Pró-fármaco

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Os pró-fármacos são fármacos em sua forma inativa ou substancialmente menos ativas que quando administrados, sofrerão uma biotransformação in vivo, passando a produzir metabólitos ativos. Estes podem melhorar a absorção ou a acção.

Exemplo: Pivampicilina (pró-farmaco) versus ampicilina (fármaco)

Devido à menor polaridade, a pivampicilina é mais facilmente absorvida no intestino. É posteriormente convertida em ampicilina, no sangue, pela enzima esterase.

História[editar | editar código-fonte]

Albert, no ano de 1958, foi quem primeiro chamou os compostos que necessitavam de biotransformação para estabelecer seu efeito de pró-fármacos. Harper, em 1959, incluiu o termo latenciação para o processo de obtenção destes espécimes de fármacos. Somente a partir dos anos 70 a latenciação tornou-se mais elucidada, devido a farmacocinética ganhar maior compreensão pelos pesquisadores. Muitos outros termos já foram usados, mas pró-farmaco foi o mais bem aceito e estabelecido.[1]

Notas e referências

  1. Quím. Nova vol.22 n.1 São Paulo Jan./Feb. 1999. O processo de latenciação no planejamento de fármacos. Página visitada em 13/10/2009.