Petrobras

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Petrobrás)
Ir para: navegação, pesquisa
Petrobras
Petróleo Brasileiro S.A.
Petrobras horizontal logo (international).svg
Slogan O desafio é a nossa energia.
Tipo Sociedade Anônima (Bovespa:PETR3/PETR4) (NYSE: PBR / PBRA) (Latibex:XPBR / XPBRA)
Indústria Petróleo, Gás, Energia e Biocombustível
Fundação 3 de outubro de 1953 (60 anos)
Sede Rio de Janeiro, RJ,  Brasil
Pessoas-chave Maria das Graças Foster
(presidente atual)
Empregados 81 918.[1] (2009)
Produtos Combustíveis, Derivados de Petróleo e GLP
Valor
de mercado
Baixa R$ 179 bilhões (Mar/2014)[2] [3]
Lucro Aumento R$ 23,57 bilhões (2013)[4]
Faturamento Aumento R$ 304,89 bilhões (2013)[4]
Página oficial www.petrobras.com.br

Petróleo Brasileiro S.A. ou simplesmente Petrobras é uma empresa de capital aberto (sociedade anônima), cujo acionista majoritário é o Governo do Brasil (União). É, portanto, uma empresa estatal de economia mista.[5] Instituída em 3 de outubro de 1953 e sediada no Rio de Janeiro, opera hoje em 25 países, no segmento de energia, prioritariamente nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo e seus derivados. O seu lema atual é "Uma empresa integrada de energia que atua com responsabilidade social e ambiental".

A empresa estava em 2011 no quinto lugar na classificação das maiores petrolíferas de capital aberto do mundo.[6] Em valor de mercado, é a segunda maior empresa do continente americano [7] e a quarta maior do mundo, no ano de 2010.[8] Em Setembro de 2010, passou a ser a segunda maior empresa de energia do mundo, sempre em termos de valor de mercado, segundo dados da Bloomberg e da Agência Brasil.[9] [10] [11]

Ficou famosa mundialmente por ter efetuado em outubro de 2010 a maior capitalização em capital aberto de toda história da humanidade: US$ 72,8 bilhões (R$ 127,4 bilhões),[12] praticamente o dobro do recorde até então, a dos correios do Japão (Nippon Telégrafos e Telefonia),com US$ 36,8 bilhões capitalizados, em 1987.[13]

O nome da empresa[editar | editar código-fonte]

Originalmente Petrobrás, o nome fantasia da empresa foi alterado para Petrobras, apesar da terminação oxítona em 'a', (seguida de 's'), obedecendo à Lei nº 7.565 de 1971, em acordo com a Academia Brasileira de Letras e a Academia das Ciências de Lisboa, segundo as quais nenhuma sigla é acentuada na língua portuguesa. Em dezembro de 2000 foi anunciada uma alteração: o novo nome fantasia seria Petrobrax, que alegadamente seria mais adequado à pronúncia na língua inglesa, já que a empresa tornava-se importante internacionalmente. Seria também uma maneira de expandir a sua operação de varejo na América Latina (postos de gasolina) contornando uma negativa imagem imperialista que o Brasil exerce sobre seus vizinhos[carece de fontes?]. No entanto, houve uma forte rejeição no meio político e entre os funcionários da empresa, bem como entre a população brasileira em geral, pois isso representaria o abandono do sufixo bras (de Brasil). No início de 2001 a diretoria abandonou definitivamente os planos de alterar o nome fantasia da empresa.

Em 1998, a marca da Petrobras para uso fora da América do Sul foi modificada. A cor do logotipo Petrobras foi alterada de verde para um azul da escala especial pantone. Entretanto, devido à continuidade do processo de internacionalização da companhia - particularmente no segmento Abastecimento -, com a abertura das primeiras estações de serviço na Bolívia, em 2001 e a compra da Perez Companc Energía (PECOM Energía S.A.), a segunda maior empresa petroleira da Argentina, com operações também no Peru e Venezuela em 2002, um novo ajuste foi realizado, passando-se a utilizar fora do Brasil somente o logotipo Petrobras em azul, sem símbolo BR.

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Após a Segunda Guerra Mundial iniciou-se no Brasil um intenso debate sobre a melhor maneira de explorar o petróleo no país. O assunto era polêmico uma vez que envolvia diversos aspectos políticos, tais como a soberania nacional, a importância dos recursos minerais estratégicos, a política de industrialização e os limites de atuação das empresas multinacionais no país, e foi um dos mais marcantes na História do Brasil nas décadas de 1940 a 1960. Para debatê-lo, constituíram-se dois grupos com posições distintas: um que defendia a abertura do setor petrolífero à iniciativa privada, nacional e estrangeira, e outro, que desejava o monopólio estatal do petróleo.

Ao ser promulgada, a Constituição brasileira de 1946 estabelecia que a regulamentação sobre a exploração de petróleo no país fosse feita por meio de lei ordinária, criando assim a possibilidade da entrada de empresas estrangeiras no setor petrolífero.

Em 1948, o então presidente da República, Eurico Gaspar Dutra, enviou ao Congresso Nacional do Brasil um anteprojeto do Estatuto do Petróleo que, se aprovado, permitiria a participação da iniciativa privada na indústria de combustíveis. À época não existiam no país empresas nacionais com recursos financeiros, nem com tecnologia necessária, para a exploração de petróleo. Isso levou a que os chamados "nacionalistas" não concordassem com aquele anteprojeto de lei, por entenderem que a sua aprovação significaria simplesmente a entrega da estratégica exploração do petróleo brasileiro aos interesses das multinacionais: a produção mundial de petróleo era, naquela época, dominada por um oligopólio constituído pelas chamadas "Sete irmãs", das quais cinco eram estadunidenses. Para defender a tese do monopólio estatal do petróleo organizaram um amplo movimento popular, a campanha "O petróleo é nosso!", em que se destacou, entre outros, o nome do escritor Monteiro Lobato. A mobilização popular conseguiu impedir a tramitação do Anteprojeto do Estatuto do Petróleo no Congresso Nacional e muito contribuiu para a aprovação da Lei 2004 de 3 de outubro de 1953, que estabeleceu o monopólio estatal do petróleo e instituiu a Petrobrás.

A Petrobras[editar | editar código-fonte]

Edifício sede da Petrobras, Rio de Janeiro.

A empresa foi instituída pela Lei nº 2004, sancionada pelo então presidente da República, Getúlio Vargas, em 3 de outubro de 1953. A lei dispunha sobre a política nacional do petróleo, definindo as atribuições do Conselho Nacional do Petróleo (CNP), estabelecendo o monopólio estatal do petróleo e a criação da Petrobras.

As atividades da empresa foram iniciadas com o acervo recebido do antigo Conselho Nacional do Petróleo, que manteve a função fiscalizadora sobre o setor.

As operações de exploração e produção de petróleo, bem como as demais atividades ligadas ao setor de petróleo, gás natural e derivados, à exceção da distribuição atacadista e da revenda no varejo pelos postos de abastecimento, foram conduzidas pela Petrobras de 1954 a 1997, período em que a empresa tornou-se líder na comercialização de derivados no país.

Depois de exercer por mais de 40 anos, em regime de monopólio, o trabalho de exploração, produção, refino e transporte do petróleo no Brasil, a Petrobras passou a competir com outras empresas estrangeiras e nacionais em 1997, quando o presidente Fernando Henrique Cardoso sancionou a Lei N° 9.478, de 6 de agosto de 1997. Tal lei regulamentou a redação dada ao artigo 177, §1º da Constituição da República pela Emenda Constitucional nº9 de 1995, permitindo que a União contratasse empresas privadas para exercê-lo.

A partir daí foram criadas a Agência Nacional do Petróleo (ANP), responsável pela regulação, fiscalização e contratação das atividades do setor e o Conselho Nacional de Política Energética, órgão encarregado de formular a política pública de energia.

A empresa no século XXI[editar | editar código-fonte]

Plataforma petrolífera P-20, da Petrobras: a exploração de petróleo em águas profundas tornou a empresa numa referência mundial.

Em 2003, coincidindo com a comemoração dos seus 50 anos, a Petrobras dobrou a sua produção diária de óleo e gás natural ultrapassando a marca de 2 milhões de barris, no Brasil e no exterior.

No dia 21 de abril de 2006, o então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu início à produção da plataforma P-50, no Campo de Albacora Leste, na Bacia de Campos. Nesta época, após 53 anos de operação e trabalho da empresa, o Brasil chegou a atingir uma temporária autossuficiência em petróleo (posteriormente perdida devido ao aumento de consumo).

Além das atividades da holding, o Sistema Petrobras inclui subsidiárias - empresas independentes com diretorias próprias, interligadas à sede. Além disso, há o Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (CENPES), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que adquiriu renome internacional nas últimas décadas pelas tecnologias que desenvolve.

Acidentes e vazamentos[editar | editar código-fonte]

2012[editar | editar código-fonte]

  • Em 6 de setembro de 2012, o tombamento de um caminhão na Rodovia Doutor Manuel Hipólito Rego causou o vazamento de quinze mil litros de óleo diesel. O vazamento afetou gravemente vários córregos da região e a praia de Maresias, em São Sebastião.[14] [15] A CETESB aplicou à Petrobras e à empresa transportadora multa de aproximadamente noventa e dois mil reais em cada empresa.[16]

2013[editar | editar código-fonte]

  • Em 28 de novembro de 2013, uma explosão seguida de incêndio na unidade de destilação da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR) interrompeu parte das atividades da refinaria. Não houve feridos.[30]

Concursos públicos[editar | editar código-fonte]

Por ser parte da administração pública indireta, a Petrobras contrata pessoal através de concursos públicos.

Data de abertura Data das provas Organizadora Nível Médio/Técnico Nível Superior
Vagas Cadastro Vagas Cadastro
20 de fevereiro de 2014[31] [32] 18 de maio de 2014 Fundação Cesgranrio 89 1000 11 132

Cronologia da produção de petróleo no Brasil[editar | editar código-fonte]

  • 1897: O fazendeiro Eugênio Ferreira de Camargo explora o que seria o primeiro poço de petróleo do Brasil, na região de Bofete, no estado de São Paulo, porém só é encontrada água sulfurosa.
  • 1938: Criação do Conselho Nacional do Petróleo (CNP), que considera as jazidas minerais bens da União, mesmo sem terem sido localizadas.
  • 1939: Descoberto petróleo no subúrbio de Lobato, em Salvador (Bahia), região que viria a ser a primeira grande reserva nacional do Brasil.
Poço de petóleo em Paraguaçu Paulista, 1923-1924.
  • 1953: Getúlio Vargas sanciona em 3 de outubro a Lei Nº 2004, que criou a Petrobras. A instituição foi fruto de uma intensa campanha cujo lema foi "O Petróleo é nosso".
  • 1955: Primeiro poço de petróleo perfurado na Floresta Amazônica.
  • 1955: Criação do Centro de Aperfeiçoamento e Pesquisa da Petrobras (Cenap).
  • 1961: Divulgado o relatório Link, que apresenta dados pessimistas sobre as reservas terrestres do país.
  • 1963: criação do Cenpes, com o objetivo de atender exclusivamente às atividades de pesquisa e desenvolvimento.
  • 1968: Primeira descoberta de petróleo no mar, no Campo de Guaricema, em Sergipe.
  • 1968: Perfurado o primeiro poço submarino na Bacia de Campos, RJ, onde se descobriram cerca de 85% da produção nacional de petróleo.
  • 1973: O primeiro choque do petróleo. A crise do petróleo foi fator decisivo para o desgaste do "milagre brasileiro", que era o projeto econômico da fase mais repressiva da ditadura militar (1969-1974).
  • 1973: O Centro de Aperfeiçoamento e Pesquisa da Petrobras (Cenap) muda-se para uma área maior, com 122 mil metros quadrados, cedida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) na Ilha do Fundão, onde está instalado até hoje.
  • 1974: Descoberto petróleo na Bacia de Campos.
  • 1974: O Campo de Garoupa, então primeira descoberta na Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro, é transformado em laboratório para as tecnologias desenvolvidas no Cenpes.
  • 1975: Adoção dos contratos de risco, assinados entre a Petrobras e empresas privadas para intensificar a pesquisa de novas jazidas.
  • 1976: Criada a subsidiária Petrobras Comércio Internacional S.A. Interbras para exportar produtos brasileiros, auxiliando na obtenção de divisas para a importação de petróleo, e ainda para trocar produtos brasileiros por petróleo cru, junto aos países exportadores de petróleo.
  • 1976: Lançamento, no mercado nacional, da linha LUBRAX, com mais de cem produtos com diversas aplicações na área automotiva, na indústria, na aviação, no setor ferroviário e marítimo. Neste mesmo ano, é criada a Engenharia Básica da Petrobras.
  • 1976: Execução do primeiro projeto básico de FCC (Fluid Catalytic Cracking - Craqueamento Catalítico Fluido), um processo de conversão hoje bastante aplicado ao Refino.
  • 1978: Mapeamento geológico da costa nacional, que passou a ser referência para a Marinha brasileira.
  • 1979: O segundo choque do petróleo.
  • 1985: Firmado o acordo para implantação da Fábrica Carioca de Catalisadores, e criada a Divisão de Catalisadores, no Cenpes, para dar suporte ao desenvolvimento de produtos e à produção de catalisadores de FCC.
  • 1986: Intensificação das pesquisas em águas profundas, com investimentos pesados na Bacia de Campos.
  • 1986: Início da exploração na Floresta Amazônica em níveis comerciais, no município de Coari, próximo ao Rio Urucu, na chamada Província Petrolífera de Urucu.
  • 1986: Descoberta do campo de Albacora Leste.
  • 1986: Lançamento do primeiro PROCAP - Programa de Desenvolvimento Tecnológico de Sistemas de Produção em Águas Profundas até 1000m.
  • 1989: O primeiro recorde mundial é atingido com a perfuração de poços de lâminas d’água superiores a 1200 metros e produção a profundidades de cerca de 400 metros.
  • 1990: Extinta a Petrobras Comércio Internacional S.A. - Interbras pelo governo do Presidente Fernando Collor de Mello, a 16.03.1990, 1º dia do início de seu mandato, de acordo com seu programa de reduzir a presença do Estado na economia brasileira. (Na mesma data diversos outros órgãos e empresas do Estado foram extintos - ver Governo Collor)
  • 1990: Criação do programa tecnológico de recuperação avançada de petróleo – Pravap.
  • 1992: Consolidação do Cenpes como o maior Centro de Pesquisas da América Latina, vencedor do prêmio mais importante do setor petrolífero mundial, o Offshore Technology Conference.
  • 1993: Lançamento do PROCAP-2000 - Programa de Desenvolvimento Tecnológico de Sistemas de Produção em Águas Profundas até 2000m.
  • 1994: Entra em operação a primeira plataforma semi-submersível totalmente desenvolvida por técnicos da Companhia, a Petrobras XVIII, no Campo de Marlim, na Bacia de Campos.
  • 1996: Aperfeiçoamento da análise e integração de dados geológicos e geoquímicos, permitindo o aumento da precisão da atividade de exploração.
  • 1997: O governo sanciona a Lei 9.478, quebrando o monopólio da Petrobras.
  • 1997: Primeiro milhão de barris diários.
  • 1997: Desenvolvida nova fórmula do óleo diesel que reduziu em 50% o teor de enxofre.
  • 1999: Recorde mundial na produção petrolífera em águas profundas, atingindo 1.853 metros de profundidade, no Campo de Roncador (RJ).
  • 2000: Novo recorde mundial na produção em águas profundas (1877 metros).
  • 2000: Lançamento do PROCAP-3000 - Programa Tecnológico da Petrobras em Sistemas de Exploração em Águas Ultraprofundas (até 3000m) - Marco para chegar a descoberta do Pré-Sal[33] .
  • 2001: Desastre da plataforma P-36.
  • 2001: A Petrobras conquista pela segunda vez o prêmio da Offshore Technology Conference, graças ao projeto de desenvolvimento do Campo de Roncador.
  • 2001: Assinado o contrato de construção da plataforma P-50.
Bomba de petróleo desativada (Unidade de Bombeio Mecânico vulgarmente conhecido por "cavalo de pau") da empresa em exibição na Universidade Federal do Rio Grande do Norte em Natal.
  • 2002: Compra da Perez Companc Energía (PECOM Energía S.A.), a segunda empresa petroleira da Argentina, com operações na Bolívia, Peru, Venezuela e Brasil[34] .
  • 2006: Começou, oficialmente, a operar no Paraguai.
  • 2006: O Brasil alcança a autossuficiência temporária em petróleo, e inicia-se a produção da plataforma P-50, no Campo de Albacora Leste, na Bacia de Campos.[35]
  • 2007: Descobre a maior jazida de óleo e gás natural do país, no campo petrolífero de Tupi, na Bacia de Santos, com volume de aproximadamente 5 bilhões a 8 bilhões de barris, ou 12 bilhões de barris de óleo equivalente (boe - medida que engloba óleo e gás).
  • 2008: Em primeiro lugar no ranking, com a pontuação de 92,25%, foi reconhecida através de pesquisa da Management & Excellence (M&E) a petroleira mais sustentável do mundo. Descobertas as acumulações de Tiro-Sídon de óleo leve em águas rasas na Bacia de Santos.
  • 2008: Em 2 de setembro de 2008, o navio-plataforma P-34 iniciou a primeira produção no pré-sal no campo de Jubarte, na Bacia de Campos, no litoral sul do estado do Espírito Santo. A produção iniciou-se através do poço 1-ESS-103A, com um volume diário de 18 mil barris.[36] .
  • 2009: Passa do vigésimo para o quarto lugar entre as empresas mais respeitadas do mundo, de acordo com o Reputation Institute.[37]
  • 2009: Em maio, inicia produção de petróleo em Tupi,[38] com uma interrupção em julho[39] e retomada em setembro.[40]

Resultados financeiros e operacionais[editar | editar código-fonte]

Ano Lucro líquido
(R$ bilhões)
Receita líquida
(R$ bilhões)
Ebitda
(R$ bilhões)
Ativos
(R$ bilhões)
Endividamento
(R$ bilhões)
Produção de petróleo
(bpd milhões)
2013[4] 23,57 304,89 267,82 1,931
2012[41] 21,18 53,43 1,980
2011[42] 33,31 244,18 62,25 2,021
2010[4] 35,19
2009[4] 28,98
2008[4] 32,99

Lucratividade e desempenho em bolsas de valores[editar | editar código-fonte]

Gráfico mostrando informações sobre as operações globais da Petrobras.
Gráfico ilustrando a receita da estatal por ano.

Em 2007, a Petrobras obteve um lucro de 21,7 bilhões de reais, uma queda de 17% em relação ao seu recorde de 2006,[43] que foi o maior lucro da história da empresa e, segundo análise da consultoria Economática, foi o maior lucro nos últimos 20 anos jamais obtido dentre todas as empresas de capital aberto na América Latina.[44] O aumento da produção de petróleo, maior carga processada de óleo pesado nacional, maior utilização da capacidade de refino e aumento de preços são alguns dos responsáveis pelos resultados recordes. Seus sucessivos lucros são um dos grandes pilares na manutenção do superávit primário brasileiro, contribuindo a Petrobras assim, positiva e significativamente, com o equilíbrio das contas do Tesouro Nacional.

Em 2006, a Petrobras entrou para o seleto grupo de empresas cujo valor de mercado em bolsa supera cem bilhões de dólares.[45] A empresa estatal Petrobras foi a empresa de capital aberto mais lucrativa da América Latina nos nove primeiros meses do ano de 2007, constatou a consultoria Economatica. De janeiro a setembro desde ano, a Petrobras lucrou US$ 8,951 bilhões. O segundo lugar é da mineradora Vale do Rio Doce, com US$ 8,481 bilhões.[46] Em 21 de maio de 2007, a Petrobras foi eleita a oitava companhia mais respeitada do mundo segundo o Reputation Institute[47] [48] .

O valor das ações da Petrobras subiu 1200% entre maio de 1997 e junho de 2007 e a empresa obteve um lucro recorde em 2006 de 25,9 bilhões de reais [49] , ano em que se tornou a oitava maior empresa de petróleo do mundo [50] .

Arranha-céu da Petrobras na Avenida Paulista, na cidade de São Paulo.

No dia 8 de novembro de 2007, após o anúncio da descobertas das reservas de Tupi [51] , o valor internacional de mercado da Petrobras subiu 48,3 bilhões (US$ 28,3 bilhões) num único dia, com a confirmação da megarreserva de petróleo leve na Bacia de Santos. Seu novo valor internacional de mercado, R$ 385,1 bilhões (US$ 221,9 bilhões),[52] alçou a Petrobras à 6ª posição entre as maiores companhias nos Estados Unidos, à frente de gigantes como Procter & Gamble, Google, Berkshire Hathaway e Cisco Systems.[52] As ações preferenciais da Petrobras na Bolsa de Valores de São Paulo (código: PETR4) fecharam em alta de +16,44%. O papel, considerado uma Blue Chip (denominação dada aos papéis de destaque), não costumava apresentar altas significativas em um único dia havia bastante tempo. O número de negócios realizados foi de 32 613, com volume movimentado de mais de 3,35 bilhões de reais. As ações ordinárias (código: PETR3) também tiveram forte alta, +16,73%, com 5680 negócios. O fato determinante para este fenômeno foi a confirmação da descoberta de uma jazida gigantesca de petróleo no campo petrolífero de Tupi, na Bacia de Santos [53] .

Durante todo o pregão deste dia, foram as ações da Petrobras que mantiveram o índice Ibovespa em alta, enquanto os papéis de muitas outras empresas despencavam, seguindo a baixa do índice Dow Jones.

Em 2008 a Petrobras ultrapassou a Microsoft, tornando-se a terceira maior empresa do continente americano em valor de mercado, segundo a consultoria Economática.[7] No mesmo ano a estatal tornou-se a terceira empresa mais lucrativa das Américas, exceto o Canadá, superando a Vale.[54]

Em setembro de 2010, de maneira a conseguir financiamento próprio para a exploração da camada de pré-sal,[55] a Petrobras realizou uma capitalização de 120 bilhões de reais, através da oferta de ações no mercado financeiro, a maior já realizada no mundo.[56]

Em agosto de 2011 a empresa quebrou mais dois recordes de lucro líquido: R$ 10,94 bilhões no segundo trimestre do ano, e também o recorde de R$ 21,9 bilhões no primeiro semestre do ano.[57]

Em outubro de 2013 a empresa era a mais endividada do mundo, segundo relatório do Bank of America Merril Lynch.[58]

Petrobras em números[editar | editar código-fonte]

O então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de batismo da Plataforma P-52, ao lado de funcionários da Petrobras em Angra dos Reis (RJ).
Dados referentes a 2008
  • Laboratórios - 226 [59]
  • Exploração - 63 sondas de perfuração (Terra e Mar)
  • Reservas - 11,19 bilhões de barris de óleo e gás equivalente (boe)
  • Poços Produtores - 13 174
  • Plataformas de produção em operação - 113
  • Produção Diária - 2 121 584 barris por dia - bpd de petróleo e LGN e 58,7 milhões m3 de de gás natural (média de dezembro de 2010)
  • Dutos - 25 197 km
  • Frota de Navios - 189 (54 de propriedade da Petrobras)
  • Postos de Combustivel - 7000 (incluindo Ipiranga)
  • Recorde de lucro líquido: R$ 10,9 bilhões no segundo trimestre de 2011[60]
Empresas do Grupo [1]
  • Petrobras Distribuidora S/A - BR, atua na distribuição de derivados de petróleo;
  • Petrobras Energía Participaciones S.A.
  • Petrobras Química S/A - PETROQUISA, que atua na indústria petroquímica;
  • Petrobras Gás S/A - GASPETRO, subsidiária responsável pela comercialização do gás natural nacional e importado
  • Petrobras Transporte S/A (TRANSPETRO), sua finalidade é operar a rede de transportes.
  • Downstream Participações S.A, que facilita a permuta de ativos entre a Petrobras e a Repsol YPF.
  • Petrobras International Finance Company - PIFCo
  • Refinaria Abreu e lima S/A. Refinaria em fase de construção e montagem.

Exploração de petróleo em águas profundas[editar | editar código-fonte]

Plataforma petrolífera P-51 da Petrobras, a primeira 100% brasileira.[carece de fontes?]

A Petrobras é referência internacional na exploração de petróleo em águas profundas, para a qual desenvolveu tecnologia própria, pioneira no mundo, sendo a líder mundial deste setor. O seu projeto Roncador recebeu, em março de 2001, o "Distinguished Achievement Award - OTC'2001", tornando-se uma referência tecnológica para o mundo do petróleo e confirmando a liderança da Petrobras em águas profundas [61] .

A Petrobras bateu sucessivos recordes de profundidade por lâmina de água em extração de petróleo:

  • 174 m em 1977 no campo Enchova EN-1 RJS,
  • 189 m em 1979 no campo Bonito RJS-36,
  • 293 m em 1983 no campo Piraúna RJS-232,
  • 383 m em 1985 no campo Marimbá RJS-284,
  • 492 m em 1988 no campo Marimbá RJS-3760,
  • 781 m em 1992 no campo Marlim MRL-9,
  • 1027 m em 1994 no campo Marlim MRL-4,
  • 1709 m em 1997 no campo Marlim MLS-3,
  • 1853 m em 1999 no campo Roncador RJS-436,
  • 1877 m em 2000 no campo Roncador RO-8 e
  • 1886 m em 2003 no campo Roncador RO-21.

Em 2007 a Petrobras manteve o recorde mundial de profundidade em perfuração no mar, com um poço em lâmina d'água de 2777 metros. A Petrobras exporta tecnologia de exploração em águas profundas para vários países - a maioria dos métodos de colocação de tubos a grandes profundidades, como a instalação de risers flexíveis sem mergulhadores e os métodos de colocação vertical de sistemas de conexão em forma de "J" previamente amarrados à Árvore de Natal Molhada (ANM); na verdade, foram desenvolvidos em estreita colaboração com a Petrobras, e foram patenteados pela empresa francesa Coflexip.[62]

Plataforma P-50[editar | editar código-fonte]

A P-50 é um FPSO, sigla de Floating, Production Storage and Offloading, unidade que possui a característica de produzir, processar, armazenar e escoar óleo e gás. Localizada no campo de Albacora Leste, ao norte da Bacia de Campos (RJ), a P-50 é a unidade flutuante de maior capacidade do Brasil, podendo produzir até 180 mil barris diários de petróleo e apresentando capacidade para comprimir seis milhões de metros cúbicos de gás natural e estocar 1,6 milhão de barris de petróleo. A plataforma tem comprimento de 337 metros, calado (altura submersa) de 21 metros e 55 metros de altura total (equivalente a de um prédio de dezoito andares).

Plataforma P-55[editar | editar código-fonte]

A P-55, a maior do tipo semissubmersível, atuará no Campo de Roncador, localizado na Bacia de Campos, onde ficará ancorada em profundidade de 1.800 metros e terá, no total, 18 poços a ela ligados. É destinada à produção de 180 mil barris de óleo por dia e, junto com o petróleo, deverá produzir 4,5 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Em sua construção, estão sendo investidos quase 2 bilhões de dólares.

O casco foi montado no estaleiro em Suape (Pernambuco) e levado para o estaleiro em Rio Grande, onde atualmente se encontra em fase final de montagem[63] , com a união do casco com as outras partes pré-montadas, como o convés, cujo peso é estimado em 17 mil toneladas. O projeto segue os moldes da P-53 e da P-58, as primeiras plataformas cujas montagens - embora parciais - foram realizadas no solo brasileiro.[64]

REPLAN, em Paulínia, a maior refinaria em processamento de petróleo da Petrobras.

Refinarias[editar | editar código-fonte]

Região Norte
Região Nordeste
Região Sudeste
Região Sul
Refinaria em Cochabamba, Bolívia, vendida a YPFB em 2007.
Exterior
Outras unidades
Refinarias em Construção
Refinarias em estudo

Campo petrolífero de Tupi[editar | editar código-fonte]

Localização do Campo petrolífero de Tupi em relação ao estado do Rio de Janeiro.

A Petrobras foi a primeira empresa petrolífera do mundo a explorar a camada pré-sal, uma camada que fica sob cerca de 2000 metros de sal marinho depositado no subsolo do leito oceânico.[65]

A Petrobras já identificou pelo menos dez reservas potenciais para explorar petróleo sob a crosta de sal, contendo reservas prováveis de 12 bilhões de barris de óleo equivalente ("boe" - medida que inclui óleo e gás). No bloco BM-S-11, onde estão os poços gigantes Tupi e Tupi Sul, outros dois reservatórios já foram encontrados, e batizados de Iara e Iracema. A empresa portuguesa Petrogal tem participação de 10% em Tupi. Além de Tupi, Tupi Sul, Iara e Iracema, a Petrobras e seus parceiros encontraram petróleo no poço Carioca (BM-S-9). As três últimas descobertas ainda não foram alçadas à categoria de campos petrolíferos, são chamados de prospectos, isto é, áreas onde há boas indicações da existência de reservas.[66]

A Petrobras anunciou, em 22 de agosto de 2008, que o custo de extração por barril das reservas de petróleo do pré-sal será "extremamente econômico", de acordo com Antonio Carlos Pinto, gerente de concepção de projetos da Petrobras.[67] Porém, para sua extração, o preço do petróleo no mercado mundial precisa estar em um certo patamar, caso contrário a retirada de petróleo no pré-sal será inviável economicamente.[68]

Em 1º de maio de 2009, a empresa iniciou a produção de petróleo do pré-sal em Tupi, como parte do procedimento chamado "teste de longa duração".[38] A produção foi interrompida em julho [39] mas é retomada em setembro de 2009, sem efeitos concretos até o momento.[40]

Campo petrolífero Carioca[editar | editar código-fonte]

O consultor da área de petróleo Arthur Berman, em um artigo na revista World Oil, estimou que o potencial do o bloco BM-S-9, conhecido como "Carioca", seria cinco vezes maior que o megacampo de Tupi, ou cerca de 33 bilhões de barris, reconhecendo que esse número é "altamente especulativo", mas "um palpite crível".[69] Em uma conferência que proferiu dia 14 de abril de 2008 o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Haroldo Lima, revelou esses dados aos brasileiros. Lima ressaltou que as informações são preliminares, oriundas de fontes da Petrobras. O BM-S-9 é operado pelo consórcio Petrobras, que tem 45% do campo, a British Gas, com 30%, e Repsol, com 25%. Lima declarou que …seria a maior descoberta feita no mundo nos últimos 30 anos e seria também o terceiro maior campo do mundo na atualidade. Este comentário gerou na ocasião grande especulação no mercado de petróleo.

No dia 14 de abril de 2008, a Agência Nacional de Petróleo divulgou que a Petrobras poderia ter descoberto o terceiro maior campo de petróleo do mundo.[69] [70] O megacampo estaria localizado no bloco exploratório conhecido como Carioca, ou BM-S-9. A notícia, no entanto, ainda teria que ser confirmada. Antes mesmo da confirmação, as ações da empresa, que operavam em queda na Bolsa de Valores de São Paulo, chegaram a subir 6%.

Patrocínio[editar | editar código-fonte]

O Edifício Horta Barbosa - EDIHB - próximo ao Maracanã, no Rio de Janeiro, é um dos prédios da Petrobras na cidade.

A Petrobras foi a primeira patrocinadora do Clube de Regatas do Flamengo.[71] Foi parceira do clube de 1984 até 2 de abril de 2009, quando o Clube de Regatas Flamengo oficializou a saída do patrocinador;[72] esta foi a parceria mais longa do futebol brasileiro.[73] Também patrocina o clube argentino Club Atlético River Plate, que, assim como o Flamengo, possui o nome do óleo Lubrax estampado em seu uniforme.

Na F-1, a estatal forneceu combustível e lubrificantes em 1981-1982 para a equipe Fittipaldi.

Porém, sua atuação de maior envolvimento ocorreu de 1998 a 2008, quando patrocinou a equipe Williams (1998-2008) e forneceu lubrificantes para a Jordan (2001-2002).

Além da F-1, a Petrobras também patrocina/patrocinou equipes da Stock Car, Fórmula Truck, F-3 Sul-Americana e a CART Series.

A empresa também conta com diversas ações de patrocínio nas áreas sociais, culturais e ambientais, tendo papel de destaque nas ações empresariais de responsabilidade social, no Brasil.

Além dessas, a própria empresa patrocina o Campeonato Brasileiro de Futebol das Séries A e B desde 2011.

Atividades internacionais[editar | editar código-fonte]

Irã[editar | editar código-fonte]

Em 2004 a Petrobras assinou um contrato para explorar um bloco petrolífero no Irã onde investiu 178 milhões de dólares até devolver a concessão em 2009.[74]

Controvérsia na Bolívia[editar | editar código-fonte]

Em maio de 2006, o presidente boliviano Evo Morales anunciou a nacionalização de todos os campos de petróleo e gás no país. Evo Morales ordenou a ocupação de todos os campos pelo exército boliviano. A Petrobras foi profundamente afetada pela nacionalização. Na época, a subsidiária boliviana tinha grande importância na economia do país[75] :

  • A Petrobras representava 24% dos impostos industriais bolivianos, 18% do PIB do país e 20% dos investimentos estrangeiros.
  • A empresa operava em 46% das reservas de petróleo da Bolívia e era responsável por 75% das exportações de gás para o Brasil.
  • A empresa investiu, entre 1994 e 2005, US$1.5 bilhões na economia boliviana.

A nacionalização afetou negativamente a relação entre a Petrobras e o governo boliviano. Em 28 de outubro de 2006, depois de uma longa negociação, Petrobras e Bolívia chegaram a um acordo, onde a empresa passaria a receber apenas 18% dos lucros (antes recebia 50%) e o governo boliviano ficaria com os 82% restantes.[76]

Referências

  1. Colaboradores
  2. http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/03/1429513-valor-da-petrobras-caiu-50-desde-2010.shtml
  3. http://www.bloomberg.com/quote/PETR3:BZ
  4. a b c d e f G1 (25.02.2013). Lucro da Petrobras sobe 11% e alcança R$ 23,6 bilhões em 2013 (em Português). Página visitada em 26.02.2013.
  5. Composição do Capital Social
  6. http://www.petrobras.com.br/en/about-us/profile/
  7. a b BARBOSA,Rodolfo e ALVES, Aluísio. Petrobras ultrapassa Microsoft em valor de mercado, diz estudo. São Paulo: Agência Reuters, 19/05/2008 - 15h17
  8. Petrobras pode se tornar a quarta maior empresa do mundo. Estadão, 25 de setembro de 2010.
  9. Com capitalização, Petrobras vira segunda maior petrolífera do mundo.
  10. Capitalização torna Petrobras segunda maior empresa do mundo em valor de mercado Por Vinicius Konchinski, da Agencia Brasil
  11. Petrobras is world's 2nd largest after fundraising.
  12. Capitalização da Petrobras Veja.com
  13. Blog Planalto
  14. Vazamento de óleo diesel atinge a praia de Maresias em São Sebastião. G1. Página visitada em 7 de abril de 2013.
  15. Secretário fala sobre vazamento de óleo diesel em São Sebastião. G1. Página visitada em 7 de abril de 2013.
  16. Petrobras é multada por vazamento de óleo diesel em São Sebastião. G1. Página visitada em 9 de abril de 2013.
  17. Vazamento de combustível interdita nove praias em São Sebastião (SP). Folha de S.Paulo. Página visitada em 7 de abril de 2013.
  18. Vazamento de combustível chega à Enseada de Caraguatatuba (SP). Folha de S.Paulo. Página visitada em 7 de abril de 2013.
  19. Óleo vaza e São Sebastião interdita nove praias. Estadão. Página visitada em 7 de abril de 2013.
  20. Vazamento de óleo atinge pelo menos três praias de Caraguatatuba. G1. Página visitada em 8 de abril de 2013.
  21. Vazamento em São Sebastião (SP) foi de 3.500 litros, diz Petrobras. UOL. Página visitada em 9 de abril de 2013.
  22. Um dia após conclusão de limpeza, praias de SP ainda têm óleo. Folha de S. Paulo. Página visitada em 10 de abril de 2013.
  23. Cetesb multa Petrobras em R$ 10 mi por vazamento no litoral de São Paulo. G1. Página visitada em 9 de abril de 2013.
  24. Volume de óleo que vazou no rio chega a 49 mil litros, diz Transpetro. G1. Página visitada em 9 de maio de 2013.
  25. Vazamento de óleo em SP prejudica abastecimento de água no RJ. Estadão. Página visitada em 7 de maio de 2013.
  26. Vazamento de óleo diesel interrompe abastecimento de água no Sul do RJ. G1. Página visitada em 7 de maio de 2013.
  27. Escolas do Sul do RJ cancelam aulas por problema na captação de água. G1. Página visitada em 9 de maio de 2013.
  28. Vazamento de óleo diesel atinge Rio Sesmaria, em Resende, no RJ. G1. Página visitada em 7 de maio de 2013.
  29. Vazamento de diesel da Transpetro atinge Rio Paraíba do Sul. G1. Página visitada em 7 de maio de 2013.
  30. Explosão compromete produção em refinaria da Petrobras no Paraná. Folha de S. Paulo. Página visitada em 29 de novembro de 2013.
  31. Petrobras abre concurso para 1.232 vagas (em português). G1 (20 de fevereiro de 2014). Página visitada em 20 de fevereiro de 2014.
  32. Concurso Petrobras 2014
  33. PROCAP 3000: próxima fronteira de exploração em águas ultraprofundas. Página visitada em 14 de outubro de 2014.
  34. Petrobras compra Pérez Companc por US$ 1,027 bilhão (17 de outubro de 2002). Página visitada em 14 de setembro de 2011.
  35. (26 de abril de 2006) "O valor de uma conquista". Revista Istoé. Editora Três. Página visitada em 15 de setembro de 2009.
  36. Petróleo e Gás Natural - Resultados 2007 a 2010.
  37. Petrobras é a quarta empresa mais respeitada do mundo. Site da Petrobras. Página visitada em 15 de setembro de 2009.
  38. a b Júnior, Cirilo. (1º de maio de 2009). "Petrobras inicia produção em Tupi nesta sexta-feira". Folha Online. Rio de Janeiro: Folha de São Paulo. Página visitada em 15 de setembro de 2009.
  39. a b Nielmar de Oliveira (6 de Julho de 2009). Petrobras interrompe produção do Campo de Tupi na região do pré-sal. Agência Brasil. Página visitada em 15 de setembro de 2009.
  40. a b Brasil: Produção retomada em campo petrolífero participado pela Galp. Visão (8 de setembro de 2009). Página visitada em 15 de setembro de 2009.
  41. G1 (04.02.2013). Petrobras tem lucro líquido de R$ 21,18 bilhões em 2012, queda de 36% (em Português). Página visitada em 19.03.2014.
  42. Exame (09.02.2012). No quarto trimestre de 2011, lucro da Petrobras cai 52,38% (em Português). Página visitada em 19.03.2014.
  43. LIMA,Kelly. Lucro da Petrobras cai 17% em 2007, para R$ 21,5 bilhões. Agência Estado, 3 de março de 2008,
  44. Petrobras obtém lucro de R$ 25,9 bi em 2006, resultado recorde na América Latina. da redação, UOL Economia, 13/02/2007 - 11h06
  45. Petrobras entra no grupo de empresas com valor de mercado superior a cem bilhões de dólares Economia, O Dia Online, 4 de janeiro de 2007
  46. Petrobras é a empresa mais lucrativa, mas uma das menos rentáveis da América Latina, aponta estudo., Valor Online, 16 de novembro de 2007 - 15h56
  47. World's Most Respected Companies Forbes, 21 de mai de 2007
  48. Petrobras é a oitava empresa mais respeitada do mundo. Fonte: Petrobras, Gerência de Imprensa - 23 de maio de 2007
  49. Petrobras alcança lucro recorde de 25,9 bilhões de reais em 2006. Fonte: Petrobras, Gerência de Imprensa - 13 de fevereiro de 2007
  50. Petrobras é oitava empresa de petróleo com ações em bolsa.Fonte: Petrobras, Gerência de Imprensa – 31 de janeiro de 2007
  51. ESCOBAR, Herton. 2 km de sal desafiam tecnologia - Líder mundial em exploração de petróleo em águas profundas, Brasil nunca teve de enfrentar crosta desse tipo. Rio de Janeiro: Economia & Negócios, O Estado de S. Paulo, 18 novembro de 2007
  52. a b Valor da estatal sobe R$ 48 bi. Agência Estado, 9 de novembro de 2007
  53. Brasil será exportador de petróleo após descoberta de jazida gigante - Fonte: O Globo Online, 8 de novembro de 2007
  54. Petrobras é 3a mais lucrativa das Américas--Economática. Agência Reuters, in Economia, Negócios, O Estado de S. Paulo, 12 de agosto de 2008, 16:10
  55. Capitalização da Petrobras "destrava" Bolsa e câmbio; estatal captou R$ 120,4 bi
  56. Capitalização da Petrobras atinge R$ 120 bilhões
  57. Petrobras tem lucro líquido de R$ 10,9 bilhões no trimestre, G1, acessado em 15 de agosto de 2011
  58. Petrobrás é a empresa com mais dívidas no mundo. Estadão (19 de outubro de 2013). Página visitada em 30 de novembro de 2013.
  59. Petrobras investe quase R$ 1 bi em centro de pesquisa - O Estado de S.Paulo, 7 de março de 2010 (visitado em 7-3-2010)
  60. Petrobras tem lucro líquido de R$ 10,9 bilhões no trimestre, acessado em 15 de agosto de 2011
  61. Petrobras na Vanguarda Tecnologia desenvolvida para o campo de Roncador conquista prêmio OTC 2001 Revista Power
  62. Gonsen, Ruby. A Trajetória Tecnológica da Petrobras na Produção Offshore 6/6. Revista Espacios, Espacios. Vol. 17 (3) 1996, ISSN 0798 1015
  63. Jornal Agora de 23 fev. 2012
  64. Casco da P-55 atraca no Estaleiro Rio Grande. Jornal Agora (16 jan. 2012). Página visitada em 16 jan. 2011.
  65. Petrobras deve instalar projeto-piloto em Tupi entre 2010 e 2011.
  66. PAMPLONA, Nicola. Petrobras e Petrogal miram pelo menos dez reservas no megacampo. Rio de Janeiro: Economia & Negócios, O Estado de S. Paulo, 18 de novembro de 2007, p. B10
  67. PETROBRAS: custo de extração do pré-sal é "econômico". Rio de Janeiro: Agência Reuters, 22 de agosto de 2008 12:09 BRT
  68. Pré-sal só vale a pena com petróleo acima de 50 dólares o barril
  69. a b Petrobras está confiante em reserva Carioca, diz 'FT' . BBC Online, 30 de abril, 2008 - 09h56 GMT (06h56 Brasília)
  70. Folha Online: Bloco na Bacia de Santos pode ser cinco vezes maior que Tupi
  71. http://www.flaestatistica.com/uniformes.htm
  72. http://veja.abril.com.br/noticia/variedade/flamengo-rompe-petrobras-432601.shtml
  73. http://esporte.ig.com.br/futebol/2009/04/02/surpreendida+petrobras+lamenta+fim+da+parceria+com+o+flamengo+5306914.html
  74. GAO-10-515R Iran’s Oil, Gas, and Petrochemical Sectors
  75. Saiba o tamanho da Petrobras na economia da Bolívia, e a importância da Bolívia para a Petrobras - 02/05/2006 - EFE - Economia
  76. Folha Online - Dinheiro - Acordo com Bolívia garante rentabilidade para Petrobras, diz Silas - 29/10/2006

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
O Commons possui multimídias sobre Petrobras