Prêmio da Música Brasileira

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Prêmio da Música Brasileira
Apresentação Vários
Local Theatro Municipal, Rio de Janeiro
País  Brasil
Primeira cerimónia 1987
Última cerimónia 2013
Página oficial

O Prêmio da Música Brasileira é uma premiação da música popular brasileira, sendo a de maior longevidade.[carece de fontes?] Idealizado em 1987 por José Maurício Machline, a premiação inicialmente era conhecida pelos nomes de seus patrocinadores.

Já se chamou Prêmio Sharp, Prêmio Caras e Prêmio TIM de Música, até assumir a denominação atual.

História[editar | editar código-fonte]

O prêmio foi idealizado a partir de dois desejos: premiar a música brasileira em suas mais variadas manifestações, incentivando a descoberta de talentos e realizar um encontro entre as formas de música contemporânea feita no nosso País.

O Prêmio Tim é um dos mais relevantes projetos já realizado de incentivo no âmbito da cultura musical brasileira.

Premiando talentos, gerando conteúdo e contando com um corpo de jurados de grande personalidades de diverso cenário musical e artístico de todo país, o Prêmio da Música leva ao público a cada nova edição, uma grande seleção do melhor da música brasileira, contemplando uma grande variedade de segmentos e categorias, dando importância apenas à qualidade da música. Nunca foram lançados e avaliados tantos títulos, como neste evento, que democratiza as oportunidades para os mais variados tipos de artistas, de norte a sul do Brasil. Mais ainda, para um país que perpetua seus ídolos, que perde a memória com facilidade, o Prêmio Tim faz homenagens reverenciando, artistas importantes como Ari Barroso, Lulu Santos, Baden, Jair Rodrigues, e Outros grandes nomes da nossa música que ainda serão lembrados nas próximas edições.

O prêmio inicialmente foi patrocinado pela Sharp, daí ser conhecido inicialmente como Prêmio Sharp de Música Brasileira, desde sua criação, em 1987, até 2002, sendo que Em 1995, a Sharp criou também um prêmio para excelência no teatro brasileiro.

A partir de 2002, transformou-se em Prêmio Caras, patrocinado pela revista de mesmo nome. Um ano depois, virou o Prêmio TIM, sendo patrocinado pela operadora telefônica TIM, ficando conhecido como Prêmio TIM de Música. Em 2009 o prêmio teve produção independente e contou com o apoio de toda a classe artistica brasileira.[1]

A partir de 2009, em sua vigésima edição, ganha o nome definitivo de Prêmio da Música Brasileira, e em 2010 segue com o mesmo nome, tendo como patrocinadora a Vale.

O prêmio[editar | editar código-fonte]

O Prêmio da Música Brasileira tem como norte dois princípios: premiar a variedade imensa de manifestações musicais de nosso país, incentivando a descoberta de novos talentos, e propiciar encontros produtivos entre as várias tendências da música contemporânea nativa procurando a mais alta qualidade em todas as vertentes da nossa música.

O projeto se destaca desde sua criação pela relevância no contexo cultural e foi apoiado/patrocinado por nomes como Sharp, TIM, a revista Caras e em 2010, a Vale.

Premiar os destaques de cada período e render homenagens aos mestres de ontem e de hoje e gerar conteúdo que agregue valor à música popular brasileira (MPB) são características presentes em todas as edições da premiação. A votação é realizada por um corpo de jurados formado por nomes representativos da diversidade musical, e a eleição do premiado em cada categorias se baseia estritamente no mérito artístico de cada artista e/ou obra. Por fim, cada edição homenageia os maiores nomes da MPB de ontem e de hoje, para perpetuar a história desses grandes mestres tendo em vista o esquecimento típico de certa mentalidade local. Relembrar a história da música brasileira, dar a medida do mérito da produção atual e lançar novos nomes para manter a qualidade da música local são as missões do prêmio.

Homenageados de cada edição[editar | editar código-fonte]

Cada edição da premiação apresenta um artista de destaque da nossa música como homenageado. A partir de 2003, o prêmio passa a premiar, alternadamente, um artista vivo e um já falecido.

Conselho do prêmio[editar | editar código-fonte]

O prêmio conta com um conselho permanente de oito personalidades ligadas à cultura brasileira, todos com poder de voto e responsáveis pelas diretrizes da premiação. São eles: Gilberto Gil, João Bosco, Zuza Homem de Mello, Carla Grasso, Zé Maurício Machline, Wanderlea, Antônio Carlos Miguel e Paulo Moura.

Vencedores[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]