Pixinguinha
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| Pixinguinha | |
|---|---|
| Informação geral | |
| Nome completo | Alfredo da Rocha Viana Filho |
| Apelido | Pizinguim, Bexiguinha, Pexinguinha |
| Data de nascimento | 23 de Abril de 1897 |
| Origem | Rio de Janeiro |
| País | |
| Data de morte | 17 de Fevereiro de 1973 (75 anos) |
| Gêneros | Choro Maxixe Samba Valsa |
| Instrumentos | Saxofone Flauta |
| Período em atividade | 1911-1972 |
| Gravadoras | Odeon RCA Victor Sinter Musidisc |
| Afiliações | Choro Carioca Grupo do Caxangá Oito Batutas Orquestra Típica Pixinguinha-Donga Orquestra Victor Brasileira Grupo da Guarda Velha Orquestra Columbia de Pixinguinha Diabos do Céu Os Cinco Companheiros |
Alfredo da Rocha Viana Filho, conhecido como Pixinguinha, (Rio de Janeiro, 23 de abril de 1897 — Rio de Janeiro, 17 de Fevereiro de 1973) foi um flautista, saxofonista, compositor, cantor, arranjador e regente brasileiro.
Pixinguinha é considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira, contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma musical definitiva.
Em 1919, Pixinguinha formou o conjunto Oito Batutas, formado por Pixinguinha na flauta, João Pernambuco e Donga no violão, dentre outros músicos. Fez sucesso entre a elite carioca, tocando maxixes e choros e utilizando instrumentos até então só conhecidos nos subúrbios cariocas.
Quando compôs "Carinhoso", entre 1916 e 1917 e "Lamentos" em 1928, que são considerados alguns dos choros mais famosos, Pixinguinha foi criticado e essas composições foram consideradas como tendo uma inaceitável influência do jazz, enquanto hoje em dia podem ser vistas como avançadas demais para a época. Além disso, "Carinhoso" na época não foi considerado choro, e sim uma polca.[carece de fontes]
Outras composições, entre centenas, são "Rosa", "Vou vivendo", "Lamentos", "1 x 0", "Naquele tempo" e "Sofres porque Queres".
No dia 23 de abril comemora-se o Dia Nacional do Choro, trata-se de uma homenagem ao nascimento de Pixinguinha. A data foi criada oficialmente em 4 de setembro de 2000, quando foi sancionada lei originada por iniciativa do bandolinista Hamilton de Holanda e seus alunos da Escola de Choro Raphael Rabello.
Pixinguinha faleceu na igreja Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, na cidade do Rio de Janeiro, quando seria padrinho de um batizado.
[editar] Composições
- A pombinha (com Donga)
- A vida é um buraco
- Agüenta, seu Fulgêncio
- Ai, eu queria (com Vidraça)
- Ainda existe
- Ainda me Recordo
- Amigo do povo
- Assim é que é
- Benguelê
- Bianca (com Andreoni)
- Buquê de flores (com W. Falcão)
- Cafezal em flor (com Eugênio Fonseca)
- Carinhos
- Carinhoso (com João de Barro)
- Carnavá tá aí (com Josué de Barros)
- Casado na orgia (com João da Baiana)
- Casamento do coronel Cristino
- Céu do Brasil (com Gomes Filho)
- Chorei
- Chorinho no parque São Jorge (com Salgado Filho)
- Cochichando (com João de Barro e Alberto Ribeiro)
- Conversa de crioulo (com Donga e João de Baiana)
- Dança dos ursos
- Dando topada
- Desprezado
- Displicente
- Dominante
- Dominó
- Encantadora
- Estou voltando
- Eu sou gozado assim
- Fala baixinho (com Hermínio Bello de Carvalho)
- Festa de branco (com Baiano)
- Foi muamba (com Índio)
- Fonte abandonada (com Índio)
- Fratenidade
- Gargalhada
- Gavião calçudo (com Cícero de Almeida)
- Glória
- Guiomar (com Baiano)
- Há! hu! lá! ho! (com Donga e João da Baiana)
- Harmonia das flores (com Herminio Bello de Carvalho)
- Hino a Ramos
- Infantil
- Iolanda
- Isso é que é viver (com Herminio Bello de Carvalho)
- Isto não se faz (com Herminio Bello de Carvalho)
- Já andei (com Donga e João da Baiana)
- Já te digo (com China)
- Jardim de Ilara (com C. M. Costal)
- Knock-out
- Lamento
- Lamentos (com Vinícius de Moraes)
- Lá-ré
- Leonor
- Levante, meu nego
- Lusitânia (com F. G. D. )
- Mais quinze dias
- Mama, meu netinho (com Jararaca)
- Mamãe Isabé (com João da Baiana)
- Marreco quer água
- Meu coração não te quer (com E. Almeida)
- Mi tristezas solo iloro
- Mulata baiana (com Gastão Viana)
- Mulher boêmia
- Mundo melhor (com Vinícius de Moraes)
- Não gostei dos teus olhos (com João da Baiana)
- Não posso mais
- Naquele tempo
- Nasci pra domador (com Valfrido Silva)
- No elevador
- Noite e dia (com W. Falcão)
- Nostalgia ao luar
- Número um
- O meu conselho
- Os batutas (com Duque)
- Os cinco companheiros
- Os home implica comigo (com Carmen Miranda)
- Onde foi Isabé
- Oscarina
- Paciente
- Página de dor (com Índio)
- Papagaio sabido (com C. Araújo)
- Patrão, prenda seu gado (com Donga e João da Baiana)
- Pé de mulata
- Poema de raça (com Z. Reis e Benedito Lacerda)
- Poética
- Por vôce fiz o que pude (com Beltrão)
- Pretenciosa
- Promessa
- Que perigo
- Que querê (com Donga e João da Baiana)
- Quem foi que disse
- Raiado (com Gastão Viana)
- Rancho abandonado (com Índio)
- Recordando
- Rosa (com Otávio de Sousa)
- Rosa
- Samba de fato (com Baiano)
- Samba de nego
- Samba do urubu
- Samba fúnebre (com Vinícius de Moraes)
- Samba na areia
- Sapequinha
- Saudade do cavaquinho (com Muraro)
- Seresteiro
- Sofres porque queres
- Solidão
- Sonho da Índia (com N. N. e Duque)
- Stella (com de Castro e Sousa)
- Teu aniversário
- Teus ciúmes
- Triangular
- Tristezas não pagam dívidas
- Um a zero (com Benedito Lacerda)
- Um caso perdido
- Uma festa de Nanã (com Gastão Viana) * Urubu
- Vamos brincar
- Variações sobre o urubu e o gavião
- Vem cá! não vou!
- Vi o pombo gemê (com Donga e João da Baiana)
- Você é bamba (com Baiano)
- Você não deve beber (com Manuel Ribeiro)
- Vou pra casa
- Xou Kuringa (com Donga e João da Baiana)
- Yaô africano (com Gastão Viana)
- Zé Barbino (com Jararaca)
- Proezas de Solon
- Vou Vivendo
[editar] Ver também
[editar] Ligações externas
- Página oficial de Pixinguinha
- Samba Choro - história e informações sobre personalidades da música brasileira.
- Pixinguinha
- Pixinguinha e Os Batutas - Na paleta do virtuose Paulo Moura.
- Choro à flor da pele - por Paula Lima
- Pixinguinha no Instituto Moreira Salles

