Piraquê

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Município de Piraquê
Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida Brasão desconhecido
Hino
Aniversário 5 de outubro de 1989
Fundação 5 de outubro de 1972
Gentílico piraqueense
Prefeito(a) Suely Negri Sanches Costa
(2013–2016)
Localização
Localização de Piraquê
Localização de Piraquê no Tocantins
Piraquê está localizado em: Brasil
Piraquê
Localização de Piraquê no Brasil
06° 46' 26" S 48° 17' 49" O06° 46' 26" S 48° 17' 49" O
Unidade federativa  Tocantins
Mesorregião Ocidental do Tocantins IBGE/2008 [1]
Microrregião Araguaína IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Araguaína, Araguanã, Carmolândia, Wanderlândia, Xambioá
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área 921,585 km² [2]
População 3,017 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 0 hab./km²
Altitude 186 m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,68 médio PNUD/2000 [4]
PIB R$ 28 292,428 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 9 117,77 IBGE/2008[5]
Página oficial

Piraquê é um município brasileiro do estado do Tocantins. Localiza-se a uma latitude 06° 46' 25" sul e a uma longitude 48° 17' 49" oeste, estando a uma altitude de 186 metros. Sua população estimada em 2013 era de 3.017 habitantes. Possui uma área de 1 178,69 km².

Toponímia[editar | editar código-fonte]

Diz a lenda que a cidade foi batizada por Adelcides Carneiro, Anésio Carneiro e Sinésio Carneiro, em 1972, quando, ao seguirem pela estrada de boiada que levava para Babaçulândia e descansarem na beira de um córrego, mataram um poraquê. O córrego, bem como a região e o povoado local, teriam sido chamados de Poraquê. Aos poucos, o nome teria mudado para Piraquê.

Alternativamente, "piraquê" também é um termo da língua tupi que significa "entrada de peixe", através da junção dos termos pirá (peixe) e iké (entrar)[6] .

História[editar | editar código-fonte]

A partir da década de 1950, a região foi colonizada por famílias procedentes dos estados brasileiros de Goiás, Minas Gerais, Piauí, Ceará e Maranhão, que se dedicaram à agropecuária e à extração de madeira[7] . Os primeiros habitantes do local foram duas famílias de desbravadores: os Carneiros, cujo representante era Altino Sousa Carneiro e os Cerqueiras, cuja maior representante era Maria Cerqueira Silva.

A cidade é cercada por grandes latifúndios onde se criam gado de corte. O primeiro prefeito foi Zeca Batista, nomeado em 1990, que conseguiu a emancipação do município que pertencia ao município de Xambioá e depois ao de Wanderlândia, em 1990. Zeca Batista governou por mais um mandato, após o mandato de prefeito nomeado que durou dois anos, de 1993 a 1996, agora como prefeito eleito e, em 1997, seu filho, conhecido por João Goiano, foi eleito prefeito.

Em 2004, Olavo Julio Macedo foi eleito prefeito. Com a política de Reforma Agrária do Governo Federal, a cidade de Piraquê tornou-se um pequeno centro agropecuário e agricultor devido aos projetos de assentamentos rurais de Mantiqueira, Santa Marta, Brejão e Boa Esperança, que aumentaram o número de habitantes do município na zona rural e, consequentemente, impulsionaram a economia local com produção agrícola e agropecuária.

Acesso[editar | editar código-fonte]

Chega-se a Piraquê através da rodovia TO-420. A TO-420 se interconecta com a BR-153 em dois pontos, sendo um a 6 km ao norte da cidade, no caminho para Xambioá, e outro no povoado Xamberlândia (em Wanderlândia), que fica a uma distância de 31 km da cidade. A BR-153 passa pela zona rural do município, mas no entanto, não passa pela zona urbana. No município, há a região dos Carneiros, um conjunto de fazendas da família Carneiro, influente nas decisões políticas locais.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010 Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  6. NAVARRO, E. A. Método Moderno de Tupi Antigo. Terceira edição. São Paulo: Global, 2005. p. 218.
  7. http://www.ferias.tur.br/informacoes/9913/piraque-to.html
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