Ponte Vasco da Gama
| Ponte Vasco da Gama | |
|---|---|
| Nome oficial | |
| Via | A12 |
| Cruza | Rio Tejo |
| Localização | Grande Lisboa, Portugal |
| Mantida por | Lusoponte |
| Design | Ponte atirantada |
| Maior pilar | |
| Maior vão livre | |
| Estilo arquitetônico | {{{arquitetura}}} |
| Comprimento total | 12.400 m |
| Largura | 30 m |
| Altura | {{{altura}}} |
| Tráfego | |
| Altura máxima | 155 m |
| Início da construção | Setembro de 1994 |
| Término da construção | Dezembro de 1997 |
| Data de abertura | 29 de março de 1998 |
| Data de fechamento | |
| Data de Demolição | {{{demolição}}} |
| Pedágio | |
| Data de destruição | {{{destruição}}} |
| Material | |
| Coordenadas | 38º45'43"N 9º02'34"W |
A Ponte Vasco da Gama é uma ponte sobre o rio Tejo, na área da Grande Lisboa, ligando Montijo e Alcochete a Lisboa e Sacavém, muito próximo do Parque das Nações, onde se realizou a Expo 98. Inaugurada a 4 de abril de 1998, a ponte é a mais longa da Europa e é actualmente a nona mais extensa de todo o mundo, com os seus 17,3 km de comprimento, dos quais 12 estão sobre as águas do estuário do Tejo.
O vão (comprimento do tabuleiro) do viaduto central é de 420 m. Foi construída a fim de constituir uma alternativa à ponte 25 de Abril para o trânsito que circula entre o norte e o sul do país na zona da capital portuguesa.
Aquando da sua construção foi necessário tomar especiais cuidados com o impacto ambiental, visto que atravessa o Parque Natural do Estuário do Tejo, uma importante área à escala europeia de alimentação e nidificação de aves aquáticas. Foi também necessário proceder-se ao realojamento de 300 famílias.
O nome da ponte comemora os 500 anos da chegada de Vasco da Gama à Índia, em 1498.
É uma das mais altas construções de Portugal, com 155 m de altura.
Índice |
[editar] Perfil
A ponte tem um perfil transversal de 3+3 vias, ou seja, um total de seis vias, com um limite de velocidade de 120 km/h. Em dias de vento, chuva ou de céu nublado, o limite de velocidade é reduzida para 90 km/h.
O número de vias pode ser alargado para oito, quando o tráfego chegar a uma média diária de 52 000 veículos.
| Troço | Perfil | Extensão |
|---|---|---|
| Sacavém - Montijo |
|
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[editar] Histórico de Troços
| Troço | Situação | km |
|---|---|---|
| Sacavém - Montijo | Em serviço (03/1998) |
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[editar] Construção e custo
O projeto foi dividido em quatro partes, as quais foram construídas por empresas diferentes, e foi supervisionado por um consórcio independente. Encontraram-se até 3300 trabalhadores em simultâneo com o projecto, o qual constituiu 18 meses de preparação e 18 meses de construção.
A ponte tem uma esperança de vida de 120 anos, tendo sido projetada para suportar velocidades do vento de 250 km/h e resistir a um sismo 4,5 vezes mais forte do que o histórico Terramoto de Lisboa, em 1755, sismo estimado em 8,7 na escala de Richter. As fundações mais profundas, com um diâmetro de 2,2 m, foram conduzidos a uma profundidade de 95 metros abaixo do nível médio do mar.
Devido ao tamanho da ponte, foi necessário tomar em conta a curvatura da Terra, no planeamento correcto, pois em caso contrário, um desvio de 80 cm seria verificado em cada extremidade desta.
As pressões ambientais ao longo de todo o projecto resultaram numa preocupação para a preservação dos pântanos existentes por baixo da ponte, assim como a iluminação nocturna da ponte, a qual está inclinada para dentro, de forma a não lançar luz sobre o rio.
O custo da ponte chegou a zero para o Estado, uma vez que foi construído no COT (construção de operar de transferência) ao sistema Lusoponte, um consórcio privado que obteve uma concessão de 40 anos sobre as portagens das duas pontes de Lisboa. A Lusoponte tem 50,4% do capital das empresas portuguesas, 24,8% do capital francês e 24,8% do britânico.
A ponte apresentou um custo aos seus promotores de cerca de 900 milhões de euros.[1]
[editar] Galeria
[editar] Ver também
Referências
- ↑ Engenharia Civil - Ponte Vasco da Gama. 13 de março de 2007. Página visitada em 21 de março de 2011.