Política do filho único

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A política implantada na China (com exceção da província de Henan)[1] Hong Kong e Macau- país que tem a maior população do mundo com mais de um bilhão e trezentos milhões de habitantes - com o objetivo de reduzir o crescimento populacional chinês.

História[editar | editar código-fonte]

A política do filho único, lançada pelo governo chinês no fim da década de 1970, consiste numa lei segundo a qual fica proibido a qualquer casal ter mais de um filho. Casais que tem mais de um filho são punidos com severas multas. Existem hoje cerca de 80 milhões de filhos únicos na China conhecidos como pequenos imperadores. É uma tentativa de controlar o crescimento da população que já passou os 1 bilhão e 300 milhões de pessoas e facilitar o acesso da população a um sistema de saúde e educação de qualidade.

Apesar de ser chamada de política do filho único, as regras oferecem uma série de exceções e ambiguidades, algumas existentes devido à ampla oposição ao limite. Por exemplo, em grande parte da China rural, a maioria das famílias pode ter um segundo filho, principalmente se a primeira for mulher.

Em razão da implemetação desta política restritiva, o número de casos de aborto e abandono de crianças aumentou significativamente, principalmente naquelas de sexo feminino.

A China calcula que a política do filho único evitou 400 milhões de nascimentos ao longo dos últimos anos e ajudou a quebrar a preferência tradicional por grandes famílias que perpetuou a pobreza. Mas há sérias preocupações sobre os efeitos colaterais, como abortos seletivos de garotas e um rápido envelhecimento populacional.

Geral[editar | editar código-fonte]

Objetivos[editar | editar código-fonte]

É uma tentativa de controlar o crescimento da população que já passou os 1 bilhão e 300 milhões de pessoas e facilitar o acesso da população á um sistema de saúde e educação de qualidade. Segundo informações oficiais, a política do filho único evitou que a sua população da crescesse 400 milhões nos ultimos 26 anos.

Exceções e ambiguidades[editar | editar código-fonte]

Apesar de ser chamada de política do filho único, as regras oferecem uma série de exceções e ambiguidades, algumas existentes devido à ampla oposição ao limite. Por exemplo, em grande parte da China rural, a maioria das famílias pode ter um segundo filho, principalmente se a primeira for mulher.

Consequências[editar | editar código-fonte]

Em razão da implemetação desta política restritiva, o número de casos de aborto e abandono de crianças aumentou significativamente, principalmente naquelas de sexo feminino.

Conclusão[editar | editar código-fonte]

Em que pese a redução demográfica, tal medida governamental fomenta problemas sociais mais graves, tais quais o machismo e a criminalidade[carece de fontes?].

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências