Política da Nicarágua
municípios, 15 Departamentos (Boaco, Carazo, Chinandega, Chontales, Esteli, Granada, Jinotega, Léon, Madriz, Manágua, Masaya, Matagalpa, Departamento de Nueva Segovia, Nueva Segovia, Rio San Juan, Rivas) e 2 regiões autônomas (Atlantico Norte e Atlantico Sul).
Sua separação difere um pouco da divisão clássica de Montesquieu:Além dos habituais três, poderes (Legislativo, Judiciario e Executivo), na Nicaraguá há o Poder Eleitoral.
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Poder Executivo [editar]
O Presidente e o Vice-presidente são eleitos pelo voto popular para mandato de cinco anos. O gabinete é formado pelos seguintes Ministérios: das Relações Exteriores, do Governo, da Defesa, da Educação, da Família, do Ambiente e Recursos Naturais, Agropecuário e Florestal, do Trabalho, do Fomento, Indústria e Comércio, da Fazenda e Crédito Público, da Saúde, do Transporte e Infra-estrutura, do Trabalho.
O Presidente Enrique Bolaños Geyer, do Paritdo Liberal Constitucional (PLC), tomou posse em 10 de janeiro de 2002. Nas eleições de novembro de 2006 o líder sandinista Daniel Ortega foi eleito e tomou posse em 2007.
Poder Legislativo [editar]
Assembleia Nacional (unicameral), com 92 membros eleitos por representação proporcional para mandato de cinco anos. Os principais partidos são a Coalizão Aliança Liberal (AL) e a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN).
Poder Judiciário: Corte Suprema com dezesseis juízes eleitos pela Assembleia Nacional para mandato de cinco anos.
Poder Judiciario [editar]
A mais alta instância da Nicarágua é a Corte Suprema de Justiça, composta por 16 magistrados responsáveis de vigiar o sistema judicial.
Poder Eleitoral [editar]
Comandado pelo Supremo Conselho Eleitoral, tem por objetivo promover e fiscalizar as eleições.
Principais Agremiações Políticas [editar]
- Partido Liberal Constitucionalista (PLC)
- Frente Sandinista de Liberación Nacional (FSLN)
- Alianza Liberal Nicaragüense (ALN)
- Partido Conservador (PC)
- Movimiento Renovador Sandinista (MRS)
- Partido Liberal Independiente (PLI)