Phyllostomidae

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Como ler uma caixa taxonómicaPhyllostomidae
Artibeus sp.

Artibeus sp.
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Infraclasse: Placentalia
Ordem: Chiroptera
Família: Phyllostomidae
Gray, 1825
Subfamílias
Brachyphyllinae

Carollinae
Desmodontinae
Glossophaginae
Phyllonycterinae
Phyllostominae
Stenodermatinae

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Phyllostomidae é uma família de morcegos encontrada em regiões tropicais e subtropicais das Américas, que se caracteriza por possuir folha nasal. Este apêndice pode ser lanciforme ou ovalado. A folha nasal auxilia na emissão de ultra-sons usados no sistema de ecolocalização destes morcegos. O grupo é o segundo em número de espécies na ordem Chiroptera e agrupa 55 gêneros e 160 espécies1 , incluindo os morcegos conhecidos como vampiros. A família Phyllostomidae é tradicionalmente dividida em 6 subfamílias: Phyllostominae, Phyllonycterinae, Glossophaginae, Carolliinae, Stenodermatinae e Desmodontinae2 . Contudo, novos estudos de filogenia molecular propõe que as subfamílias Phyllostominae e Carolliinae são na verdade polifiléticas e precisam ser subdividas3 . É a família de morcegos mais numerosa no território brasileiro, com pelo menos 90 espécies4 . É também a família de mamíferos com a maior diversidade de hábitos alimentares no mundo5 . Os morcegos filostomídeos participam de todos as funções e serviços ecossistêmicos nas quais morcegos em geral estão envolvidos, desde a dispersão de sementes até a predação de insetos 6 .

Os morcegos vampiros pertencem à subfamília Desmodontinae que é composta por apenas três espécies: Desmodus rotundus, Diaemus youngi e Diphylla ecaudata. Esta subfamília ocorre apenas na América Central e América do Sul e sul do México (Região Neotropical).

Classificação[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Simmons NB. 2005. Order Chiroptera. In: Wilson DE, Reeder DM, editors. Mammal species of the world: a taxonomic and geographic reference. Baltimore: Johns Hopkins University Press. p 312-529.
  2. Wetterer AL, Rockman MV, Simmons NB. 2000. Phylogeny of phyllostomid bats (Mammalia, Chiroptera): data from diverse morphological systems, sex chromosomes, and restriction sites. Bulletin of the American Museum of Natural History 248(1–200).
  3. Rojas D, Vale Á, Ferrero V, Navarro L. 2011. When did plants become important to leaf-nosed bats? Diversification of feeding habits in the family Phyllostomidae. Molecular Ecology:no-no.
  4. Reis NL, Peracchi AL, Pedro WA, Lima IP. 2007. Morcegos do Brasil. Londrina: Editora da Universidae Estadual de Londrina. 253 p.
  5. Kunz TH, Fenton MB. 2003. Bat ecology. Chicaco: The University of Chicago Press. 799 p.
  6. Kunz TH, de Torrez EB, Bauer D, Lobova T, Fleming TH. 2011. Ecosystem services provided by bats. Annals of the New York Academy of Sciences 1223(1):1-38.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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