Porto Feliz
| Município de Porto Feliz | |||||
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| Hino | |||||
| Fundação | 13 de outubro de 1797 | ||||
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| Gentílico | portofelicense | ||||
| Lema | Longe levei as fronteiras do Brasil | ||||
| Prefeito(a) | Claudio Maffei (PT) (2005–2008) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | |||||
| Mesorregião | Macro Metropolitana Paulista IBGE/2008 [1] | ||||
| Microrregião | Sorocaba IBGE/2008 [1] | ||||
| Municípios limítrofes | Itu, Sorocaba, Elias Fausto, Capivari, Rafard, Tietê, Boituva e Iperó | ||||
| Distância até a capital | 112 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 556,563 km² [2] | ||||
| População | 48 914 hab. Censo IBGE/2010[3] | ||||
| Densidade | 87,89 hab./km² | ||||
| Altitude | 523 m | ||||
| Clima | Subtropical úmido Cfa | ||||
| Fuso horário | UTC−3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,8 elevado PNUD/2000 [4] | ||||
| PIB | R$ 698 378,956 mil IBGE/2008[5] | ||||
| PIB per capita | R$ 14 618,39 IBGE/2008[5] | ||||
Porto Feliz é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 23º12'53" sul e a uma longitude 47º31'26" oeste, estando a uma altitude de 523 metros. Sua população estimada em 2004 era de 49 915 habitantes.
Índice |
[editar] História
- O início
Porto Feliz nasceu na margem esquerda do rio Tietê, em um lugar que os indígenas nativos chamavam de Araritaguaba (termo tupi que significa "lugar da pedra de arara", através da junção dos termos arara ("arara"), itá ("pedra") e aba ("lugar)[6]). O mais antigo registro conhecido do local é de 1693 e refere-se a uma fazenda de Antonio Cardoso Pimentel que originou o povoado. Um decreto de 13 de outubro de 1797 elevou o povoado à categoria de vila e mudou o nome para Porto Feliz.
A cidade tem uma economia diversificada baseada na agricultura e em pequenos e médios estabelecimentos industriais. Na zona rural da cidade, observamos o predomínio da monocultura da cana-de-açúcar.
- A origem do nome Porto Feliz
A Vila de Porto Feliz foi criada no reinado de dona Maria I, rainha de Portugal. O documento de criação foi assinado pelo governador da Capitania de São Paulo, Antônio Manuel de Melo e Castro de Mendonça, no dia 13 de outubro de 1797.
O povoado às margens do rio Tietê, chamado anteriormente Freguesia de Araritaguaba, pertencera até então ao termo da vila de Itu. Com a condição de vila, Porto Feliz alcançou a sua autonomia. A vila era uma unidade política e administrativa autônoma equivalente a município, com direito a ter Câmara e cadeia. Conquistada a condição, uma das primeiras providências deveria ser o levantamento do Pelourinho, uma coluna que simbolizava a autonomia, geralmente feita de pedra. O termo era o território da vila, dividido em freguesias. A sede do termo ficava nas respectivas vilas ou cidades.
O documento assinado pelo Governador concedia à freguesia de Araritaguaba a condição de vila, denominando-a Vila de Porto Feliz, e determinava a definição do território do termo, a ereção do Pelourinho, a demarcação do terreno para a construção dos Paços do Concelho e cadeia, a eleição de juízes, vereadores e demais oficiais da Câmara Municipal. O ato atendia ao pedido dos moradores da freguesia de Araritaguaba, que nesse sentido enumeravam os vários incômodos atribuídos à distância de léguas da sede do termo, a Vila de Itu. Mas, o Governador também o justificava por ser o local um porto frequentado por comerciantes das minas de Cuiabá e por expedições destinadas por Sua Majestade Fidelíssima aos vastos sertões, algumas delas chegando a alcançar a fronteira da América Espanhola. Em seguida, o governador vaticinava: por isso, Porto Feliz tem toda a capacidade e disposição para vir a ser em poucos anos uma das vilas mais opulentas desta capitania.
Antônio Manuel de Mello e Castro de Mendonça tomou posse do governo de São Paulo em 28 de junho de 1797, tendo sido o décimo quarto capitão general da capitania. O seu mandato estendeu-se até 10 de novembro de 1802. Posteriormente, foi enviado pela Coroa, a partir da Corte no Rio de Janeiro, como 32º capitão-general, ou Governador-geral de Moçambique, entre 14 de Agosto de 1809 e Agosto de 1812, tendo também sucedido a seu pai (interinamente?) no cargo de capitão-general dos Açores. Oriundo de uma velha linhagem da mais alta nobreza lusitana, os Mello e Castro, alcaides-mores de Colares, comendadores de Fornelos na Ordem de Cristo, composta ao longo dos séculos da expansão portuguesa por religiosos, militares, navegadores, vice-reis e governadores coloniais nas cinco partes do mundo, ele era conhecido como Pilatos, apelido já antes dado em Porugal, por brincadeira, a seu pai, Diniz Gregório de Mello e Castro de Mendonça, o Pilatos, fidalgo do Conselho del-Rei (conselheiro de Estado), 2º capitão-general dos Açores, quando ele comprara o célebre Palácio do Cunhal das Bolas, em Lisboa, a um rico comerciante do Bairro Alto chamado localmente pelo povo de "o Pilatos" - Diniz de Mello e Castro, seu pai, fora também o último Governador da cidade portuguesa africana de Mazagão, que entregou por ordem do ditador Pombal, em 1769, ao sultão de Marrocos, seguindo em 1770 a sua população a fundar no Brasil Vila Nova de Mazagão. O avô materno de Diniz, bisavô de António Manuel, dom Rodrigo da Costa (filho do heróico embaixador a França, conjurado na Aclamação do rei dom João IV, D. João da Costa, 1º Conde de Soure) 37º vice-rei da Índia, fora o 31º Governador do Brasil entre 1702 e 1705.
O historiador Afonso d'Escragnolle Taunay colocou Mello e Castro entre os melhores administradores da capitania de São Paulo desde a sua fundação pela carta régia de 3 de novembro de 1709, documento que instituiu a capitania de São Paulo e Minas do Ouro. "Reais méritos de administrador e governante dotavam Antônio Manuel de Melo, homem ilustrado, progressista, de trato ameno, autoridade reta e branda, [...] inteligente, esclarecido e estudioso dos principais problemas administrativos de sua vasta circunscrição", escreveu sobre ele o historiador das monções e das bandeiras paulistas.
Logo que recebeu o cargo, Mello e Castro tomou providências para a elaboração de quadros estatísticos rigorosos sobre a economia da capitania, para se ter ideia do que São Paulo era capaz de produzir e exportar. O trabalho permitiu a elaboração de uma série de mapas estatísticos, enviada ao ministro de estado dom Rodrigo de Sousa Coutinho, futuro primeiro Conde de Linhares. O ministro de dona Maria I preocupava-se com o estado da agricultura e da mineração e procurava, em seu estudo sobre o tema, examinar as razões do declínio da exploração do ouro. Sua análise incidia principalmente sobre as técnicas da lavra. Por outro lado, indicava que a utilidade das lavras dependia do grau de desenvolvimento das manufaturas da metrópole. A exploração da colônia era condição de desenvolvimento da metrópole e ao mesmo tempo pressupunha esse desenvolvimento. O círculo vicioso somente seria rompido com um progresso simultâneo das duas partes, isto é, da colônia e da metrópole. Estudos consistentes demonstram que no campo da política econômica ocorreram maiores aberturas em Portugal e nas colônias no reinado de dona Maria I. Pois a bondosa rainha, cognominada a Piedosa, ao subir ao trono em 1777, logo desterrou o Marquês de Pombal, chamando ao poder uma nova equipe dirigente, de índole ilustrada, fisiocrata, que processou pacificamente reformas suaves, conseguindo o maior superavit do budget da História de Portugal, bem em contraste com os cofres vazios, o nepotismo e o terror deixados no Reino quando da queda do ditador Pombal, o tristemente famoso ministro de dom José I.
Antônio de Mello e Castro, escolhido governador por influência de dom Rodrigo de Sousa Coutinho, primeiro Conde de Linhares, conseguiu organizar 24 mapas com dados minuciosos sobre a população da capitania de São Paulo no ano de 1800 e o estado da economia em 1801. Os mapas demográficos referem-se a nascimentos, casamentos e óbitos. Os demais mapas tratam da exportação e importação da capitania, comparação de preços unitários dos gêneros exportados e importados, a navegação transatlântica a partir do Porto de Santos, o movimento dos portos e dos registros. Tudo isso foi remetido a D. Rodrigo no dia 22 de abril de 1802, junto com um ofício no qual o capitão general dava azo ao seu otimismo e antevia o futuro de São Paulo: “graças ao excesso da exportação sobre a importação marchava a sua capitania para um estado de considerável opulência”.
O último mapa da série interessa particularmente aos estudiosos da história de Porto Feliz e ao mesmo tempo é um documento importante para o estudo do comércio no Brasil central. Trata-se do "Mapa dos gêneros, mercadorias e efeitos que saíram desta capitania de São Paulo para a de Cuiabá e Mato Grosso, pelo Porto Feliz no ano de 1801". A exportação citada nesse documento partiu toda de um único porto fluvial, o antigo porto de Araritaguaba que em 1797 fora denominado de Porto Feliz pelo próprio Antônio Manuel de Melo e Castro de Mendonça. Os gêneros citados na estatística do capitão general foram embarcados em grandes canoas como nos primeiros tempos das grandes monções. As expedições monçoeiras do século XVIII partiam de Porto Feliz e desciam todo o Tietê abaixo, depois entravam no Paraná e subiam o Pardo acima, em seguida varavam em Camapuã para descerem o Coxim e o Taquari e navegarem a contra-corrente pelo Paraguai, São Lourenço e Cuiabá.
O documento permite avaliar a variedade dos produtos exportados através de Porto Feliz. O mapa relaciona os seguintes gêneros: sal, farinha de mandioca, feijão, farinha de trigo, marmelada, ferro, aço, chapas de cobre, cera do reino, chumbo, vinho, aguardente do reino, aguardente da terra, malvasia, azeite doce, vinagre, escravos, machados, enxadas, foices, almocafres, pregos sortidos, cravos de ferrar, alavancas, fazendas, panos de algodão, louças, pólvora, capados. No meio do rol de mercadorias são citados 46 escravos, entre vasilhames de vinagre e centenas de machados.
De Mato Grosso, só poderiam chegar a Porto Feliz artigos preciosos. Primeiramente, o ouro. Mas também vinham a poaia, a salsaparrilha e alguns medicamentos da farmácia caseira comuns naquela época. Taunay alerta para o fato de que a tal respeito silenciam as estatísticas do capitão general. Ele nada diz sobre o ouro que possivelmente ainda era despachado de Cuiabá. O Governador que anteviu um futuro de opulência para São Paulo e para a antiga freguesia de Araritaguaba não conseguiu imaginar que a rota fluvial do Tietê seria abandonada ao longo do século XIX, sendo aos poucos substituída por caminhos terrestres que deixaram ao largo o antigo porto das monções e a Vila de Porto Feliz. O texto "A origem do nome Porto Feliz" é reprodução de artigo publicado em MR-USP pelo historiador Jonas Soares de Souza.
[editar] Parque das Monções
É uma area de preservação tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico. É um local historico, pois era daí que partiam as tais embarcações que iam para as minas de Cuiaba. A construção de suas escadarias, o monumento às bandeiras e de sua arborização datam da década de 1920. Três lugares desse parque se destacam:
- Paredão Salitroso:
A data de sua origem é imprecisa. Alguns estudiosos afirmam que este local abriga provas que esta região esteve submersa há milhares de anos. É constituido de pedra salitrosa, calcário e arenito;
- Monumento às Monções:
Inaugurado em 1920 pelo presidente do Estado de São Paulo, Altino Arantes, o Monumento as Monções foi construído às margens do rio Tietê, de onde partiam as expedições monçoeiras. É feito em granito com três baixos relevos em bronze, reproduzindo a partida das monções de Almeida Junior, A bênção das canoas de Hercule Florence e Largada de Porto Feliz de Adrian Taunay;
- Gruta Nossa Senhora de Lourdes:
A gruta em homenagem a Nossa Senhora de Lourdes está localizada no paredão histórico do Parque das Monções. Foi idealizada e construída graças a dois padres franceses: Alexandre Hourdeau e Vitor Maria Cavron. É idêntica à existente em Lourdes, na França. Foi escavada na rocha e recebeu a contribuição do povo portofelicense, que ofereceu donativos para a construção. Foi inaugurada solenemente em 1924.
Endereço do Parque das Monções: Rua dos Bandeirantes, sem número.
[editar] Prato Tipico
[editar] Cearense
A cearense surgiu na década de 70 n, por quatro pescadores da cidade em uma de suas pescarias em Mato Grosso. Depois de alguns dias, os pescadores ja quase sem comida receberam a notícia de que mais pescadores se juntariam a eles. Um deles foi para uma cidade nas proximidades para comprar mais mantimentos. Mas a caminho da cidade parou algumas vezes para descansar, assim acabou chegando tarde a cidade pois quase todos os estabelecimento estavam fechados, acabou achando apenas um armazém, a onde comprou 1 kg de cebola, 1 kg de tomate e 2 kg de carne de Boi. Chegando ao acampamento resolveu cozinhar tudo que tinha sobrado, feijão e algumas coisas a mais. Saiu um prato muito saboroso. Assim acarretando um comentário do Sr. Emilio Coli, ele diz que aquilo que eles tinham feito parecia comida "de cearense". Voltando a Porto Feliz, os pescadores passaram as suas esposas, a receita, elas acrescetaram ainda ao prato, bacon, Linguiça Calabresa, Louro, Cheiro-verde e orégano. Assim dando a inicio a tradição. Foi muito elogiado por não ser tão forte quanto a feijoada e ainda para esquentar nos dias frios.
[editar] Infraestrutura
[editar] Escolas Estaduais
- Escola Estadual Monsenhor Seckler.
- Escola Estadual Profª Esther Maurino Rodrigues.
- Escola Estadual Cel Eugênio Euclides Pereira da Motta.
- Escola Estadual Profª Maria Aparecida Fernandes Leite.
- Escola Estadual Prof Pedro Fernandes de Camargo
[editar] Escolas Particulares
- Escola São José de Porto Feliz.
- Colégio Porto dos Bandeirantes (Universitário).
- Escola Adventista de Porto Feliz.
- Colégio Presbiteriano.
[editar] Escolas Municipais de Ensino Fundamental
- EMEF Cel. Esmédio.
- EMEF Prof. Antônio de Pádua Martins de Melo
- EMEF Profª Aurora Machado Guimarães.
- EMEF Profª Luiza de Carvalho Pires.
- EMEF Profª Maria Aparecida Fernandes Leite.
- EMEF Profª Vilma Fernandes Antonio.
- EMEF Profª Zilda Tomé de Moraes.
- EMEF Vereador Carlos Roberto de Oliveira.
- EMEF Domingos de Marco.
[editar] Cultura
Espaço Cultural Olair Coan Estação das Artes Assumpta Luzia Marchesoni Rogado
[editar] Geografia
[editar] Demografia
Dados do Censo - 2000
- População total: 22.978
- Urbana: 15.045
- Rural: 8.910
- Homens: 7.503
- Mulheres: 7.403
- Densidade demográfica (hab./km²): 81,79
- Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 11,04
- Expectativa de vida (anos): 74,03
- Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 1,97
- Taxa de alfabetização: 92,59%
- Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,800
- IDH-M Renda: 0,719
- IDH-M Longevidade: 0,817
- IDH-M Educação: 0,864
(Fonte: IPEADATA)
[editar] Hidrografia
[editar] Rodovias
[editar] Administração
- Prefeito: Claudio Maffei (2005/2008 e 2009/2012)
- Vice-prefeito: Júlio César Bronze (2009/2012)
- Presidente da câmara: Roberto Brandão Rodrigues (2011/2012)
[editar] Curiosidades
- O primeiro piano de Porto Feliz foi trazido pelo Padre André Rocha em 1820, ele foi também o primeiro da Província de São Paulo;
- A luz elétrica chegou a Porto Feliz em 1912;
- A Primeira Semana das Monções foi criada em 1952;
- A Santa Casa de Misericórdia de Porto Feliz foi inaugurada em 1907;
- Em 1846, o Imperador D. Pedro II visitou Porto Feliz e hospedou-se no prédio que atualmente comporta o Museu da Monções;
- A primeira Loja Maçônica da Província de São Paulo foi inaugurada em Porto Feliz no ano de 1831;
- Somente em 1910 é que Porto Feliz foi beneficiada com a instalação de água encanada, até então o abastecimento era feito através de chafarizes espalhados pela cidade.
- De Porto Feliz a Cuiabá as expedições se utilizavam de 19 rios e tinham que transpor 113 obstáculos entre cachoeiras e corredeiras e mais de 14 km de terra no varadouro de Camapuã, sem contar as febres, a fome, os naufrágios e os índios que exterminavam expedições inteiras;
- O autor do monumento às Monções foi o escultor italiano Amadeo Zani, tinha sido encomendado por Candido Mota então Secretário de Estado dos Negocios da Agricultura
[editar] Datas Importantes
- 1693 - Os historiadores falam de um “Porto” à margem esquerda do Rio Tietê, de onde partiam as expedições para Cuiabá, no Mato Grosso; nessa data, também teve início o povoamento de Araritaguaba;
- 1700 - Torna-se mais frequente a passagem por esse Porto dos exploradores que se destinam aos Sertões de Mato Grosso e Goiás, a procura das Minas de Ouro;
- 1700 - Antonio Cardoso Pimentel edifica uma Capela em Homenagem a Nossa Senhora da Penha;
- 1720 - 1770 - Período das Monções mais importantes;
- 1728 - Desmembrada de Itu, foi criada a Paróquia de Nossa Senhora da Penha de Araritaguaba;
- 1744 - Por provisão de 27 de novembro, é concedida licença para se construir uma nova Matriz, sob a invocação de Nossa Senhora Mãe dos Homens;
- 1750 - Aos 9 de outubro é solenemente inaugurada a nova Matriz. A partir desta data a Paróquia passa a denominar-se “Freguesia de Nossa Senhora Mãe dos Homens de Araritaguaba”;
- 1797 - A freguesia passa a se chamar “Paróquia de Nossa Senhora Mãe dos Homens de Porto Feliz”, que por Portaria de 13 de outubro a freguesia de Araritaguaba passa a categoria de Vila, com o nome de Porto Feliz;
- 1780 - 1830 - Expansão da lavoura canavieira: Araritaguaba torna-se um dos grandes centros açucareiros da Província de São Paulo;
- 1858 - No dia 16 de abril a Vila de Porto Feliz foi elevada a categoria de cidade. Lei nº 8 de 07 de fevereiro de 1885, eleva Porto Feliz a Comarca;
- 1901 - 1907 - O Engenho Central torna-se propriedade da Societé de Sucreries Brésiliennes;
- 1906 - Circula “O Araritaguaba” , primeiro jornal de Porto Feliz;
- 1920 - 1924 - Inauguração do Monumento às Monções, Ramal Ferroviário, Gruta N. S. de Lourdes e implantação da fábrica de tecidos N. S. Mãe dos Homens;
- 1954 - Tem início grande reforma na Matriz;
[editar] Galeria de imagens
Referências
- ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
- ↑ Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
- ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
- ↑ http://www.fflch.usp.br/dlcv/tupi/vocabulario.htm