Placas de identificação de veículos no Brasil

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As placas de identificação de veículos no Brasil são emitidas pelos Departamentos Estaduais de Trânsito (DETRAN) de cada unidade da Federação, seguindo uma sequência única para todo o país.

O sistema atual é o RENAVAM (Registro Nacional de Veículos Automotores), criado através do Decreto-Lei N.º 237 de 23 de fevereiro de 1967,[1] e implantado de maneira gradativa, com o estado do Paraná sendo o primeiro a implantá-lo em 1990.[2]

História[editar | editar código-fonte]

Sistemas anteriores de emplacamento[editar | editar código-fonte]

Primeiro sistema[editar | editar código-fonte]

Primeiro sistema de emplacamento brasileiro, de 1901 a 1941.

Foi utilizado de 1901, quando os primeiros veículos a motor começaram a ser emplacados, até 1941. No início, o trânsito era assunto de competência municipal; portanto, cada município expedia as suas placas, que eram no entanto iguais em todo o território nacional. Eram pretas com letras brancas. Tinham uma letra (P = particular; A = aluguel) e uma quantidade de números que variava de 1 a 5 dígitos. Exemplos: P 6, P 43, A 25, P 532, A 587, P 1·349, P 12·879

Sistema numérico[editar | editar código-fonte]

Placa de identificação para veículos de frete (modelo paulista), cerca de 1967

Foi usado entre 1941 e 1969. Ele introduziu as cores utilizadas até hoje nos veículos de transporte pago (placas vermelhas com letras brancas); oficiais (placas brancas com letras pretas), particulares (placas laranjas e depois amarelas (meado dos anos 60) com letras pretas), fretes ou transporte pago (placas vermelhas com letras pretas). Nesse sistema, o nome dos municípios vinha antes da sigla dos estados.

As combinações eram numéricas, agrupadas duas a duas: a mais comum era do tipo 12·34·56; entretanto havia também em estados com menos automóveis (ou para propósitos especiais) as combinações 1·23, 12·34 e 1·23·45. No estado de São Paulo, chegou a haver a combinação 1·23·45·67. As placas de motocicletas eram ovais, possuíam apenas a sigla do estado (como era comum nas placas traseiras de outros veículos) e embaixo tinham o ano da expedição.

"Placa paulistinha"[editar | editar código-fonte]

Em 1970 teve início um sistema de numeração, no estado de São Paulo, que iniciava sempre com a letra S, seguido de outra que indicava a região administrativa. S, e apenas algarismos, indicava o município de São Paulo; SG os da Grande São Paulo; SA, região administrativa de Araçatuba, SB a de Bauru, SC Campinas, SJ São José dos Campos, SO Sorocaba, SP Presidente Prudente, SR Ribeirão Preto, SS Santos, e ST São José do Rio Preto. Esse sistema, que não era homologado pelos órgãos federais de trânsito, perdurou até a substituição gradativa das placas pelo sistema alfanumérico de duas letras e quatro números.

Sistema alfanumérico - duas letras e quatro números[editar | editar código-fonte]

Nos sistemas de placas usado entre 1969 e 1990 (em alguns estados, estendeu-se até 1999), cada estado possuía uma sequência que poderiam repetir-se em todos os estados. Os prefixos eram vinculados aos municípios, exigindo a troca da placa toda vez que o veículo fosse vendido para alguém residente em outro município. A sigla do estado passou a vir antes do nome do município. Nesta época a mudança de cor resumiu-se à troca do laranja nas particulares pelo amarelo, as demais permaneceram com suas cores do sistema anterior.

Placa adotada até a implementação do sistema RENAVAM, de 1969 até 1990.
Os principais problemas deste sistema eram os seguintes
  • Quando os sistemas de bancos de dados computadorizados começaram a ser implantados, surgiram incompatibilidades visto que: A placa AB·0123 poderia existir em cada um dos estados; As motocicletas usavam uma sequência paralela com apenas três números. A placa AB·123 (motocicleta) seria confundida pelos computadores com placa AB·0123.
  • O número máximo de prefixos disponíveis por estado era de apenas 676 combinações (26 X 26), não havendo disponibilidade de prefixos para todos os municípios uma vez que em alguns estados o número de municípios é quase o mesmo de prefixos ou até maior, além do fato de que os municípios mais populosos chegavam a ter dezenas de prefixos. O estado de Minas Gerais na época tinha 722 municípios.

Sistema de emplacamento atual[editar | editar código-fonte]

As limitações técnicas do sistema com duas letras e quatro números, levou à implantação, a partir de 1990, de um novo sistema de identificação das placas, com o acréscimo de mais uma letra, além de outras modificações, sendo a mais perceptível dentre estas, a mudança da cor das placas particulares de amarelo para cinza.

Modelo de placa veicular brasileiro, em caracteres DIN Mittelschrift, adotado até 2008 em muitos estados.

Escolheu-se a forma "ABC·1234" com um hífen ou ponto entre as letras e os números. Acima da combinação há uma tarjeta metálica com a Unidade da Federação (RS = Rio Grande do Sul, SC = Santa Catarina etc.) e o nome do município onde o veículo está registrado. A tarjeta pode ser trocada quebrando o lacre (feito de plástico ou chumbo).

O simples acréscimo de mais uma letra nas placas possibilitou a criação de um cadastro nacional unificado de veículos, uma vez que a quantidade máxima de combinações passou a ser de 175.742.424 — (26 X 26 X 26 X 10 X 10 X 10 X 10 - 26 X 26 X 26), visto que o número 0000 não é usado.

A combinação alfanumérica dada a um veículo não pode ser transferida a outro, ser substituída (com exceções, como por exemplo, se um veículo for clonado), nem é permitido o reaproveitamento da combinação por outro veículo, mesmo após o sucateamento.

Os veículos das representações diplomáticas vem se enquadrando paulatinamente neste sistema, sendo que no Distrito Federal e Rio de Janeiro, estados com maior concentração de representações, as antigas placas CD e CMD foram substituídas por placas de 3 letras, mantendo-se a cor azul e dísticos brancos. A modificação das cores dos carros particulares motivou posteriormente uma certa discussão sobre a necessidade de se modificar também a cor das placas de veículos oficiais, uma vez que a semelhança entre o cinza usado nos particulares e o branco, usado nos oficiais, tornava difícil a identificação de veículos oficiais e, consequentemente, a fiscalização do uso destes veículos[3] .

Formato[editar | editar código-fonte]

As placas possuem formato retangular com as letras separadas dos números por um hífen ou ponto, exceto para motocicletas, nestas os números são posicionados abaixo das letras.

Modelo de placa veicular brasileiro, a partir de 2008, em caracteres Mandatory, conforme a Resolução 231 do Contran.

O tamanho padrão das placas é de 400 por 130 milímetros, mas podiam ser encomendados modelos de tamanho japonês ou europeu até 1º de janeiro de 2008.

A nova regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), Resoluções 231[4] e 241 (em vigor a partir de 1 de janeiro de 2008), estabeleceu a fonte Mandatory para as letras e números das placas brasileiras. A legislação anterior às Resoluções 231 e 241 não obrigava o uso de nenhuma fonte específica, embora a mais adotada fosse a do sistema DIN (DIN Mittelschrift).

Modelo de placa veicular brasileiro, a partir de 2012, em caracteres Mandatory, conforme Resolução 372/2011 do Contran.

O Brasil é o único país do mundo a adotar as películas prismáticas na confecção de placas veiculares, contrariando a norma ISO 7591 (Road Vehicles - Retro-reflective registration plates for motor vehicles and trailers - Specification) utilizada em todos os demais países (mais de duzentos) que utilizam películas refletivas (películas refletivas servem para iluminar as placas no escuro e é aplicada nos carros novos)[carece de fontes?].

Modelo de placa veicular brasileiro para motocicletas, a partir de 2012, em caracteres Mandatory, conforme Resolução 372/2011 do Contran.

A partir de 1º de abril de 2012, conforme a Resolução nº 372/2011 (publicada no Diário Oficial da União de 23 de março de 2011), bem como a Deliberação nº 122 do mesmo órgão, passa a ser obrigatório o uso de placas refletivas em todos os veículos automotores. Segundo a decisão do CONTRAN, a altura das placas para motos passará de 13,6 cm para 17 cm, e o comprimento de 18,7 cm para 20 cm. O tamanho dos caracteres passa de 4,2 cm para 5,3 cm[5] .

Sequências alfanuméricas[editar | editar código-fonte]

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As siglas identificam o estado no qual o veículo recebeu o emplacamento do Sistema Renavam. Mesmo após eventual transferência para outro estado, os veículos mantêm a combinação alfanumérica original. Nos primórdios do Sistema Renavam, cada estado recebia uma grande quantidade de combinações de placas para uso, o que permite que alguns estados, como Paraná e São Paulo, tenham milhares de combinações disponíveis ainda, apesar de terem sido os primeiros a receber as combinações, no início da década de 1990. Até 2010, o Denatran liberava combinações rigorosamente dentro da sequência, entretanto, após este ano o órgão passou a liberar sequências fora da ordem natural, ocorrendo dois casos distintos, a sequência PEE-0001 a PGU-9999 liberada em três vezes consecutivas e a sequência SAV liberada para São Paulo de forma isolada. A partir de meados de 2013, o Denatran passou a emitir pequenas quantidades de sequências para os estados, em grande parte com uma ou duas combinações a cada vez.

Atualmente, o Denatran tem liberado pequenas quantidades para os estados, o que possibilita o uso das mesmas no máximo dentro de dois anos, tornando a quase impossível saber, sem consulta, de onde determinada sequência é originária. Os critérios para eleição de quantas combinações serão cedidas ao estado requerente são variados e depende da demanda e da autorização e registro pelo Denatran.

Sequências em uso[editar | editar código-fonte]

Séries por unidade da Federação (UF) atualizado até 17 de abril de 2014[6] :

Combinação alfanumérica UF
AAA 0001 a BEZ 9999 Paraná (PR)
BFA 0001 a GKI 9999 São Paulo (SP)
GKJ 0001 a HOK 9999 Minas Gerais (MG)
HOL 0001 a HQE 9999 Maranhão (MA)
HQF 0001 a HTW 9999 Mato Grosso do Sul (MS)
HTX 0001 a HZA 9999 Ceará (CE)
HZB 0001 a IAP 9999 Sergipe (SE)
IAQ 0001 a JDO 9999 Rio Grande do Sul (RS)
JDP 0001 a JKR 9999 Distrito Federal (DF)
JKS 0001 a JSZ 9999 Bahia (BA)
JTA 0001 a JWE 9999 Pará (PA)
JWF 0001 a JXY 9999 Amazonas (AM)
JXZ 0001 a KAU 9999 Mato Grosso (MT)
KAV 0001 a KFC 9999 Goiás (GO)
KFD 0001 a KME 9999 Pernambuco (PE)
KMF 0001 a LVE 9999 Rio de Janeiro (RJ)
LVF 0001 a LWQ 9999 Piauí (PI)
LWR 0001 a MMM 9999 Santa Catarina (SC)
MMN 0001 a MOW 9999 Paraíba (PB)
MOX 0001 a MTZ 9999 Espírito Santo (ES)
MUA 0001 a MVK 9999 Alagoas (AL)
MVL 0001 a MXG 9999 Tocantins (TO)
MXH 0001 a MZM 9999 Rio Grande do Norte (RN)
MZN 0001 a NAG 9999 Acre (AC)
NAH 0001 a NBA 9999 Roraima (RR)
NBB 0001 a NEH 9999 Rondônia (RO)
NEI 0001 a NFB 9999 Amapá (AP)
NFC 0001 a NGZ 9999 Goiás (GO) 2ª sequência
NHA 0001 a NHT 9999 Maranhão (MA) 2ª sequência
NHU 0001 a NIX 9999 Piauí (PI) 2ª sequência
NIY 0001 a NJW 9999 Mato Grosso (MT) 2ª sequência
NJX 0001 a NLU 9999 Goiás (GO) 3ª sequência
NLV 0001 a NMO 9999 Alagoas (AL) 2ª sequência
NMP 0001 a NNI 9999 Maranhão (MA) 3ª sequência
NNJ 0001 a NOH 9999 Rio Grande do Norte (RN) 2ª sequência
NOI 0001 a NPB 9999 Amazonas (AM) 2ª sequência
NPC 0001 a NPQ 9999 Mato Grosso (MT) 3ª sequência
NPR 0001 a NQK 9999 Paraíba (PB) 2ª sequência
NQL 0001 a NRE 9999 Ceará (CE) 2ª sequência
NRF 0001 a NSD 9999 Mato Grosso do Sul (MS) 2ª sequência
NSE 0001 a NTC 9999 Pará (PA) 2ª sequência
NTD 0001 a NTW 9999 Bahia (BA) 2ª sequência
NTX 0001 a NUG 9999 Mato Grosso (MT) 4ª sequência
NUH 0001 a NUL 9999 Roraima (RR) 2ª sequência
NUM 0001 a NVF 9999 Ceará (CE) 3ª sequência
NVG 0001 a NVN 9999 Sergipe (SE) 2ª sequência
NVO 0001 a NWR 9999 Goiás (GO) 4ª sequência
NWS 0001 a NXQ 9999 Maranhão (MA) 4ª sequência
NXR 0001 a NXT 9999 Acre (AC) 2ª sequência
NXU 0001 a NXW 9999 Pernambuco (PE) 2ª sequência
NXX 0001 a NYG 9999 Minas Gerais (MG) 2ª sequência
NYH 0001 a NZZ 9999 Bahia (BA) 3ª sequência
OAA 0001 a OAO 9999 Amazonas (AM) 3ª sequência
OAP 0001 a OBS 9999 Mato Grosso (MT) 5ª sequência
OBT 0001 a OCA 9999 Pará (PA) 3ª sequência
OCB 0001 a OCU 9999 Ceará (CE) 4ª sequência
OCV 0001 a ODT 9999 Espírito Santo (ES) 2ª sequência
ODU 0001 a OEI 9999 Piauí (PI) 3ª sequência
OEJ 0001 a OES 9999 Sergipe (SE) 3ª sequência
OET 0001 a OFH 9999 Paraíba (PB) 3ª sequência
OFI 0001 a OFW 9999 Pará (PA) 4ª sequência
OFX 0001 a OGG 9999 Paraíba (PB) 4ª sequência
OGH 0001 a OHA 9999 Goiás (GO) 5ª sequência
OHB 0001 a OHK 9999 Alagoas (AL) 3ª sequência
OHL 0001 a OHW 9999 Rondônia (RO) 2ª sequência
OHX 0001 a OIQ 9999 Ceará (CE) 5ª sequência
OIR 0001 a OJK 9999 Maranhão (MA) 5ª sequência
OJL 0001 a OJQ 9999 Maranhão (MA) 6ª sequência
OJR 0001 a OKC 9999 Rio Grande do Norte (RN) 3ª sequência
OKD 0001 a OKH 9999 Santa Catarina (SC) 2ª sequência
OKI 0001 a OLG 9999 Bahia (BA) 4ª sequência
OLH 0001 a OLN 9999 Tocantins (TO) 2ª sequência
OLO 0001 a OMH 9999 Minas Gerais (MG) 3ª sequência
OMI 0001 a OOF 9999 Goiás (GO) 6ª sequência
OOG 0001 a OOU 9999 Mato Grosso do Sul (MS) 3ª sequência
OOV 0001 a ORC 9999 Minas Gerais (MG) 4ª sequência
ORD 0001 a ORM 9999 Alagoas (AL) 4ªsequência
ORN 0001 a OSV 9999 Ceará (CE) 6ª sequência
OSW 0001 a OTZ 9999 Pará (PA) 5ª sequência
OUA 0001 a OUE 9999 Piauí (PI) 4ª sequência
OUF 0001 a OVD 9999 Bahia (BA) 5ª sequência
OVE 0001 a OVF 9999 Espírito Santo (ES) 3ª sequência
OVG 0001 a OVG 9999 Acre (AC) 3ª sequência
OVH 0001 a OVL 9999 Espírito Santo (ES) 4ª sequência
OVM 0001 a OVV 9999 Distrito Federal (DF) 2ª sequência
OVW 0001 a OVY 9999 Piauí (PI) 5ª sequência
OVZ 0001 a OWG 9999 Rio Grande do Norte (RN) 4ª sequência
OWH 0001 a OXK 9999 Minas Gerais (MG) 5ª sequência
OXL 0001 a OXL 9999 Rondônia (RO) 3ª sequência
OXM 0001 a OXM 9999 Amazonas (AM) 4ª sequência
OXN 0001 a OXN 9999 Alagoas (AL) 5ª sequência
OXO 0001 a OXO 9999 Paraíba (PB) 5ª sequência
OXP 0001 a OXP 9999 Acre (AC) 4ª sequência
OXQ 0001 a OXQ 9999 Maranhão (MA) 7ª sequência
OXR 0001 a OXZ 9999 Sequências ainda indefinidas
OYA 0001 a OYC 9999 Tocantins (TO) 3ª sequência
OYD 0001 a OYG 9999 Espírito Santo (ES) 5ª sequência
OYH 0001 a OYK 9999 Sequências ainda não definidas
OYL 0001 a OYZ 9999 Pernambuco (PE) 6ª sequência
OZA 0001 a OZA 9999 Ceará (CE) 7ª sequência
OZB 0001 a OZB 9999 Sergipe (SE) 4ª sequência
OZC 0001 a OZG 9999 Bahia (BA) 6ª sequência
OZH 0001 a PED 9999 Sequências ainda não definidas
PEE 0001 a PFQ 9999 Pernambuco (PE) 3ª sequência[7]
PFR 0001 a PGK 9999 Pernambuco (PE) 4ª sequência
PGL 0001 a PGU 9999 Pernambuco (PE) 5ª sequência
PGV 0001 a SAU 9999 Sequências ainda não definidas
SAV 0001 a SAV 9999 São Paulo (SP) 2ª sequência
SAW 0001 a ZZZ 9999 Sequências ainda não definidas

Total de combinações[editar | editar código-fonte]

Combinações disponibilizadas por UF (até 12 de abril de 2014):

Estado Qtde. combinações Placas disponíveis
São Paulo &0000000000003520.0000003 520 &0000000035196480.00000035 196 480
Rio de Janeiro &0000000000000910.000000910 &0000000009099090.0000009 099 090
Minas Gerais &0000000000000902.000000902 &0000000009019098.0000009 019 098
Paraná &0000000000000806.000000806 &0000000008059194.0000008 059 194
Rio Grande do Sul &0000000000000753.000000753 &0000000007529299.0000007 529 299
Santa Catarina &0000000000000417.000000417 &0000000004169513.0000004 169 513
Bahia &0000000000000335.000000335 &0000000003349665.0000003 349 665
Goiás &0000000000000312.000000312 &0000000003119688.0000003 119 688
Pernambuco &0000000000000271.000000271 &0000000002709729.0000002 709 729
Ceará &0000000000000250.000000250 &0000000002499750.0000002 499 750
Distrito Federal &0000000000000195.000000195 &0000000001949805.0000001 949 805
Espírito Santo &0000000000000169.000000169 &0000000001689831.0000001 689 831
Pará &0000000000000161.000000161 &0000000001609839.0000001 609 839
Mato Grosso &0000000000000154.000000154 &0000000001539846.0000001 539 846
Maranhão &0000000000000138.000000138 &0000000001379862.0000001 379 862
Mato Grosso do Sul &0000000000000136.000000136 &0000000001359864.0000001 359 864
Paraíba &0000000000000108.000000108 &0000000001079892.0000001 079 892
Rio Grande do Norte &0000000000000104.000000104 &0000000001039896.0000001 039 896
Rondônia &0000000000000098.00000098 &0000000000979902.000000979 902
Piauí &0000000000000091.00000091 &0000000000909909.000000909 909
Amazonas &0000000000000082.00000082 &0000000000819918.000000819 918
Alagoas &0000000000000078.00000078 &0000000000779922.000000779 922
Sergipe &0000000000000060.00000060 &0000000000599940.000000599 940
Tocantins &0000000000000058.00000058 &0000000000579942.000000579 942
Roraima &0000000000000025.00000025 &0000000000249975.000000249 975
Acre &0000000000000025.00000025 &0000000000249975.000000249 975
Amapá &0000000000000020.00000020 &0000000000199980.000000199 980

Distribuição por UF[editar | editar código-fonte]

Estados que mais receberam sequências após a série inicial (atualizado até 17 de abril de 2014):

UF Quantidade Original Quantidade Recebida
GO &0000000000000112.000000112 &0000000000000200.000000200
MG &0000000000000782.000000782 &0000000000000120.000000120
BA &0000000000000215.000000215 &0000000000000120.000000120
CE &0000000000000134.000000134 &0000000000000116.000000116
PE &0000000000000184.000000184 &0000000000000092.00000092
MA &0000000000000046.00000046 &0000000000000092.00000092
MT &0000000000000074.00000074 &0000000000000080.00000080
PA &0000000000000083.00000083 &0000000000000078.00000078
PI &0000000000000038.00000038 &0000000000000053.00000053
PB &0000000000000062.00000062 &0000000000000046.00000046
RN &0000000000000059.00000059 &0000000000000045.00000045
AL &0000000000000037.00000037 &0000000000000041.00000041
MS &0000000000000096.00000096 &0000000000000040.00000040
AM &0000000000000046.00000046 &0000000000000036.00000036
ES &0000000000000133.000000133 &0000000000000035.00000035
SE &0000000000000041.00000041 &0000000000000019.00000019
TO &0000000000000048.00000048 &0000000000000014.00000014
RO &0000000000000085.00000085 &0000000000000013.00000013
DF &0000000000000185.000000185 &0000000000000010.00000010
AC &0000000000000020.00000020 &0000000000000005.0000005
RR &0000000000000020.00000020 &0000000000000005.0000005
SC &0000000000000412.000000412 &0000000000000005.0000005
SP &0000000000003519.0000003 519 &0000000000000001.0000001

Estados que ainda estão na primeira sequência: Amapá, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul.

Cores[editar | editar código-fonte]

As placas possuem cores diferentes de acordo com o tipo de uso para que o veículo está registrado:

Outras cores utilizadas no moderno emplacamento veicular brasileiro, além da "preto sobre fundo cinza".
  • Preto sobre fundo cinza: privados
  • Branco sobre fundo preto : coleção
  • Branco sobre fundo vermelho: transportes públicos e veículos de aluguel (ônibus, táxis, caminhões que prestam serviços a terceiros, ou seja; frete)
  • Vermelho sobre fundo branco: autoescolas
  • Preto sobre fundo branco: uso oficial (Governos, Polícias, Corpos de Bombeiros etc.)
  • Cinza sobre fundo preto: automóveis de colecionadores (com mais de trinta anos e em excelente estado de conservação e originalidade)
  • Branco sobre fundo verde: experiência, os carros que estão em reparo nas concessionárias ou oficinas e que precisam ser testados na rua levam a placa verde. Fabricante, carros das montadoras que ainda estão em fase de testes para ver seu desempenho
  • Branco sobre fundo azul com ADM (Administrativo), CC (Corpo Consular), CD (Corpo Diplomático), CMD (Chefe de Missão Diplomática, exclusiva do Embaixador), OI (Organismo Internacional) no local do estado: uso diplomático-consular (no formato "JGM 1234" ou no "LVM 1234").
  • Dourado sobre fundo preto, em bronze: utilizadas em carros oficiais de governadores, prefeitos, presidente da Assembleia Legislativa, presidentes de Câmaras, presidente de Tribunais Estaduais ou federais e outros. O fundo é preto e os caracteres alfanuméricos dourados. As placas possuem o Brasão da República Federativa do Brasil, do Estado ou do Município coloridos, alinhados à esquerda na placa.
  • Dourado sobre fundo verde e amarelo, em bronze: carros oficiais utilizados somente pela Presidência da República, pela Vice-Presidência dela, pelos presidentes do Senado, pelos da Câmara, pelos ministros, pela Advocacia Geral dela e pela Procuradoria-Geral. A placa possui o Brasão da República Federativa do Brasil, colorido, alinhado à esquerda na placa.
Observação

A partir de janeiro de 2009 uma nova resolução determinou que os novos veículos emplacados nas categorias "Corpo Diplomático" ou "Corpo Consular" receberão dentro da série do estado onde será lotado uma combinação geral e normal de três letras e quatro números, como as demais categorias. Permanece porém características de cores e tipos. Até dezembro de 2009 todos veículos até então enquadrados no sistema de "CC-1234" deveriam se adaptar a este novo sistema único, mantendo referência a corpo consular através de inscrição na tarjeta no lugar do UF e município com código que designe a categoria especial com abreviaturas padronizadas (CC, CD, CMD, OI etc) segundo a Resolução 286/2008 do Contran.

Referências

  1. História do Detran visitado em 27 de julho de 2008
  2. RENAVAM - Manual de Procedimentos visitado em 27 de julho de 2008
  3. Central Jurídica Placas dos carros oficiais poderão mudar de cor (20 de novembro de 2005)
  4. [1]Resolução 231 do Contran - visitado em 8 de maio de 2010.
  5. [2], Contran adia para abril exigência de placas reflexivas em carros. Folha de São Paulo, 29 de dezembro de 2011.
  6. https://www.sinesp.gov.br/sinesp-cidadao?p_auth=4BIis9IY&p_p_id=sinespcidadaoportlet_WAR_sinespcidadaoportlet&p_p_lifecycle=1&p_p_state=normal&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-1&p_p_col_count=1&_sinespcidadaoportlet_WAR_sinespcidadaoportlet_mvcPath=%2Fview.jsp&_sinespcidadaoportlet_WAR_sinespcidadaoportlet_javax.portlet.action=consultarPlaca
  7. [3] DETRAN-PE - Novas placas lançadas

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]