Powerwolf

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Powerwolf
Informação geral
País  Alemanha
Gênero(s) Power metal
Heavy metal
Período em atividade 2003—
Gravadora(s) Metal Blade Records
Página oficial www.powerwolf.net
Integrantes Attila Dorn
Matthew Greywolf
Charles Greywolf
Roel van Helden
Falk Maria Schlegel
Ex-integrantes Stéfane Funèbre (até 2010)

Powerwolf é uma banda alemã de power metal.

Histórico[editar | editar código-fonte]

A banda foi criada em 2003, por Charles e Matthew Greywolf. Integraram a banda Stéfane Funèbre, baterista francês e o alemão Falk Maria Schlegel para tocar nos teclados. Faltava um bom vocal para completar a banda.

Pouco depois, a banda ficaria completa com o romeno Attila Dorn no vocal. Dorn estudou ópera clássica na Academia de Música Bucareste. Ele não é um segundo Fabio Lione (do Rhapsody). O vocal está bem mais para o heavy metal do que para o lírico. Dorn, que amava lendas de lobisomens e vampiros, encaixou-se perfeitamente para a temática planejada por Charles e Matthew. Ele se tornou o frontman do Powerwolf.

Em 2005, o Powerwolf lança seu álbum debut: "Return In Bloodred". Eles criaram uma saga onde os caçadores da noite (Lobisomens) eram os personagens principais, uma curiosidade sobre este álbum, é que os integrantes da banda se recusam a falar sobre o real significado das letras das músicas, estas que eram muito obscuras. Em 2007, lançaram o segundo álbum, "Lupus Dei", um álbum conceitual, que relata a redenção de um lobisomem, arrependido pelos seus pecaods. Em 2009 lançam o álbum "Bible of the Beast", que conta diversas histórias ao ponto de vista de padres católicos e cultistas satânicos. Em 2011, sai "Blood of the Saints", considerado por muitos fãs o melhor da banda. Este álbum retrata uma seita de padres (secretamente lobisomens) que, após desenvolver vício por sangue e começar a matar pessoas para o beber, despertam a fúria dos santos. A música final do disco, "Ira Sancti" (Ira dos Santos, em latim) é um tanto misteriosa, pois no encarte do álbum a letra dela não foi divulgada, permancendo assim um mistério. Uma das únicas partes compreensíveis da música é quando Attila proclama: "Lupus Christi" (lobo de Cristo, em latim). Por fim, em 2013, surge "Preachers of the Night" ("pregadores da noite", em português brasileiro). Continuando com o conceito dos padres que são lobisomens e os temas da redenção e do pecado predominando, o último álbum da banda é basicamente um "Blood of the Saints p.t II".

Segundo boatos (alguns que os próprios integrantes da banda sugerem), um novo álbum sairá em 2015, junto do tour do Powerwolf pelo Brasil - país em que, após o lançamento do quarto álbum, ganhou uma grande base de fãs do Powerwolf, com uma fanpage sendo criada.

Estilo[editar | editar código-fonte]

Segue a linha de bandas sinfônicas, como Rhapsody of Fire, contudo mostrando mais peso. O som tem influências claras de Heavy Metal e Viking Metal. A gravação de Bible of the Beast contou com um órgão numa igreja para tornar o som mais envolvente, além de um coral de 25 vozes, além da voz lírica (mas pesada) de Attila Dorn. A banda canta sobre satanismo e cristianismo, além de criticar o fanatismo religioso. Em uma entrevista, o tecladista da banda, Falk Maria, confirmou que os integrantes da banda não são nem católicos nem satânicos, e que são todos muito espirituais e leem muito a Bíblia

O que leva muitos a crer que Powerwolf é uma banda satânica é o visual dos integrantes, mas a simbologia cristã no palco quando eles se apresentam é predominante. No entanto, a banda não exalta Satanás nem Deus, eles apenas falam sobre isso.

Integrantes[editar | editar código-fonte]

  • Attila Dorn - vocal (romeno)
  • Matthew Greywolf - guitarra (alemão)
  • Charles Greywolf - baixo (alemão)
  • Roel van Helden - bateria (francês)
  • Falk Maria Schlegel - órgão, teclados (alemão)

Discografia[editar | editar código-fonte]

  • Return in Bloodred (2005)
  • Lupus Dei (2007)
  • Bible of the Beast (2009)
  • Blood of The Saints (2011)
  • Preachers of the Night (2013)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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