Portal:Região Nordeste do Brasil

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A Região Nordeste é uma região do Brasil com 1.558.196 km² de área e 51.609.027 habitantes (IBGE/2006). A região possui 30.998.109 eleitores (IBGE/2002), o segundo maior colégio eleitoral do país, perdendo apenas para o Sudeste.

Esta é a divisão oficial do IBGE, para se fazer essa divisão foram usados critérios como semelhanças naturais (tais como relevo, clima, vegetação e solo), posição geográfica, bem como afinidades socioculturais. É região brasileira que possui a maior quantidade de estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco (incluindo o Distrito Estadual de Fernando de Noronha), Rio Grande do Norte e Sergipe.

Ver artigo principal: Região Nordeste do Brasil
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Alagoas

Bahia

Ceará

Maranhão

Paraíba

Pernambuco

Piauí

Rio Grande do Norte

Sergipe
 v·e Artigo em Destaque
Fortaleza é a capital do estado do Ceará. Pertence à mesorregião Metropolitana de Fortaleza e à microrregião de Fortaleza. A cidade desenvolveu-se às margens do riacho Pajeú, no nordeste do país, a 2 285 quilômetros de Brasília.

Seu nome tem como referência o Forte Schoonenborch, construído pelos holandeses durante sua ocupação do local, em 1649. Batizada de Loira desposada do Sol, pelos versos do poeta Paula Ney, Fortaleza é quinta cidade mais povoada do Brasil[1] e o mais importante centro industrial[2]do Nordeste. No turismo[3] a cidade alcançou a marca de destino mais procurado no Brasil em 2004. É sede do Banco do Nordeste e do DNOCS.

A Região Metropolitana de Fortaleza tem cerca de 3.436.515 habitantes, sendo uma das dez maiores áreas urbanas do Brasil e está entre as três maiores do Nordeste. Seu aeroporto é o Aeroporto Internacional Pinto Martins. É por ele que chegam à cidade a maioria dos turistas. A cidade é a terra natal dos escritores José de Alencar e Rachel de Queiroz, do humorista Tom Cavalcante e do ex-presidente Castello Branco.

A cidade localiza-se no litoral do Estado, a uma altitude média de 21 metros, e é centro de um município de 313,8 km² de área e 2.431.415 habitantes sendo a capital de maior densidade demografica do país com 7.748,3hab/km².

Ver artigo principal: Fortaleza
 v·e Cultura
Escultura em barro pintado de um sanfoneiro, um dos músicos que integram as bandas de forró. Caruaru, Pernambuco
Escultura em barro pintado de um sanfoneiro, um dos músicos que integram as bandas de forró. Caruaru, Pernambuco

O Forró , na verdade, são vários gêneros musicais nordestinos de origem mestiça com influência indígena, africana e européia. Possui semelhaças tanto com o Toré e o arrastar dos pés do índios quanto com os batuques africanos e o balançar dos quadris destes e, também, com as danças de salão européias. O forró é especialmente popular nas cidades de Caruaru, Mossoró e Campina Grande, onde é símbolo da Festa de São João, e nas capitais Fortaleza, Aracaju, Natal e Recife onde são promovidas grandes festas que duram a noite toda. Forró também é o nome dado a estas festas.

Rigorosamente, o Forró é um conjunto de estilos musicais relacionados, e não um único. Entre vários ritmos diferentes que são comumente identificados como Forró, destacam-se o Baião, o Coco, o Rojão, a Quadrilha, o Xaxado e o Xote.

Ver artigo principal: Forró
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Ariano Vilar Suassuna (João Pessoa, 16 de junho de 1927) é um dramaturgo, romancista e poeta brasileiro.

É filho do ex-governandor João Suassuna (1924-1928). Ariano Suassuna é um dos mais importantes dramaturgos brasileiros, autor do célebre Auto da Compadecida, e um defensor militante da cultura brasileira.

[editar] Biografia

Ariano nasceu na então Cidade da Paraíba (Parahyba em ortografia arcádica), que hoje é a cidade de João Pessoa, num dia de Corpus Christi, o que acabou por ocasionar a parada de uma procissão que ocorrera no dia de seu nascimento na frente do palácio do governo do estado. Ariano viveu os primeiros anos de sua vida no Sítio Acauhan, no sertão do estado da Paraíba. Aos três anos de idade (1930), Ariano passou por um dos momentos mais complicados de sua vida com o assassinato de seu pai, no Rio de Janeiro, por motivos políticos, durante a Revolução de 1930, o que obrigou sua mãe, Cássia Vilar Suassuna, a levar toda a família a morar na cidade de Taperoá, no Cariri paraibano.[4]

Ainda em Taperoá, Ariano teve conhecimento da morte do seu pai, que ocorreu dentro da cadeia de eventos que sucederam e estavam ligados à morte de João Pessoa, e, como produto destes acontecimentos, sua família precisou fazer várias peregrinações para diferentes cidades, a fim de fugir das represálias dos grupos políticos opositores ao seu falecido pai.

De 1933 a 1937, Ariano residiu em Taperoá, onde "fez seus primeiros estudos e assistiu pela primeira vez a uma peça de mamulengos e a um desafio de viola, cujo caráter de “improvisação” seria uma das marcas registradas também da sua produção teatral."[5]

Ver artigo principal: Ariano Vilar Suassuna
 v·e História
Alegoria representando o Conselheiro
Alegoria representando o Conselheiro
A Guerra de Canudos, revolução de Canudos ou insurreição de Canudos foi um movimento político-religioso brasileiro que durou de 1893 a 1897, ocorrida na cidade de Canudos no interior do Estado da Bahia. Decorrente da grave crise econômica e social que encontrava a região, aonde havia latifúndios improdutivos, seguida de secas cíclicas, desemprego crescente, e um pessoal bastante religioso.

Na Guerra de Canudos os revoltosos não contestavam o regime republicano recém adotado. Entretanto, o governo os acusava disso, ganhando assim apoio da população do sudeste para combatê-los. A liderança do movimento era exercida por Antônio Conselheiro, baseava-se na motivação religiosa. Todo o conflito foi retratada no livro "Os Sertões" de Euclides da Cunha, que a presenciou como repórter do jornal O Estado de S. Paulo, na verdade foi mais uma intentona religiosa do que realmente política.

Ver artigo principal: Guerra de Canudos
 v·e Economia
Dois Irmãos e Praia do Sancho, em Fernando de Noronha.
Dois Irmãos e Praia do Sancho, em Fernando de Noronha.

O imenso litoral com praias belíssimas -- muitas intocadas -- que são somente comparadas as do Caribe, colocam o Nordeste do Brasil entre as grandes rotas de turismo no mundo, milhões de turistas desembarcam nos modernos aeroportos nordestinos. Há alguns anos os estados vêm investindo intensamente na melhora da infra-estrutura, criação de novos pólos turísticos, e alguns no desenvolvimento do ecoturismo. O ecoturismo ainda é pouco "explorado" no Nordeste, mas tem grande potencialidade, dentre os roteiros estão as trilhas da Mata Atlântica e a Serra da Capivara no Piauí, este que é um dos principais parques arqueológicos do país.

A cultura da região é, também, um grande atrativo para o turista, todos os estados tem folguedos e tradições diferentes. Olinda, São Luís e o Pelourinho -- em Salvador -- são os grandes atrativos culturais da região, sendo considerados Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.

O arquipélago de Fernando de Noronha -- com suas ilhas e praias de águas límpidas e cristalinas -- também está ganhando destaque nacional e mundial, pelas ilhas é possível avistar os golfinhos saltadores que são uma atração à parte. Outro lugar de destaque são os Lençóis Maranhenses, um complexo de dunas, rios, lagoas e manguezais.

Ver artigo principal: Turismo no Nordeste do Brasil
 v·e Vegetação

A vegetação nordestina é bastante rica e diversificada, vai desde a Mata Atlântica no litoral à Mata dos Cocais no Meio-Norte, ecossistemas como os manguezais, a caatinga, o cerrado, as restingas, dentre outros, possuem fauna e flora exuberantes, diversas espécies endêmicas, uma boa parte da vida no planeta e animais ameaçados de extinção.

Carnaúbas em Quixeré/CE, aquela que é uma das espécies mais importantes da Mata dos Cocais.
Carnaúbas em Quixeré/CE, aquela que é uma das espécies mais importantes da Mata dos Cocais.
  • Caatinga: Vegetação típica do sertão, suas principais espécies são o pereiro, a aroeira, o aveloz e as cactáceas. É uma formação de vegetais xerófitos (vegetais de regiões secas), mas é muito rica ecologicamente.
  • Vegetação Litorânea e Matas Ciliares: Por último, mas não menos importante. Na categoria de vegetação litorânea podemos incluir os mangues, que é um riquíssimo ecossistema, local de moradia e reprodução dos caranguejos e importante para a preservação de rios, lagoas; também podemos incluir as restingas e as dunas que são cenários bem conhecidos do Nordeste; Já as matas ciliares ou matas-galerias são comuns em regiões de cerrados, mas também podem ser vistas na Zona da Mata, são pequenas florestas que acompanham as margens dos rios, onde existe maior concetração de materiais orgânicos no solo, funcionam como uma proteção para os rios e mares.
 v·e Imagem em Destaque
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 v·e Região Geoeconômica do Nordeste
Mapa da Região geoeconômica Nordeste do Brasil.
Mapa da Região geoeconômica Nordeste do Brasil.

A Região geoeconômica do Nordeste do Brasil é a área de povoamento mais antigo e atualmente é a segunda do país em população (42.822.100 habitantes em 1990). Tem uma área de apriximadamente 1.542.271 km². Inclui todo o Nordeste da divisão oficial (menos a metade oeste do Maranhão) e o norte de Minas Gerais onde se localiza a região do Vale do Jequitinhonha.

A maior parte de seu território é formada por extenso planalto, antigo e aplainado pela erosão. Em função das diferentes características físicas que apresenta, a região encontra-se dividida em quatro sub-regiões: meio-norte, zona da mata, agreste e sertão.

 v·e Esporte
O Estádio João Machado, mais conhecido como Machadão, é o principal estádio de futebol da cidade de Natal, Rio Grande do Norte. Fica localizado na Av. Prudente de Morais, 5121, Lagoa Nova.

Além de receber partidas de futebol do Campeonato Potiguar, da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro, o Machadão recebe em seus arredores o Carnatal, o Kartódromo e, periodicamente, shows, circos e parques de diversão.

Ver artigo principal: Estádio João Machado
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