Porto Murtinho

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Município de Porto Murtinho
"Portal-sul do Pantanal"
"Última guardiã do Rio Paraguai"
Bandeira de Porto Murtinho
Brasão desconhecido
Bandeira Brasão desconhecido
Hino
Aniversário 13 de junho
Fundação 13 de junho de 1912 (102 anos)
Emancipação 13 de junho de 1911
Gentílico murtinhense
Padroeiro(a) Sagrado Coração de Jesus
Prefeito(a) Heitor Miranda dos Santos (PT)
(2013–2016)
Localização
Localização de Porto Murtinho
Localização de Porto Murtinho no Mato Grosso do Sul
Porto Murtinho está localizado em: Brasil
Porto Murtinho
Localização de Porto Murtinho no Brasil
21° 41' 56" S 57° 52' 58" O21° 41' 56" S 57° 52' 58" O
Unidade federativa  Mato Grosso do Sul
Mesorregião Pantanais Sul-Mato-Grossenses IBGE/2008 [1]
Microrregião Baixo Pantanal IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Corumbá, Miranda, Bonito, Jardim e Caracol
Distância até a capital federal: 1 463 km
estadual: 437
km[2]
Características geográficas
Área 17 734,925 km² (MS: 2º)[3]
Área urbana 2,352 km² (MS: 39º) – est. Embrapa[4]
Distritos Porto Murtinho (sede), Colônia Cachoeira
População 15 530 hab. (MS: 37º) –  est. IBGE 2011[5]
Densidade 0,875 hab/km²
Altitude 90 m [6]
Clima tropical Aw
Fuso horário UTC−4
Indicadores
IDH-M 0,698 (MS: 73º) – médio PNUD/2000 [7]
Gini 0,470 (MS: 73º) – est. IBGE 2003[8]
PIB R$ 194 882,431 mil (MS: 35º) – IBGE/2008[9]
PIB per capita R$ 12 710,00 IBGE/2008[9]
Página oficial

Porto Murtinho é um município brasileiro da região Centro-Oeste, situado no estado de Mato Grosso do Sul. A cidade é considerada a última guardiã do Rio Paraguai, sendo também portal-sul do Pantanal.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localização[editar | editar código-fonte]

O município de Porto Murtinho está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no Pantanais Sul-Mato-Grossenses (Microrregião do Baixo Pantanal). Localiza-se a uma latitude 21º41'56" Sul e a uma longitude 57º52'57" Oeste. Distâncias:

Geografia física[editar | editar código-fonte]

Solo[editar | editar código-fonte]

Duas classes de solos dominam o município: o planossolo de textura arenosa/média e média e o neossolo de elevada fertilidade natural. E em menores proporções o gleissolos.

Relevo e altitude[editar | editar código-fonte]

Com altitude de 90 m, a diversidade topográfica é bastante marcante, principalmente na sua porção leste, onde encontram-se cristas simétricas, bordas de patamar e modelados de dissecação colinosas e aguçadas. Os modelados tabulares estão entremeados a áreas planas, de feições de acumulação bastante diversas, quanto mais se aproxima das margens do rio Paraguai. O município de Porto Murtinho divide-se em três Regiões Geoambientais:

  • Região da Bodoquena e Morrarias do Urucum Amolar com a unidade Serra da Bodoquena;
  • Região do Pantanal Matogrossense com as Unidades: Pantanal do Apa-Amonguijá – Aquidabã, Pantanal do Rio Verde, Planície do Paraguai e Planície do Nabileque;
  • Região da Depressão do Alto Paraguai, com a unidade Depressão do Apa e Planícies Coluviais Pré-Pantanal.

Apresenta relevos elaborados pela ação fluvial. Relevo plano, geralmente elaborado por várias fases de retomada erosiva, áreas planas resultante de acumulação fluvial sujeita a inundações periódicas, área plana ou embaciada, zonal, argilosa e/ou arenosa, sujeita a inundações periódicas, ligadas ou não à rede de drenagem atual.

Clima, temperatura e pluviosidade[editar | editar código-fonte]

Tropical úmido e subúmido, período de chuvas de setembro a abril, com maior intensidade em dezembro. As temperaturas médias do mês mais frio são menores que 20 °C e maiores que 18 °C. O período seco estende-se de 03 a 04 meses. A precipitação vária entre 1.000 e 1.700mm anuais. Normais climatológicos de Porto Murtinho:

Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura Média °C 23.3 23.5 23.1 22.6 20.8 19.8 18.8 21 23.2 23.3 23.4 23.1 22.2
T. Mínima Absoluta °C 14.8 14.3 14.1 7.7 2.4 -4.5 (1) -1.6 4.3 8 9.6 12.9 15 -4.5
T. Mínima Média °C 18.9 19.1 16.9 17.3 14.1 11.4 9.4 11.4 15.6 17.5 18.5 18.6 15.7
T. Máxima Média °C 29.5 29.6 30 30.3 29.2 29.8 29.6 31.9 32.5 31.2 30.3 29.4 30.3
T. Máxima Absoluta °C 35.8 35.2 36.6 33.6 33.1 33.2 34.3 37.6 38.2 38.2 (2) 36 34.8 38.2
Prec. Média mm 300.2 259.5 281.4 132.9 56.7 8.5 10.9 16.8 93.9 161.3 263.9 321 1910
Prec. Máxima 24h mm 67 79 66 112 (3) 66 35.4 61 66 61.6 65.2 94 93.2 112
Umidade Rel. do Ar % 85 85 85 85 90 71 67 61 67 80 85 88 79
  1. Junho de 1933;
  2. Setembro/Outubro de 1926;
  3. Abril de 1935.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Rios do município:

Rio Paraguai
Rio Paraguai, principal rio que banha o município de Porto Murtinho

Afluente pela margem direita do rio Paraná, entrando neste na Argentina, nas proximidades da cidade de Corrientes; nasce no estado de Mato Grosso e corta o Pantanal sulmato-grossense de norte a sul. Divisa do município de Porto Murtinho (Brasil) com a República do Paraguai.

Outros rios
  • Rio Apa: afluente pela margem esquerda do rio Paraguai, nasce no município de Bela Vista, divisa do Brasil (Porto Murtinho) com a República do Paraguai.
  • Rio Amonguijá: afluente pela margem esquerda do rio Paraguai, desaguando nele pouco acima da cidade de Porto Murtinho. Fica nesse município. Nasce na serra da Bodoquena.
  • Rio Aquidabã: afluente pela margem esquerda do rio Paraguai, desaguando nele pouco acima da foz do rio Branco. Fica no município de Porto Murtinho. Nasce na serra da Bodoquena.
  • Rio Branco: afluente pela margem esquerda do rio Paraguai, no município de Porto Murtinho.
  • Rio Nabileque: afluente pela margem esquerda do rio Paraguai. Nasce no Pantanal do Nabileque, ao sul do município de Corumbá, fazendo divisa entre este município e o de Porto Murtinho.
  • Rio Naitaca: afluente pela margem esquerda do rio Nabileque, fazendo divisa entre os municípios de Corumbá e Porto Murtinho.
  • Rio Perdido: afluente pela margem direita do rio Apa, na fronteira entre Brasil e a República do Paraguai. Nasce na borda oriental da serra da Bodoquena, é limite entre os municípios de Porto Murtinho e Caracol e Porto Murtinho e Jardim.
  • Rio Tarumã: afluente, pela margem esquerda do rio Paraguai, desaguando cerca de 20 km acima (a montante) da cidade de Porto Murtinho.
  • Rio Tereré: afluente pela margem esquerda do rio Paraguai, no município de Porto Murtinho.

Vegetação[editar | editar código-fonte]

Distribuída quase que eqüitativamente a cobertura é típica do Pantanal (Cerrado Estépico), Cerrado e Floresta Estacional Decidual e Semidecidual. Há também pastagem cultivada e alguma lavoura.

Geografia política[editar | editar código-fonte]

Fuso horário[editar | editar código-fonte]

Está a -1 hora com relação a Brasília e -4 com relação ao Meridiano de Greenwich (Tempo Universal Coordenado).

Área[editar | editar código-fonte]

Ocupa uma superfície de 17 734,925 km².

Pantanal


Portal A Wikipédia possui o portal:

A Unesco reconheceu o Pantanal como uma das mais exuberantes e diversificadas reservas naturais do Planeta integrando-o ao acervo dos patrimônios da humanidade. Localizado no interior da América do Sul, é a maior extensão úmida contínua do planeta, possuindo cerca de 250 mil km². Destaca-se pelas inúmeras espécies de animais e vegetações decorrentes do ambiente contraditório que alterna entre períodos úmidos e de estiagem. O Pantanal entretanto não é um só. Existem dez pantanais na região com características diferentes: Nabileque - 9,4 %; Miranda - 4,6%; Aquidauana - 4,9 %; Abobral - 1,6 %; Nhecolândia - 17,8 %; Paiaguás - 18,3 %; Paraguai - 5,3 %; Barão de Melgaço - 13,3 %; Poconé - 12,9 %; Cáceres - 11,9 %.

A beleza proporcionada pela paisagem pantaneira fascina pessoas de todo o mundo fazendo com que o turismo se desenvolva em vários municípios da região. O desenvolvimento de um pensamento ambientalista e social para o pantanal tem levado vários pesquisadores a discutirem o impacto da ocupação humana neste ecossistema. Dentre os principais problemas ambientais destacamos: a pesca predatória; a caça de jacarés; a poluição dos rios da bacia do Paraguai; os garimpos do Estado de Mato Grosso e a poluição das águas pelo mercúrio; a hidrovia Paraguai-Paraná. Tais questões tem sido alvo de uma extensa discussão e algumas ações ambientais por parte dos órgãos ambientais e da comunidade tem coibido tais agressões.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Porto Murtinho (sede) e Colônia Cachoeira.

Arredores[editar | editar código-fonte]

Faz divisa com Corumbá, Miranda, Bonito, Jardim e Caracol.

História[editar | editar código-fonte]

A fundação de Porto Murtinho está intimamente ligada com a Cia Matte Larangeira, responsável também pela fundação da cidade de Guaíra (Paraná).

Primórdios[editar | editar código-fonte]

Chegada da Empresa Matte Larangeira

O Decreto Imperial nº 8799, de 9 de dezembro de 1882, autorizava a Larangeira a exploração da erva-mate nativa, por um período inicial de 10 anos, entretanto esse decreto não impede a exploração por parte dos moradores locais.[10] Larangeira funda então a Empresa Matte Larangeira[11] a partir desta concessão imperial. Thomaz Larangeira trouxe do sul do país fazendeiros que conheciam o manejo da erva-mate, também foram utilizadas a mão-de-obra de índios da região e de paraguaios, iniciando o ciclo de produção da erva-mate.[12]

Com a proclamação da república a área de concessão é, sucessivamente, ampliada, sempre com o apoio de políticos influentes, como Joaquim Murtinho, Manuel José Murtinho e General Antônio Maria Coelho. Através do Decreto nº 520, de 23 de junho de 1890, são ampliados os limites de suas posses e consegue o monopólio na exploração da erva-mate em toda a região abrangida pelo arrendamento.

Aumento de produção

No início de 1892 os produtores de erva-mate do sul do Pantanal sentiram necessidade de criar um porto fluvial para centralizar o escoamento da produção. Depois de escolherem o local (a 50 km a montante do rio Apa, no rio Paraguai), a iniciativa do projeto, sob responsabilidade de Antônio Alves Corrêa, passou para a fazenda Três Barras, que teve 3600 hectares expropriados para integrar o povoado. Em julho de 1892 a Companhia Matte Larangeira comprou a Fazenda Três Barras, de propriedade do marechal Boaventura da Mota, à margem esquerda do rio Paraguai, e construiu um porto para exportação de erva-mate cancheada. Esse porto foi nomeado de Porto Fluvial Murtinho pelo Superintendente do Banco Rio e Mato Grosso Antônio Corrêa da Costa, em homenagem a Joaquim Murtinho. No mesmo ano é assinado novo contrato de concessão com o estado, com exclusividade para exploração dos ervais. Após assinado esse contrato, o Banco Rio Branco e Matto Grosso, da Família Murtinho, compra 14.540 ações (100$000 por ação), cabendo a Larangeira 460 ações. A empresa passa a se denominar Companhia Matte Larangeira, sendo obrigada a transferir a sua sede para o território do Mato Grosso.

Em 1895 quando a Cia. Matte Larangeira recebeu 5.000.000 ha em arrendamento de terras devolutas. Essa área compunha o território dos Kaiowás e Guaranis. Companhia utilizou ao longo da sua historia mão-de-obra indígena, principalmente das etnias Kaiowá e Guarani. A atividade gerava muito lucro estimulando o aumento da exportação.

Auge econômico[editar | editar código-fonte]

Venda da Matte Larangeira á Francisco Mendes Gonçalves & Cia

O então Porto Fluvial Murtinho foi elevado a distrito para Resolução 225, de 10 de abril de 1900. A região teve grande desenvolvimento graças à Companhia Mate Larangeira. O transporte do mate — colhido num vasto império extrativo no atual estado de Mato Grosso do Sul — exigia 800 carretas e 20 mil bois. A Companhia encarregava-se da exploração e exportação da erva semi-elaborada (cancheada) para Buenos Aires. A erva-mate atingiu outros grandes centros urbanos como Assunção (Paraguai) e até Inglaterra, França e Itália.

Nesta localidade, outra empresa, a argentina Francisco Mendes Gonçalves & Cia, encarregava-se da industrialização e distribuição do produto no mercado externo. Após denuncias do Superintendente, Dr. Antonio Corrêa da Costa e de prejuízos com o transporte da produção da Matte Larangeira, o Banco Rio Branco decreta falência em 1902 e Thomaz Larangeira adquire seu espólio, já a Cia Matte Larangeira é vendida a companhia Francisco Mendes & Cia, passando a se chamar Larangeira Mendes e Companhia.

Construção da ferrovia e município de Porto Murtinho
Trem de Porto Murtinho que parte para São Roque em 1913

Ao aproximar-se do rio Paraguai, o terreno torna-se pantanoso, e a Mate Laranjeira viu-se obrigada a construir um "aterro ferroviário". Foi finalizada em 1906, para facilitar o transporte de erva-mate, uma ferrovia (Estrada de Ferro Porto Murtinho a São Roque), ligando o Porto Geral a Fazenda São Roque, com extensão máxima de 22 á 25 km.[13] O projeto inicial de 1898 do Dr. Antonio Corrêa da Costa previa uma extensão de 42 léguas (231 a 277 km).[14] Já em 1910 ocorre a transferência do foco principal de exploração de erva mate para o Rio Paraná, reduzindo a sua importância estratégica para a empresa.

Porto Fluvial Murtinho é elevada à categoria de vila com a denominação de Porto Murtinho (sem o Fluvial) pela Lei Estadual nº 560, de 20 de junho de 1911, ou Decreto Estadual nº 310, de 2 de abril de 1912, desmembrado do município de Corumbá e sede no atual distrito de Porto Murtinho (ex-povoado), sendo instalado em 13 de junho de 1912.

Decadência[editar | editar código-fonte]

Início do fim de uma grande companhia

A sede da Companhia Matte Larangeira foi transferida em 1918 de Porto Murtinho para a Fazenda Campanário, próximo ao município de Caarapó. Sendo que a erva passou a ser exportada pelo Rio Paraná, ficando somente a produção dos ranchos próximos exportada por Porto Murtinho. Desde 1902 a Companhia estabelece-se em Guaíra, inicialmente denominada de Porto Monjoli,[15] iniciando a construção de uma ferrovia Estrada de Ferro Guaíra a Porto Mendes em 1911, que transporia as corredeiras da Sete Quedas. Em 1919 Porto Murtinho tornou-se comarca.

Cidade de Porto Murtinho e Território de Ponta Porã

Porto Murtinho foi elevado à condição de cidade com essa denominação pela Lei Estadual nº 962, de 12 de julho de 1926. Em 1943 fez parte do Território Federal de Ponta Porã, extinto em 1946. A empresa Matte Larangeira recebeu um prazo para a liquidação de seus negócios e seus edifícios foram todos leiloados, bem como todas as estalagens, oficinas, rebanhos e tropas. A empresa continuou operando a EF Porto Murtinho, transportando madeira (quebracho) da empresa até a usina da Floresta Brasileira S. A. para extração de tanino, até pelo menos 1958, existindo indicações (vagas) de que, em 1971, os trens ainda estariam em operação.

Em 1982 a cidade foi atingida por uma grande enchente, problema este resolvido três anos depois com a construção de um dique de contenção.

Topônimo[editar | editar código-fonte]

Seu nome é uma homenagem a Joaquim Murtinho, senador mato-grossense e Ministro da Fazenda do Governo Campos Sales.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Sua população em 2011, de acordo com o IBGE, era de 15.530 habitantes.

Economia[editar | editar código-fonte]

Uma das atividades mais representativas de Porto Murtinho é a agropecuária, além da exploração do quebracho (de onde se extrai o tanino). Porto Murtinho passou por um período de prosperidade na época do ciclo da erva-mate. A cidade também tem sua riqueza mineral lastreada principalmente na cal de pedra.

Turismo[editar | editar código-fonte]

O turismo de pesca é a sua principal atividade econômica. O trecho do Rio Paraguai em Porto Murtinho é um dos mais piscosos do Brasil, sendo por isso a pesca, além da fauna e flora, o principal atrativo da cidade. Dali partem vários barcos com pescadores e turistas.

  • Castelinho (Rua Doutor Correia, 456 - Centro): Esse castelo foi construído por um comerciante da cidade, casado com uma européia, para convencer sua esposa a permanecer na cidade. Sua mulher queria que o comerciante construísse uma réplica dos castelos europeus para ela não sentir mais saudade da Europa. Possuía energia elétrica própria, água encanada e seus móveis eram importados daquele continente.
  • Ilha da Margarida: zona de livre comércio localizada no lado paraguaio. Para chegar até lá é preciso atravessar o rio, pois não existe ponte que ligue as duas regiões.

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Transporte[editar | editar código-fonte]

  • BR-267
  • Terminal rodoviário de Porto Murtinho

Forças armadas[editar | editar código-fonte]

Comando do Exército
Organização Sigla
2ª Companhia de Fronteira 2ª Cia Fron

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. Mapas e rotas Guia 4 Rodas. Página visitada em 3 de novembro de 2011.
  3. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  4. Urbanização das cidades brasileiras Embrapa Monitoramento por Satélite. Página visitada em 30 de Julho de 2008.
  5. Estimativa Populacional 2011 Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2011). Página visitada em 13 de setembro de 2011.
  6. Mato Grosso do Sul Embrapa. Página visitada em 19 de julho de 2011.
  7. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  8. Indice GINI Cidade Sat. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2000). Página visitada em 06 de agosto de 2011.
  9. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  10. Adelaido Luiz Spinosa Vila. Participação da mão-de-obra indígena na Companhia Matte Larangeira. Página visitada em 8 de março de 2009.
  11. Alcimar Lopes Lomba. O transporte ferroviário na Companhia Mate Laranjeira (1906-1944). [S.l.]: Universidade Federal do Mato Grosso do Sul / Dourados, 2002.
  12. PM Porto Murtinho. Histórico. Página visitada em 5 de junho de 2009.
  13. Ralph Mennucci Giesbrecht. E. F. Mate Laranjeira (Município de Porto Murtinho, MS). Página visitada em 25 de maio de 2009.
  14. Cesar Rogério Cabral / Markus Hasenack / Rovane Marcos de França. MÓDULO I UNIDADE CURRICULAR TOPOGRAFIA I. [S.l.]: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA.
  15. Prof. Dr. Omar Fedato Aleksiejuk. Cronologia Histórica de Guairá. Página visitada em 6 de março de 2009.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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