Placas de identificação de veículos no Brasil

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Placas de identificação de veículos no Brasil são emitidas pelos Departamentos Estaduais de Trânsito (DETRAN) de cada unidade da Federação, seguindo uma sequência única para todo o país.

O sistema atual é o RENAVAM (Registro Nacional de Veículos Automotores), criado através do Decreto-Lei N.º 237 de 23 de fevereiro de 1967,[1] e implantado de maneira gradativa, com o estado do Paraná sendo o primeiro a implantá-lo em 1990.[2]

História[editar | editar código-fonte]

Sistemas anteriores de emplacamento[editar | editar código-fonte]

Primeiro sistema[editar | editar código-fonte]

Primeiro sistema de emplacamento brasileiro, de 1901 a 1941.

Foi utilizado de 1901, quando os primeiros veículos a motor começaram a ser emplacados, até 1941. No início, o trânsito era assunto de competência municipal; portanto, cada município expedia as suas placas, que eram no entanto iguais em todo o território nacional. Eram pretas com letras brancas. Tinham uma letra (P = particular; A = aluguel) e uma quantidade de números que variava de 1 a 5 dígitos. Exemplos: P 6, P 43, A 25, P 532, A 587, P 1·349, P 12·879

Sistema numérico[editar | editar código-fonte]

Placa de identificação para veículos - categoria particular

Foi usado entre 1941 e 1969. Ele introduziu as cores utilizadas até hoje nos veículos de transporte pago ou frete (placas vermelhas com letras brancas); oficiais (placas brancas com letras pretas), particulares (placas laranjas e depois amarelas (meado dos anos 60) com letras pretas). Nesse sistema, o nome dos municípios vinha antes da sigla dos estados.

As combinações eram numéricas, agrupadas duas a duas: a mais comum era do tipo 12·34·56; entretanto havia também em estados com menos automóveis (ou para propósitos especiais) as combinações 1·23, 12·34 e 1·23·45. No estado de São Paulo, chegou a haver a combinação 1·23·45·67. As placas de motocicletas eram ovais, possuíam apenas a sigla do estado (como era comum nas placas traseiras de outros veículos) e embaixo tinham o ano da expedição.

"Placa paulistinha"[editar | editar código-fonte]

Em 1970 teve início um sistema de numeração, no estado de São Paulo, que iniciava sempre com a letra S, seguido de outra que indicava a região administrativa. S, e apenas algarismos, indicava o município de São Paulo; SG os da Grande São Paulo; SA, região administrativa de Araçatuba, SB a de Bauru, SC Campinas, SJ São José dos Campos, SO Sorocaba, SP Presidente Prudente, SR Ribeirão Preto, SS Santos, e ST São José do Rio Preto. Esse sistema, que não era homologado pelos órgãos federais de trânsito, perdurou até a substituição gradativa das placas pelo sistema alfanumérico de duas letras e quatro números.

Sistema alfanumérico - duas letras e quatro números[editar | editar código-fonte]

Nos sistemas de placas usado entre 1969 e 1990 (em alguns estados, estendeu-se até 1999), cada estado possuía uma sequência que poderiam repetir-se em todos os estados. Os prefixos eram vinculados aos municípios, exigindo a troca da placa toda vez que o veículo fosse vendido para alguém residente em outro município. A sigla do estado passou a vir antes do nome do município. Nesta época a mudança de cor resumiu-se à troca do laranja nas particulares pelo amarelo, as demais permaneceram com suas cores do sistema anterior.

Placa adotada até a implementação do sistema RENAVAM, de 1969 até 1990.
Os principais problemas deste sistema eram os seguintes
  • Quando os sistemas de bancos de dados computadorizados começaram a ser implantados, surgiram incompatibilidades visto que: A placa AB·0123 poderia existir em cada um dos estados; As motocicletas usavam uma sequência paralela com apenas três números. A placa AB·123 (motocicleta) seria confundida pelos computadores com placa AB·0123.
  • O número máximo de prefixos disponíveis por estado era de apenas 676 combinações (26 X 26), não havendo disponibilidade de prefixos para todos os municípios uma vez que em alguns estados o número de municípios é quase o mesmo de prefixos ou até maior, além do fato de que os municípios mais populosos chegavam a ter dezenas de prefixos. O estado de Minas Gerais na época tinha 722 municípios.

Sistema de emplacamento atual[editar | editar código-fonte]

As limitações técnicas do sistema com duas letras e quatro números, levou à implantação, a partir de 1990, de um novo sistema de identificação das placas, com o acréscimo de mais uma letra, além de outras modificações, sendo a mais perceptível dentre estas, a mudança da cor das placas particulares de amarelo para cinza.

Modelo de placa veicular brasileiro, em caracteres DIN Mittelschrift, adotado até 2008 em muitos estados.

Escolheu-se a forma "ABC·1234" com um hífen ou ponto entre as letras e os números. Acima da combinação há uma tarjeta metálica com a Unidade da Federação (RS = Rio Grande do Sul, SC = Santa Catarina etc.) e o nome do município onde o veículo está registrado. A tarjeta pode ser trocada quebrando o lacre (feito de plástico ou chumbo).

O simples acréscimo de mais uma letra nas placas possibilitou a criação de um cadastro nacional unificado de veículos, uma vez que a quantidade máxima de combinações passou a ser de 175.742.424 — (26 X 26 X 26 X 9.999), visto que o número 0000 não é usado. Apesar de apresentar um grande numero de combinações na época do lançamento, em junho de 2014 restavam poucas sequencias, com previsão de acabarem as combinações até fins de 2015.

A combinação alfanumérica dada a um veículo não pode ser transferida a outro, ser substituída (com exceções, como por exemplo, se um veículo for clonado), nem é permitido o reaproveitamento da combinação por outro veículo, mesmo após o sucateamento.

Modelo de placa veicular brasileiro, a partir de 2008, em caracteres Mandatory, conforme a Resolução 231 do Contran.

Os veículos das representações diplomáticas vem se enquadrando paulatinamente neste sistema, sendo que no Distrito Federal e Rio de Janeiro, estados com maior concentração de representações, as antigas placas CD e CMD foram substituídas por placas de 3 letras, mantendo-se a cor azul e dísticos brancos. A modificação das cores dos carros particulares motivou posteriormente uma certa discussão sobre a necessidade de se modificar também a cor das placas de veículos oficiais, uma vez que a semelhança entre o cinza usado nos particulares e o branco, usado nos oficiais, tornava difícil a identificação de veículos oficiais e, consequentemente, a fiscalização do uso destes veículos[3] .

Novo modelo de placas de automóvel, no padrão do Mercosul, vai ser aplicado no Brasil a partir de 2016. (Foto: Reprodução/Denatran)

O Conselho do Mercado Comum do Mercosul (bloco integrado por Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela) decidiu no dia 16 de dezembro de 2010 que todos os veículos dos cinco países terão suas placas padronizadas a partir de 2016.

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) apresentou em 04/12/2014 o novo modelo de placas de veículos que será usado no Brasil e demais países do Mercosul, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela.

No Brasil, a placa será obrigatória para veículos de aluguel novos a partir de janeiro de 2016, particulares a partir de 2018. Para os veículos que atualmente já estão emplacados, a mudança a princípio só ocorrerá em casos de transferências.

Formato[editar | editar código-fonte]

Modelo de placa veicular brasileiro em caracteres Mandatory, conforme Resolução 372/2011 do Contran.

As placas possuem formato retangular com as letras separadas dos números por um hífen ou ponto, exceto para motocicletas, nestas os números são posicionados abaixo das letras.

O tamanho padrão das placas é de 400 por 130 milímetros, mas podiam ser encomendados modelos de tamanho japonês ou europeu até 1º de janeiro de 2008.

Modelo de placa veicular brasileiro para motocicletas em caracteres Mandatory, conforme Resolução 372/2011 do Contran.

A nova regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), Resoluções 231[4] e 241 (em vigor desde 1 de janeiro de 2008), estabeleceu a fonte Mandatory para as letras e números das placas brasileiras. A legislação anterior às Resoluções 231 e 241 não obrigava o uso de nenhuma fonte específica, embora a mais adotada fosse a do sistema DIN (DIN Mittelschrift).

O Brasil é o único país do mundo a adotar as películas prismáticas na confecção de placas veiculares, contrariando a norma ISO 7591 (Road Vehicles - Retro-reflective registration plates for motor vehicles and trailers - Specification) utilizada em todos os demais países (mais de duzentos) que utilizam películas refletivas (películas refletivas servem para iluminar as placas no escuro e é aplicada nos carros novos)[carece de fontes?].


Desde o dia 1º de abril de 2012, conforme a Resolução nº 372/2011 (publicada no Diário Oficial da União de 23 de março de 2011), bem como a Deliberação nº 122 do mesmo órgão, passou a ser obrigatório o uso de placas refletivas em todos os veículos automotores. Segundo a decisão do CONTRAN, a altura das placas para motos passa de 13,6 cm para 17 cm, e o comprimento de 18,7 cm para 20 cm. O tamanho dos caracteres passa de 4,2 cm para 5,3 cm[5] .

Características nas novas placas a partir de 2016[editar | editar código-fonte]

  • 1) Em vez de 3 letras e 4 números, como é hoje, as novas placas terão 4 letras e 3 números, e poderão estar embaralhados, assim como na Europa;
  • 2) A cor do fundo das placas será sempre branca. O que varia, é a cor da fonte. Para veículos de passeio, cor preta, para veículos comerciais, vermelha, carros oficiais, azul, em teste, verde, diplomáticos, dourado e de colecionadores, prateado;
  • 3) O nome do país estará na parte superior da patente, sobre uma barra azul. Nome da cidade e do estado estarão na lateral direita, acompanhado dos respectivos brasões;
  • 4) Marcas d'água com o nome do país e do Mercosul estarão grafadas na diagonal ao longo das placas, com o objetivo de dificultar falsificações;

A distribuição entre letras e números na nova placa será aleatória. Com isso, segundo o Denatran, serão possíveis mais de 450 milhões de combinações diferentes, contra as pouco mais de 175 milhões de possibilidades do atual modelo brasileiro.

A placa terá as mesmas medidas das já utilizadas no Brasil (40 cm de comprimento por 13 cm de largura). O fundo será branco com letras pretas. Sobre uma faixa horizontal na parte superior, haverá o emblema do Mercosul e a bandeira do país do veículo.

A nova placa no padrão do Mercosul já incorpora alguns elementos de segurança que são adotados no mundo inteiro. Esses dispositivos de segurança visam coibir as possíveis clonagens de veículos que hoje não têm um controle muito rigoroso desse processo

No Brasil, a identificação do estado e do município do veículo vão ficar no lado direito da placa, abaixo da bandeira nacional. Tanto estado como município também serão representados por suas bandeiras.

No Brasil, a placa terá uma tira holográfica do lado esquerdo e um código bidimensional que conterá a identificação do fabricante, a data de fabricação e o número serial da placa. A tira é uma maneira de evitar falsificação.[6]

Sequências alfanuméricas[editar | editar código-fonte]

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As siglas identificam o estado no qual o veículo recebeu o emplacamento do Sistema Renavam. Mesmo após eventual transferência para outro estado, os veículos mantêm a combinação alfanumérica original. Nos primórdios do Sistema Renavam, cada estado recebeu uma grande quantidade de combinações de placas para uso, o que permitiu que alguns estados, como Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, ainda tenham milhares de combinações disponíveis, apesar de terem sido os primeiros a receber as combinações, no início da década de 1990. Até 2010, o Denatran liberava combinações rigorosamente dentro da sequência, entretanto, após este ano o órgão passou a liberar sequências fora da sequência, como por exemplo, a sequência PEE-0001 a PGU-9999 liberada em três vezes consecutivas para Pernambuco, e a sequência SAV liberada para São Paulo de forma isolada. Em meados de 2013, o Denatran passou a emitir pequenas sequências para os estados, em grande parte com uma ou duas combinações a cada vez. Porém, a partir de maio de 2014 o órgão voltou a liberar sequências maiores.

Sequências em uso[editar | editar código-fonte]

Séries por unidade da Federação (UF) atualizado até 16 de Dezembrode 2014[7] :

Combinação alfanumérica UF Utilizada desde
AAA 0001 a BEZ 9999 Paraná (PR) 02/1990
BFA 0001 a GKI 9999 São Paulo (SP) 10/1991
GKJ 0001 a HOK 9999 Minas Gerais (MG) 09/1991
HOL 0001 a HQE 9999 Maranhão (MA) 01/1992
HQF 0001 a HTW 9999 Mato Grosso do Sul (MS) 03/1992
HTX 0001 a HZA 9999 Ceará (CE) 10/1992
HZB 0001 a IAP 9999 Sergipe (SE) 09/1993
IAQ 0001 a JDO 9999 Rio Grande do Sul (RS) 03/1992
JDP 0001 a JKR 9999 Distrito Federal (DF) 04/1994
JKS 0001 a JSZ 9999 Bahia (BA) 08/1993
JTA 0001 a JWE 9999 Pará (PA) 07/1993
JWF 0001 a JXY 9999 Amazonas (AM) 09/1993
JXZ 0001 a KAU 9999 Mato Grosso (MT) 09/1993
KAV 0001 a KFC 9999 Goiás (GO) 05/1994
KFD 0001 a KME 9999 Pernambuco (PE) 08/1994
KMF 0001 a LVE 9999 Rio de Janeiro (RJ) 05/1994
LVF 0001 a LWQ 9999 Piauí (PI) 04/1996
LWR 0001 a MMM 9999 Santa Catarina (SC) 06/1996
MMN 0001 a MOW 9999 Paraíba (PB) 07/1996
MOX 0001 a MTZ 9999 Espírito Santo (ES) 12/1995
MUA 0001 a MVK 9999 Alagoas (AL) 08/1996
MVL 0001 a MXG 9999 Tocantins (TO) 11/1996
MXH 0001 a MZM 9999 Rio Grande do Norte (RN) 06/1998
MZN 0001 a NAG 9999 Acre (AC) 06/1998
NAH 0001 a NBA 9999 Roraima (RR) 07/1998
NBB 0001 a NEH 9999 Rondônia (RO) 07/1998
NEI 0001 a NFB 9999 Amapá (AP) 09/1998
NFC 0001 a NGZ 9999 Goiás (GO) 2ª sequência 08/2003
NHA 0001 a NHT 9999 Maranhão (MA) 2ª sequência 12/2006
NHU 0001 a NIX 9999 Piauí (PI) 2ª sequência 05/2007
NIY 0001 a NJW 9999 Mato Grosso (MT) 2ª sequência 10/2007
NJX 0001 a NLU 9999 Goiás (GO) 3ª sequência 11/2007
NLV 0001 a NMO 9999 Alagoas (AL) 2ª sequência 01/2008
NMP 0001 a NNI 9999 Maranhão (MA) 3ª sequência 05/2008
NNJ 0001 a NOH 9999 Rio Grande do Norte (RN) 2ª sequência 07/2008
NOI 0001 a NPB 9999 Amazonas (AM) 2ª sequência 07/2008
NPC 0001 a NPQ 9999 Mato Grosso (MT) 3ª sequência 09/2008
NPR 0001 a NQK 9999 Paraíba (PB) 2ª sequência 11/2008
NQL 0001 a NRE 9999 Ceará (CE) 2ª sequência 12/2008
NRF 0001 a NSD 9999 Mato Grosso do Sul (MS) 2ª sequência 11/2009
NSE 0001 a NTC 9999 Pará (PA) 2ª sequência 11/2009
NTD 0001 a NTW 9999 Bahia (BA) 2ª sequência 02/2010
NTX 0001 a NUG 9999 Mato Grosso (MT) 4ª sequência 03/2010
NUH 0001 a NUL 9999 Roraima (RR) 2ª sequência 06/2010
NUM 0001 a NVF 9999 Ceará (CE) 3ª sequência 06/2010
NVG 0001 a NVN 9999 Sergipe (SE) 2ª sequência 03/2010
NVO 0001 a NWR 9999 Goiás (GO) 4ª sequência 03/2010
NWS 0001 a NXQ 9999 Maranhão (MA) 4ª sequência 07/2010
NXR 0001 a NXT 9999 Acre (AC) 2ª sequência 05/2011
NXU 0001 a NXW 9999 Pernambuco (PE) 2ª sequência 07/2010
NXX 0001 a NYG 9999 Minas Gerais (MG) 2ª sequência 10/2011
NYH 0001 a NZZ 9999 Bahia (BA) 3ª sequência 10/2010
OAA 0001 a OAO 9999 Amazonas (AM) 3ª sequência 12/2010
OAP 0001 a OBS 9999 Mato Grosso (MT) 5ª sequência 05/2011
OBT 0001 a OCA 9999 Pará (PA) 3ª sequência 07/2011
OCB 0001 a OCU 9999 Ceará (CE) 4ª sequência 02/2011
OCV 0001 a ODT 9999 Espírito Santo (ES) 2ª sequência 05/2011
ODU 0001 a OEI 9999 Piauí (PI) 3ª sequência 09/2011
OEJ 0001 a OES 9999 Sergipe (SE) 3ª sequência 08/2011
OET 0001 a OFH 9999 Paraíba (PB) 3ª sequência 04/2011
OFI 0001 a OFW 9999 Pará (PA) 4ª sequência 03/2011
OFX 0001 a OGG 9999 Paraíba (PB) 4ª sequência 06/2011
OGH 0001 a OHA 9999 Goiás (GO) 5ª sequência 04/2011
OHB 0001 a OHK 9999 Alagoas (AL) 3ª sequência 09/2011
OHL 0001 a OHW 9999 Rondônia (RO) 2ª sequência 11/2011
OHX 0001 a OIQ 9999 Ceará (CE) 5ª sequência 12/2011
OIR 0001 a OJQ 9999 Maranhão (MA) 5ª sequência 01/2012
OJR 0001 a OKC 9999 Rio Grande do Norte (RN) 3ª sequência 04/2012
OKD 0001 a OKH 9999 Santa Catarina (SC) 2ª sequência 02/2014
OKI 0001 a OLG 9999 Bahia (BA) 4ª sequência 10/2011
OLH 0001 a OLN 9999 Tocantins (TO) 2ª sequência 02/2012
OLO 0001 a OMH 9999 Minas Gerais (MG) 3ª sequência 03/2012
OMI 0001 a OOF 9999 Goiás (GO) 6ª sequência 04/2012
OOG 0001 a OOU 9999 Mato Grosso do Sul (MS) 3ª sequência 02/2012
OOV 0001 a ORC 9999 Minas Gerais (MG) 4ª sequência 06/2012
ORD 0001 a ORM 9999 Alagoas (AL) 4ªsequência 01/2012
ORN 0001 a OSV 9999 Ceará (CE) 6ª sequência 07/2012
OSW 0001 a OTZ 9999 Pará (PA) 5ª sequência 08/2012
OUA 0001 a OUE 9999 Piauí (PI) 4ª sequência 11/2012
OUF 0001 a OVD 9999 Bahia (BA) 5ª sequência 12/2012
OVE 0001 a OVF 9999 Espírito Santo (ES) 3ª sequência 12/2012
OVG 0001 a OVG 9999 Acre (AC) 3ª sequência 05/2013
OVH 0001 a OVL 9999 Espírito Santo (ES) 4ª sequência 07/2013
OVM 0001 a OVV 9999 Distrito Federal (DF) 2ª sequência 11/2013
OVW 0001 a OVY 9999 Piauí (PI) 5ª sequência 10/2013
OVZ 0001 a OWG 9999 Rio Grande do Norte (RN) 4ª sequência 06/2013
OWH 0001 a OXK 9999 Minas Gerais (MG) 5ª sequência 10/2013
OXL 0001 a OXL 9999 Rondônia (RO) 3ª sequência 11/2013
OXM 0001 a OXM 9999 Amazonas (AM) 4ª sequência 11/2013
OXN 0001 a OXN 9999 Alagoas (AL) 5ª sequência 11/2013
OXO 0001 a OXO 9999 Paraíba (PB) 5ª sequência 11/2013
OXP 0001 a OXP 9999 Acre (AC) 4ª sequência 12/2013
OXQ 0001 a OXZ 9999 Maranhão (MA) 6ª sequência 04/2014
OYA 0001 a OYC 9999 Tocantins (TO) 3ª sequência 11/2013
OYD 0001 a OYK 9999 Espírito Santo (ES) 5ª sequência 12/2013
OYL 0001 a OYZ 9999 Pernambuco (PE) 6ª sequência 02/2014
OZA 0001 a OZA 9999 Ceará (CE) 7ª sequência 01/2014
OZB 0001 a OZB 9999 Sergipe (SE) 4ª sequência 01/2014
OZC 0001 a OZV 9999 Bahia (BA) 6ª sequência 03/2014
OZW 0001 a PBZ 9999 Distrito Federal (DF) 3ª sequência 05/2014
PCA 0001 a PED 9999 Pernambuco (PE) 7ª sequência 12/2014
PEE 0001 a PFQ 9999 Pernambuco (PE) 3ª sequência 09/2010
PFR 0001 a PGK 9999 Pernambuco (PE) 4ª sequência 07/2012
PGL 0001 a PGU 9999 Pernambuco (PE) 5ª sequência 10/2013
PGV 0001 a PGZ 9999 Pernambuco (PE) 7ª sequência 12/2014
PHA 0001 a PHZ 9999 Amazonas (AM) 5ª sequência 06/2014
PIA 0001 a PIZ 9999 Piauí (PI) 6ª sequência 06/2014
PJA 0001 a PLZ 9999 Bahia (BA) 7ª sequência 10/2014
PMA 0001 a POZ 9999 Ceará (CE) 8ª sequência 06/2014
PPA 0001 a PPZ 9999 Espírito Santo (ES) 6ª sequência 08/2014
PQA 0001 a PRZ 9999 Goiás (GO) 7ª sequência
PSA 0001 a PTZ 9999 Maranhão (MA) 7ª sequência
PUA 0001 a PZZ 9999 Minas Gerais (MG) 6ª sequência 05/2014
QAA 0001 a QAZ 9999 Mato Grosso do Sul (MS) 4ª sequência
QBA 0001 a QCZ 9999 Mato Grosso (MT) 6ª sequência 05/2014
QDA 0001 a QEZ 9999 Pará (PA) 6ª sequência 10/2014
QFA 0001 a QFZ 9999 Paraíba (PB) 6ª sequência 05/2014
QGA 0001 a QGZ 9999 Rio Grande do Norte (RN) 5ª sequência 09/2014
QHA 0001 a QJZ 9999 Santa Catarina (SC) 3ª sequência 05/2014
QKA 0001 a QKM 9999 Tocantins (TO) 4ª sequência 11/2014
QKN 0001 a QKZ 9999 Sergipe (SE) 5ª sequência 06/2014
QLA 0001 a QLM 9999 Alagoas (AL) 6ª sequência
QLN 0001 a QLT 9999 Amapá (AL) 2ª sequência
QLU 0001 a QLZ 9999 Acre (AC) 5ª sequência 08/2014
QMA 0001 a RIN 9999 Sequências ainda não definidas
RIO 0001 a RKV 9999 Rio de Janeiro (RJ) 2ª sequência
RKW 0001 a SAU 9999 Sequências ainda não definidas
SAV 0001 a SAV 1000 São Paulo (SP) 2ª sequência 09/2009
SAV 1001 a ZZZ 9999 Sequências ainda não definidas

Total de combinações[editar | editar código-fonte]

Combinações disponibilizadas por UF (até 16 de Dezembro de 2014):

Estado Qtde. combinações Placas disponíveis
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Minas Gerais &0000000000001058.0000001 058 &0000000010578942.00000010 578 942
Rio de Janeiro &0000000000000970.000000970 &0000000009699030.0000009 699 030
Paraná &0000000000000806.000000806 &0000000008059194.0000008 059 194
Rio Grande do Sul &0000000000000753.000000753 &0000000007529299.0000007 529 299
Santa Catarina &0000000000000578.000000578 &0000000005779422.0000005 779 422
Bahia &0000000000000428.000000428 &0000000004279572.0000004 279 572
Goiás &0000000000000364.000000364 &0000000003639636.0000003 639 636
Pernambuco &0000000000000332.000000332 &0000000003319668.0000003 319 668
Ceará &0000000000000328.000000328 &0000000003279672.0000003 279 672
Distrito Federal &0000000000000251.000000251 &0000000002509749.0000002 509 749
Pará &0000000000000213.000000213 &0000000002129787.0000002 129 787
Mato Grosso &0000000000000206.000000206 &0000000002059794.0000002 059 794
Espírito Santo &0000000000000199.000000199 &0000000001989801.0000001 989 801
Maranhão &0000000000000199.000000199 &0000000001989801.0000001 989 801
Mato Grosso do Sul &0000000000000162.000000162 &0000000001619838.0000001 619 838
Paraíba &0000000000000134.000000134 &0000000001339866.0000001 339 866
Rio Grande do Norte &0000000000000130.000000130 &0000000001299870.0000001 299 870
Piauí &0000000000000117.000000117 &0000000001169883.0000001 169 883
Amazonas &0000000000000108.000000108 &0000000001079892.0000001 079 892
Rondônia &0000000000000098.00000098 &0000000000979902.000000979 902
Alagoas &0000000000000091.00000091 &0000000000909909.000000909 909
Sergipe &0000000000000073.00000073 &0000000000729927.000000729 927
Tocantins &0000000000000068.00000068 &0000000000679932.000000679 932
Acre &0000000000000031.00000031 &0000000000309969.000000309 969
Roraima &0000000000000025.00000025 &0000000000249975.000000249 975
Amapá &0000000000000027.00000027 &0000000000269973.000000269 973

Distribuição por UF[editar | editar código-fonte]

Estados que mais receberam sequências após a série inicial (atualizado até 16 de Outubro de 2014):

UF Quantidade Original Quantidade Recebida
MG &0000000000000782.000000782 &0000000000000276.000000276
GO &0000000000000112.000000112 &0000000000000252.000000252
BA &0000000000000215.000000215 &0000000000000213.000000213
CE &0000000000000134.000000134 &0000000000000194.000000194
MA &0000000000000046.00000046 &0000000000000143.000000143
MT &0000000000000074.00000074 &0000000000000132.000000132
PE &0000000000000184.000000184 &0000000000000087.00000087
SC &0000000000000412.000000412 &0000000000000083.00000083
PI &0000000000000038.00000038 &0000000000000079.00000079
PA &0000000000000083.00000083 &0000000000000078.00000078
PB &0000000000000062.00000062 &0000000000000072.00000072
RN &0000000000000059.00000059 &0000000000000063.00000063
AM &0000000000000046.00000046 &0000000000000062.00000062
RJ &0000000000000910.000000910 &0000000000000060.00000060
AL &0000000000000037.00000037 &0000000000000053.00000053
MS &0000000000000096.00000096 &0000000000000051.00000051
DF &0000000000000185.000000185 &0000000000000040.00000040
ES &0000000000000133.000000133 &0000000000000032.00000032
SE &0000000000000041.00000041 &0000000000000020.00000020
TO &0000000000000048.00000048 &0000000000000020.00000020
RO &0000000000000085.00000085 &0000000000000013.00000013
AC &0000000000000020.00000020 &0000000000000011.00000011
AP &0000000000000020.00000020 &0000000000000007.0000007
RR &0000000000000020.00000020 &0000000000000005.0000005
SP &0000000000003519.0000003 519 &Erro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecidoErro de expressão: caractere "," não reconhecido.Erro de expressão: caractere "," não reconhecido0 10

Estados que ainda estão na primeira sequência: Paraná e Rio Grande do Sul.

Cores[editar | editar código-fonte]

As placas possuem cores diferentes de acordo com o tipo de uso para que o veículo está registrado:

Outras cores utilizadas no moderno emplacamento veicular brasileiro, além da "preto sobre fundo cinza".
  • Preto sobre fundo cinza: particulares
  • Cinza sobre fundo preto : coleção
  • Branco sobre fundo vermelho: transportes públicos e veículos de aluguel (ônibus, táxis, caminhões que prestam serviços a terceiros, ou seja; frete)
  • Vermelho sobre fundo branco: autoescolas
  • Preto sobre fundo branco: uso oficial (Governos, Polícias, Corpos de Bombeiros etc.)
  • Cinza sobre fundo preto: automóveis de colecionadores (com mais de trinta anos e em excelente estado de conservação e certificado de originalidade)
  • Branco sobre fundo verde: experiência, os carros que estão em reparo nas concessionárias ou oficinas e que precisam ser testados na rua levam a placa verde. Fabricante, carros das montadoras que ainda estão em fase de testes para ver seu desempenho
  • Branco sobre fundo azul com ADM (Administrativo), CC (Corpo Consular), CD (Corpo Diplomático), CMD (Chefe de Missão Diplomática, exclusiva do Embaixador), OI (Organismo Internacional) no local do estado: uso diplomático-consular (no formato "JGM 1234" ou no "LVM 1234").
  • Dourado sobre fundo preto, em bronze: utilizadas em carros oficiais de governadores, prefeitos, presidente da Assembleia Legislativa, presidentes de Câmaras, presidente de Tribunais Estaduais ou federais e outros. O fundo é preto e os caracteres alfanuméricos dourados. As placas possuem o Brasão da República Federativa do Brasil, do Estado ou do Município coloridos, alinhados à esquerda na placa.
  • Dourado sobre fundo verde e amarelo, em bronze: carros oficiais utilizados somente pela Presidência da República, pela Vice-Presidência dela, pelos presidentes do Senado, pelos da Câmara, pelos ministros, pela Advocacia Geral dela e pela Procuradoria-Geral. A placa possui o Brasão da República Federativa do Brasil, colorido, alinhado à esquerda na placa.
Observação

Em janeiro de 2009 uma resolução determinou que os novos veículos emplacados nas categorias "Corpo Diplomático" ou "Corpo Consular" receberão dentro da série do estado onde será lotado uma combinação geral e normal de três letras e quatro números, como as demais categorias. Permanece porém características de cores e tipos. Até dezembro de 2009 todos veículos até então enquadrados no sistema de "CC-1234" deveriam se adaptar a este novo sistema único, mantendo referência a corpo consular através de inscrição na tarjeta no lugar do UF e município com código que designe a categoria especial com abreviaturas padronizadas (CC, CD, CMD, OI etc) segundo a Resolução 286/2008 do Contran.

A partir de 2016[editar | editar código-fonte]

As placas mudarão, o fundo passará a ser branco, e em cima passará a ter o nome do país, como é o modelo Mercosul.[8] Conforme a Resolução Contran nº 510/2014[9] , as placas terão as seguintes características:

  • Fundo branco com a margem superior azul, contendo ao lado esquerdo o logotipo do MERCOSUL, ao lado direito a Bandeira do Brasil e ao centro o nome BRASIL;
    Placa de passeio versão Brasil, em vigor a partir de 1º-1-2016.
  • Ser afixadas em primeiro plano, sem qualquer tipo de obstrução a sua visibilidade e legibilidade;
  • Conter 7 (sete) caracteres alfanuméricos estampados em alto relevo, com combinação aleatória de 4 (quatro) letras e 3 (três) números, a ser fornecida e controlada pelo DENATRAN, gravadas pela técnica do estampado a quente.

Embaixo da bandeira do Brasil devem constar, ainda, as bandeiras da Unidade da Federação (UF) e a do Município do licenciamento, bem como o respectivo nome da localidade por extenso. As tarjetas das placas atuais, que contêm a UF e o Município do licenciamento, que podem ser trocadas a cada mudança de domicílio do veículo, estão eliminadas.

A cor dos caracteres alfanuméricos e das bordas da placa de identificação veicular será determinada de acordo com a categoria dos veículos, conforme o seguinte esquema:

Tipos de placas brasileiras no padrão Mercosul, em vigor a partir de 1º-1-2016.
Uso do veículo Cor dos Caracteres
Particular Preta
Comercial (Aluguel e Aprendizagem) Vermelha (Pantone Fórmula Sólido Brilhante 186C)
Oficial e Representação Azul (Pantone Fórmula Sólido Brilhante 286C)
Diplomático/Consular (Missão Diplomática, Corpo Consular, Corpo Diplomático, Organismo Consular e/ou Internacional e Acordo Cooperação Internacional) Dourada (Pantone Fórmula Sólido Brilhante 130C)
Especiais (Experiência / Fabricantes de veículos, peças e implementos) Verde (Pantone Fórmula Sólido Brilhante 341C)
Coleção Cinza Prata (SwopPantoneGrey)

A fonte da combinação alfanumérica é a FE Engschrift, já adotada nas placas europeias. Destacam-se, também, os diversos itens de segurança presente nas placas a partir da entrada em vigor do novo modelo, como marca d'água com o emblema do MERCOSUL, faixa holográfica ou Dispositivo Oticamente Variável (DOV) e o Código Bidimensional, de 13 dígitos, além das ondas sinusoidais, gravadas na construção das películas retrorrefletivas.

Referências

  1. História do Detran visitado em 27 de julho de 2008
  2. RENAVAM - Manual de Procedimentos visitado em 27 de julho de 2008
  3. Central Jurídica Placas dos carros oficiais poderão mudar de cor (20 de novembro de 2005)
  4. [1]Resolução 231 do Contran - visitado em 8 de maio de 2010.
  5. [2], Contran adia para abril exigência de placas reflexivas em carros. Folha de São Paulo, 29 de dezembro de 2011.
  6. Do G1, em Brasília (04/12/2014). Denatran apresenta novas placas de automóveis no padrão do Mercosul G1. Visitado em 04/12/2014.
  7. https://www.sinesp.gov.br/sinesp-cidadao?p_auth=4BIis9IY&p_p_id=sinespcidadaoportlet_WAR_sinespcidadaoportlet&p_p_lifecycle=1&p_p_state=normal&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-1&p_p_col_count=1&_sinespcidadaoportlet_WAR_sinespcidadaoportlet_mvcPath=%2Fview.jsp&_sinespcidadaoportlet_WAR_sinespcidadaoportlet_javax.portlet.action=consultarPlaca
  8. [3]
  9. Disponível em: <http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/Resolucao5102014.pdf>. Acesso em: 4. dez. 2014.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]