e eventos culturais. [33] [34] [35]

A cidade também realiza o Bunka-Sai, festival anual de cultura japonesa, que teve sua primeira edição em 2009. Conta com apresentações culturais, além do festival gastronômico japonês. [36] [37]

Cidadãos Ilustres[editar | editar código-fonte]

Rodrigo Santoro, em 2012.

[39]

Imprensa[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

A principal emissora de televisão a transmitir notícias relacionadas à cidade é a InterTV Serra+Mar, além de outras emissoras locais como o SBT Rio e a Band Rio, que apresentam notícias da região serrana fluminense, principalmente relacionadas a Petrópolis e Nova Friburgo. A cidade também possui redes de televisão locais com certa influência: Rede Petrópolis de Televisão, TV Vila Imperial e TV Cidade de Petrópolis, com sedes situadas no centro.[40] [41]

Jornais[editar | editar código-fonte]

Sede da Tribuna de Petrópolis

O principal jornal escrito da cidade é a Tribuna de Petrópolis, um dos mais antigos do país, criado em 1909, publicado de terça a domingo, cuja sede se situa no centro.

Também merece destaque o jornal Diário de Petrópolis, publicado diariamente, de grande influência na cidade.[42] [43]

Rádio[editar | editar código-fonte]

As principais e mais escutadas estações de rádio com sede em Petrópolis são a Rádio Tribuna FM (88.5 MHz), Rádio UCP (106.3 MHz), Rádio Supernova FM (98.7 MHz) e Rádio Imperial (1550 AM). Além destas também são muito escutadas rádios com sede na cidade do Rio de Janeiro, como a Rádio MIX FM Rio, na qual já existiu um domínio exclusivo da Rádio MIX em Petrópolis, que posteriormente foi comprado pela Rádio UCP.[44] [45] [46]

Internet[editar | editar código-fonte]

Nos últimos anos, a internet tem se mostrado um dos principais meios de comunicação para notícias. Em Petrópolis, os principais são o G1 da Região Serrana, o portal on-line da Tribuna de Petrópolis e do Diário de Petrópolis, além do site Acontece em Petrópolis e do portal de notícias nas redes sociais Petronews. Também merecem destaque os portais on-line Petrópolis News e o da RPT (Rede Petrópolis de Televisão).[47] [48] [49]

Galeria de fotos[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de número cinco (R.PR-5/02). Visitado em 5 dez. 2010.
  3. a b Censo Populacional 2010 Censo Populacional 2010 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Visitado em 17 de fevereiro de 2013.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Visitado em 29 de Julho de 2013..
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 dez. 2010.
  6. http://grep.globo.com/Globoreporter/0,19125,VGC0-2703-5895-2-97685,00.html
  7. http://mundodasdicas.com.br/as-10-cidades-mais-seguras-do-brasil
  8. http://www.lncc.br
  9. [Existem projetos para anexar Petrópolis novamente a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, por estar unida a capital por laços políticos, e econômicos, e conter um dos maiores IDHs do estado. Projeto de Lei Complementar n.º 13/2012 que insere, novamente, Petrópolis na Região Metropolitana do Rio].
  10. a b Rua do Imperador (1860-1870). Visitado em 2013-08-25.
  11. Férias Brasil. Disponível em http://www.feriasbrasil.com.br/rj/petropolis/catedraldesaopedrodealcantara.cfm. Acesso em 6 de junho de 2013.
  12. http://www.dadosmunicipais.org.br/index.php?pg=exibemateria&secao=10&subsecao=&id=2917&uid=
  13. IBGE - Religiões.
  14. Lei municipal que reconhece Petrópolis/RJ, e Blumenau/SC como cidades irmãs..
  15. http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,petropolis-assume-2-lugar-no-mercado-de-cervejas,88337,0.htm
  16. http://globotv.globo.com/inter-tv-rj/rj-inter-tv-2a-edicao/v/temporada-do-turismo-de-petropolis-rj-comeca-em-alta/3485596/
  17. http://www.tribunadepetropolis.net/Tribuna/index.php/cidade/8308-uerj-petropolis-deve-abrir-selecao-de-alunos-em-2014.html
  18. oglobo.globo.com/rio/bairros/uerj-abre-curso-de-arquitetura-em-casarao-historico-de-petropolis-12008788+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
  19. ideb.inep.gov.br/
  20. http://grep.globo.com/Globoreporter/0,19125,VGC0-2703-5895-2-97685,00.html
  21. http://mundodasdicas.com.br/as-10-cidades-mais-seguras-do-brasil
  22. IBGE Frota transportes.
  23. Transporte Público, Itinerários.
  24. Prefeitura de Petrópolis. Tradicional Desfile dos Fantasmas agitou Cascatinha. Visitado em 16/07/2012. Cópia arquivada em 16/02/2012.
  25. [1]
  26. [2]
  27. [3]
  28. http://destinopetropolis.com.br/5274_theatro-d-pedro
  29. http://www.netpetropolis.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=1677#.U5o-ACgsFS4
  30. Antônio Eugênio Taulois (Fevereiro de 2007). História de Petrópolis (em português). Visitado em 25/11/2014.
  31. [4]
  32. [5]
  33. G1 - Festival de Inverno.
  34. Festival de Inverno - Apresentações.
  35. Festival de Inverno.
  36. Festival Bunka-Sai.
  37. Bunka-Sai.
  38. http://filmow.com/pierre-baitelli-a171985/
  39. http://www.aconteceempetropolis.com.br/2014/04/06/5-atores-petropolitanos-que-fazem-sucesso-nas-telinhas/
  40. InterTV.
  41. RPT - Rede Petrópolis de Televisão.
  42. Tribuna de Petrópolis.
  43. Diário de Petrópolis.
  44. Rádio em Petrópolis.
  45. Rádio em Petrópolis.
  46. Rádio MIX Rio.
  47. G1 de Petrópolis.
  48. RPT.
  49. Petrópolis News.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
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