Porto Murtinho
| Município de Porto Murtinho | |||||
| "Portal-sul do Pantanal" "Última guardiã do Rio Paraguai" |
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| Hino | |||||
| Aniversário | 13 de junho | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Fundação | 13 de junho de 1912 (99 anos) | ||||
| Emancipação | 13 de junho de 1911 | ||||
| Gentílico | murtinhense | ||||
| Padroeiro(a) | Sagrado Coração de Jesus | ||||
| Prefeito(a) | Nelson Cintra Ribeiro (PSDB) (2009–2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | |||||
| Mesorregião | Pantanais Sul-Mato-Grossenses IBGE/2008 [1] | ||||
| Microrregião | Baixo Pantanal IBGE/2008 [1] | ||||
| Municípios limítrofes | Corumbá, Miranda, Bonito, Jardim e Caracol | ||||
| Distância até a capital | federal: 1 463 km estadual: 437 km[2] |
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| Características geográficas | |||||
| Área | 17 734,925 km² (MS: 2º)[3] | ||||
| Área urbana | 2,352 km² (MS: 39º) – est. Embrapa[4] | ||||
| Distritos | Porto Murtinho (sede), Colônia Cachoeira | ||||
| População | 15 530 hab. (MS: 37º) – est. IBGE 2011[5] | ||||
| Densidade | 0,875 hab/km² | ||||
| Altitude | 90 m [6] | ||||
| Clima | tropical Aw | ||||
| Fuso horário | UTC−4 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,698 (MS: 73º) – médio PNUD/2000 [7] | ||||
| Gini | 0,470 (MS: 73º) – est. IBGE 2003[8] | ||||
| PIB | R$ 194 882,431 mil (MS: 35º) – IBGE/2008[9] | ||||
| PIB per capita | R$ 12 710,00 IBGE/2008[9] | ||||
Porto Murtinho é um município brasileiro da região Centro-Oeste, situado no estado de Mato Grosso do Sul. A cidade é considerada a última guardiã do Rio Paraguai, sendo também portal-sul do Pantanal.
Índice |
[editar] Geografia
[editar] Localização
O município de Porto Murtinho está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no Pantanais Sul-Mato-Grossenses (Microrregião do Baixo Pantanal). Localiza-se a uma latitude 21º41'56" Sul e a uma longitude 57º52'57" Oeste. Distâncias:
- 437 km da capital estadual (Campo Grande).
- 1 463 km da capital federal (Brasília).
[editar] Geografia física
[editar] Solo
Duas classes de solos dominam o município: o planossolo de textura arenosa/média e média e o neossolo de elevada fertilidade natural. E em menores proporções o gleissolos.
[editar] Relevo e altitude
Com altitude de 90 m, a diversidade topográfica é bastante marcante, principalmente na sua porção leste, onde encontram-se cristas simétricas, bordas de patamar e modelados de dissecação colinosas e aguçadas. Os modelados tabulares estão entremeados a áreas planas, de feições de acumulação bastante diversas, quanto mais se aproxima das margens do rio Paraguai. O município de Porto Murtinho divide-se em três Regiões Geoambientais:
- Região da Bodoquena e Morrarias do Urucum Amolar com a unidade Serra da Bodoquena;
- Região do Pantanal Matogrossense com as Unidades: Pantanal do Apa-Amonguijá – Aquidabã, Pantanal do Rio Verde, Planície do Paraguai e Planície do Nabileque;
- Região da Depressão do Alto Paraguai, com a unidade Depressão do Apa e Planícies Coluviais Pré-Pantanal.
Apresenta relevos elaborados pela ação fluvial. Relevo plano, geralmente elaborado por várias fases de retomada erosiva, áreas planas resultante de acumulação fluvial sujeita a inundações periódicas, área plana ou embaciada, zonal, argilosa e/ou arenosa, sujeita a inundações periódicas, ligadas ou não à rede de drenagem atual.
[editar] Clima, temperatura e pluviosidade
Tropical úmido e subúmido, período de chuvas de setembro a abril, com maior intensidade em dezembro. As temperaturas médias do mês mais frio são menores que 20°C e maiores que 18°C. O período seco estende-se de 03 a 04 meses. A precipitação vária entre 1.000 e 1.700mm anuais. Normais climatológicos de Porto Murtinho:
| Mês | Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez | Ano |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Temperatura Média °C | 23.3 | 23.5 | 23.1 | 22.6 | 20.8 | 19.8 | 18.8 | 21 | 23.2 | 23.3 | 23.4 | 23.1 | 22.2 |
| T. Mínima Absoluta °C | 14.8 | 14.3 | 14.1 | 7.7 | 2.4 | -4.5 (1) | -1.6 | 4.3 | 8 | 9.6 | 12.9 | 15 | -4.5 |
| T. Mínima Média °C | 18.9 | 19.1 | 16.9 | 17.3 | 14.1 | 11.4 | 9.4 | 11.4 | 15.6 | 17.5 | 18.5 | 18.6 | 15.7 |
| T. Máxima Média °C | 29.5 | 29.6 | 30 | 30.3 | 29.2 | 29.8 | 29.6 | 31.9 | 32.5 | 31.2 | 30.3 | 29.4 | 30.3 |
| T. Máxima Absoluta °C | 35.8 | 35.2 | 36.6 | 33.6 | 33.1 | 33.2 | 34.3 | 37.6 | 38.2 | 38.2 (2) | 36 | 34.8 | 38.2 |
| Prec. Média mm | 300.2 | 259.5 | 281.4 | 132.9 | 56.7 | 8.5 | 10.9 | 16.8 | 93.9 | 161.3 | 263.9 | 321 | 1910 |
| Prec. Máxima 24h mm | 67 | 79 | 66 | 112 (3) | 66 | 35.4 | 61 | 66 | 61.6 | 65.2 | 94 | 93.2 | 112 |
| Umidade Rel. do Ar % | 85 | 85 | 85 | 85 | 90 | 71 | 67 | 61 | 67 | 80 | 85 | 88 | 79 |
[editar] Hidrografia
Rios do município:
Afluente pela margem direita do rio Paraná, entrando neste na Argentina, nas proximidades da cidade de Corrientes; nasce no estado de Mato Grosso e corta o Pantanal sulmato-grossense de norte a sul. Divisa do município de Porto Murtinho (Brasil) com a República do Paraguai.
- Outros rios
- Rio Apa: afluente pela margem esquerda do rio Paraguai, nasce no município de Bela Vista, divisa do Brasil (Porto Murtinho) com a República do Paraguai.
- Rio Amonguijá: afluente pela margem esquerda do rio Paraguai, desaguando nele pouco acima da cidade de Porto Murtinho. Fica nesse município. Nasce na serra da Bodoquena.
- Rio Aquidabã: afluente pela margem esquerda do rio Paraguai, desaguando nele pouco acima da foz do rio Branco. Fica no município de Porto Murtinho. Nasce na serra da Bodoquena.
- Rio Branco: afluente pela margem esquerda do rio Paraguai, no município de Porto Murtinho.
- Rio Nabileque: afluente pela margem esquerda do rio Paraguai. Nasce no Pantanal do Nabileque, ao sul do município de Corumbá, fazendo divisa entre este município e o de Porto Murtinho.
- Rio Naitaca: afluente pela margem esquerda do rio Nabileque, fazendo divisa entre os municípios de Corumbá e Porto Murtinho.
- Rio Perdido: afluente pela margem direita do rio Apa, na fronteira entre Brasil e a República do Paraguai. Nasce na borda oriental da serra da Bodoquena, é limite entre os municípios de Porto Murtinho e Caracol e Porto Murtinho e Jardim.
- Rio Tarumã: afluente, pela margem esquerda do rio Paraguai, desaguando cerca de 20 km acima (a montante) da cidade de Porto Murtinho.
- Rio Tereré: afluente pela margem esquerda do rio Paraguai, no município de Porto Murtinho.
[editar] Vegetação
Distribuída quase que eqüitativamente a cobertura é típica do Pantanal (Cerrado Estépico), Cerrado e Floresta Estacional Decidual e Semidecidual. Há também pastagem cultivada e alguma lavoura.
[editar] Geografia política
[editar] Fuso horário
Está a -1 hora com relação a Brasília e -4 com relação ao Meridiano de Greenwich (Tempo Universal Coordenado).
[editar] Área
Ocupa uma superfície de 17 734,925 km².
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A Unesco reconheceu o Pantanal como uma das mais exuberantes e diversificadas reservas naturais do Planeta integrando-o ao acervo dos patrimônios da humanidade. Localizado no interior da América do Sul, é a maior extensão úmida contínua do planeta, possuindo cerca de 250 mil km². Destaca-se pelas inúmeras espécies de animais e vegetações decorrentes do ambiente contraditório que alterna entre períodos úmidos e de estiagem. O Pantanal entretanto não é um só. Existem dez pantanais na região com características diferentes: Nabileque - 9,4 %; Miranda - 4,6%; Aquidauana - 4,9 %; Abobral - 1,6 %; Nhecolândia - 17,8 %; Paiaguás - 18,3 %; Paraguai - 5,3 %; Barão de Melgaço - 13,3 %; Poconé - 12,9 %; Cáceres - 11,9 %.
A beleza proporcionada pela paisagem pantaneira fascina pessoas de todo o mundo fazendo com que o turismo se desenvolva em vários municípios da região. O desenvolvimento de um pensamento ambientalista e social para o pantanal tem levado vários pesquisadores a discutirem o impacto da ocupação humana neste ecossistema. Dentre os principais problemas ambientais destacamos: a pesca predatória; a caça de jacarés; a poluição dos rios da bacia do Paraguai; os garimpos do Estado de Mato Grosso e a poluição das águas pelo mercúrio; a hidrovia Paraguai-Paraná. Tais questões tem sido alvo de uma extensa discussão e algumas ações ambientais por parte dos órgãos ambientais e da comunidade tem coibido tais agressões.
[editar] Subdivisões
Porto Murtinho (sede) e Colônia Cachoeira.
[editar] Arredores
Faz divisa com Corumbá, Miranda, Bonito, Jardim e Caracol.
[editar] História
A fundação de Porto Murtinho está intimamente ligada com a Cia Matte Larangeira, responsável também pela fundação da cidade de Guaíra (Paraná).
[editar] Primórdios
- Chegada da Empresa Matte Larangeira
O Decreto Imperial nº 8799, de 9 de dezembro de 1882, autorizava a Larangeira a exploração da erva-mate nativa, por um período inicial de 10 anos, entretanto esse decreto não impede a exploração por parte dos moradores locais.[10] Larangeira funda então a Empresa Matte Larangeira[11] a partir desta concessão imperial. Thomaz Larangeira trouxe do sul do país fazendeiros que conheciam o manejo da erva-mate, também foram utilizadas a mão-de-obra de índios da região e de paraguaios, iniciando o ciclo de produção da erva-mate.[12]
Com a proclamação da república a área de concessão é, sucessivamente, ampliada, sempre com o apoio de políticos influentes, como Joaquim Murtinho, Manuel José Murtinho e General Antônio Maria Coelho. Através do Decreto nº 520, de 23 de junho de 1890, são ampliados os limites de suas posses e consegue o monopólio na exploração da erva-mate em toda a região abrangida pelo arrendamento.
- Aumento de produção
No início de 1892 os produtores de erva-mate do sul do Pantanal sentiram necessidade de criar um porto fluvial para centralizar o escoamento da produção. Depois de escolherem o local (a 50 km a montante do rio Apa, no rio Paraguai), a iniciativa do projeto, sob responsabilidade de Antônio Alves Corrêa, passou para a fazenda Três Barras, que teve 3600 hectares expropriados para integrar o povoado. Em julho de 1892 a Companhia Matte Larangeira comprou a Fazenda Três Barras, de propriedade do marechal Boaventura da Mota, à margem esquerda do rio Paraguai, e construiu um porto para exportação de erva-mate cancheada. Esse porto foi nomeado de Porto Fluvial Murtinho pelo Superintendente do Banco Rio e Mato Grosso Antônio Corrêa da Costa, em homenagem a Joaquim Murtinho. No mesmo ano é assinado novo contrato de concessão com o estado, com exclusividade para exploração dos ervais. Após assinado esse contrato, o Banco Rio Branco e Matto Grosso, da Família Murtinho, compra 14.540 ações (100$000 por ação), cabendo a Larangeira 460 ações. A empresa passa a se denominar Companhia Matte Larangeira, sendo obrigada a transferir a sua sede para o território do Mato Grosso.
Em 1895 quando a Cia. Matte Larangeira recebeu 5.000.000 ha em arrendamento de terras devolutas. Essa área compunha o território dos Kaiowás e Guaranis. Companhia utilizou ao longo da sua historia mão-de-obra indígena, principalmente das etnias Kaiowá e Guarani. A atividade gerava muito lucro estimulando o aumento da exportação.
[editar] Auge econômico
- Venda da Matte Larangeira á Francisco Mendes Gonçalves & Cia
O então Porto Fluvial Murtinho foi elevado a distrito para Resolução 225, de 10 de abril de 1900. A região teve grande desenvolvimento graças à Companhia Mate Larangeira. O transporte do mate — colhido num vasto império extrativo no atual estado de Mato Grosso do Sul — exigia 800 carretas e 20 mil bois. A Companhia encarregava-se da exploração e exportação da erva semi-elaborada (cancheada) para Buenos Aires. A erva-mate atingiu outros grandes centros urbanos como Assunção (Paraguai) e até Inglaterra, França e Itália.
Nesta localidade, outra empresa, a argentina Francisco Mendes Gonçalves & Cia, encarregava-se da industrialização e distribuição do produto no mercado externo. Após denuncias do Superintendente, Dr. Antonio Corrêa da Costa e de prejuízos com o transporte da produção da Matte Larangeira, o Banco Rio Branco decreta falência em 1902 e Thomaz Larangeira adquire seu espólio, já a Cia Matte Larangeira é vendida a companhia Francisco Mendes & Cia, passando a se chamar Larangeira Mendes e Companhia.
- Construção da ferrovia e município de Porto Murtinho
Ao aproximar-se do rio Paraguai, o terreno torna-se pantanoso, e a Mate Laranjeira viu-se obrigada a construir um "aterro ferroviário". Foi finalizada em 1906, para facilitar o transporte de erva-mate, uma ferrovia (Estrada de Ferro Porto Murtinho a São Roque), ligando o Porto Geral a Fazenda São Roque, com extensão máxima de 22 á 25 km.[13] O projeto inicial de 1898 do Dr. Antonio Corrêa da Costa previa uma extensão de 42 léguas (231 a 277 km).[14] Já em 1910 ocorre a transferência do foco principal de exploração de erva mate para o Rio Paraná, reduzindo a sua importância estratégica para a empresa.
Porto Fluvial Murtinho é elevada à categoria de vila com a denominação de Porto Murtinho (sem o Fluvial) pela Lei Estadual nº 560, de 20 de junho de 1911, ou Decreto Estadual nº 310, de 2 de abril de 1912, desmembrado do município de Corumbá e sede no atual distrito de Porto Murtinho (ex-povoado), sendo instalado em 13 de junho de 1912.
[editar] Decadência
- Início do fim de uma grande companhia
A sede da Companhia Matte Larangeira foi transferida em 1918 de Porto Murtinho para a Fazenda Campanário, próximo ao município de Caarapó. Sendo que a erva passou a ser exportada pelo Rio Paraná, ficando somente a produção dos ranchos próximos exportada por Porto Murtinho. Desde 1902 a Companhia estabelece-se em Guaíra, inicialmente denominada de Porto Monjoli,[15] iniciando a construção de uma ferrovia Estrada de Ferro Guaíra a Porto Mendes em 1911, que transporia as corredeiras da Sete Quedas. Em 1919 Porto Murtinho tornou-se comarca.
- Cidade de Porto Murtinho e Território de Ponta Porã
Porto Murtinho foi elevado à condição de cidade com essa denominação pela Lei Estadual nº 962, de 12 de julho de 1926. Em 1943 fez parte do Território Federal de Ponta Porã, extinto em 1946. A empresa Matte Larangeira recebeu um prazo para a liquidação de seus negócios e seus edifícios foram todos leiloados, bem como todas as estalagens, oficinas, rebanhos e tropas. A empresa continuou operando a EF Porto Murtinho, transportando madeira (quebracho) da empresa até a usina da Floresta Brasileira S. A. para extração de tanino, até pelo menos 1958, existindo indicações (vagas) de que, em 1971, os trens ainda estariam em operação.
Em 1982 a cidade foi atingida por uma grande enchente, problema este resolvido três anos depois com a construção de um dique de contenção.
[editar] Topônimo
Seu nome é uma homenagem a Joaquim Murtinho, senador mato-grossense e Ministro da Fazenda do Governo Campos Sales.
[editar] Demografia
Sua população em 2011, de acordo com o IBGE, era de 15.530 habitantes.
[editar] Economia
Uma das atividades mais representativas de Porto Murtinho é a agropecuária, além da exploração do quebracho (de onde se extrai o tanino). Porto Murtinho passou por um período de prosperidade na época do ciclo da erva-mate. A cidade também tem sua riqueza mineral lastreada principalmente na cal de pedra.
[editar] Turismo
O turismo de pesca é a sua principal atividade econômica. O trecho do Rio Paraguai em Porto Murtinho é um dos mais piscosos do Brasil, sendo por isso a pesca, além da fauna e flora, o principal atrativo da cidade. Dali partem vários barcos com pescadores e turistas.
- Castelinho (Rua Doutor Correia, 456 - Centro): Esse castelo foi construído por um comerciante da cidade, casado com uma européia, para convencer sua esposa a permanecer na cidade. Sua mulher queria que o comerciante construísse uma réplica dos castelos europeus para ela não sentir mais saudade da Europa. Possuía energia elétrica própria, água encanada e seus móveis eram importados daquele continente.
- Ilha da Margarida: zona de livre comércio localizada no lado paraguaio. Para chegar até lá é preciso atravessar o rio, pois não existe ponte que ligue as duas regiões.
[editar] Infraestrutura
[editar] Transporte
- BR-267
- Terminal rodoviário de Porto Murtinho
[editar] Forças armadas
| Organização | Sigla |
|---|---|
| 2ª Companhia de Fronteira | 2ª Cia Fron |
[editar] Ver também
Referências
- ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ Mapas e rotas. Guia 4 Rodas. Página visitada em 3 de novembro de 2011.
- ↑ IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
- ↑ Urbanização das cidades brasileiras. Embrapa Monitoramento por Satélite. Página visitada em 30 de Julho de 2008.
- ↑ Estimativa Populacional 2011. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2011). Página visitada em 13 de setembro de 2011.
- ↑ Mato Grosso do Sul. Embrapa. Página visitada em 19 de julho de 2011.
- ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ Indice GINI. Cidade Sat. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2000). Página visitada em 06 de agosto de 2011.
- ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
- ↑ Adelaido Luiz Spinosa Vila. Participação da mão-de-obra indígena na Companhia Matte Larangeira. Página visitada em 8 de março de 2009.
- ↑ Alcimar Lopes Lomba. O transporte ferroviário na Companhia Mate Laranjeira (1906-1944). [S.l.]: Universidade Federal do Mato Grosso do Sul / Dourados, 2002.
- ↑ PM Porto Murtinho. Histórico. Página visitada em 5 de junho de 2009.
- ↑ Ralph Mennucci Giesbrecht. E. F. Mate Laranjeira (Município de Porto Murtinho, MS). Página visitada em 25 de maio de 2009.
- ↑ Cesar Rogério Cabral / Markus Hasenack / Rovane Marcos de França. MÓDULO I UNIDADE CURRICULAR TOPOGRAFIA I. [S.l.]: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA.
- ↑ Prof. Dr. Omar Fedato Aleksiejuk. Cronologia Histórica de Guairá. Página visitada em 6 de março de 2009.