Pirro I de Constantinopla
Pirro I foi o Patriarca de Constantinopla entre 20 de dezembro de 638 e 29 de setembro de 641 e, novamente, entre 9 de janeiro e 1 de junho de 654 d.C., quando morreu. Ele era afilhado da irmã do imperador bizantino Heráclio e um adversário de Máximo, o Confessor e dos Papas João IV e Teodoro I.
Vida e obras [editar]
Ele era um defensor do monotelismo, uma doutrina cristológica proposta pelo imperador bizantino Heráclio. Em 638, com o apoio do imperador, ele foi eleito ao trono patriarcal. Nos tumultos que se seguiram à morte de Heráclio, ele foi acusado de conspirar contra a vida de Constantino III juntamente com a imperatriz Martina e foi banido para o Exarcado de Cartago.
Enquanto estava no exílio, em 645, ele conduziu com Máximo, o Confessor um debate público de fé (Disputatio cum Pyrrho), após o qual ele rejeitou o monotelism, seguindo para Roma com Máximo em 647. De lá, ele continuou até Ravena e terminou retornando à Constantinopla, onde ele novamente mudou de opinião, abjurando sua aliança com a ortodoxia doutrinária e retomando o monotelismo. Ele foi excomungado pelo Papa Teodoro I em consequência disto, mas conseguiu se tornar novamente Patriarca no início de 654, mantendo-se no cargo até sua morte em 1 de junho daquele ano.
Ver também [editar]
| Pirro I de Constantinopla (deposto e reconduzido) (638 - 641 / 654)
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Ligações externas [editar]
- In: Richard Barrie Dobson. Encyclopedia of the Middle Ages: Pyrrhus I of Constantinople (em inglês). [S.l.: s.n.]. vol. 2.